Urbs Magna

Governo brasileiro comparado a Nazismo em texto de professora

Posted in BRASIL, Fora Temer, OPINIÃO, PENSAMENTO, PROTESTOS NO BRASIL, VERGONHA DE SER BRASILEIRO by dibarbosa on 13 de junho de 2017

Reformas  de Temer subjugam nosso povo assim como os alemães humilharam os judeus na segunda guerra

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   As intenções das reformas do governo de Michel Temer,  incidentes sobre as classes básicas da população brasileira, são comparáveis  a algumas práticas nazistas da época da segunda grande guerra, de acordo com a professora Alessandra Vieira que apresenta a ideia no belo texto abaixo:

Os nazistas mantinham os judeus em fome constante. Assim, os judeus se ocupavam apenas de uma única tarefa durante o dia todo: procurar alimento, sobreviver, matar a fome imediata e urgente. Não tinham tempo e nem energia para organizar conspirações, rebeliões e planos de fuga. A vida se resumia a uma luta individualista, egoísta e solitária pela mera subsistência.

De modo análogo, a maioria dos brasileiros se ocupa apenas da sobrevivência e da dura conquista do básico: moradia, comida, escola e saúde. E mesmo os poucos que conseguem manter esse básico (especialmente a classe média) não têm tempo para se preocupar com mais nada: acordam muito cedo, trabalham mais de 8 horas, retornam exaustos, assistem o Jornal Nacional e vão dormir para reiniciar a labuta no dia seguinte. A vida se resume a uma luta individualista, egoísta e solitária pela manutenção do básico. E as TVs, os jornais e revistas reforçam e martelam diariamente essa ideologia do individualismo e do trabalho maquinal: pense apenas em você; invista apenas em você; é cada um por si; não reclame, trabalhe; não seja vagabundo, trabalhe até o fim da vida; sempre foi e sempre será assim; com esforço você conseguirá vencer; a meritocracia fará você vencer; os sindicatos não servem pra nada; a política não presta; o coletivismo é um sonho; o socialismo morreu; os empresários vão melhorar sua vida; o capitalismo selvagem e sem grilhões é o futuro. E tudo isso é mostrado ao público através de um lustro acadêmico e profissional. A propaganda é tão intensa e tão bem feita que poucos conseguem perceber a grande farsa que existe por trás dessa forma de pensar.

Diante desse cenário, a grande maioria dos brasileiros pouco se importa se o país está passando por um golpe de estado, se os direitos humanos já foram pro vinagre, se não existe mais democracia, se a constituição foi rasgada, se existe prisão política, se haverá uma ditadura militar, se os pobres da cracolância estão sendo tratados como lixo. Para quem a sobrevivência é a única preocupação, essas questões parecem supérfluas, um luxo desnecessário que só se justifica em países ricos. Tudo isso se apresenta como uma névoa de acontecimentos, um falatório confuso, um ruído de fundo na vida cinzenta e maquinal dos trabalhadores.

Querer que essa multidão de autômatos se levante para lutar pela democracia é ser totalmente irrealista, romântico e ingênuo. A grande massa de trabalhadores sem sindicatos, desorganizados e desinformados, apenas perceberão que algo mudou no país quando forem terceirizados, quando não mais tiverem direito a férias e décimo terceiro, quando a carga de trabalho aumentar e o salário diminuir, quando descobrirem que não irão mais se aposentar. A grande massa de trabalhadores não aprende pela informação (pois a única informação que possui vem de seus algozes), aprende pela prática do dia-a-dia. Quando a grande massa de trabalhadores descobrir que tudo mudou, já será tarde demais para mudar.

LULA ou JOAQUIM BARBOSA em 2018?

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2018, Lula, POLÍTICA by dibarbosa on 8 de junho de 2017

Em qual dos dois candidatos você votaria nas próximas eleições presidenciais?

Vote na enquete no pé da página

O ex-ministro do STF Joaquim Barbosa disse que possivelmene irá se candidatar à presidência da República em 2018, apesar de hesitar muito. Barbosa também defende as eleições diretas em caso de vacância. As declarações foram feitas há um dia.

“Eu sou um cidadão brasileiro, um cidadão pleno, há três anos livre das amarras de cargos públicos, mas sou um observador atento da vida brasileira. Portanto, a decisão de me candidatar ou não está na minha esfera de deliberação. Só que eu sou muito hesitante em relação a isso. Não sei se decidirei positivamente neste sentido. Caso ocorra a vacância da Presidência da República, a decisão correta é essa: convocar o povo”

O ex-ministro teve conversas com Marina Silva e com a direção do PSB. Para ele, a falta de liderança política e de pessoas realmente vinculadas ao interesse público têm feito com que o país vá se desintegrando.

“Se quiserem que eu saia, têm que me matar”, afirma Temer. Insano?

— Fique tranquilo, não vou renunciar, não vou sair. Vou recorrer até o fim. Se quiserem que eu saia, têm que me matar.

90,6% QUEREM DIRETAS JÁ E 84% REPROVAM TEMER.

Após afirmar nesta semana que “ninguém vai nos impedir de continuar nossas políticas públicas”, o presidente mais impopular da história brasileira disparou, em reunião com o presidente do senado Eunício Oliveira, a seguinte frase: ” — Fique tranquilo, não vou renunciar, não vou sair. Vou recorrer até o fim. Se quiserem que eu saia, têm que me matar.

DESESPERADO? ENLOUQUECIDO? DITADOR?

Uma afirmação deste naipe é incomum em nossa República Federativa, especialmente proferida por seu presidente. Sua desaprovação também é internacional. No mês passado a ex-presidente argentina Cristina Kirchner, durante  anúncio de sua candidatura para as eleições legislativas de outubro daquele país, chamou o presidente brasileiro, Michel Temer, de “ridículo” e “brega”. E no início do ano, o Papa Francisco recusou um convite para visitar o Brasil fazendo duras críticas às medidas do golpista contra os pobres.

Temer não compreende que seu tempo acabou pois que os movimentos das ruas falam mais alto que a mídia, o judiciário e a elite bresileira que sempre o apoiou.

Thinktankers: caso de Dallagnol (o bruxo da Lava Jato) é outra “estratégia de promoção do golpe”.

Posted in BRASIL, operação lava jato, POLÍTICA, Sérgio Moro e Lula, VERGONHA DE SER BRASILEIRO by dibarbosa on 4 de junho de 2017

Somos responsáveis pelo futuro da AL. Entenda:

Todos sabemos que Deltan Dallagnol, em sua insistente convicção sem provas, tem sido notado por seu desejo inconsequente de se promover no meio elitista de nossa sociedade. No sábado último, todo o povo brasileiro acordou sem ar com o noticiário virtual destacando uma notícia assombrosa e descabida: “MPF pede prisão de Lula e multa de 87mi“.

Mais tarde, descobriu-se que o veículo precursor desta notícia – O Globo – mentira sobre o suposto pedido de prisão que não passou, na verdade, de apenas mais um desejo incomensurável dos procuradores do Ministério Público Federal, em especial o Deltan Dallagnol, de ver o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atrás das grades para satisfazer seu público imoral e seguidores da campanha de ódio nacional promovida por esta baderna política inconsequente iniciada por Aécio Neves em 2014.

Mas nossos thinktankers – termo que faz referência àqueles que idealizam os pensamentos e os impulsionam para a opinião pública – estão trabalhando muito em seus apontamentos de novos casos em suas pautas para estudos ocorridos em território tupiniquim. Eles já farejaram, identificaram e rotularam tais práticas dallagnolenses como “estratégias elitistas de promoção do Golpe2016“. E agora, nossos pensadores manipulam um dos recipientes com a nomenclatura “Os golpes de novo tipo na América Latina e Caribe e o Caso Lula” que foi o tema principal de uma conferência internacional realizada em 02 de junho, no 6º Congresso Nacional promovido pela Fundação Perseu Abramo (FPA) e o Partido dos Trabalhadores.

Segundo os organizadores, a crise do capitalismo em 2008 impactou a América Latina produzindo golpes de Estado no Paraguai, Honduras e Brasil com processos que promovem a perseguição dos movimentos sociais e da sociedade civil e que são apoiados pela mídia, pelo Judiciário e pelas elites. Aqui, segundo os thinktankers, estes três atuam conjuntamente objetivando retirar o presidente Lula da política através da abertura de vários processos e procedimentos sem nenhuma prova apenas com o fim de tomar seu tempo com depoimentos que não vão dar em nada.

Na reunião, foram expostos exemplos midiáticos como o do Jornal Nacional que produziu 18 horas de propaganda negativa contra Lula que, por meio de inúmeras acusações falsas, cria a presunção de culpa em um escancarado plano massivo para demonizá-lo e retirá-lo das disputas políticas. Tudo sendo acatado frivolamente pelo Judiciário que abusa de sua autoridade para influenciar as opiniões. Além do golpe no Brasil, e conjuntamente, o mundo também expôs sua crise democrática com a vitória do Brexit e a eleição de Donald Trump, fatos que vieram acompanhados da emergência do neoliberalismo em uma disputa hegemônica tal que se mobiliza na tentativa de definir o futuro do país e do continente nos próximos meses.

Ainda segundo os organizadores, o Brasil enfrenta uma armadilha com o Judiciário escalando os times que participarão do processo, mas ressaltam que os movimentos populares precisam de força para reconquistar seus espaços, o que pode frear os avanços dos neoliberais em outros países, pois onde vai o Brasil, vai a América Latina.

Fonte: FPA

Dilma – discurso na CUT sobre o golpe do impeachment

Posted in BRASIL, IMPEACHMENT, POLÍTICA by dibarbosa on 13 de outubro de 2015

cut dilmaO presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, negou mais cinco pedidos de impeachment que lhe foram entregues. Desde o começo do ano, já foram vinte e um pedidos e ainda faltam três para serem analisados. A pedido da oposição, Cunha estaria aguardando a inclusão de aditamento em um pedido de Hélio Bicudo com um novo elemento para sustentar o impeachment. Mas hoje, Cunha afirmou que se os aceitasse a oposição o derrubaria em uma semana. Enquanto isso, Dilma Rousseff, em tom de comemoração, discursou na CUT e os principais trechos foram publicados em sua conta da rede social Twitter. Confira:

Vivemos uma crise política séria, que se expressa na tentativa dos opositores ao nosso governo de fazer o terceiro turno.
Essa tentativa começou após as eleições. Agora, ela se expressa na busca incessante da oposição de encurtar seu caminho ao poder.
Querem chegar ao poder dando um golpe, com impedimento de um governo eleito pelo voto direto de 54 milhões de pessoas.
O q era inconformismo por terem perdido a eleição transformou-se em desejo de retrocesso e ruptura institucional, em golpismo.
O golpe que os inconformados querem cometer é, mais uma vez, e como sempre, contra o povo. Mas podem ter ctz: não vão conseguir.
Quem tem força moral, reputação ilibada e biografia limpa suficientes para atacar a minha honra?
Lutarei para defender o mandato que me foi concedido pelo voto popular, pela democracia e por nosso projeto de desenvolvimento.
Sou presidenta pq fui eleita pelo povo, em eleições lícitas. Tenho a legitimidade das urnas, q me protege e a qual tenho o dever de proteger.
Sou presidenta p/ dar continuidade ao processo de emancipação do nosso povo da pobreza e da exclusão (…)
(…) e p/ fazer do Brasil uma nação de oportunidades para todas e todos.
A hora é de unir forças. A hora é de arregaçar as mangas e combater o pessimismo e a intriga política.
Quem quiser dialogar, construir a paz política, construir o futuro, terá meu governo como parceiro.
Acerta a CUT quando diz, no lema do , direito não se reduz, se amplia. Permito-me acrescentar q democracia não se reduz, se amplia.

 

Quem pede INTERVENÇÃO MILITAR não sabe o que é DEMOCRACIA tampouco o que foi DITADURA

Posted in BRASIL, DIREITOS HUMANOS, ELEIÇÕES 2014, HISTÓRIA, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL by dibarbosa on 24 de agosto de 2015

Assista ao vídeo no fim da matéria.

ditadura-torturaEm meio à grave crise econômica do Brasil, acarretada especificamente por uma crise político-moral sem precedentes, alguns de nossos compatriotas se desesperam e partem para as ruas pedindo soluções imediatas contra o Governo de Dilma Rousseff e seu partido, o PT.  As últimas eleições presidenciais de 2014, bem como as operações da Polícia Federal que objetivam levar os atos de corrupção de importantes figuras políticas (eleitas por nós mesmos) à tona de um lamaçal sem fim, dividiram as opiniões de Norte a Sul. Nas várias facetas que as manifestações revelaram, encontramos pedidos de socorro exageradamente infundados e inexplicáveis como, por exemplo, o desejo de uma intervenção militar.

Certamente, há muita falta de conhecimento histórico-político brasileiro. Pronto, resumidamente é isso! Pois quem deseja isso, o deseja embasado em números manipulados que, na ocasião, favoreceu uma cúpula restrita e impenetrável. Quem deseja isso, nunca soube o “que aconteceu, como, onde, por que e a mando de quem“, como bem resumiu um colunista de um jornal de renome nacional. Durante 21 anos, o regime ditatorial instaurado em 1964 pelo Estado violou sistematica, generalizada e gravemente os direitos humanos de milhares de brasileiros opositores ao militarismo, o que culminou com sua repressão e eliminação.  Sim, muitos desapareceram e jamais foram encontrados. Pesquisem. As flores que vocês colheram nasceram das terras férteis aradas por muita gente que se foi lutando para que estas se deixassem colher um dia. Nem tudo sempre foi tão belo como vocês encontraram.

Em dezembro de 2014 a Comissão Nacional da Verdade (CNV) publicou um relatório  definitivo com suas conclusões sobre aquela política de Estado assassina concebida e implementada a partir de decisões emanadas da presidência da República e dos ministérios militares. Volto a repetir: pesquisem, está tudo lá para ser pesquisado. E compartilhem, porque isso deve se tornar público para que a dimensão dos excessos praticados pelas Forças Armadas do passado recente seja compreendida pelos jovens de hoje como uma quebra institucional e violação gravíssima de DH, além de fortalecer nossa democracia a qual foi conquistada com o sangue de nossos irmãos ceifados por este negro episódio e exigir mudanças que possam reverter legados autoritários que ainda permeiam algumas instituições Brasil afora. Pesquisem, está tudo lá.

Eleições Brasil: trocando o incerto pelo duvidoso

Karl Darwin e Charles Marx facebookA uma semana das eleições os brasileiros estão cada vez mais confusos. Os debates entre os presidenciáveis não apresentam mais nenhuma proposta significativa tendo se transformado em um palanque de troca de acusações. Revelações medonhas surgem na internet, mas assuntos do gênero sempre estiveram lá. Basta pesquisar.

O eleitor curioso irá encontrar uma infinidade de blogs que noticiam toda a imoralidade dos candidatos. É preciso muito cuidado na interpretação, uma vez que a imprensa oficial limita-se a apresentar apenas as resultantes do diálogo de ambos. É antiético publicar sobre alguém aquilo que não foi proferido por este alguém. Mas alguns políticos até tentam apagar o passado por meios judiciais e, em vista disso, devo ser solidário para com aqueles que temem pelo futuro do país e apresento meu manifesto de indignação e pavor. Há aproximadamente um ano, o gigante começou a se incomodar dando sinais de que seu sono não transcorria bem, se revirando na cama sem conseguir acordar de seu pesadelo. Mas não, o gigante ainda não acordou. O Brasil não acordou e a mudança está longe de chegar aos lares brasileiros. Não foi à toa que mais de 38 milhões de votos não foram computados positivamente no primeiro turno das eleições de 2014. Tais eleitores invalidaram seus votos pois sabem do tamanho do problema que enfrentamos: temos, por uma absurda obrigatoriedade, que participar da escolha de um presidente que irá nos conduzir para um futuro incógnito. Um tem propostas incertas, outro é duvidoso moralmente falando. Não podemos nos esquecer que questões morais de tal gênero já nos forçaram a legitimar um impeachment por aqui. Não vivemos mais em uma ditadura. Os mais jovens nem sabem o que isso significa. Os mais velhos conquistaram as Eleições Diretas e. por enquanto, a legislação ainda nos obriga à ser livres e ter essa liberdade de escolha nas eleições. Se estamos dentro desta lei, podemos estendê-la à todas as datas e não somente a cada quatro anos. Uma comissão popular, que indique os candidatos certos, é bem vinda. Pelo menos enquanto temos esta obrigação eleitoral e o facebook.

Em meio a protestos, Câmara aprova redução de 25% nos salários dos professores de Juazeiro do Norte

Posted in Sem categoria by dibarbosa on 8 de junho de 2013
Publicado em FolhaPolítica em 7 de junho de 2013
Foi aprovado pela Câmara Municipal de Juazeiro do Norte um projeto de autoria do prefeito, Raimundo Macedo (PMDB), que reduz em até 25% o salário dos professores da rede pública do Município. Além disso, a carga horária foi aumentada e diversos benefícios e direitos foram cancelados, tais como as vantagens para professores próximos da aposentadoria ou que adquiram doenças no exercício da profissão.

Professora chora ao ter salário reduzido em Juazeiro do Norte Imagem: Normando Sóracles/Agência Miséria

Durante a votação, ocorreram protestos organizados pelos interessados. Houve conflito entre professores, vereadores e policiais militares, envolvendo, inclusive, cassetetes e sprays de pimenta. A despeito disso, o projeto foi aprovado por 63% dos votantes.
Os manifestantes chegaram a invadir o plenário, sendo contidos pela Polícia Militar e pela Guarda Municipal. A aprovação deu-se sob vaias de professores e simpatizantes. Quanto ao contexto nacional, emergem manifestos por melhorias na educação pública, tanto por professores, quanto por alunos e cidadãos de outros setores. Fato notável foi a greve dos professores municipais em São Paulo, no mês passado.
A justificativa para a aprovação seria relativa à necessidade de reduzir a “inviável” folha de pagamentos da Prefeitura, alegando-se que o salário anterior seria superior ao piso pago aos professores no Estado. Os professores replicaram que não deveriam ser penalizados por isto, tendo em vista que a Prefeitura mantém inúmeros cargos comissionados “desnecessários”.
O piso estabelecido pelo Ministério da Educação para o magistério é de R$1,56 mil. Os professores recebiam cerca de R$2,2 mil, incluindo benefícios.
Qual é a sua posição a respeito? Os professores deveriam ser penalizados por uma aparente má gestão nas contas da Prefeitura? O fato de receberem acima do piso no Estado é uma justificativa para a redução? O piso deveria ser aumentado? Há relação entre a qualidade da educação e o salário dos professores? Opine e contribua para a construção do diálogo democrático.
Lígia Ferreira é analista de sócio-mecanismos.
Com informações de O Povo e Jornal da Educação.
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