Urbs Magna

Urgente: MORO é denunciado 

Desembargadores do TRF acusam Moro. LEIA

Desembargadores da 8° Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, denunciaram o juiz golpista Sérgio Moro de tentar engessar os tribunais superiores com decisões suas sobre as delações premiadas.

Segundo os desembargadores, em pelo menos duas oportunidades, nos processos criminais envolvendo o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e o ex- diretor da Petrobrás Renato Duque, o Mussolini de Maringá (Sérgio Moro) atuou no processo passando por cima de suas competências legais.

Segundo o desembargador e relator do processo de Duque, João Paulo Gebran Neto, Moro teria concedido benefício ao réu por delação premiada depois que o processo já estava para ser avalizado pela Corte, apresentando que a Corte superior teria que acatar o beneficio e vinculando a pena previamente definida.

Além disso, Moro, um juiz de primeira instância, tomou deliberações acerca de seu processo e de outros, vinculando de forma equivocada o tribunal e o juiz de execução, extrapolando suas competências. Realizando ato que pode ser nulo, já que os juízes de primeira instância não podem tomar decisões vinculadas à decisão de instância superior, pois obviamente ela pode ser modificada, reformada pelos juízes dessas cortes superiores.

Diante da denúncia, Moro foi notificado pelos desembargadores afim de que pare de atuar como “Mussolini”, e se contenha apenas a realizar atos judiciais dentro de suas competências de juiz de primeiro grau.

Com a crise e o aprofundamento do golpe, tudo indica que o fim do reinado do golpista Sérgio Moro está chegando ao fim. A missão de Moro, de prender petistas, derrubar o governo do PT e destruir as empresas nacionais se esgotou, e o golpe deve se estabelecer em outras bases.

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A ressurreição de LULA

“Se todos são iguais, então Lula é melhor” – postou um blogueirinho da Veja ao resumir o pensamento do povo

A menos de 10 dias do depoimento a Moro, Lula dispara em pesquisa do DataFolha com mais de 30% das intenções de voto.
Pessoas de mais de 170 municípios brasileiros determinaram o percentual, que tem margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos.
Segundo um blogueiro da revista Veja, isso está sendo possível graças a uma “direita xucra” que tem um “moralismo tacanho”, porque muitos cairão com a Lava Jato.
O povo percebeu que “Constituição, leis, instituições, códigos e normas valem menos do que uma ficha de orelhão” – palavras do blogueirinho.
“O populismo de direita, associado ao lava-jatismo, é que está minando a credibilidade da atual gestão e ressuscitando a esquerda. Afinal, conservadores que não buscam preservar nem as instituições hão de conservar o quê?” – mais palavras do blogueirinho.

 

Brasileiros pediram intervenção dos EUA contra o PT de Dilma e Lula

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2014, EUA, MUNDO, OPINIÃO, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL, VERGONHA DE SER BRASILEIRO by dibarbosa on 3 de novembro de 2014

O INÍCIO: COMO SURGIU A IDEIA DO GOLPE 2016
Da série infinita
 Vergonha de Ser Brasileiro
Petição online em site da Casa Branca pediu que EUA intercedesse na “expansão comunista bolivariana no Brasil”
Brasileiros pediram ajuda a Barack Obama contra o PT

Um site da Casa Branca, que oferece um espaço para que o cidadão se manifeste acerca de vários temas, registrou uma petição inédita em toda sua existência no ar.

Em 28 de outubro de 2014, alguns brasileiros resolveram pedir ajuda a Barack Obama contra Dilma e o PT de Lula para que fosse evitada uma “expansão comunista na América Latina”. Veja abaixo:

petição site casa branca

O site do governo dos Estados Unidos, no entanto, alegou que poderia se recusar a agir em resposta a qualquer petição com o fim de evitar que aparentemente estivesse sofrendo alguma influência. A petição, hoje removida da página, reproduzia-se como segue:

 Em 26 de outubro, Dilma Rousseff foi reeleita, e continuará com o plano de seu partido em estabelecer um regime comunista no Brasil – o modelo bolivariano proposto pelo Foro de São Paulo. Nós sabemos que aos olhos da comunidade internacional, a eleição foi totalmente democrática, mas as urnas de votação utilizadas não são confiáveis, sem contar com o fato que as cabeças do Judiciário são em sua maioria membros do partido vencedor. As políticas sociais também influenciaram a escolha para presidente e as pessoas foram ameaçadas de perderem seu subsídio para comida se eles não reelegessem Dilma. Nós pedimos por uma posição da Casa Branca em relação à expansão comunista na América Latina. O Brasil não quer e não será uma nova Venezuela e os EUA precisam ajudar os promotores da democracia e da liberdade no Brasil”.  

O efeito:

Após alguns blogs, inicialmente, divulgarem sobre eleitores denunciando uma suposta fraude nas urnas eletrônicas das eleições 2014, desencadeou-se um grande descontentamento com o resultado das eleições presidenciais que reelegeu Dilma Rousseff (PT) e abateu Aécio Neves (PSDB) por uma diferença de aproximadamente 3,5 milhões de votos. A partir daí, iniciou-se o “terceiro turno” em campanhas que dividiram o país ao meio entre acusações de um noticiário falso, o que culminou com várias manifestações independentes, como foram os casos ocorridos na avenida Paulista em São Paulo, SP, a menos de uma semana após a apuração pelo TSE. No dia 1 de novembro, quase 2,5 mil pessoas compareceram, convocadas pela rede social Facebook, para exigir o impeachment da presidenta. Ela já tinha uma petição no site Avaaz desde junho de 2013 contando com mais de 1,8 milhão de assinantes. O país foi tomado por pessoas que ddiziam e publicavam coisas sem a menor responsabilidade. Até o cantor Lobão, em sua decadência moral e psicológica, omprometeu sua imagem e a imagem do PSDB. Na ocasião, ele disse que se Dilma ganhasse sairia do país. As pessoas não podem ser impedidas de falar porque é uma democracia, por isso devemos utilizar o discernimento inteligente que favoreça a seleção das melhores idéias. Nos EUA, com a democracia sendo o motor do congresso, obviamente Mister Barack Obama e todo o pessoal da Casa Branca deve ter dado boas gargalhadas com nossa crise moral. A petição foi mantida democraticamente por algum tempo e o mundo inteiro conferiu e morreu de rir, o que causou e causa, em muita gente aqui, uma grande vergonha de ser brasileiro.

 

O 3º turno entre o PT e o PSDB

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2014, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL by dibarbosa on 3 de novembro de 2014

Dilma-sabia-480x298PROTESTO EM SP – Como a imprensa ridiculariza e distorce um protesto simplesmente por não concordar com ele. Em horas assim, a isenção e a objetividade que se danem!

Nesta tarde, houve dois protestos em São Paulo. Um deles reuniu, segundo a PM, pelo menos 2.500 pessoas na Avenida Paulista (vídeo) — e não mil, como está no UOL. A outra, uns 200, no Largo da Batata. Ambas foram convocadas pelo Facebook. O primeiro cobra uma auditoria na eleição presidencial de 2014 e pede o impeachment de Dilma; a segunda, pela enésima vez, culpa o governador Geraldo Alckmin pela crise hídrica em São Paulo. Não funcionou no primeiro turno, não funcionou no segundo turno, tenta-se agora o terceiro turno. Não está funcionando de novo… Mas sigamos. A esmagadora maioria das pessoas que se manifestavam na Avenida Paulista cobrava a auditoria e defendia o impeachment de Dilma na suposição de que ela conhecia a roubalheira na Petrobras, conforme afirmou à Polícia Federal e ao Ministério Público o doleiro Alberto Youssef. Nem é necessário demonstrar — mas, se for preciso, demonstro com facilidade — que a imprensa paulistana trata com simpatia todos os protestos das esquerdas, as marchas em favor da maconha e até os black blocs. Alguns de seus defensores são alçados à condição de intelectuais. Já um protesto que não é organizado por “progressistas”, bem, aí cumpre ridicularizar as pessoas, transformá-las numa caricatura, enxovalhá-las, reduzi-las à condição de golpistas. Vamos lá. A esmagadora maioria dos cartazes da Paulista trata de uma suposta fraude na eleição, pede a auditoria na eleição  e defende o impeachment (dada aquela suposição, claro!, que tem de ser comprovada). Um senhor, no entanto — e ainda que houvesse 10, 20 ou 100 —, pede uma intervenção militar. A prova de que é “avis rara” no protesto é que foi, ora vejam!, entrevistado pela Folha e pelo Estadão, que, milagrosamente, publicam quase a mesma matéria, com diferenças que estão apenas no detalhe. Seu nome é Sérgio Salgi, tem 46 anos e é investigador de polícia. E por que ele foi achado pelos repórteres dos dois jornais? Porque carregava um cartaz “SOS Forças Armadas”. Bastou esse cartaz para que a Folha Online desse o seguinte título: “Ato em SP pede impeachment de Dilma e intervenção militar”. Se algum maluco estivesse na passeata cobrando ajuda aos marcianos, o título poderia ser: “Ato em SP pede impeachment de Dilma e intervenção dos ETs”. Não é a primeira vez que isso acontece. Em 2007, embora fossem outras as circunstâncias, surgiu o “Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros”, que ficou conhecido como “Cansei”. Seus promotores foram impiedosamente ridicularizados pela imprensa e por personalidades púbicas a serviço do PT. Foram tachados de representantes da “elite branca”. A notícia do mensalão tinha menos de dois anos, o escândalo dos aloprados, menos de um, mas uma simples manifestação de protesto foi tratada como coisa de golpistas. O Globo Online também noticia o protesto em São Paulo. O repórter não entrevistou o policial Sérgio Salgi, mas encontrou outra maneira de enxovalhar os que protestavam. Transcrevo: “O protesto reúne muitas senhoras de guarda-chuva, em razão do sol forte. Algumas levaram seus cachorrinhos de estimação para o protesto”. Manifestações das esquerdas, como vocês sabem, contam com uma palavra que a imprensa adora: “ativistas” — não sei o que é isso; deve ser o oposto complementar dos “passivistas”… Já um ato que é inequivocamente caracterizado como “de direita”, bem, esse conta com “senhoras de guarda-chuva”… Sabem como são as dondocas: não querem se pelar ao sol. Entre as 2.500 pessoas, contavam-se nos dedos os tais guarda-chuvas. Ah, claro! Elas também levavam seus cachorrinhos, entendem? É evidente que o destaque dado a essas lateralidades busca desmoralizar o protesto. O cantor e compositor Lobão se manifestou em favor da recontagem dos votos e disse o óbvio: não se tratava de um movimento em favor da volta do regime militar. Boçalidades. Não que boçalidades reais, de fato, não tenham sido ditas. Foram. A ser verdade o que relatam Estadão, Folha e Globo, o deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), filho de Jair Bolsonaro (PP-RJ), afirmou o seguinte: “Ele [seu pai] teria fuzilado Dilma Rousseff se fosse candidato esse ano. Ele tem vontade de ser candidato mesmo que tenha de mudar de partido”. E emendou: “Dizia na minha campanha: voto no Marcola, mas não em Dilma. Pelo menos ele tem palavra”. A ser isso mesmo, trata-se de uma notável coleção de bobagens. Evidentemente, o “fuzilado” de sua fala é uma metáfora. Mas quem se importa? Quando fala em votar até “em Marcola”, procura deixar claro o quanto repudia Dilma, não seu apreço pelo bandido. Mas quem se importa? Quem não quer que seu discurso seja confundido não fala essas tolices. O ânimo para transformar os manifestantes em golpistas já é evidente. Quando se oferece o pretexto, tudo fica mais fácil. No Brasil, é permitido marchar em favor da maconha. A venda e o consumo de maconha são ilegais. Manifestantes são tratados como bibelôs. No Brasil, é permitido marchar em favor do aborto. O aborto, com as exceções conhecidas, é ilegal. Manifestantes são tratados como pensadores. No Brasil, é permitido marchar em favor de corruptos condenados pelo Supremo. Manifestantes são tratados como ideólogos. No Brasil, é permitido marchar em favor da recontagem dos votos e, sim, em favor do impeachment. O Artigo 5º da Constituição garante tudo isso. Não obstante, manifestantes são tratados como pessoas ridículas e golpistas. Nota final, que traduz um sequestro moral: os esquerdistas, sempre adulados pelos jornalistas, querem controle social da mídia e mecanismos de censura, ainda que oblíquos. Mas que isto também fique claro: os que estão decididos a dizer “não” terão de enfrentar, inclusive, as brigadas da desqualificação da imprensa, que sempre ficam muito satisfeitas quando alguém como Eduardo Bolsonaro fala aquelas besteiras. Fica parecendo que elas têm razão.

Por Reinaldo Azevedo da revista VEJA

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