Urbs Magna

Absolvição é único resultado possível para Lula

Posted in BRASIL, Lula, NEWS, operação lava jato, POLÍTICA, Sérgio Moro e Lula by dibarbosa on 20 de junho de 2017

O apartamento 164 A, do edifício Solaris, está em nome da OAS Empreendimentos S/A

As alegações finais da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no famoso caso do “tríplex do Guarujá”, que apresentamos nesta terça (20), demonstram sua inocência, que se assenta sobre prova real e palpável. A absolvição é o único resultado possível da apreciação racional, objetiva e imparcial da prova encartada aos autos. Nesta terça podemos apontar o real dono do imóvel.
O apartamento 164 A, do edifício Solaris, está em nome da OAS Empreendimentos S/A, mas, desde 2010, quem detém 100% dos direitos econômico-financeiros sobre o imóvel é um fundo gerido pela Caixa Econômica Federal. Nada vincula Lula ao imóvel, onde esteve uma única vez, em 2014, como potencial interessado em sua aquisição. Jamais teve as chaves, o uso, gozo ou disposição da propriedade.

Presunção de Inocência violada

Prova da anomalia jurídica que envolve esse caso, em que a presunção de inocência é solenemente violada, foi a defesa que investigou os fatos, destrinchando, após diligências em vários locais do país, essa operação imobiliária executada pela construtora. O resultado afasta a hipótese da acusação.
É inverossímil a conexão entre o ex-presidente e as supostas vantagens ilegais advindas de contratos firmados entre a OAS S/A e a Petrobras. O Ministério Público Federal não fez a prova de culpa que lhe cabia.

Realidade falsa

Ao depor ao juízo da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba e omitir a cessão integral dos direitos econômicos do tríplex, Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, produziu uma farsa para negociar benefícios penais com a acusação. O que o réu admitiu foi uma realidade pré-fabricada. A mentira tinha o objetivo de incriminar Lula e fazer vicejar a fábula do “caixa geral de propinas”, ficção contábil sem lastro nos fatos. Criou-se um “contexto” de “macrocorrupção” com um “comandante” como forma de amplificar o foco de corrupção apurado em 2014, mas o MPF não “seguiu o caminho do dinheiro” pela impossibilidade de provar sua tese.

Tese da “propinocracia”

A ficção é produto de desconhecimento do organograma federal e do complexo sistema de controle interno e externo da Petrobras, incluindo a fiscalização da CGU de Jorge Hage. Como se fosse possível a Lula e a aliados corromper uma estrutura composta por milhares de pessoas, ignorando, ainda, que a Petrobras atende exigências de leis internacionais, como a da Sarbanes-Oxley (SOX), dos EUA, além das fiscalizações internas a que está submetida, como depôs o executivo Fábio Barbosa. A tese da “propinocracia” nem cabe nos autos. A usurpação da competência pelos procuradores de Curitiba é uma afronta ao Supremo Tribunal Federal.

Julgamento político com verniz jurídico

Esse é um julgamento político com verniz jurídico, um autêntico “trial by mídia”, sob a égide de violações e ilegalidades. O inquérito, instaurado em 22/7/2016, tramitou de forma sigilosa até dois dias antes do indiciamento, a despeito dos pedidos de acesso da defesa. O cerceamento sempre esteve presente. A acusação que o MPF imputou a Lula abusou de hipóteses, para atingir sua inconteste liderança política.
O “enredo Lula” foi transformado em “produto comercial”, que hoje vende de filmes a palestras em eventos até de cirurgia plástica, como a que fez o procurador Deltan Dallagnol, defensor da teoria “explacionista” e expositor do polêmico Power Point sobre a peça acusatória inaugural em 14/9/2016.

Gastos públicos com um processo descabido

Quanto ao acervo presidencial não há qualquer conduta imputada a Lula na denúncia, buscando-se atribuir a ele responsabilidade penal objetiva incompatível com o Estado de Direito. Como os bens, embora privados, integram o patrimônio cultural brasileiro, segundo expressa disposição legal, o próprio ordenamento jurídico estimula o auxílio de entidades públicas e privadas na sua manutenção.
Se o inquérito inicial tivesse sido conduzido de forma correta e sem verdades pré-estabelecidas, o dono do tríplex teria sido identificado na origem, evitando gastos públicos com um processo descabido, além de proteger as reputações envolvidas. Optou-se por repetir à exaustão a mentira. A explicação para tamanha violação está no “lawfare”, que busca propiciar meios para a inelegibilidade de Lula. O objetivo é destruir os 40 anos de vida pública desse trabalhador, que governou o Brasil e foi reconhecido mundialmente por liderar o maior combate à pobreza já visto.

Artigo originalmente publicado na Folha de S. Paulo na edição desta terça-feira (20)

*Cristiano Zanin Martins é advogado de Lula, especialista em direito processual civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é sócio do escritório Teixeira, Martins & Advogados

*Valeska Teixeira Martins é advogada de Lula, é membro efetivo da comissão de direito aeronáutico da OAB de São Paulo e sócia do escritório Teixeira, Martins & Advogados

O Operário Em Construção (Poema-Vinícius de Moraes)

Posted in ARTE, BRASIL, Lula, poesia, Poesia, POLÍTICA by dibarbosa on 16 de junho de 2017

O poema ‘O Operário Em Construção’ foi escrito por Vinícius de Moraes em 1956

Lula, quando ainda era o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Paulista, e o poeta e compositor Vinícius de Moraes durante as comemorações do dia do Trabalhador em 01/05/1979. Na ocasião, Vinícius leu o poema “O Operário em Construção” (no fim da página).

 

O poema descreve o trabalho como base da vida humana; descreve o processo de tomada de consciência de um operário, partindo de uma situação de completa alienação.

Leia o poema no final do post em azul

No nível simbólico Operário em Construção trata de um operário que entra em processo de conscientização individual e resiste à exploração através da palavra “não”. É um dos poemas de lírica comprometida com o cotidiano. O poema inicia com o papel do operário na construção das coisas e o desconhecimento da importância da sua profissão. Narra, em versos, a alienação verificada na multidão que empilha os tijolos com suor e cimento. De repente, o operário constata que ele, um humilde operário, era responsável pelos objetos que estavam em sua mesa e, “tomado de uma súbita emoção”, percebe que era ele quem construía tudo o que existia: “casa, cidade, nação!”. Compreende a força das rudes mãos e a grandeza de ser um operário em construção.

O operário se constitui em uma nova dimensão. A percepção da própria importância na sociedade que construía, a compreensão do significado do exercício de sua profissão… Tudo disposto em poesia, a consciência adquirida, o conhecimento compartilhado como outros operários e a possibilidade de dizer não. O poema contagia. Sente-se libertar a percepção quando o operário começa a notar as coisas, as diferenças de sua vida com a do patrão, comparando pequenos detalhes. Sua consciência política e social amadurece e ele se faz forte em dizer não, apesar das contrariedades e das delações de alguns companheiros. O patrão, sem dar importância, solicita aos delatores que o convençam do contrário. Começam as agressões: cospem em seu rosto, quebram seu braço e ainda assim o operário diz não.

O patrão, verificando que toda a violência sofrida não convenceria o operário, tenta dobrá-lo com a proposta de poder, tempo de lazer e de mulheres, com a condição de que o mesmo abandone o motivo que lhe faz dizer não.
O operário observa a ampla região em volta da construção e vê o que seu patrão não consegue ver: o operário vê casas e tantos objetos, enquanto seu patrão está limitado a visão do lucro. O operário percebe que em tudo há a marca de sua mão e diz “não” à oferta do patrão: “Não pode me dar o que é meu”. O homem, com a amplitude da percepção que adquiriu, sente a enorme solidão dos que compreendem além das aparências, a responsabilidade pela vida dos que padeceram e dos que viverão com esperanças. Constrói-se dentro de um novo perfil de homem, engajado no mundo e consciente de sua participação na história.

O poeta encerra sua grande edificação poética. Vive-se a construção do operário, de sua consciência e da coragem para negar à ordem, quando esta não representa o seu trabalho. No poema (abaixo na íntegra), é possível perceber o momento da tomada de consciência do operário (servo), quando ele se dá conta do poder que tem, da sua capacidade de transformar a natureza. Vê que tudo que existe (“garrafa, prato, facão”) foi feito por ele.

O trecho em que o operário olha sua mão e percebe que não há no mundo coisa mais bela pode, de início, parecer uma contradição, já que de modo geral a mão de um operário tende a ser grossa, rude, cheia de calos; como poderia então ser bela? A beleza que ele vê está além das aparências; ele percebe que em suas mãos está seu poder de modificar o mundo, de transformar a natureza, assim como o servo de Hegel. Quando o operário toma consciência de si entra em outra dimensão (“a dimensão da poesia”). Isso talvez se dê pelo fato de ele agora conseguir perceber a beleza que existe em sua construção e reconhecer a si mesmo nos produtos que cria. Ele vai aos poucos se libertando do jugo do patrão e incentivando os outros operários a fazerem o mesmo, a tomar consciência de sua força, de seu poder de construção; vê que é o verdadeiro dono de tudo que existe, uma vez que tudo é construído por ele.

O patrão, ao se dar conta de tal reviravolta, tenta por todos os meios enfraquecer o operário: através da violência, do suborno… Mas nada consegue, pois o operário vê na sua liberdade o maior dos bens. Vinícius de Moraes marcou sua passagem com um olhar verdadeiro e uma ampla consciência da condição humana e deixou os versos do seu trajeto para os que querem viver mais do que as alienadas aparências possam trilhar em busca de uma vida mais significativa.

O OPERÁRIO EM CONSTRUÇÃO (VINÍCIUS DE MORAES, 1956)

Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as asas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia por exemplo
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião
Como tampouco sabia
Que a casa que ele fazia
Sendo a sua liberdade
Era a sua escravidão.

De fato como podia
Um operário em construção
Compreender porque um tijolo
Valia mais do que um pão?
Tijolos ele empilhava
Com pá, cimento e esquadria
Quanto ao pão, ele o comia
Mas fosse comer tijolo!
E assim o operário ia
Com suor e com cimento
Erguendo uma casa aqui
Adiante um apartamento

Além uma igreja, à frente
Um quartel e uma prisão:
Prisão de que sofreria
Não fosse eventualmente
Um operário em construcão.
Mas ele desconhecia
Esse fato extraordinário:
Que o operário faz a coisa
E a coisa faz o operário.
De forma que, certo dia
À mesa, ao cortar o pão
O operário foi tomado
De uma subita emoção
Ao constatar assombrado
Que tudo naquela mesa
– Garrafa, prato, facão
Era ele quem fazia
Ele, um humilde operário
Um operário em construção.
Olhou em torno: a gamela
Banco, enxerga, caldeirão
Vidro, parede, janela
Casa, cidade, nação!
Tudo, tudo o que existia
Era ele quem os fazia
Ele, um humilde operário
Um operário que sabia
Exercer a profissão.

Ah, homens de pensamento
Nao sabereis nunca o quanto
Aquele humilde operário
Soube naquele momento
Naquela casa vazia
Que ele mesmo levantara
Um mundo novo nascia
De que sequer suspeitava.
O operário emocionado
Olhou sua propria mão
Sua rude mão de operário
De operário em construção
E olhando bem para ela
Teve um segundo a impressão
De que não havia no mundo
Coisa que fosse mais bela.

Foi dentro dessa compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele nao cresceu em vão
Pois além do que sabia
– Excercer a profissão –
O operário adquiriu
Uma nova dimensão:
A dimensão da poesia.

E um fato novo se viu
Que a todos admirava:
O que o operário dizia
Outro operário escutava.
E foi assim que o operário
Do edificio em construção
Que sempre dizia “sim”
Começou a dizer “não”
E aprendeu a notar coisas
A que nao dava atenção:
Notou que sua marmita
Era o prato do patrão
Que sua cerveja preta
Era o uisque do patrão
Que seu macacão de zuarte
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.

E o operário disse: Não!
E o operário fez-se forte
Na sua resolução

Como era de se esperar
As bocas da delação
Comecaram a dizer coisas
Aos ouvidos do patrão
Mas o patrão não queria
Nenhuma preocupação.
– “Convençam-no” do contrário
Disse ele sobre o operário
E ao dizer isto sorria.

Dia seguinte o operário
Ao sair da construção
Viu-se súbito cercado
Dos homens da delação
E sofreu por destinado
Sua primeira agressão
Teve seu rosto cuspido
Teve seu braço quebrado
Mas quando foi perguntado
O operário disse: Não!

Em vão sofrera o operário
Sua primeira agressão
Muitas outras seguiram
Muitas outras seguirão
Porém, por imprescindível
Ao edificio em construção
Seu trabalho prosseguia
E todo o seu sofrimento
Misturava-se ao cimento
Da construção que crescia.

Sentindo que a violência
Não dobraria o operário
Um dia tentou o patrão
Dobrá-lo de modo contrário
De sorte que o foi levando
Ao alto da construção
E num momento de tempo
Mostrou-lhe toda a região
E apontando-a ao operário
Fez-lhe esta declaração:
– Dar-te-ei todo esse poder
E a sua satisfação
Porque a mim me foi entregue
E dou-o a quem quiser.
Dou-te tempo de lazer
Dou-te tempo de mulher
Portanto, tudo o que ver
Será teu se me adorares
E, ainda mais, se abandonares
O que te faz dizer não.

Disse e fitou o operário
Que olhava e refletia
Mas o que via o operário
O patrão nunca veria
O operário via casas
E dentro das estruturas
Via coisas, objetos
Produtos, manufaturas.
Via tudo o que fazia
O lucro do seu patrão
E em cada coisa que via
Misteriosamente havia
A marca de sua mão.
E o operário disse: Não!

– Loucura! – gritou o patrão
Nao vês o que te dou eu?
– Mentira! – disse o operário
Não podes dar-me o que é meu.

E um grande silêncio fez-se
Dentro do seu coração
Um silêncio de martirios
Um silêncio de prisão.
Um silêncio povoado
De pedidos de perdão
Um silêncio apavorado
Com o medo em solidão
Um silêncio de torturas
E gritos de maldição
Um silêncio de fraturas
A se arrastarem no chão
E o operário ouviu a voz
De todos os seus irmãos
Os seus irmãos que morreram
Por outros que viverão
Uma esperança sincera
Cresceu no seu coração
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão porém que fizera
Em operário construido
O operário em construção

LULA, é o presidente MAIS PREMIADO da TERRA

Posted in BRASIL, Lula, POLÍTICA by dibarbosa on 16 de junho de 2017

LULA É O NOSSO DOUTOR HONORIS CAUSA

Não é à toa que perseguem “O CARA”, pois ele tem mais de 62 prêmios ao redor do planeta.

LULA é o PRESIDENTE MAIS PREMIADO DO MUNDO e jamais outro irá superá-lo, é matematicamente impossível.

A Globo jamais vai mostrar que Lula é nosso DOUTOR HONORIS CAUSA, reconhecido mundialmente por seus PROJETOS SOCIAIS.

Listamos os 62 prêmios mais relevantes do NOSSO PRESIDENTE merecidos por sua competência durante seus mandatos.

Prêmios em ordem cronológica retrógrada:

 

62) Doutor Honoris Causa da Universidade Nacional de La Matanza, 11/9/2015 – Buenos Aires (Argentina)
60) Doutor Honoris Causa da Universidade Metropolitana da Educação e do Trabalho, 29/5/2014 – São Paulo (SP)
59) Medalha “Knowledge Advancing Social Justice” (Conhecimento para o Avanço da Justiça Social), da Universidade Brandeis, 29/5/2014 EUA
58) Doutor Honoris Causa da Universidade de Aquino, 21/5/2014 – Santa Cruz de la Sierra (Bolívia)
57) Título de cidadão de Santo André, 30/4/2014 – Santo André (SP)
56) Doutor Honoris Causa de Salamanca, “Tivemos de enfrentar o preconceito das elites, que nunca confiaram na capacidade do povo”, diz Lula, 23/4/2014 – Salamanca (Espanha)
55) Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do ABC, 4/12/2013 – São Bernardo do Campo (SP)
54) Prêmio Interamérica 2013, 17/10/2013 – Cidade do México
53) Doutor Honoris Causa da Universidade de Buenos Aires, 15/10/2013 – (Argentina)
52) Doutor Honoris Causa pela Universidad Andina Simón Bolívar, 6/6/2013 – Quito (Equador)
51) Doutor Honoris Causa pela Escuela Politécnica del Litoral, 6/6/2013 – Quito (Equador)
50) Ordem Nacional de San Lorenzo, 6/6/2013 – Quito (Equador)
49) Doutor Honoris Causa pela Universidad San Marcos, 5/6/2013 – Lima (Peru)
48) Medalha Cidade de Lima, 5/6/2013 – Lima (Peru)
47) Doutor Honoris Causa pela Universidad Nacional de Cuyo, 17/5/2013 – Buenos Aires (Argentina)
46) Doutor Honoris Causa pela Universidad Nacional de San Juan, 17/5/2013 – Buenos Aires (Argentina)
45) Doutor Honoris Causa pela Universidad Nacional de Córdoba, 17/5/2013 – Buenos Aires (Argentina)
44) Doutor Honoris Causa pela Universidad Nacional de La Plata, 17/5/2013 – Buenos Aires (Argentina)
43) Doutor Honoris Causa pela Universidad Nacional de Tres de Febrero, 17/5/2013 – Buenos Aires (Argentina)
42) Doutor Honoris Causa pela Universidad Nacional de Lanús, 17/5/2013 – Buenos Aires (Argentina)
41) Doutor Honoris Causa pela Universidad Nacional de San Martín, 17/5/2013 – Buenos Aires (Argentina)
40) Doutor Honoris Causa pela Facultad Latino-americana de Ciencias Sociales (Flacso),17/5/2013 – Buenos Aires (Argentina)
39) Menção Honrosa Domingo Faustino Sarmiento, 17/5/2013 – Buenos Aires (Argentina)
38) Prêmio Josué de Castro, 17/5/2013 – Buenos Aires (Argentina)
37) Prêmio “Em Busca da Paz”, do International Crisis Group, 22/4/2013 – Nova Iorque (EUA)
36) Ordem Nacional do Benin, 17/3/2013 – Cotonou (Benin)
35) Prêmio Darcy Ribeiro (Educação), 12/3/2013 – Brasília (DF)
34) Doutor Honoris Causa da Unilab e título de cidadão de Redenção e de Aracape, 01/3/2013 – Redenção (CE)
33) Prêmio Bacurau (Morhan), 27/3/2013 – Rio de Janeiro (RJ)
32) 1º Prêmio Pirelli, 27/11/2012 – Rio de Janeiro (RJ)
31) Prêmio Indira Gandhi pela Paz, Desarmamento e Desenvolvimento 2010, 22/11/2012 – Nova Déli (Índia)
30) Ordem do Mérito Judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 2º Região, 24/8/2012 – São Paulo (SP)
29) Prêmio Nelson Mandela de Direitos Humanos, 22/8/2012 – Toronto (Canadá)
28) Prêmio José Aparecido de Oliveira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, 20/7/2012 – Maputo (Moçambique)
27) Lula recebe título de Cidadão Paulistano e Medalha Anchieta, 21/5/2012 – São Paulo – SP
26) Lula agradece pelo Prêmio das Quatro Liberdades, 15/5/2012 – Middelburg (Holanda)
25) Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), 4/5/2012
24) Doutor Honoris Causa pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), 4/5/2012
23) Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal Fluminense (UFF), 4/5/2012
22) Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 4/5/2012
21) Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), 4/5/2012
20) Ex-presidente Lula recebe Prêmio Internacional da Catalunha 2012 pelo combate à pobreza e à desigualdade, 2/4/2012 – Barcelona (Espanha)
19) Personalidade de destaque no Prêmio CUT Democracia e Liberdade Sempre, 13/12/2011 – São Paulo (SP)
18) Prêmio Africare, 9/11/2012 – Washington (EUA)
17) Prêmio Amalia Solórzano, 26/10/2011 – Cidade do México (México)
16) World Food Prize, 13/10/2011 – Des Moines (EUA)
15) Prêmio Lech Walesa, 29/9/2011 – Gdasnk (Polônia)
14) Doutor Honoris Causa pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris, 27/9/2011 – Paris (França)
13) Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia, 20/9/2011 – Salvador (BA)
12) Medalha Leonardo da Vinci, 8/9/2011 – Lisboa (Portugal)
11) Cidadão de Bogotá, 5/8/2011 – Bogotá (Colômbia)
10) Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal de Pernambuco, 22/7/2011 – Recife (PE)
9) Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, 22/7/2011 – Recife (PE)
8) Doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual de Pernambuco, 22/7/2011 – Recife (PE)
7) Fiesp – Exposição “Milhões de Lulas”, 19/7/2011 – São Paulo (SP)
6) World Food Prize, 21/6/2011 – Washington (EUA)
5) Prêmio Top Etanol – Personalidade de destaque, 6/6/2011 – São Paulo (SP)
4) Prêmio Libertad Cortes de Cádiz, 15/4/2011 – Cádiz (Espanha)
3) Doutor Honoris Causa pela Universidade de Coimbra, 30/3/2011 – Coimbra (Portugal)
2) Prêmio Norte-Sul de Direitos Humanos, 29/3/2011 – Lisboa (Portugal)
1) Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal de Viçosa, 28/1/2011 – Viçosa (MG)

fontes: http://lula.com.br/premios
https://limpinhoecheiroso.com/2015/07/06/osantipira-relacao-completa-de-premios-recebidos-por-lula-apos-deixar-a-presidencia/

BOMBA: Gilmar acusa MPF de manipular depoimentos

Posted in #FORATEMER, BRASIL, ELEIÇÕES 2018, Fora Temer, IMPEACHMENT, Lula, POLÍTICA, PSDB, PT, VERGONHA DE SER BRASILEIRO by dibarbosa on 9 de junho de 2017

MPF combina palavras das  delações, acusa Gilmar Mendes

Gilmar diz que Dallagnol e sua turma adotam a prática de considerar “doação eleitoral” como PROPINA.
“Assistia esses dias na televisão esses vídeos dessa última delação, e aparentemente houve uma combinação dos delatores com o próprio Ministério Público para falar que todas as doações eram propina”, disse.

Se Gilmar Mendes percebe isso com referências aos seus aliados do PSDB, imagine o que foi combinado para as delações premiadas contra o ex-presidente Lula e todo o PT.  É só ligar os pontos.

LULA ou JOAQUIM BARBOSA em 2018?

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2018, Lula, POLÍTICA by dibarbosa on 8 de junho de 2017

Em qual dos dois candidatos você votaria nas próximas eleições presidenciais?

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O ex-ministro do STF Joaquim Barbosa disse que possivelmene irá se candidatar à presidência da República em 2018, apesar de hesitar muito. Barbosa também defende as eleições diretas em caso de vacância. As declarações foram feitas há um dia.

“Eu sou um cidadão brasileiro, um cidadão pleno, há três anos livre das amarras de cargos públicos, mas sou um observador atento da vida brasileira. Portanto, a decisão de me candidatar ou não está na minha esfera de deliberação. Só que eu sou muito hesitante em relação a isso. Não sei se decidirei positivamente neste sentido. Caso ocorra a vacância da Presidência da República, a decisão correta é essa: convocar o povo”

O ex-ministro teve conversas com Marina Silva e com a direção do PSB. Para ele, a falta de liderança política e de pessoas realmente vinculadas ao interesse público têm feito com que o país vá se desintegrando.

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