Urbs Magna

Temer passa pela CCJ e segue impune

A CCJ da Câmara rejeitou o parecer da denúncia contra o presidente Michel Temer elaborado pelo deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ), que recomendava a admissibilidade do pedido da Procuradoria-Geral da República para investigar o peemedebista.

O placar de 40 a 25 garantiu a vitória com uma série de trocas de membros, realizada pelo Palácio do Planalto. No total, foram 25 movimentações desde o dia 26 de junho, sendo 14 vagas de titulares alteradas.

As mudanças provocaram críticas da oposição, que levou o caso para o Supremo Tribunal Federal (STF), mas a presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, rejeitou um mandado de segurança impetrado por um grupo de seis parlamentares que pretendia restaurar a composição prévia da CCJ.

Com o resultado, o presidente da CCJ teve de escolher um novo relator e decidiu pelo deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG).

O tucano lerá seu parecer em plenário ainda nesta quinta-feira, para, em seguida, os deputados votarem novamente.

Antes da votação ser realizada, o líder do governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), argumentou que o pedido da PGR significava também o afastamento do presidente da República.

“A legislação de ocasião é nociva para o País; estamos aqui para defender o País”. disse.

A votação foi realizada após dois dias de sessão de debates e 78 discursos no plenário da CCJ, que somaram mais de 18 horas de discussão.

A maioria dos discursos foi de deputados defendendo a admissibilidade da denúncia.

“A denúncia mostra que o presidente se meteu em enrascada”, disse o petista Wadih Damous (RJ). O deputado disse que a denúncia da PGR não veio “contaminada” e que a população merece conhecer a verdade.

“O povo brasileiro exige de nós que essa denúncia seja acatada”, reforçou.

Pelo bloco governista, defenderam o presidente Michel Temer os deputados Carlos Marun (PMDB-MS) e Alceu Moreira (PMDB-RS). Em seu discurso, Moreira disse que admitir a denúncia seria “jogar um país no fosso do futuro sem saber quais são as consequências, apenas porque o presidente recebeu alguém fora da agenda”.

“É ruim com ele, é muito pior sem ele”, pregou.

URGENTE: Lula anuncia candidatura em 2018″ 

A partir de agora vou reivindicar do PT o direito a me colocar como postulante à candidatura à presidência em 2018

Luiz Inácio Lula da Silva

Em sua primeira fala após a condenação na Justiça em primeira instância, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou oficialmente sua intenção de ser candidato à presidência pelo PT em 2018. 

“Vou reivindicar algo que eu não tinha reivindicado até agora; a partir de agora vou reivindicar do PT o direito a me colocar como postulante à candidatura à presidência em 2018.” 

“Quando os economistas de direita não tiverem mais solução, por favor, permita que a gente coloque o pobre no orçamento outra vez; a gente faz o país voltar a crescer, e faz o povo voltar a sorrir e ter o otimismo que tinha durante todo o tempo em que governamos esse país.”

Ele disse que, aos 71 anos, está “disposto a brigar como se tivesse 30 anos. Quem afirmou que é o fim do Lula vai quebrar a cara, porque só o povo tem o direito de dizer que eu estou fora do jogo.” 

Urgente: MORO é denunciado 

Desembargadores do TRF acusam Moro. LEIA

Desembargadores da 8° Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, denunciaram o juiz golpista Sérgio Moro de tentar engessar os tribunais superiores com decisões suas sobre as delações premiadas.

Segundo os desembargadores, em pelo menos duas oportunidades, nos processos criminais envolvendo o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e o ex- diretor da Petrobrás Renato Duque, o Mussolini de Maringá (Sérgio Moro) atuou no processo passando por cima de suas competências legais.

Segundo o desembargador e relator do processo de Duque, João Paulo Gebran Neto, Moro teria concedido benefício ao réu por delação premiada depois que o processo já estava para ser avalizado pela Corte, apresentando que a Corte superior teria que acatar o beneficio e vinculando a pena previamente definida.

Além disso, Moro, um juiz de primeira instância, tomou deliberações acerca de seu processo e de outros, vinculando de forma equivocada o tribunal e o juiz de execução, extrapolando suas competências. Realizando ato que pode ser nulo, já que os juízes de primeira instância não podem tomar decisões vinculadas à decisão de instância superior, pois obviamente ela pode ser modificada, reformada pelos juízes dessas cortes superiores.

Diante da denúncia, Moro foi notificado pelos desembargadores afim de que pare de atuar como “Mussolini”, e se contenha apenas a realizar atos judiciais dentro de suas competências de juiz de primeiro grau.

Com a crise e o aprofundamento do golpe, tudo indica que o fim do reinado do golpista Sérgio Moro está chegando ao fim. A missão de Moro, de prender petistas, derrubar o governo do PT e destruir as empresas nacionais se esgotou, e o golpe deve se estabelecer em outras bases.

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MPF deve denunciar MICHEL TEMER

Sábado, 24 de junho de 2017

Como presidente, Temer tem a pior aprovação em 28 anos de História (7%)

83% querem ELEIÇÕES DIRETAS

A maioria dos brasileiros gostaria que o novo presidente do Brasil pudesse ser escolhido pela população, mas para isto acontecer a Constituição precisaria receber uma emenda (PEC) para um caso de vacância presidencial. Hoje, 47% do povo sente vergonha de ser brasileiro. Segundo o MPF, a PGR deverá apresentar denúncia contra Michel Temer ao STF nos próximos dias.

 

 

 

Aécio, já terminou sua carreira?

Veja publica matéria sobre o fim de Aécio Neves.

A fotografia é da própria revista Veja e revela o homem completamente desorientado segundos após ler o site de notícias em seu smartphone e saber que foi gravado por Joesley Batista (JBS).

Isso mesmo. Quem diria? A revista Veja publicando notícia diferente daquelas mentiras sobre Lula, Dilma e o PT.

E a intenção desta matéria que publicamos agora é justamente alertar sobre este feito da Veja que é quase inédito na opinião daqueles que, como nós do UrbsMagna, adquiriram o hábito de passar longe de suas publicações caluniosas.
Podem ir lá conferir. Chega a causar frisson. Mas está lá, infelizmente, porque ela não poderia ficar de fora do mundo das notícias bombásticas que todas as mídias sonham.
O senador foi afastado pelo STF, o presidente do PSDB, licenciado e o cidadão, impedido de deixar o Brasil. Aécio Neves, está vivendo o pior momento político de sua carreira – quem sabe, o último.
Seu auge como homem público foi em 2014, quando consagrou-se com 51 milhões de votos contra a vitoriosa Dilma Rousseff nas eleições para Presidente. Foi também governador de Minas duas vezes, deputado federal e secretário de seu avô, o corretíssimo Tancredo Neves.
Seus primo e irmã foram presos, mas ele só não foi parar também na prisão porque tem foro privilegiado. Fazer o quê? Aqui é o Brasil mesmo, né? Bem que Edson Fachin gostaria.
Diz-se que Aécio está emocionalmente abaladíssimo, chorando a todo o tempo, bebendo muito e buscando seus avogados insistentemente, além de se manter isolado até mesmo de pessoas próximas e evitar ligações telefônicas.

BOMBA! Você pode anular o impeachment que colocou o Brasil neste inferno

Isso mesmo. O golpe de Estado que arrancou Dilma Rousseff do Planalto, mulher honesta eleita com 54,5 milhões de votos do Planalto sem quaisquer crimes ou acusações, foi dado por um grupo seleto de bandidos de colarinho branco que sempre nos roubou, especialmente nas últimas décadas de crescimento comprovado, por puro prazer; por escárnio contra as classes mais pobres dos homens de bem.

Felizmente, a grande maioria dos brasileiros que apoiaram este golpe está, finalmente, abrindo os olhos e se arrependendo de ter ido às ruas em favor desta velharada ineleita, que se fez de santa com a ajuda da mídia, e que afunda o Brasil em desesperanças, tira sua credibilidade internacional e nos recheia com transtornos emocionais advindos de PECs, MPs, Privatizações e toda ordem de retrocessos incabíveis para uma nação imensa como a nossa.

Avançávamos rumo a tornarmo-nos uma superpotência, porque tudo dava muito certo. Era como se o dedo que faltava em Lula tivesse sido arrancado por Deus para sinalizar que o toque de Midas podia ser dado somente com o coração e a coragem. E justamente por tudo ter dado tão certo é que tudo começou a dar errado. Observem o histórico da balança comercial brasileira desde o ano de 1993 até hoje e tirem suas conclusões:

Balança Comercial Export Import Saldo Taxa de Cobertura
2016 169,307 126,025 43,282 134,34
2015 191,134 171,453  19,681 114,79
2014 225,101 229,060 -3,959 98,27
2013 242,178 239,617  2,561 101,07
2012 242,468 223,142 19,438 108,71
2011 256,041 226,251 29,790 113,17
2010 201,916 181,638 20,278 111,16
2009 152,252 127,637 24,615 119,29
2008 197,953 173,148 24,805 114,33
2007 160,649 120,620 40,039 133,19
2006 137,807 91,350 46,457 150,86
2005 118,309 73,545 44,764 160,87
2004 96,475 62,779 33,696 153,67
2003 73,084 48,283 24,801 151,37
2002 60,141 47,048 13,093 127,83
2001 58,223 55,581 2,642 104,75
2000 55,086 55,783 -0,697 98,75
1999 48,011 49,272 -1,261 97,44
1998 51,120 57,594 -6,474 88,76
1997 52,990 61,347 -8,357 86,38
1996 47,747 53,301 -5,554 89,58
1995 46,506 49,664 -3,158 93,64
1994 43,545 33,105 10,440 131,54
1993 38,597 25,659 12,938 150,42

Após a destituição da presidente, seus advogados impetraram um Mandato de Segurança no STF – o Guardião da Constituição de 1988 – exigindo a anulação do impeachment que é ilegal e inconstitucional justamente porque ela foi eleita pelo voto popular e governou sem a ocorrência de crime de responsabilidade – a acusação de pedalada fiscal é uma ficção/romance jurídico.

Só que o STF sob o comando de Gilmar Mendes também fez parte do golpe e o Mandato foi engavetado com o fim de evitar seu julgamento no decorrer de um processo de tomada de poder que transcorreu na marra e, assim, não sujando as mãos dos juízes nem a Constituição Federal.

Devemos, pois, pressionar os 11 juízes do tribunal a se posicionarem contra o golpe e pela anulação do impeachment de Dilma Rousseff através da organização de comitês exigindo a anulação do impeachment e mobilizações nas ruas contra o STF de modo a sensibilizá-los com os direitos da classe trabalhadora.

Quem pede INTERVENÇÃO MILITAR não sabe o que é DEMOCRACIA tampouco o que foi DITADURA

Posted in BRASIL, DIREITOS HUMANOS, ELEIÇÕES 2014, HISTÓRIA, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL by dibarbosa on 24 de agosto de 2015

Assista ao vídeo no fim da matéria.

ditadura-torturaEm meio à grave crise econômica do Brasil, acarretada especificamente por uma crise político-moral sem precedentes, alguns de nossos compatriotas se desesperam e partem para as ruas pedindo soluções imediatas contra o Governo de Dilma Rousseff e seu partido, o PT.  As últimas eleições presidenciais de 2014, bem como as operações da Polícia Federal que objetivam levar os atos de corrupção de importantes figuras políticas (eleitas por nós mesmos) à tona de um lamaçal sem fim, dividiram as opiniões de Norte a Sul. Nas várias facetas que as manifestações revelaram, encontramos pedidos de socorro exageradamente infundados e inexplicáveis como, por exemplo, o desejo de uma intervenção militar.

Certamente, há muita falta de conhecimento histórico-político brasileiro. Pronto, resumidamente é isso! Pois quem deseja isso, o deseja embasado em números manipulados que, na ocasião, favoreceu uma cúpula restrita e impenetrável. Quem deseja isso, nunca soube o “que aconteceu, como, onde, por que e a mando de quem“, como bem resumiu um colunista de um jornal de renome nacional. Durante 21 anos, o regime ditatorial instaurado em 1964 pelo Estado violou sistematica, generalizada e gravemente os direitos humanos de milhares de brasileiros opositores ao militarismo, o que culminou com sua repressão e eliminação.  Sim, muitos desapareceram e jamais foram encontrados. Pesquisem. As flores que vocês colheram nasceram das terras férteis aradas por muita gente que se foi lutando para que estas se deixassem colher um dia. Nem tudo sempre foi tão belo como vocês encontraram.

Em dezembro de 2014 a Comissão Nacional da Verdade (CNV) publicou um relatório  definitivo com suas conclusões sobre aquela política de Estado assassina concebida e implementada a partir de decisões emanadas da presidência da República e dos ministérios militares. Volto a repetir: pesquisem, está tudo lá para ser pesquisado. E compartilhem, porque isso deve se tornar público para que a dimensão dos excessos praticados pelas Forças Armadas do passado recente seja compreendida pelos jovens de hoje como uma quebra institucional e violação gravíssima de DH, além de fortalecer nossa democracia a qual foi conquistada com o sangue de nossos irmãos ceifados por este negro episódio e exigir mudanças que possam reverter legados autoritários que ainda permeiam algumas instituições Brasil afora. Pesquisem, está tudo lá.

Ary Fontoura pede renúncia de Dilma e insinua que suicídio também é boa opção.

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2014, FILOSOFIA, INTERNET, OPINIÃO, PROTESTOS NO BRASIL, VERGONHA DE SER BRASILEIRO by dibarbosa on 27 de dezembro de 2014

img-369245-ary-fontouraO ator Ary Fontoura, em sua página oficial do Facebook, publicou uma carta direcionada à presidente reeleita do Brasil, Dilma Rousseff, descrevendo sua má performance nestes 4 anos de governo e pede que ela renuncie ao mandato. Fontoura insinua que ela também pode se suicidar acrescentando que, caso ela não opte por uma ou outra sugestão, ao menos se desvincule do PT e de outras organizações suspeitas e mafiosas, em nome do povo brasileiro.

No documento, Fontoura começa se identificando diretamente para Dilma e assume sua carta em nome de todos os brasileiros, a qual contém um trecho no início onde se lê: “…venho solicitar, … a sua renúncia.” escreveu o ator.
Ary Fontoura explica seus motivos para tal pedido dizendo-se cansado de todas as lutas que o Brasil enfrentou e acrescenta que nosso país jamais terá um grande presidente enquanto Lula e o PT estiver por trás das decisões do planalto.
ator, ainda, insinua que Dilma poderia se suicidar a exemplo de Getúlio Vargas, que preferiu a morte à desistência de governar e cita Jânio Quadros que alegou “forças ocultas” quando abandonou o cargo.
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 Leia a carta na íntegra na página do autor.

Brasileiros pediram intervenção dos EUA contra o PT de Dilma e Lula

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2014, EUA, MUNDO, OPINIÃO, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL, VERGONHA DE SER BRASILEIRO by dibarbosa on 3 de novembro de 2014

O INÍCIO: COMO SURGIU A IDEIA DO GOLPE 2016
Da série infinita
 Vergonha de Ser Brasileiro
Petição online em site da Casa Branca pediu que EUA intercedesse na “expansão comunista bolivariana no Brasil”
Brasileiros pediram ajuda a Barack Obama contra o PT

Um site da Casa Branca, que oferece um espaço para que o cidadão se manifeste acerca de vários temas, registrou uma petição inédita em toda sua existência no ar.

Em 28 de outubro de 2014, alguns brasileiros resolveram pedir ajuda a Barack Obama contra Dilma e o PT de Lula para que fosse evitada uma “expansão comunista na América Latina”. Veja abaixo:

petição site casa branca

O site do governo dos Estados Unidos, no entanto, alegou que poderia se recusar a agir em resposta a qualquer petição com o fim de evitar que aparentemente estivesse sofrendo alguma influência. A petição, hoje removida da página, reproduzia-se como segue:

 Em 26 de outubro, Dilma Rousseff foi reeleita, e continuará com o plano de seu partido em estabelecer um regime comunista no Brasil – o modelo bolivariano proposto pelo Foro de São Paulo. Nós sabemos que aos olhos da comunidade internacional, a eleição foi totalmente democrática, mas as urnas de votação utilizadas não são confiáveis, sem contar com o fato que as cabeças do Judiciário são em sua maioria membros do partido vencedor. As políticas sociais também influenciaram a escolha para presidente e as pessoas foram ameaçadas de perderem seu subsídio para comida se eles não reelegessem Dilma. Nós pedimos por uma posição da Casa Branca em relação à expansão comunista na América Latina. O Brasil não quer e não será uma nova Venezuela e os EUA precisam ajudar os promotores da democracia e da liberdade no Brasil”.  

O efeito:

Após alguns blogs, inicialmente, divulgarem sobre eleitores denunciando uma suposta fraude nas urnas eletrônicas das eleições 2014, desencadeou-se um grande descontentamento com o resultado das eleições presidenciais que reelegeu Dilma Rousseff (PT) e abateu Aécio Neves (PSDB) por uma diferença de aproximadamente 3,5 milhões de votos. A partir daí, iniciou-se o “terceiro turno” em campanhas que dividiram o país ao meio entre acusações de um noticiário falso, o que culminou com várias manifestações independentes, como foram os casos ocorridos na avenida Paulista em São Paulo, SP, a menos de uma semana após a apuração pelo TSE. No dia 1 de novembro, quase 2,5 mil pessoas compareceram, convocadas pela rede social Facebook, para exigir o impeachment da presidenta. Ela já tinha uma petição no site Avaaz desde junho de 2013 contando com mais de 1,8 milhão de assinantes. O país foi tomado por pessoas que ddiziam e publicavam coisas sem a menor responsabilidade. Até o cantor Lobão, em sua decadência moral e psicológica, omprometeu sua imagem e a imagem do PSDB. Na ocasião, ele disse que se Dilma ganhasse sairia do país. As pessoas não podem ser impedidas de falar porque é uma democracia, por isso devemos utilizar o discernimento inteligente que favoreça a seleção das melhores idéias. Nos EUA, com a democracia sendo o motor do congresso, obviamente Mister Barack Obama e todo o pessoal da Casa Branca deve ter dado boas gargalhadas com nossa crise moral. A petição foi mantida democraticamente por algum tempo e o mundo inteiro conferiu e morreu de rir, o que causou e causa, em muita gente aqui, uma grande vergonha de ser brasileiro.

 

O 3º turno entre o PT e o PSDB

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2014, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL by dibarbosa on 3 de novembro de 2014

Dilma-sabia-480x298PROTESTO EM SP – Como a imprensa ridiculariza e distorce um protesto simplesmente por não concordar com ele. Em horas assim, a isenção e a objetividade que se danem!

Nesta tarde, houve dois protestos em São Paulo. Um deles reuniu, segundo a PM, pelo menos 2.500 pessoas na Avenida Paulista (vídeo) — e não mil, como está no UOL. A outra, uns 200, no Largo da Batata. Ambas foram convocadas pelo Facebook. O primeiro cobra uma auditoria na eleição presidencial de 2014 e pede o impeachment de Dilma; a segunda, pela enésima vez, culpa o governador Geraldo Alckmin pela crise hídrica em São Paulo. Não funcionou no primeiro turno, não funcionou no segundo turno, tenta-se agora o terceiro turno. Não está funcionando de novo… Mas sigamos. A esmagadora maioria das pessoas que se manifestavam na Avenida Paulista cobrava a auditoria e defendia o impeachment de Dilma na suposição de que ela conhecia a roubalheira na Petrobras, conforme afirmou à Polícia Federal e ao Ministério Público o doleiro Alberto Youssef. Nem é necessário demonstrar — mas, se for preciso, demonstro com facilidade — que a imprensa paulistana trata com simpatia todos os protestos das esquerdas, as marchas em favor da maconha e até os black blocs. Alguns de seus defensores são alçados à condição de intelectuais. Já um protesto que não é organizado por “progressistas”, bem, aí cumpre ridicularizar as pessoas, transformá-las numa caricatura, enxovalhá-las, reduzi-las à condição de golpistas. Vamos lá. A esmagadora maioria dos cartazes da Paulista trata de uma suposta fraude na eleição, pede a auditoria na eleição  e defende o impeachment (dada aquela suposição, claro!, que tem de ser comprovada). Um senhor, no entanto — e ainda que houvesse 10, 20 ou 100 —, pede uma intervenção militar. A prova de que é “avis rara” no protesto é que foi, ora vejam!, entrevistado pela Folha e pelo Estadão, que, milagrosamente, publicam quase a mesma matéria, com diferenças que estão apenas no detalhe. Seu nome é Sérgio Salgi, tem 46 anos e é investigador de polícia. E por que ele foi achado pelos repórteres dos dois jornais? Porque carregava um cartaz “SOS Forças Armadas”. Bastou esse cartaz para que a Folha Online desse o seguinte título: “Ato em SP pede impeachment de Dilma e intervenção militar”. Se algum maluco estivesse na passeata cobrando ajuda aos marcianos, o título poderia ser: “Ato em SP pede impeachment de Dilma e intervenção dos ETs”. Não é a primeira vez que isso acontece. Em 2007, embora fossem outras as circunstâncias, surgiu o “Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros”, que ficou conhecido como “Cansei”. Seus promotores foram impiedosamente ridicularizados pela imprensa e por personalidades púbicas a serviço do PT. Foram tachados de representantes da “elite branca”. A notícia do mensalão tinha menos de dois anos, o escândalo dos aloprados, menos de um, mas uma simples manifestação de protesto foi tratada como coisa de golpistas. O Globo Online também noticia o protesto em São Paulo. O repórter não entrevistou o policial Sérgio Salgi, mas encontrou outra maneira de enxovalhar os que protestavam. Transcrevo: “O protesto reúne muitas senhoras de guarda-chuva, em razão do sol forte. Algumas levaram seus cachorrinhos de estimação para o protesto”. Manifestações das esquerdas, como vocês sabem, contam com uma palavra que a imprensa adora: “ativistas” — não sei o que é isso; deve ser o oposto complementar dos “passivistas”… Já um ato que é inequivocamente caracterizado como “de direita”, bem, esse conta com “senhoras de guarda-chuva”… Sabem como são as dondocas: não querem se pelar ao sol. Entre as 2.500 pessoas, contavam-se nos dedos os tais guarda-chuvas. Ah, claro! Elas também levavam seus cachorrinhos, entendem? É evidente que o destaque dado a essas lateralidades busca desmoralizar o protesto. O cantor e compositor Lobão se manifestou em favor da recontagem dos votos e disse o óbvio: não se tratava de um movimento em favor da volta do regime militar. Boçalidades. Não que boçalidades reais, de fato, não tenham sido ditas. Foram. A ser verdade o que relatam Estadão, Folha e Globo, o deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), filho de Jair Bolsonaro (PP-RJ), afirmou o seguinte: “Ele [seu pai] teria fuzilado Dilma Rousseff se fosse candidato esse ano. Ele tem vontade de ser candidato mesmo que tenha de mudar de partido”. E emendou: “Dizia na minha campanha: voto no Marcola, mas não em Dilma. Pelo menos ele tem palavra”. A ser isso mesmo, trata-se de uma notável coleção de bobagens. Evidentemente, o “fuzilado” de sua fala é uma metáfora. Mas quem se importa? Quando fala em votar até “em Marcola”, procura deixar claro o quanto repudia Dilma, não seu apreço pelo bandido. Mas quem se importa? Quem não quer que seu discurso seja confundido não fala essas tolices. O ânimo para transformar os manifestantes em golpistas já é evidente. Quando se oferece o pretexto, tudo fica mais fácil. No Brasil, é permitido marchar em favor da maconha. A venda e o consumo de maconha são ilegais. Manifestantes são tratados como bibelôs. No Brasil, é permitido marchar em favor do aborto. O aborto, com as exceções conhecidas, é ilegal. Manifestantes são tratados como pensadores. No Brasil, é permitido marchar em favor de corruptos condenados pelo Supremo. Manifestantes são tratados como ideólogos. No Brasil, é permitido marchar em favor da recontagem dos votos e, sim, em favor do impeachment. O Artigo 5º da Constituição garante tudo isso. Não obstante, manifestantes são tratados como pessoas ridículas e golpistas. Nota final, que traduz um sequestro moral: os esquerdistas, sempre adulados pelos jornalistas, querem controle social da mídia e mecanismos de censura, ainda que oblíquos. Mas que isto também fique claro: os que estão decididos a dizer “não” terão de enfrentar, inclusive, as brigadas da desqualificação da imprensa, que sempre ficam muito satisfeitas quando alguém como Eduardo Bolsonaro fala aquelas besteiras. Fica parecendo que elas têm razão.

Por Reinaldo Azevedo da revista VEJA

Sobre o protesto sábado na Paulista

fora DilmaOs filhos da mídia foram neste sábado para as ruas protestar contra, bem, contra sei lá o quê. Contra terem perdido nas urnas e, portanto, contra a democracia. Disse “filhos”, mas poderia ter dito “vítimas”. Porque em sua louca cavalgada antidemocrática eles foram intoxicados mentalmente pelo que a mídia deu nestas últimas semanas. Eles pareciam saídos das páginas da Veja e dos comentários de gente como Jabor. Pediam o impeachment de Dilma pelo caso Petrobras. São os efeitos colaterais da capa criminosa que a Veja deu às vésperas das eleições. Os manifestantes fora dilmda Paulista tomaram aquilo como uma verdade indiscutível. Isso mostra que é necessário aplicar uma punição exemplar à Veja. É uma tentativa de golpe branco fazer o que a revista fez – sem uma única prova – em cima de uma eleição tão disputada. A Veja tem que enfrentar – rapidamente — as consequências do que fez. Ou vamos esperar que um lunático, inspirado pela revista, comece a matar petistas? A mídia está também por trás do disparatado pedido de auditoria de votos feito pelo PSDB. Os tucanos só fizeram isso por saberem que têm as costas quentes com a imprensa. Ou então se refreariam antes de atentar contra as instituições com um pedido tão esdrúxulo. As dúvidas fora dilnão resistem a um minuto de reflexão. Considere. O Datafolha deu, na véspera, 52% a 48% para Dilma. A diferença ficou nos decimais: 51,64% versus 48,36%. A desconfiança nasce também, assinale-se, de trapaças do PSDB não devidamente cobradas pela mídia. Aécio usou dados enganosos de uma pesquisa do instituto Veritás que lhe dava ampla vantagem em Minas, onde perdera no primeiro turno. O dono do Veritás avisou que era um erro, ou crime, utilizar os números que Aécio brandiu publicamente, nos debates, contra Dilma. O estatístico também. E mesmo assim Aécio não se deteve. O que pensa um fanático antipetista quando vê uma coisa dessas? Num dia, numa pesquisa, seu candidato está ganhando amplamente em Minas. No dia foradiseguinte, no mundo real, o candidato perde. Farsa, é a conclusão. E a frustração se converte em raiva depois que analistas afirmam que Aécio perdeu a presidência por causa dos votos que não teve em Minas. Manifestações como a de hoje mostram como a sociedade está sendo agredida por uma mídia interessada apenas na manutenção de seus formidáveis privilégios. Pensava-se que o ataque da mídia à democracia cessaria com as eleições. Não cessou. É hora de o Estado proteger a democracia, antes que seja tarde demais. 

fonte: diáriodocentrodomundo

 

Eleitores denunciam “fraude(?)” nas urnas das eleições 2014

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2014, FACEBOOK, Imagens, INTERNET, PROTESTOS NO BRASIL by dibarbosa on 28 de outubro de 2014

Grande número de pessoas relatam que ao chegarem às seções de votação  descobriam que alguém já havia votado em seu lugar.

Claudia souza fotoInstantâneo 1 (28-10-2014 18-24)O caso que chamou mais atenção, e que está sendo divulgado massivamente em uma das maiores redes sociais do país e do mundo, foi o de Claudia Souza que se diz jornalista de São Paulo e que imediatamente na hora que soube que alguém já tinha votado em seu lugar, ligou a câmera de seu celular e fez um vídeo para denunciar a situação com o título de “Urna Eleitoral Rouba Voto nas Eleições 2014”. Ela disse que o mesário inseriu seu número do Título de Eleitor no coletor de dados da urna e o sistema acusou que a votação já havia sido feita, mas o comprovante do ato ainda se encontrava em branco e sem sua assinatura e sem ser destacado do fichário correspondente. Claudia filmou toda a sua tentativa de obter resposta em um vídeo de duração de facebook sobe e descequase 20 minutos, onde os funcionários que trabalhavam no colégio em que foi votar tentavam até mesmo impedir que ela registrasse o momento. Enfim, ela disse que iria ao cartório eleitoral reclamar do processo. Outra pessoa, um advogado chamado Felipe Delmanto, também de São Paulo, diz que passou pelo mesmo problema. Ele denunciou o ocorrido à Polícia Militar do Estado de São Paulo dizendo que o recibo de votação já havia sido destacado mas que a sua assinatura não estava no fichário de comprovantes. Novamente em São Paulo aconteceu o mesmo problema com André Luiz Cabral, um autônomo que trabalha em Santos, que resolveu fazer um B.O. na delegacia sobre a situação que encontrou na seção de votação e que a mesária registrou sua votação com o número do Título Eleitoral de outra pessoa. Cabral, indignado disse que a funcionária digitou outro número escondida para tentar resolver o problema dele dizendo que no final ia dar no mesmo. O ator David Brazil também enfrentou o problema dizendo que foi votar e não deu certo, como nos casos acima relatados, e ao final acabou  por fazer uma postagem no Instagram onde se dizia muito chateado: “Então é isso!!! Por ERRO DE ALGUÉM não consegui EXERCER MEU DIREITO DE CIDADÃO!!! Alguém votou no meu lugar, #xateado”, disse na postagem. São Paulo de novo, desta vez em São Bernardo do Campo, o eleitor José Roberto dos Santos confirmou que até assinaram com uma assinatura diferente. Insistentemente em São Paulo, agora na cidade de Paulínia, Adriano Farrah Ferraz Aranha enfrentou a mesma situação. Na Região Nordeste do Brasil, Alberto Segundo, um jovem estudante de João Pessoa, foi encaminhado a um juiz do Fórum Eleitoral para tentar resolver a mesma situação, a qual já era de seu conhecimento. O juiz confirmou que o jovem não poderia votar porque alguém havia feito isso em nome do rapaz sugerindo que o mesmo voltasse na terça-feira para abrir um processo. Em Rondônia, um mecânico também relatou que teve seu voto realizado sem sua presença física. O caso de Arapiraca (AL), é algo que nos deixa bastante perplexos: até mesmo o candidato ao senado Elias Barros (PTC) enfrentou o suposto erro após descobrir que seu voto também já havia sido registrado, mesmo prevalecendo-se do uso da biometria. Para Elias Barros, que afirmou ter se sentido invadido, aquilo foi um registro incontestável de fraude.

Segundo o TRE, esses problemas podem ocorrer quando há pessoas homônimas ou por equívoco do mesário. Mas como entender isso? Ainda não há resposta pronunciada.

Dilma reeleita por 3,5 mi de votos

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2014, POLÍTICA by dibarbosa on 26 de outubro de 2014

dilmarDilma Rousseff foi reeleita presidente do Brasil com uma diferença surpreendente de apenas 3.459.963 votos. Isso mostra o quanto o país se dividiu para apoiar seu adversário tucano, mas ela disse, em pronunciamento após a vitória, que irá reunificar o país não acreditando que o povo seguirá por duas vertentes. A atual presidente obteve um percentual de 51,64% enquanto que Aécio Neves alcançou a marca de 48,36%, tendo sido melhor representado na Região Sul do Brasil. Veja os números aqui

Em pronunciamento realizado antes mesmo do término das apurações, tendo vencido o candidato Aécio Neves por uma margem de aproximadamente 3 pontos percentuais, Dilma Rousseff assegurou que daqui para a frente seu governo abrirá as portas para a ideologia dos partidos coligados ao candidato derrotado, uma vez que a diferença com a qual conseguiu sua reeleição foi insignificante mostrando que o Brasil tem idéias diferenciadas. Ela disse que está disposta ao diálogo e que fará muitas reformas, dentre elas a reforma política.

Doogle do Google homenageia eleições do Brasil

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2014, INTERNET, POLÍTICA by dibarbosa on 26 de outubro de 2014

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O Google, neste domingo, colocou em sua página de pesquisa um doodle que homenageia o segundo turno das eleições brasileiras. O site corrigiu o posicionamento da urna eletrônica, que antes aparecia virada para os eleitores da fila. O novo doodle mostra a letra “G” votando na cabine, enquanto as demais letras aguardam sua vez garantindo o voto secreto. A disputa presidencial deste domingo é considerada a mais acirrada pelo cargo registrada desde 1988. Eleitores de 13 Estados e do Distrito Federal definirão também os seus governadores, além de definir o(a) presidente(a).

Eleições Brasil: trocando o incerto pelo duvidoso

Karl Darwin e Charles Marx facebookA uma semana das eleições os brasileiros estão cada vez mais confusos. Os debates entre os presidenciáveis não apresentam mais nenhuma proposta significativa tendo se transformado em um palanque de troca de acusações. Revelações medonhas surgem na internet, mas assuntos do gênero sempre estiveram lá. Basta pesquisar.

O eleitor curioso irá encontrar uma infinidade de blogs que noticiam toda a imoralidade dos candidatos. É preciso muito cuidado na interpretação, uma vez que a imprensa oficial limita-se a apresentar apenas as resultantes do diálogo de ambos. É antiético publicar sobre alguém aquilo que não foi proferido por este alguém. Mas alguns políticos até tentam apagar o passado por meios judiciais e, em vista disso, devo ser solidário para com aqueles que temem pelo futuro do país e apresento meu manifesto de indignação e pavor. Há aproximadamente um ano, o gigante começou a se incomodar dando sinais de que seu sono não transcorria bem, se revirando na cama sem conseguir acordar de seu pesadelo. Mas não, o gigante ainda não acordou. O Brasil não acordou e a mudança está longe de chegar aos lares brasileiros. Não foi à toa que mais de 38 milhões de votos não foram computados positivamente no primeiro turno das eleições de 2014. Tais eleitores invalidaram seus votos pois sabem do tamanho do problema que enfrentamos: temos, por uma absurda obrigatoriedade, que participar da escolha de um presidente que irá nos conduzir para um futuro incógnito. Um tem propostas incertas, outro é duvidoso moralmente falando. Não podemos nos esquecer que questões morais de tal gênero já nos forçaram a legitimar um impeachment por aqui. Não vivemos mais em uma ditadura. Os mais jovens nem sabem o que isso significa. Os mais velhos conquistaram as Eleições Diretas e. por enquanto, a legislação ainda nos obriga à ser livres e ter essa liberdade de escolha nas eleições. Se estamos dentro desta lei, podemos estendê-la à todas as datas e não somente a cada quatro anos. Uma comissão popular, que indique os candidatos certos, é bem vinda. Pelo menos enquanto temos esta obrigação eleitoral e o facebook.

Crivella: “Se Pezão está na frente, então sou o primeiro”

Posted in ELEIÇÕES 2014, OPINIÃO, POLÍTICA, RELIGIÃO by dibarbosa on 16 de outubro de 2014

7“Se nas pesquisas estou em segundo, isso quer dizer que estou em primeiro”, é o absurdo dito por Crivella, no Rio de Janeiro, sobre a vantagem de Pezão divulgada pelo DataFolha e que prenuncia o resultado do segundo turno.

O Bispo Senador Marcelo Crivella está com 44% das intenções de voto contra 56% de Luiz Fernando Pezão, segundo o DataFolha, o que levou o religioso político a blasfemar sobre a pesquisa realizada pelo instituto indagando tanto sobre a veracidade do relatório quanto sobre a credibilidade dos profissionais que o elaboraram. Isso não é nada bonito para um hábil orador da Igreja Universal  que, fielmente, já arrebanhou multidões para seu tio e ex-patrão Bispo Edir Macedo. O religioso, que já esteve na África implantando filiais da IURD e levando a palavra do Senhor para seu povo por 10 anos, não está convencendo a maioria dos cariocas e fluminenses. Mas a desesperada afirmação impensada faz parte de um processo pré-eleitoral que já conhecemos muito bem. Quando os políticos estão ameaçados, começam a improvisar com respostas repentistas e assim correm o risco de tropeçar e demonstrar sua real personalidade. Mas no caso de Crivella há uma questão mais afortunada de apelação para sua defesa através do álibi de uma possessão momentânea do demônio que, certamente, já deve ter sido expulso por seus mais fiéis e experientes obreiros.

Brasil: 38 mi de votos perdidos

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2014, POLÍTICA by dibarbosa on 6 de outubro de 2014

inglês

dilma aécioO primeiro turno das eleições 2014 deixou um saldo muito negativo em se tratando de brasileiros que desperdiçaram a chance de participar na escolha do futuro governante do Brasil, bem como dos senadores, governadores e deputados de cada Estado.

Em um cenário com previsão de envolvimento da totalidade dos eleitores registrados neste ano em 142.821.358 de títulos, foram apurados apenas 104.023.802 de votos válidos com uma perda assustadora de 38.797.556 de participação, dos quais 27.698.475 foram de abstenções, 4.420.489 de votos em branco e 6.678.592 de votos nulos. Foram quase 39 milhões,o que corresponde a quase 20% que não positivaram seus votos nas urnas no dia 05 de outubro de 2014. Ou seja, de cada 5 eleitores 1 não teve participação. Isso assusta? Assusta! E isso quer dizer, por exemplo, que se tivéssemos um Governo Federal mais empenhado em estabelecer uma relação mais positiva com seu povo, bem como com as lideranças de todas as 27 Unidades Federativas do Brasil, ou seja, se a aprovação da ‘presidenta’ estivesse nas alturas, boa parte deste número desperdiçado poderia garantir uma reeleição já na primeira fase de votações. E mesmo se quaisquer dos presidenciáveis em suas respectivas campanhas carregasse um histórico político composto por mais conquistas, ou mesmo com uma campanha mais agressiva, eles poderiam obter uma grande soma de votos em seu favor. Mas o que está acontecendo? Nossos governantes ainda não perceberam o tamanho do descontentamento político de um elevado percentual de seu eleitorado? Será que a culpa é nossa por não sabermos escolher as pessoas certas para nos representar? Isso é muito grave mesmo! Trinta e oito milhões são quase 90% dos que votaram em Dilma. Foram 38.797.556 de cidadãos insatisfeitos e que cruzaram os braços na maior oportunidade de suas vidas, no que se refere à escolha do futuro de casa um deles. Em breve seremos a quinta maior economia do planeta, ultrapassando até mesmo a Grã-Bretanha, e ainda temos uma imaturidade política que beira a demência.

Acompanhe aqui os resultados das apurações das urnas eletrônicas das eleições 2014 para presidente, senador, governador, deputado federal e deputado estadual

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2014 by dibarbosa on 5 de outubro de 2014

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO 26 DE OUTRUBRO DE 2014 ÀS 20:21h

BRASIL TSEO país, com suas 27 unidades federativas incluindo o Distrito Federal, tem 142.822.046 eleitores distribuídos conforme o mapa ao lado (clique para ampliar). Acompanhe abaixo os resultados das apurações em cada Unidade Federativa e como fica a ocupação dos cargos em todo o Brasil: 

             bRASIL GIFPRESIDENTE do BRASIL  / Eleitorado 2014: 142.822.046

Clique nas fotografias para acessar o Site dos Políticos.

DILMA

ELEITA

DILMA 51,64% 

2º TURNO

SP 31.979.717Bandeira_do_estado_de_São_Paulo.svg

GERALDO

GOVERNADOR

GERALDO ALCKMIN

ELEITO NO 1º TURNO

57,31

JOSÉ SERRA

SENADOR

JOSÉ SERRA

ELEITO

58,49

MG 15.236.578mg curl border

FERNANDO PIMENTEL

GOVERNADOR

FERNANDO PIMENTEL

ELEITO NO 1º TURNO

52,98

ANASTACIA

SENADOR

ANTONIO ANASTASIA

ELEITO

56,73

RJ 12.134.443Bandeira_do_estado_do_Rio_de_Janeiro.svg

PEZÃO

GOVERNADOR

LUIZ FERNANDO PEZÃO

ELEITO

2º TURNO

55,78

ROMÁRIO

SENADOR

ROMÁRIO

ELEITO

63,43

BA 10.179.390125px-Bandeira_da_Bahia.svg

RUI COSTA

GOVERNADOR

RUI COSTA

ELEITO NO 1º TURNO

54,53

OTTO

SENADOR

OTTO ALENCAR

ELEITO

55,88

RS 8.385.229Bandeira_do_Rio_Grande_do_Sul.svg

IVO SARTORI

GOVERNADOR

JOSÉ IVO SARTORI

ELEITO

2º TURNO

61,21

LASIER

SENADOR

LAISER MARTINS

ELEITO

37,45

PR 7.861.171Bandeira_do_estado_do_Rio_de_Janeiro.svg

BETO RICHA

GOVERNADOR

BETO RICHA

ELEITO NO 1º TURNO

55,67

ALVARO

SENADOR

ALVARO DIAS

ELEITO

77,00

PE 6.353.859125px-Bandeira_de_Pernambuco.svg

PAULO CÂMARA

GOVERNADOR

PAULO CÂMARA

ELEITO NO 1º TURNO

68,08

FERNANDO BEZERRA COELHO

SENADOR

FERNANDO BEZZERA COELHO

ELEITO

64,34

CE 6.268.909Bandeira_do_Ceará.svg

CAMILO

GOVERNADOR

CAMILO

ELEITO

2º TURNO

53,35

TASSO

SENADOR

TASSO JEREISSATI

ELEITO

57,91

PA 5.185.950125px-Bandeira_do_Pará.svg

SIMÃO

 GOVERNADOR

SIMÃO JATENE

ELEITO

2º TURNO

 

51,92

PAULOROCHA

SENADOR

PAULO ROCHA


ELEITO

46,30

SC 4.855.732Bandeira_de_Santa_Catarina.svg

RAIMUNDO COLOMBO

GOVERNADOR

RAIMUNDO COLOMBO

ELEITO NO 1º TURNO

51,36

DÁRIO

SENADOR
DÁRIO
ELEITO

 

MA100px-Bandeira_do_Maranhão.svg 4.495.864

FLAVIODINO

GOVERNADOR

FLÁVIO DINO

ELEITO NO 1º TURNO

63,52

ROBERTO ROCHA

SENADOR

ROBERTO ROCHA

ELEITO

51,41

GO100px-Bandeira_de_Goiás.svg 4.329.834

MARCONI

 

GOVERNADOR

MARCONI PERILO

ELEITO

2º TURNO

57,44 

 

RONALDO CAIADO

SENADOR

RONALDO CAIADO

ELEITO

47,57

Filha da Amazônia sacudiu o BraZil nas eleições 2014

Posted in AMBIENTALISMO, BRASIL, ELEIÇÕES 2014, POLÍTICA by dibarbosa on 14 de setembro de 2014

Última atualização em 15 de outubro de 2014 às 12:36h de Brasília

marinaConheça a surpreendente história de Marina Silva, a candidata à presidente que foi vice de Eduardo Campos e se tornou uma das maiores apostas políticas nas eleições de 2014, mas foi derrotada ainda no primeiro turno perdendo a grande chance de se tornar a nova PRESIDENTA do Brasil.

facebook-redondotwitter-redondog+redondoinglêsespanholalemão

Marina Silva nasceu no Seringal Bagaço, uma pequena comunidade de seringueiros no Acre. Foi uma entre 11 filhos que seus pais colocaram no mundo, dois dos quais morreram na infância. A doença era comum na Amazônia e teve seus efeitos sobre sua família. Sua mãe morreu quando Marina Silva tinha pouco mais de 10 anos de idade e suas duas irmãs mais novas, logo após com sarampo e malária. Aos 11 anos ela começou a trabalhar com seu pai como seringueiro. Eles normalmente saíam de casa às 5 da manhã e voltavam cerca de 12 horas mais tarde. Para aumentar a produtividade da família, seu pai ia para uma área da floresta e ela e suas irmãs para o outra. Caminhavam mais de 10 quilômetros diários mata adentro ajudando seu pai coletar borracha das árvores. Para impedi-la de ser roubada ou enganada por compradores de borracha, seu pai lhe ensinou matemática simples em uma idade adiantada, disse ela. Quando Marina Silva ficou doente com hepatite, ela resolveu ir ao Rio Branco para encontrar tratamento. Ela queria ser freira e também queria estudar.

marina e dilmaMatriculou-se em um curso para adultos analfabetos, trabalhou como empregada doméstica e logo terminou a escola primária. Durante os intervalos das férias, ela voltou para a casa de seu pai e novamente o ajudou a coletar borracha. Abandonou a ideia de se tornar uma freira e entrou na faculdade, graduando-se História. Na  universidade ingressou no Partido Comunista Revolucionário, um grupo clandestino que trabalha para se opor à ditadura militar no Brasil. Chico mendesDurante esse período, ela conheceu Chico Mendes, um seringueiro que organizou os trabalhadores para alertar sobre os perigos de queimar e limpar a floresta e sobre o deslocamento de comunidades tradicionais da Amazônia. Marina Silvas se juntou ao movimento de Chico Mendes, de  manifestações pacíficas, o que a fez se voltar para a política. Depois de ser eleita a vereadora em Rio Branco, iniciou uma escalada ganhando posteriormente para 1565807-0298-atm14Senadora aos 36 anosdeputado estadual e mais tarde para senador federal. Com sua defesa firme da Amazônia, Marina Silva claramente se tornou a candidata ambientalista brasileira. Marina, por seu envolvimento com a Amazônia, é claramente uma candidata de porte até mesmo internacional que pode fazer frente às questões como o desmatamento e possui, ainda, a possibilidade de desenvolver um modelo de gestão diferenciado de todas as questões nacionais de uma forma jamais vista antes. E os ambientalistas ao redor do mundo são conscientes que a maior floresta tropical do planeta está no Brasil e poderia ser administrado por Marina Silva, uma pessoa em quem confiam pois a conheceram de perto. Lembrando que a defesa da Amazônia ganhou aclamação de grupos ambientalistas internacionais ao redor do mundo que dizem que o desmatamento da floresta brasileira afeta diretamente as mudanças climáticas. A presidenciável que em 2014 não chegou a disputar o segundo turno das eleições sem alcançar quantidade de votos suficientes para ir à segunda fase, renunciou em maio de 2008 culpando “estagnação” dentro do governo Lula. Hoje, como um ícone do movimento ambiental, ela tem dedicado sua vida para proteger essa e mesma floresta. Sua história – a de uma mulher humilde que superou a pobreza extrema e a doença para se tornar uma força na política brasileira – revelou-se uma inspiração para os brasileiros em sua busca por um presidente para substituir Dilma Roussef. Marina é uma pessoa que ganhou suas próprias asas, e não é surpreendente descobrir que quem tem asas pode voar, como disse certa vez Jorge Viana, que foi governador do Acre, Estado natal de Marina Silva. Ela abalou a corrida presidencial desde a morte de Eduardo Campos, vitimado por um desastre aéreo em São Paulo, o que surpreendeu a presidente Dilma obrigando-a a modificar radical e visivelmente sua estratégia de campanha. Marina, no entanto, não teve estrutura e embasamento suficientes que pudessem ser demonstrados ao povo brasileiro nos debates políticos às vésperas das eleições tendo sido ultrapassada por Aécio Neves. Rousseff foi a primeira mulher na presidência do Brasil, mas marina também poderia ter sido a primeira mulher negra no mais alto posto político de uma nação. 

A ‘Constituinte já’ e o muro de silêncio da nossa mídia

Posted in BRASIL, DIREITOS HUMANOS, ELEIÇÕES 2014, OPINIÃO, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL by dibarbosa on 9 de setembro de 2014

ConstituinteA grande maioria dos brasileiros não sabe: entre os dias 01 e 08 de setembro de 2014, aconteceu um grande Plebiscito da Reforma Política aqui no Brasil (vide site Plebiscito Constituinte), uma grande campanha de mobilização popular realizada com urnas em várias cidades bem como votações online, mas a grande mídia, estranhamente, nada divulgou sobre um tema tão importante.

“Você é a favor de uma Constituinte exclusiva e soberana sobre o sistema político?” 

Esta foi a argumentação motora do Grande e Popular Plebiscito da Reforma Política que começou a ser preparado no final de 2013 e que foi organizado por 470 entidades públicas e privadas entre universidades, sindicatos e ONGs, além de outras. Participaram das votações os principais presidenciáveis atuais: Dilma Rousseff, Marina Silva e Aécio Neves , além de atores que tiveram um papel importante em impulsionar uma movimentação deste naipe. plebiscito5094Com previsão para realização até o dia 7 de setembro, o plebiscito foi prorrogado até 23:59h do dia 8 de setembro último, visto que o site ficou sobrecarregado. Foi realizado em todos os estados da federação sob consulta informal, uma vez que apenas o Congresso Nacional tem o poder e direito de propor plebiscitos oficiais. A idéia dos que lutam por uma reforma política é criar uma Constituinte sobre o sistema político com um grupo específico para definir questões como financiamento de campanhas, paridade de gênero no Congresso, Democracia Participante e também permitir que iniciativas populares criem plebiscitos oficiais. As urnas foram espalhadas por vários cantos das cidades brasileiras. Somente em Curitiba foram 100 urnas em vários bairros. Em São Paulo,  mais de 200. No Rio de Janeiro, apenas 27 (consulte no site.).

Durante a coleta de votos para a criação da Constituinte, também foi realizada a coleta de assinaturas para o Projeto de Lei organizado pela Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas. O projeto é de iniciativa popular e já está tramitando no Congresso Nacional, com apoio de alguns parlamentares e cerca de 400 mil votos. O objetivo é chegar a 1,5 milhão. Existem duas iniciativas da sociedade civil para uma reforma policia democrática: a busca por uma Constituinte, onde participam entidades como a Une, o MST, a CUT, e a Coalizão, onde também está presente a Une a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral (MCCE), que organizou o Ficha Limpa. Essas mobilizações utilizaram a semana da pátria como uma semana de mobilização. Uma grande mobilização popular pode conseguir, junto ao governo, uma aprovação para criar a Assembleia Constituinte e esperar que isso gere outros frutos: Em 2002, um plebiscito popular conseguiu 10 milhões de votos contra a adesão do Brasil  à Área de Livre Comércio das Américas (Alca). Na ocasião, 98% disseram não à assinatura do acordo, descartado em 2005 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A ideia de uma reforma política tomou força depois das jornadas de junho de 2013.Na época, a proposta de criação de uma assembleia constituinte exclusiva para a reforma política  foi feita pela presidente Dilma, junto com outras ideias de pactos com a população, mas não foi para frente. Essa ideia vem sendo debatida desde 2007, mas duas Propostas de Emenda Constitucionais (PEC) tratando sobre o tema foram arquivadas pelo Congresso Nacional. Para Ricardo Durigan, cientista política e assessor político da Coalizão, o plebiscito é importante como consulta popular simbólica. “O plebiscito tem um caráter pedagógico e de conscientização”, comenta ele dizendo que a estratégia da Coalizão é implementar o projeto de lei que pede diversas mudanças, como a própria paridade de gênero,Afastamento definitivo do dinheiro de empresas das eleições, eleições proporcionais em dois turnos; participação da sociedade em decisões nacionais importantes, Seu voto elegendo apenas o candidato em quem você votou. Esse projeto já está tramitando no Congresso Nacional “O conteúdo foi feito de uma tal forma para não mexer na constituição, vamos pela forma mais rápida simples e direta”, comenta Durigan sobre o PL. Ele relembra ainda que a OAB é membro da Coalizão na criação desse projeto, assim como apresentou uma ação de inconstitucionalidade contra a doação de empresas para campanhas, um dos pontos que o PL defende. “Empresas não tem poder de voto, se ela não pode votar, por que ela pode financiar campanhas políticas e determinar quem vai ganhar?”, questiona.

Mercado: antes Marina do que Dilma

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2014 by dibarbosa on 6 de setembro de 2014

dilmaxmarinaPorque os mercados de títulos preferem Marina Silva em lugar de Dilma Rouseff?

Índice Bovespa atinge níveis mais elevados desde início de 2013, após pesquisa posicionar Marina Silva como candidata vitoriosa no segundo turno.

A morte do candidato socialista Eduardo Campos não só mudou o cenário político do Brasil antes das eleições presidenciais do próximo 05 de outubro como também as suas expectativas econômicas. O aumento surpreendente nas pesquisas de Marina Silva, ex-vice de Campos o qual era líder do Partido Socialista Brasileiro (PSB), melhorou os números de determinado índice de ações, conforme publicado pelo jornal britânico Financial Times (FT). O índice Bovespa desta semana atingiu o seu nível mais alto desde o início de 2013, após pesquisas sugerirem uma vitória ainda no primeiro turno da candidata do PSB sobre a atual presidente. Nos últimos meses, os mercados internacionais perderam a fé no governo de Dilma Rousseff ao ponto de celebrar a recessão técnica do Brasil (2 trimestres de crescimento negativo) esperando que a presidente possa perder com mais facilidade. Apenas a Venezuela e a Argentina tiveram os piores desempenhos econômicos da região. Desde meados de agosto Silva entrou na corrida presidencial tomando frente ao PSB e o mercado de títulos brasileiro também tem acompanhado com entusiasmo todos os resultados das pesquisas.

Os candidatos a Presidente do Brasil – Propostas de Governo – Intenções de Voto

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2014 by dibarbosa on 2 de setembro de 2014

Eleições 2014

Em menos de duas semanas como candidata oficial à Presidência da República, MARINA SILVA (Proposta de Governo) (PSB) deixou para trás AÉCIO NEVES (Proposta de Governo) (PSDB) e alcançou a a presidente DILMA (Proposta de Governo) (PT). Agora aparece como favorita também para bater a petista no 2º turno. Desde a primeira quinzena de agosto, a candidata do PSB passou de 21% para 34% das intenções de voto, mesmo índice obtido atualmente por Dilma (34%), que teve oscilação negativa, dentro da margem de erro, no mesmo período (tinha 36%). Quem mais perdeu terreno na corrida presidencial, no entanto, foi Aécio, que na pesquisa anterior empatava com Marina (tinha 20%) e agora aparece com 15%, seu menor índice desde o início da campanha, quando Eduardo Campos ainda era o candidato do PSB. A disputa pelo Palácio do Planalto traz ainda PASTOR EVERALDO (Proposta de Governo) (PSC) com 2%, e ZÉ MARIA (Proposta de Governo) (PSTU), EDUARDO JORGE (Proposta de Governo) (PV), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB), Luciana Genro (PSol), Rui Costa Pimenta (PCO) e Eymael (PSDC), que não atingiram 1%. Uma parcela de 7% dos eleitores votariam em branco ou anulariam o voto (ante 8% na segunda semana de agosto), e 7% não opinaram (na última pesquisa, 9%). Dilma permanece à frente de Marina nas faixas de idade mais avançadas (36% a 29% entre aqueles que têm de 45 a 59 anos, e 38% a 25% entre os que têm 60 anos ou mais), entre os menos escolarizados (44%¨a 25%), na parcela dos mais pobres (41% a 30%), nas regiões Nordeste (47% a 31%) e Norte (46% a 30%), nos menores municípios (44% a 29%) e entre os católicos (38% a 30%). A candidata do PSB supera a petista entre os mais jovens (42% a 31%), entre aqueles com ensino superior (43% a 22%, em segmento no qual Aécio tem 23%), na parcela dos que possuem renda familiar de 5 a 10 salários (44%, ante 21% de Dilma e 21% do candidato do PSDB), nas regiões Sudeste (35% a 26%) e Centro-Oeste (39% a 29%), nas cidades médias, que tem de 200 a 500 mil habitantes (38% a 26%), nas maiores cidades, com mais de meio milhão de moradores (37% a 27%), e entre os evangélicos pentecostais (41% a 30%) e não pentecostais (44% a 29%). A disputa entre elas se mostra equilibrada entre aqueles que têm de 25 a 34 anos (37% para Marina, 32% para Dilma), de 35 a 44 anos (34% para Dilma, 35% para Marina), na fatia dos que estudaram até o ensino médio (37% para Marina, 31% para Dilma), entre os que possuem renda familiar de 2 a 5 salários (36% para Marina, 31% para Dilma), dentre os eleitores da região Sul (32% para cada uma), nas cidades que tem de 50 a 200 mil habitantes (34% para a petista e 33% de Marina). Entre os que declaram ter o PSDB como partido de preferência, 61% declaram votar em Aécio, e 25%, em Marina. A pessebista é a preferida entre os que reprovam o governo Dilma Rousseff (48%, ante 27% de Aécio), e lidera também entre os que avaliam o desempenho da presidente como regular (40%, ante 23% de Dilma e 18% do tucano). Marina Silva cresceu em todos os segmentos do eleitorado, e tomou votos de Aécio Neves principalmente entre os mais escolarizados (subiu 13 pontos, enquanto o tucano caiu 8 pontos), entre aqueles com renda de 5 a 10 salários (alta de 15 pontos, com queda de 8 pontos de Aécio e de 5 pontos de Dilma). Entre as mulheres, a ex-senadora teve alta de 11 pontos (de 22% para 35%), devido principalmente à queda no percentual de indecisos (de 12% para 8%) e de eleitores que pretendiam votar em branco ou nulo (de 10% para 6%). Na pesquisa espontânea, sem a apresentação de nenhum nome aos eleitores, as menções à Marina Silva mais do que triplicaram desde meados de agosto, passando de 5% para 22%. No mesmo período, a preferência espontânea por Dilma cresceu de 24% para 27%. As indicações espontâneas ao nome de Aécio oscilaram de 11% para 10%, e ficou em 6% a taxa dos que dizem espontaneamente que votarão em branco ou nulo. Com o início do horário eleitoral gratuito nos meios eletrônicos, que teve início em 19 de agosto, recuou de 49% para 32% a fatia dos que não souberam apontar nenhum nome espontaneamente. Nas simulações de segundo turno, Marina abriu vantagem sobre Dilma: na última pesquisa, a pessebista tinha 47%, e a candidata do PT, 43%, em um empate técnico no limite da margem de erro. Atualmente, Marina tem 50%, ante 40% da petista. Há ainda 7% que votariam em branco ou nulo, e 3% que não souberam ou não quiseram opinar. Entre os homens, nesta simulação de segundo turno, Marina cresceu de 46% para 51%, enquanto Dilma caiu de 45% para 40%. Na parcela dos mais velhos, no qual Dilma tinha vantagem, Marina avançou de 36% para 43%, enquanto Dilma caiu de 49% para 43%. Na região Norte, Marina teve alta de 9 pontos na simulação de segundo turno contra Dilma (de 34% para 43%), e a petista recuou 11 pontos (de 59% para 48%). Entre os mais ricos, foi a presidente quem ganhou terreno, mas ainda fica atrás da adversária: passou de 21% para 35%,enquanto Marina teve recuo de 64% para 59%. A rejeição ao nome de Dilma Rousseff se mantém alta entre o eleitorado brasileiro: 35% não votariam de jeito nenhuma na candidata do PT, índice similar ao registrado em meados de agosto (34%). Em seguida aparecem Pastor Everaldo, que viu a rejeição a seu nome subir de 17% para 23% no mesmo período, e Aécio Neves, cuja rejeição passou de 18% para 22%. Com taxas menores de rejeição aparecem Zé Maria (18% não votariam de jeito nenhum), Eymael (17%), Levy Fidelix (17%), Rui Costa Pimenta (16%), Luciana Genro (15%), Marina Silva (15%, ante 11% na pesquisa anterior), Eduardo Jorge (14%), e Mauro Iasi (14%). A fatia dos que não rejeitam nenhum deles fica em 9%, enquanto 3% rejeitam todos e 7% não opinaram. 
53% têm interesse no horário eleitoral. O horário eleitoral gratuito na TV, que teve início em 19 de agosto, desperta interesse em 53% dos eleitores brasileiros. Nessa parcela estão tanto aqueles que têm muito interesse (20%) quanto os que têm um pouco de interesse (33%). Na parcela dos que declaram votar em branco ou nulo, 84% não tem nenhum interesse no horário eleitoral. Na parcela dos indecisos, 60% estão desinteressados. Uma comparação com o mesmo período da eleição presidencial de 2006 mostra queda na fatia dos muito interessados pelo horário eleitoral na TV (eram 24%, ante os 20% atuais), e crescimento da parcela sem nenhum interesse (de 43% para 46%). Em 2010 não houve pesquisa sobre o tema nesta fase da campanha. A importância do horário eleitoral na decisão de voto divide o eleitorado: 34% o avaliam como muito importante na decisão do voto para presidente, enquanto 36% o consideram nada importante. Há ainda 29% que avaliam a propaganda política na TV um pouco importante na decisão do voto presidencial, e 1% dos eleitores não opinaram sobre o assunto. Na região Nordeste, fia acima da média (em 40%) a parcela dos que atribuem muita importância ao horário eleitoral, índice próximo ao registrado na região Norte (42%). No Centro-Oeste, por outro lado, fica acima da média (em 41%) a taxa dos que consideram a propaganda eleitoral nada importante para decidir o voto, assim como entre aqueles que reprovam o governo Dilma (45%). O programa eleitoral de Dilma Rousseff na TV foi visto por 41% dos eleitores, o de Marina Silva, por 37%, e o de Aécio Neves, por 33%. Entre os que votam em Dilma, 50% viram sua propaganda na TV, e 46% não assistiram ao horário eleitoral. Entre os que optam por Marina, 46% viram seu programa, e 47% não assistiram a nenhum programa. Na parcela dos que votam em Aécio, 48% viram seu programa, e 48% não assistiram ao horário eleitoral na TV. Para 33% dos eleitores que assistiram ao horário eleitoral, Dilma é quem está se saindo melhor, fatia similar ao dos que avaliam que Marina (31%) é quem tem melhor desempenho. Para 20%, Aécio é quem está se saindo melhor, 3% avaliam que nenhum deles se sai melhor, e 11% não opinaram. Oito em cada dez brasileiros (79%) querem que a maior parte das ações do próximo presidente sejam diferentes das ações da presidente atual, enquanto 18% preferem que sejam na maior parte iguais (3% não opinaram). O desejo de mudança manifestado pelos eleitores também vale para outras instâncias do poder executivo e legislativo. Em relação aos Congresso Nacional, por exemplo, 83% querem que as ações dos próximos deputados sejam diferentes das tomadas pelos atuais deputados e senadores. No âmbito estadual, 78% querem que as ações do próximo governador do seu Estado sejam diferentes das tomadas pelo atual, e 82% querem que os deputados que assumirem a Assembleia Legislativa tomem medidas diferentes dos atuais componentes da casa. 

Descriminalização do consumo de drogas no debate eleitoral do Brasil

Posted in BRASIL, ELEIÇÕES 2014, OPINIÃO, POLÍTICA by dibarbosa on 30 de agosto de 2014
presidenciáveis

Da esquerda para a direita, os candidatos à presidência do Brasil, Marina Silva do PSB, Aécio Neves do PSDB, o moderador do debate e Dilma Rousseff do PT, atual presidente.

As vozes defensoras da descriminalização  do  consumo  de drogas  ganham força antes das eleições presidenciais de outubro no Brasil, onde um número crescente de políticos, pesquisadores e cidadãos afirmam que o modelo atual de combate às drogas agrava a violência. Apesar dos três candidatos favoritos tenham se manifestado claramente contrários à despenalização, outros aspirantes a defenderam em debate realizado esta semana e citaram como justificava as estatísticas da violência que acadêmicos usam para pedir a troca do modelo de combate às drogas. Segundo tais dados divulgados pela ONU em abril, os níveis de violência no Brasil não registraram grandes mudanças nos últimos 30 anos. Dilma Rousseff, Marina Silva e Aécio Neves opõem-se à despenalização com diferentes argumentos. Mas Eduardo Jorge, candidato pelo Partido Verde, é um dos que defendem a legalização da maconha para uso medicinal e recreativo com a finalidade de reduzir os níveis de violência e melhorar a coesão social brasileira. Como ele, Luciana Genro, do PSOL, opina que a política antidrogas “se transformou numa guerra contra os pobres“. Mauro Iasi, do PCB, agrega que “quem acaba sofrendo com a criminalização é, de fato, a população pobre“.Voltando à Genro, ela defendeu a necessidade de “romper o tabú sobre as drogas” e levar mais informações às escolas sobre os riscos associados ao consumo. Dados do Ministério da Saúde revelam que a violência relacionada vitimou 40.692 brasileiros no período entre 2006 e 2010. “Devemos abordar a perspectiva da saúde em lugar da criminalização e da persuasão militarizada“, disse Alessandra Fontana Oberling, antropóloga especializada em violência e drogas, durante uma reunião entre especialistas realizada no Instituto Igarapé – Rio de Janeiro. Ela participa junto a vários especialistas da Rede Pense Livre, Uma iniciativa que será levada ao congresso após as eleições contendo alternativas para implementação de uma “política de drogas que funcione e dê protagonismo à informação em substituição ao medo para combater o consumo abusivo de drogas e o crime organizado“. João Pedro Pádua, advogado especializado em crimes relacionados com substâncias ilícitas assegurou que em Portugal e no estado americano do Colorado houve grandes avanços após a descriminalização do consumo de entorpecentes. “O consumo não aumentou e o índice de crimes relacionados ao narcotráfico foi reduzido” disse. Ele também mencionou exemplos de projetos de despenalização do consumo de drogas em países vizinhos ao Brasil e a recente legalização da maconha no Uruguai. “A única experiência exitante até agora em matéria de política de drogas no Brasil foi a regulação do tabaco em 1980. Desde então se reduziu em 65% o consumo per capita sem que fosse acionado nenhum órgão judicial e sem criminalização. A arrecadação de impostos foi melhorada e a área de convivência entre fumantes e não fumantes foi delimitada, tudo sem disparar nenhum tiro” disse Pádua. Outro problema relacionado às drogas no Brasil é o colapso do sistema penitenciário. Apesar da legislação de 2006 que põe fim ao encarceramento do consumidor de drogas, dados oficiais mostram que desde então a população carcerária do Brasil oi multiplicada por três. O número de presos supera hoje em 30 por cento a capacidade carcerária do país, segundo dados do Ministério da Justiça. As cifras também revelam que 70 por cento dos condenados pela lei de drogas de 2006 eram portadores de pequenas quantidades, não tinham armas e não apresentavam indícios de relação com o crime organizado. A violência e a luta contra as drogas são duas grandes preocupações no Brasil, onde 56 por cento dos assassinatos está ligado diretamente ao narcotráfico ceifando cerca de 50.000 vidas por ano, em sua maioria pobres entre 15 e 25 anos, de acordo com uma investigação dos periodistas brasileiros William Ferraz, Kaio Diniz e Vanderson Freizer. 

Marina Silva: a nova ‘presidenta’

Posted in AMBIENTALISMO, BRASIL, ELEIÇÕES 2014, POLÍTICA by dibarbosa on 30 de agosto de 2014
MarinaSilvaPresidente

A candidata presidencial, Marina Silva, Partido Socialista Brasileiro (PSB), participa do lançamento do Programa de Governo, em São Paulo (Brasil). Foto EFE.

Nova pesquisa, a terceira da semana, de novo aponta Marina Silva como presidente do Brasil. Segundo o Datafolha a ex-ministra do Meio Ambiente venceria a atual presidente Dilma Rousseff no segundo turno das eleições gerais de Outubro. Segundo a pesquisa as duas candidatas estarão com 34 por cento das intenções de voto para a primeira rodada de votações em 05 de outubro. Mas no segundo turno a ambientalista prevalecerá com 50 por cento dos votos contra 40 por cento para Rousseff. O estudo foi realizado na quinta-feira e entrevistou 2.874 eleitores em 178 municípios de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais a mais ou a menos. 

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