Urbs Magna

Relator da denúncia contra Temer desfilia-se do PMDB

Posted in #FORATEMER, BRASIL, Fora Temer, NEWS, POLÍTICA by dibarbosa on 11 de agosto de 2017

Sergio Zveiter, o deputado relator da denúncia apresentada por Janot contra o presidente da república Michel Temer, pediu sua desfiliação do PMDB.

Ele entregou o pedido na presidência do diretório do partido no Rio de Janeiro. Zveiter disse que sofre represália do partido desde que manifestou-se favorável ao trâmite da acusação de corrupção passiva quando argumentou a gravidade da denúncia.

“Após a divulgação do parecer de minha relatoria, passei a sofrer ameaças de represálias e ameaças de expulsão oriundas da direção do partido e de outros membros do PMDB que atuaram em prol do arquivamento sumário das denúncias. Tudo registrado por diversos meios de comunicação, daí meu pedido de desfiliação”

O relatório foi rejeitado pela maioria dos componentes da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) votado no plenário da Câmara em 2 de agosto, quando Zveiter manteve sua posição favoráel ao deferimento da autorização da denúncia.

TEMER suspende 6 deputados que votaram contra ele

Posted in BRASIL, Fora Temer, POLÍTICA by dibarbosa on 10 de agosto de 2017

Urbs Magna, 10/08/2017 20:00h

Brasília – O PMDB acaba de suspender por 2 meses todos os seis deputados que votaram contra o presidente Michel Temer, informou a direção do partido. Entre os que votaram a favor da investigação estão: o autor do relatório pela aceitação da denúncia, derrotado na Comissão de Constituição e Justiça, Sérgio Zveiter (RJ), Celso Pansera (RJ), o ex-ministro do governo Dilma Rousseff, e Jarbas Vasconcelos (PE). Laura Carneiro (RJ), Veneziano Vital do Rêgo (PB) e Vítor Valim (CE).

Na nota, o PMDB informou agora a pouco que os seis parlamentares já foram comunicados da decisão, assim como o Conselho de Ética do partido.

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O BRASIL como REFÉM

Posted in #FORATEMER, BRASIL, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL, PT, VERGONHA DE SER BRASILEIRO by dibarbosa on 3 de julho de 2017

Os mesmos parlamentares que votaram pelo afastamento de Dilma na Câmara, irão votar agora se autorizam ou não a abertura de processo contra Temer

Gleisi Hoffmann, Presidenta do PT

Há pouco mais de um ano, a presidenta Dilma foi afastada temporariamente do cargo e logo depois, definitivamente, pelo impeachment. Os motivos, todos sabemos muito bem, eram completamente sem fundamento. O Tribunal de Contas da União inventou a história das “pedaladas”, que associadas às denúncias de corrupção contra o PT criaram o caldo para afastar a presidenta.

A verdade é que se formou uma coalizão entre os derrotados nas eleições de 2014 e parte dos então aliados do governo. Aécio Neves e Michel Temer à frente. Na retaguarda, quase todos os setores empresariais de peso. Tudo isso com o suporte da grande mídia, que queria tirar o PT do poder sem aguardar a próxima eleição para tentar novamente.

A situação que vivemos hoje, de instabilidade política, jurídica e institucional, além da grave crise econômica, é resultado do método golpista utilizado para tirar Dilma e o PT do poder.

Michel Temer, que surfou a onda do golpe, hoje enfrenta denúncia por corrupção. É o primeiro presidente a ser denunciado no exercício do cargo. O homem que há um ano era apresentado na mídia como o pacificador que colocaria o Brasil nos trilhos mostra-se extremamente agressivo para manter-se no cargo.

Os mesmos parlamentares que votaram festivamente pelo afastamento de Dilma na Câmara dos Deputados, irão votar agora se autorizam ou não, a abertura de processo contra Temer. Será uma prova de coerência.

Acredito que Temer tem de sair do governo. Se tivesse um mínimo de dignidade renunciaria e convocaria eleições, antecipando o pleito de 2018, como sugeriu o presidente Lula. Acho pouco provável que o faça.

Aliás, vivemos uma instabilidade judicial muito grande. A constitucionalidade e legalidade da decisão que reintegrou Aécio Neves ao Senado, foram negadas a outros processados pela Lava Jato. Principalmente aqueles ligados ao Partido dos Trabalhadores.

Temer, entretanto, parece mais interessado em atacar, como fez com o Procurador-Geral da República, do que em se defender. E usar expedientes escusos para manter-se a qualquer custo no poder, mesmo com míseros 7% de aprovação e mais de 80% defendendo sua saída.

Temos ouvido falar em manter o Imposto Sindical em troca de votos de setores ligados a determinadas centrais sindicais, demissões e nomeações na máquina pública para garantir apoios e ameaças veladas de retaliação contra os que vacilarem no apoio.

Enquanto isso, as finanças do governo afundam. Depois de ter o maior déficit em 20 anos, no mês de maio, anunciaram (ou desanunciaram) que não haverá reajuste para o Bolsa-Família, embora até pouco tempo atrás garantissem que o orçamento para isso já estava assegurado. A Polícia Federal parou a emissão de passaportes por falta de orçamento. Aí o governo manda um projeto tirando recursos da Educação para resolver o problema dos passaportes. Mas não deixa de aumentar verbas para a publicidade e propaganda.

Mesmo resistindo agora, ele enfrentará pelo menos mais duas denúncias. Acho pouco provável que resista a todas! É apenas o começo. Ele acabará afastado. O problema é o mal que pode causar antes disso e, depois, o governo que se instalará no Planalto, novamente sem voto, sem legitimidade, comprometido até a medula com os interesses neoliberais.

Essa gente, que tem compromisso apenas consigo mesma, está usando a estratégia de tomar o Brasil como refém para tentar escapar e resolver seus problemas! Não podemos deixar isso acontecer!

*Artigo publicado no Blog do Esmael e no site oficial do PT

Gleisi Hoffmann é senadora e presidenta nacional do PT

Geddel Vieira Lima, ex-ministro de Temer, é preso pela PF

Posted in #FORATEMER, BRASIL, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL, VERGONHA DE SER BRASILEIRO by dibarbosa on 3 de julho de 2017

Operação Cui Bono apura seu envolvimento em esquema de corrupção na Caixa Econômica

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) foi secretário de Governo do presidente Michel Temer (PMDB).
Ele foi preso nesta segunda-feira pela PF da Bahia na ação da Operação Cui Bono que investiga esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal.
Sua prisão foi determinada pelo juiz Vallisney Oliveira, da Justiça Federal de Brasília.

 

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