Urbs Magna

Senado rejeita reforma trabalhista

Posted in #FORATEMER, BRASIL, ECONOMIA, POLÍTICA by dibarbosa on 20 de junho de 2017
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CPI da Previdência revela irregularidades

Posted in #FORATEMER, BRASIL, ECONOMIA, Fora Temer, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL, VERGONHA DE SER BRASILEIRO by dibarbosa on 12 de junho de 2017

Se as contribuições fossem repassadas corretamente, não haveria rombo, mas sim um superávit de R$ 11 bilhões

O problema é de Gestão e não de Reforma

“Já detectamos possíveis desvios e desmandos na gestão da Previdência”

Paulo Paim

A crise do governo Temer após delações da JBS deu mais força à CPI da Previdência, disse o senador Paulo Paim (PT-RS), presidente da comissão. A CPI já apontou várias Empresas devedoras, desonerações e contribuições sociais que não seriam utilizadas em outras finalidades que não a Seguridade Social. Segundo Paim, a Reforma da Previdência não resolve os problemas. Em 2015, mais de 46 bilhões em contribuições previdenciárias de empregados não foram pagos pelas empresas à União. E entre 2012 e 2015 os empregadores deixaram de pagar mais de 108 bilhões. A cifra é conhecida pelo governo porque é declarada. “A CPI trará à luz a realidade da Previdência. O problema é de gestão e não de ‘reforma”, disse o senador.

Ainda, a CPI evidenciou que a dívida ativa da União já soma 1,8 trilhão sendo 400 bilhões com a Previdência. “O desvio desse dinheiro do caixa da Previdência transformaria o rombo que o governo alega existir em superávit”, afirmou Paim apoiado pelo presidente da Associação Nacional de Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), Vilson Romero, que acrescentou que as receitas que deveriam ser destinadas à Seguridade são usadas para pagar a dívida pública. Se as contribuições fossem repassadas corretamente, não haveria rombo, mas sim um superávit de R$ 11 bilhões. “A impressão que dá é que existe um ‘pacto’ com devedores”, disparou o senador.

Com a delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista, o governo Michel Temer começa a perder apoio na base aliada. Mas o governo federal está blindando Henrique Meirelles, ministro da fazenda, para dar continuidade às reformas Trabalhista e da Previdência.

SOBRE A CPI DA PREVIDÊNCIA
A instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência Social no Senado Federal deu-se em 26/04/2017 e representa um grande passo rumo à rejeição do texto da “reforma” da Previdência na casa legislativa ao desconstruir a farsa sobre o suposto “déficit” previdenciário abrindo as portas para apuração de denúncias de sonegação contra a Previdência Social. O senador Paulo Paim (PT-RS) foi quem a protocolou em 21/03/2017.
A CPI tem como objetivo investigar as contas da Previdência Social, identificar prováveis desvios de recursos e apresentar o real quadro relacionado à saúde financeira do sistema. De acordo com os envolvidos, são 500 a 1000 os maiores devedores do sistema previdenciário brasileiro. A cada quatro anos, R$ 100 bilhões desaparecerem dos setores que arrecadam dos trabalhadores e não são repassados à previdência.
As audiências públicas da CPI da Previdência ocorrem todas as terças-feiras, às 14h00, e, ocasionalmente, às quintas-feiras. A CPI elegeu a seguinte composição: Presidente: senador Paulo Paim (PT/RS), Vice-presidente: senador Telmário Mota (PTB-RR), Relator: senador Hélio José (PMDB-DF),

Papa envia “Laudato Si” para Lula

Posted in BRASIL, ECONOMIA, Lula na ONU, O Papa, POLÍTICA, VIDA URBANA, VIVER com QUALIDADE by dibarbosa on 28 de maio de 2017

Nesta semana, um homem veio à América com projetos para bairros carentes argentinos. Chegando aqui, ele procurou LULA a pedido do Papa Francisco no Vaticano. 

De lá, a santidade enviou a Luis Inacio Lula da Silva uma cópia da Encíclica Laudato Si. O ex-presidente, prometendo que a lerá do princípio ao fim, se interessou pelos encontros do pontífice com os movimentos populares a nivel mundial ao passo que este também transmitiu sua preocupação com o destino da profunda crise política e social que atravessamos.
Durante horas, o ex-presidente foi entrevistado por um homem de confiança do Papa Francisco em um encontro sugestivo onde ficou evidenciado que tanto a Argentina quanto Roma têm suas atenções voltadas para os últimos escândalos que podem significar a saída de Michel Temer.

Sabemos que em abril deste ano, o Papa respondeu uma carta na qual recusou um convite feito por Temer no final de 2016 para visitar o Brasil e participar das celebrações dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida, ocasião em que cobrou do presidente que fossem evitadas as medidas que pudessem agravar a situação da população carente no país.

A CARTA DO PAPA

“Sei bem que a crise que o país enfrenta não é de simples solução, uma vez que tem raízes sócio-político-econômicas, e não corresponde à Igreja nem ao Papa dar uma receita concreta para resolver algo tão complexo. Porém não posso deixar de pensar em tantas pessoas, sobretudo nos mais pobres, que muitas vezes se veem completamente abandonados e costumam ser aqueles que pagam o preço mais amargo e dilacerante de algumas soluções fáceis e superficiais para crises que vão muito além da esfera meramente financeira”.

A CONVERSA DO HOMEM DO PAPA COM LULA

Juan Grabois é um ativista de movimentos. Ele não traduz a fala do pontífice, mas sim a de organizações populares. Entretanto, sua palavra tem um valor simbólico e reúnem algumas preocupações do líder católico. Tanto que, na tarde de quarta-feira (24) Grabois conversou privadamente com Lula convidando-o a participar de futuras atividades de movimentos populares, além de propor concentrar-se na questão do combate à fome, recordando o programa Fome Zero de seu governo e do prêmio recebido na ONU.

O ex-presidente interessou-se pelas reuniões de movimentos populares com o Papa ocorridas no Vaticano e em Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), no qual Grabois foi uma figura chave. E o motivo de sua vinda tem uma forte razão: Lula, por ser este grande líder dos trabalhadores, acabou por ser adicionado pelo ativista em sua agenda de movimentos e estratégia de trabalho.

No final da reunião, o consultor do Vaticano apresentou cópias em português de três discursos do Papa em cúpulas mundiais e saiu com a impressão de que Lula é o único que pode resolver a crise no Brasil no contexto do ressurgimento de uma forte ofensiva popular contra os atuais governantes.

Em uma declaração feita em seu país de origem, Grabois afirmou que a situação de nosso país é muito difícil, a qual se complicou ainda mais após as manifestações contra Michel Temer em resposta à divulgação do áudio que evidencia sua cumplicidade com a corrupção.

DO PROJETO NA BAGAGEM

Em uma reunião na USP, Grabois apresentou os resultados de uma inédita pesquisa de bairros e assentamentos na Argentina, resultado da colaboração de sete mil voluntários que viajaram por nosso país vizinho durante meses, num grandioso trabalho que permitiu o presidente Mauricio Macri assinar o decreto 358/2017 que integra urbanisticamente vários bairros ao Registro Nacional oficial (RENABAP). Uma reviravolta para centenas de milhares de pessoas, mas que foi completamente despercebido por grande parte da imprensa Argentina.
Com este registo, mais de 400 mil famílias poderão conquistar a casa própria. Assim, milhares de cidadãos, até então invisíveis ao estado, poderão regularizarem-se e finalmente e exigir os serviços mais básicos – como água corrente, eletricidade, gás e esgoto. Eles também poderão pagar seus próprios impostos, fazer pedidos aos órgãos públicos e realizar investimentos na área de saúde, pensão e educação.
Toda essa ação origina-se de uma lei de mais de 20 anos e que tem como objetivo regular a relação jurídica dos habitantes de bairros populares com a terra que ocupam. E apesar de todos reconhecerem a vontade política do atual governo para assinar o documento, a pesquisa não é estritamente uma conquista a presidência de Macri, mas sim da Caritas Argentina sob o comando de Dom Oscar Ojea San Isidro.

Grabois foi convidado para falar sobre este projeto por uma associação de professores de pós-graduação no Brasil que se reuniram em uma conferência com cerca de 700 especialistas na área. Entre eles estava Erminia Maricato, reconhecida internacionalmente por ser a planejadora e secretária executiva urbana do Ministério das Cidades durante o governo Lula. 

O CORRUPTO e o CORRUPTOR

Agora que estávamos nos acostumando à figura do corrupto —afinal, há séculos convivemos com ele—, eis que surge um novo animal na floresta: o corruptor.

E em alto estilo: enorme, viscoso, tentacular, falando de cifras com que nunca sonhamos e com uma naturalidade que escancara para nós, de repente, toda a nossa inocência.

Com que, então, os milhões e bilhões que só conhecíamos por ouvir falar existem de verdade e não como papéis simbólicos, trocados por bancos e governos. Apesar do volume, são moeda corrente entre pessoas reais e circulam em malas, mochilas, meias e depósitos no Exterior, ou na forma de barcos, joias, sítios, tríplexes, aeroportos. A cada denúncia, os montantes têm sido de tal ordem que nos arriscamos a ficar blasés: “Mas como, tanto barulho por R$ 5 milhões? Ainda se fossem dólares…”.

Enfim, se o corrupto não é novidade, nada mais fascinante nos últimos tempos do que nos defrontarmos com o corruptor —o que nos tem sido oferecido à larga pelas gravações da Lava Jato. Desse espetáculo, que supera qualquer reality show, pode-se inferir algo sobre a personalidade de ambos.

O corruptor tem desprezo pelo corrupto. Olha-o de cima para baixo, trata-o pelo primeiro nome ou pelo diminutivo, ignora a liturgia, marca local, dia e hora da visita ou chega sem avisar —claro, se é ele quem paga as contas, presta-se gostosamente aos achaques e compra políticos como se fossem bananas. O corruptor vai às compras com uma longa lista: transferências de fundos públicos, medidas provisórias, primazia em concorrências, isenção de impostos, empréstimos em bancos oficiais. O corrupto avia esses pedidos e, em troca, leva o seu. Mas o ganho do corrupto é pinto se comparado ao do corruptor.

Desprezado pelo corruptor, só resta ao corrupto, em troca, nos desprezar.

Por: Ruy Castro
Escritor e jornalista
Um dos maiores biógrafos nacionais
Na folha às segundas, quartas, sextas e sábado

Uma armadilha democrática

Posted in BRASIL, ECONOMIA, OPINIÃO, POLÍTICA by dibarbosa on 8 de novembro de 2015

Especialistas internacionais tentam desvendar motivos da crise política brasileira.

08/11/2015 19:00 GMT


bandeiraAlgo que me envergonha muito é saber que temos cidadãos capazes, com integridade moral e dotados de suficiência intelectual para estarem à frente das principais decisões que tanto o Brasil necessita e, de forma quase covarde, são desarticulados e impedidos de formarem opinião social, no entanto sem perceber, pelo sistema atual que vigora através das mãos de políticos e mídia que tudo fazem para perpetuar seus domínios sobre a economia de toda a nação com fins claros de se beneficiarem financeiramente no maior espaço de tempo que conseguirem.
Pensamentos obscuros se tornam claros com esta notícia que me indigna: Juristas de Portugal, Alemanha e Brasil discutem a nossa crise atual, nos campos político e econômico, no 18° Congresso Internacional de Direito Constitucional do Instituto Brasiliense de Direito Público, onde abordam questões do sistema de governo e combate à corrupção, bem como vários outros temas. Do lado de cá participam representantes do STF e tucanos, dentre eles José Serra, que buscarão meios para a retomada de uma rota mais promissora para o país. Um dos juristas afirmou à imprensa que “a prova de que chegamos ao fundo do poço é o estado de não governabilidade que nos encontramos”.
Tenho a impressão que algo (novamente) está sendo armado para interceder e atrapalhar essa dita governabilidade e, se realmente há tal articulação, isso muito me preocupa porque dá evidências de que a irresponsabilidade de alguns é que pode nos conduzir para uma verdadeira tragédia econômica que será ainda mais vergonhosa perante o mundo. Justo nós que somos um país com fôlego e boa saúde mas com anti governantes que sabotam tudo o tempo todo de olho nas riquezas infinitas.
Boa parte de nosso povo tem pleno conhecimento dos fatos ocorridos a partir da derrota de Aécio Neves. Não se trabalha mais noutra coisa senão na tentativa de cavar uma armadilha democrática contra a dita governabilidade.
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Brasil de Enéas teria sido potência nº1 do mundo

Posted in BRASIL, ECONOMIA, POLÍTICA, TECNOLOGIA by dibarbosa on 1 de novembro de 2015

Em vídeo, Enéas falava sobre a pirataria na mineração aqui no Brasilenglish

Para saber do que ele falava, leia a matéria no fim da página

          Enéas foi um médico cardiologista, matemático, físico e político brasileiro fundador do extinto Partido de Reedificação da Ordem Nacional, o PRONA. Se candidatou por três vezes à Presidência da República nos anos de 1989, 1994 e 1998. Também se candidatou à prefeitura de São Paulo no ano 2000, mas em 2002 foi eleito Deputado Federal pelo estado de São Paulo com a quantidade recorde de 1.537.642 votos. Tornou-se muito famoso em todo o Brasil por seu bordão “Meu nome é Enéas!”.
Mas do que Enéas Ferreira Carneiro estava falando no vídeo? De um assunto que, até hoje, é evitado em todos os meios.  Leia, abaixo, a carta de um leitor a um jornal nordestino:

Somos grandes milionários bafejados pela natureza, todavia, ainda, não nos apercebemos disso. O nosso nióbio é um metal mais precioso do que o ouro, pois, sem ele, as ligas super-resistentes não existiriam para fabricar os foguetes interplanetários, satélites, turbinas para motores a jato, mísseis, centrais elétricas, superaços, armamento e outros produtos estratégicos modernos. O Brasil detém 98% de todo nióbio existente no planeta, ficando o Canadá com a mixaria de 2%. As maiores jazidas mundiais de nióbio, no Brasil, encontram-se no Amazonas (São Gabriel da Cachoeira) e Roraima (Raposa Serrado do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva Raposa, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras. Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA, Europa e Ásia. Quem dita os preços desse valoroso e estratégico minério é a atravessadora Inglaterra. O Brasil apenas assiste a banda passar. A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil. Embora ricos em potencial, o nosso povo ainda passa sede e fome no Nordeste brasileiro. Que Deus nos assista!

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Dilma de mãos atadas frente a um congresso hostil

Posted in BRASIL, ECONOMIA, OPINIÃO by dibarbosa on 8 de outubro de 2015

maxresdefaultNo encontro do FMI em Lima – Peru em início de outubro de 2015, Augusto de la Torre, o economista chileno que representa a América Latina e o Caribe no Banco Mundial, disse que a recessão pela qual o Brasil atravessa é um mistério.

Segundo ele,os índices da macroeconomia brasileira não são motivos para uma recessão deste porte. Joaquim Levy (atual ministro da Fazenda) tem sustentado a moeda (real) com uma desvalorização correta, só que a demanda interna não se relança e a causa disso é a fragilidade institucional de Dilma Rousseff que está de mãos amarradas diante da hostilidade de seu Congresso”.

La Torre afirma, contudo, que o Brasil se reerguerá dentro de alguns meses pois a economia está buscando, e acabará por encontrar, o caminho para se reajustar: “…o país  é uma economia gigantesca e possui uma grande capacidade de reação. Quando a economia de outros países vai bem eles são parecidos uns com os outros, mas quando é o contrário as diferenças estruturais vem à tona havendo a possibilidade de alguns perderem o compasso, caso eles que não realizem reformas necessárias. As democracias latino-americanas precisam encontrar o equilíbrio entre produtividade e desigualdade, o que não é nada fácil”.

Dentre os problemas mais visíveis para o economista está a desigualdade criada para aqueles que não têm voz ativa, no caso os desempregados que não estão organizados. Para isso, La Torre propõe maior flexibilidade para o salário mínimo que poderia ser diferenciado de acordo com o porte da empresa ou de acordo com a idade do trabalhador de forma que os mais jovens recebessem menos ou que trabalhassem mais pela mesma remuneração, pois segundo ele o salário mínimo que convém em tempos de bonança não é o mesmo que nos convém na crise, mas falar em diminuir o salário mínimo, porém, é um tabu social em qualquer lugar do mundo; um tema delicado, relacionado a questões filosóficas e ideológicas”

Adentrando, porém, na delicadeza deste âmbito, o economista explica que “um trabalhador qualificado não se preocupa com o salário mínimo. Quem se preocupa é a empresa obrigada a contratar tanto os mais qualificados quanto os não-qualificados. E, se o salário mínimo é muito alto, ela simplesmente deixa de contratar. Nesse caso, perde-se o controle por questões políticas e, em tempos de retração econômica, esse salário mínimo se torna um inimigo do emprego”.

TERCEIRIZAÇÃO: FIM DO CONCURSO PÚBLICO

Posted in BRASIL, ECONOMIA, POLÍTICA by dibarbosa on 20 de abril de 2015

Projeto de Lei 4330/04 chega ao Serviço Público e possibilita fim de concursos para áreas sociais do governo.

          O STF decidiu, neste fim de semana, que o poder público pode terceirizar seus serviços. Isso implica não apenas no fim do concurso público e da carreira para os servidores dessas áreas, mas na perda de qualidade do serviço público prestados a todos os cidadãos. Empresas terceirizadas especializadas em contratação, denominadas OS¹, poderão quarteirizar os serviços, ou seja, operar em empresas como administradoras contratando todos os outros departamentos. Isso acarretará em queda de salários, intensificação do trabalho e aumento da rotatividade. O MEC² e o MCT³ já começaram a avaliar, desde outubro de 2014, a implementação das OS para contratar professores universitários e outros profissionais de forma precarizada. A terceirização poderá atingir todas as esferas sociais do governo.
          O PT votou contra a terceirização na Câmara, mas adota o modelo de organizações sociais na administração do país. Já o PDT contou com os votos favoráveis ao PL 4330/04 de alguns deputados. Nos governos estaduais e municipais, todos os partidos, inclusive os de esquerda, já trabalham com esses mecanismos privatizantes.
A decisão do STF que acatou parcialmente a Adin 1.923/98 determina que as contratações das organizações sociais pelo poder público obedeçam critérios objetivos, o que atende ao pedido dos autores da ação. Entretanto, além de reconhecer tais contratações como constitucionais, possibilita que elas sejam feitas, inclusive, sem licitação.
bresser pereiraBresser Pereira, Ministro da Fazenda de FHC, simpatizava com a ideia da implementação de OSs e da terceirização.

          O relator original do processo era o ministro Ayres Britto, que manifestou voto contrário à constitucionalidade das OS.  Após sua aposentadoria, foi substituído pelo ministro Luiz Fux, favorável.  “Ao contrário do que ocorre com os serviços públicos privativos, o particular pode exercer tais atividades independentemente de qualquer ato negocial de delegação pelo poder público de que seriam exemplos os instrumentos da concessão e da permissão mencionados no artigo 175, caput, da Constituição Federal”, justificou Fux, na decisão.
Seguiram o voto do atual relator os ministros Gilmar Mendes, Teori Zavascki, Carmen Lúcia, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski, nos termos propostos pela Advogacia Geral da União da época de Fernando Henrique, e mantidos pelas dos governos Lula e Dilma.  Já os ministros Marco Aurélio Mello e Rosa Weber votaram contra, seguindo a orientação do Ministério Público Federal (MPF). O ministro Dias Toffoli, que atuou no processo quando estava na AGU, se absteve de atuar no processo.

¹Organizações Sociais
²Ministério da Educação e Cultura
³Ministério da Ciência e Tecnologia

“Não procure tornar-se Juiz se não tiver força para eliminar a injustiça. Você se acovardará e manchará sua própria dignidade”(Eclesiástico, 7, 6)

Fonte: CartaMaior

5 formas de ficar rico da noite para o dia

Posted in ECONOMIA, MUNDO, OPINIÃO, PENSAMENTO by dibarbosa on 17 de abril de 2015

Atualizado em 28mai16

Uma ideia ao acaso pode valer uma fortuna e os casos a seguir demonstram isso.

Quem não sonha em ficar milionário da noite para o dia, ou até mesmo através do suor de seu trabalho? Acho que todos, né? Mas encontrar uma ideia para alavancar a conta bancária não é nada fácil. Que tipo de negócio ainda não foi inventado ou não tem muitos concorrentes? Difícil pensar sobre isso. Mas veja algumas ideias que deram certo surpreendendo seus promissores pensadores:

Ashley madsonAshley Madison, a rede social dos infiéis, é um serviço de encontros extraconjugais via web que exige que todos os seus usuários tenham um parceiro ou desejem ter um encontro com alguém que o tem. Curiosamente, o criador desta empresa bilionária é um ex-advogado bem casado. A empresa agora quer entrar na Bolsa de Valores graças a uma receita invejável de US$ 115 milhões no ano passado. A AM vale algo em torno de US$ 1 bilhão e conta, atualmente, com 36 milhões de membros em 46 países ao redor do mundo. No Brasil, o Ashley Madison possui mais de 2 milhões de usuários inscritos.

laser monks

Vamos falar da LaserMonks.com. Uma empresa de venda pela internet de cartuchos de tintas para impressoras que foi fundada por monges.  A ideia de originou-se com o padre McCoy no dia em que sua tinta para impressora acabou e ele não achou um preço razoável que merecesse ser pago. O religioso descobriu que o negócio das fábricas de impressoras era justamente as tintas. Resolveu fundar uma empresa que eliminasse o intermediário. Deu certo. Atualmente os monges da LaserMonks têm mais de 50 mil clientes e 200 a 300 solicitações diariamente.

fraser jam

Embora as novas tecnologias tornam as coisas muito mais fáceis, não pense que todos os caminhos para a fortuna está na internet. O jovem escocês Fraser Doherty começou a preparar geleia na cozinha de sua casa, seguindo a receita de sua avó. Ela tinha apenas 14 anos … e dois depois ele deixou a escola para se dedicar em tempo integral ao seu empreendimento. Atualmente controla cerca de 10% do mercado de geleias do Reino Unido e ganha mais de um milhão de dólares a cada doze meses. E tudo graças à boa mão de sua avó!                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         

doggles

Também é surpreendente que os criadores de Doggles.com tenham começado a vida milionária com óculos de sol para cachorros. A ideia se tornou viral na época e, aproveitando a onda de popularidade,  seus donos aproveitaram para expandir o negócio e vender outros produtos ´para o melhor amigo do homem.

alex

Mas considerável mesmo foi a ideia de Alex Tew, um estudante britânico que criou um site com um painel de 1.000 x 1.000 pixels e vendeu cada pixel como espaço publicitário ao valor de um dólar. Ganhou mais de um milhão em 5 meses. A solução para arrecadar dinheiro para os estudos veio de uma brincadeira chamada “The Million Dollar Homepage”. Alex vendeu um milhão de pixels de seu espaço na tela do site para anunciantes. Anos depois, ele criou a sua própria startup, a PopJam, um chat que pode ser acessado por usuários do Facebook. Mas, agora ele quer criar o ‘verdadeiro’ Facebook com a ajuda dos usuários e do dinheiro deles. Um real ‘livro de rostos’ por US$ 3, com as pessoas mandando as fotos que usam em seu perfil do Facebook para imprimir um livro com os rostos quando o número chegar a um milhão.

Protestos encomendados

Posted in BRASIL, ECONOMIA, INTERNET, OPINIÃO, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL, VERGONHA DE SER BRASILEIRO by dibarbosa on 14 de março de 2015

A manipulação da mídia e dos grandes empresários

mblNão se iludam com a sonoridade do MBL em seu pré-falido plano agitador do impeachment. Não há genialidade alguma na política inconsistente de Kim Kataguiri e Renan Santos.

O MBL (Movimento Liberta Brasil) é financiado e ajudado por políticos e empresários opositores no governo. Estima-se que a dupla Kataguiri e Santos recebe em torno de R$ 50 mil mensais, o que os estimula a continuar na articulação de uma estratégia infundada e nada visionária. Mas as doações não param incentivando-os mais e mais a convocar o povo para as ruas. Isso foi conseguido graças ao carisma e à eloquência, ainda que com inconsistência histórica e política, principalmente de um jovem descendente de nipônicos que alguém no Folha OnLine, em matéria de sua coluna Opinião curiosamente sem autoria, desclassificou ao dizer que “um idiota bem-intencionado pode causar tanto ou mais estrago que um gênio corrupto.” Não creio, com base no despreparo juvenil dos envolvidos, que haverá algum dano à democracia brasileira, apesar da ideia de acabar com o PT ter sido acatada por simpatizantes do Vem Pra Rua nas principais capitais do Brasil e em muitas cidades economicamente expressivas. A agitação ocorreu em mais de 50 cidades, de acordo com as confirmações “assinadas” contra Dilma Rousseff e o PT

O Petrolão é só a Cereja

Posted in BRASIL, ECONOMIA, OPINIÃO, PENSAMENTO by dibarbosa on 8 de março de 2015

brasil eu te amoA CRISE TÁ NA CARA DE TODO MUNDO. NÃO ADIANTA TER MEDO, ELA TAMBÉM TE PEGOU. ENQUANTO ISSO A NINGUENZADA, LEIGA EM ECONOMIA, AINDA FAZ PLANOS PARA O FUTURO.

bolsa

       Eu sou contra a malandragem; o jeitinho bananense. E se para acabar com a palhaçada milhões tenham que se danar, então se danem na rodinha com areia. Que tomem bem no centro, só com a passagem de ida pra demorarem a voltar, pois voltarão a pé. Vou repetir quantas vezes for autorizado que esse país está indo para a vala pois os fundamentos econômicos já eram. O sonho acabou e ainda tem gente sonhando. Voltaremos a uma divisão de classes simplificada, entre quem pode e quem não pode, e espero estar na classe dos quem podem. Quero o meu bote do Titanic. Essa pátria viverá como se fosse um campo de concentração, só que as celas não serão separadas por grades mas sim pela falta de dinheiro. Isso é visível: um prédio com gente da alta líquida com grana no bolso contrastando com outro prédio do lado com apês de 50m2 só com ninguenzada cheia de carnezinhos, tudo financiado. E não adianta me chamarem de elitista ou branco dos olhos azuis. Qualquer trouxa já percebeu isso. E quem ainda tiver um resto de cérebro que funcione vai querer dar o fora desse país ou, se não, pertencer ao resto de classe média-rica que sobrou.

          Os austríacos odeiam a matematização da economia. E estão certos. Planejar a economia com índices, médias e estatísticas é ignorância. E é por isso que eles gostam de focar nas relações causa x efeito das inúmeras intervenções do setor público na economia. O que não significa que deve-se jogar fora estes indicadores. São parâmetros, mas com base neles não é possível fazer grandes trabalhos, principalmente se o grupo no governo for como este, que não entende o funcionamento da ciência econômica. Em toda a Banânia há vários lojistas passando seus pontos, mas se pediram um valor X é porque viram que alguém podia pagar. O que não falta em Bananalandia é gente que não tem noção do valor das coisas. Mas agora o dinheiro das pessoas está acabando. Taí um bom exemplo de cauxa x efeito que poderia ter sido antecipado. Já naquela época em que Tupã proibiu que o maracujá de uma árvore sagrada fosse consumido, mas mesmo assim o metamorfoseado de cobra com urutu do FHC ofereceu-o a uma virgem tupinambá e daí iniciou-se a novela nacional à partir do Pecado Original Tupiniquim.

          E assim, até hoje, a elite branca de olhos azuis não paga por nada neste Brazil-zil-zil. Fora a palhaçada! Com todo o respeito aos nobres artistas circenses, não só a fantasia já acabou, como acabará na mais devastadora das crises da história do país. Só lamento, mas a culpa será só dos crédulos nas utopias falidas providentes de um, em suma, colossal conto do vigário. Há anos senti o cheiro da merda no ar. Eu sempre olhava para a perspectiva errada, mas mudei esta posição: não tenho dívidas nem financiamentos e durmo tranquilo. Mas fico pensando na pobre e ignorante população. Tem gente que vai passar necessidade. Pqp! Não adianta ter medo, a crise vem como num estouro de manada. Mesmo assim, começo a ficar com medo. Mesmo tendo alguns peixes, enlatados, gerador e uns pés de frutas e madiocas, estou digitando ajoelhado no chão, chorando, com a bíblia no colo e pedindo desculpas a todos os deuses da Terra.

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FHC chama POBRE de ‘ESSA GENTE’…

Posted in BRASIL, ECONOMIA, POLÍTICA by dibarbosa on 22 de fevereiro de 2015

… durante entrevista ao vivo na BBC de Londres

Na ocasião, Fernando Henrique Cardoso foi literalmente humilhado pelo apresentador que o acusou de fazer um governo mesquinho e inexpressivo.fhc bbc

Tudo aconteceu ao vivo, diante milhares de telespectadores do Reino Unido, tempos após FHC ter passado a faixa presidencial ao então eleito presidente LULA. 

Durante a entrevista, o ex-presidente respondia a um questionamento sobre o combate à pobreza através do Bolsa Família do governo do PT quando se referiu aos beneficiários pobres com a expressão “essa gente“. Assista no fim da página (tempo no vídeo 06’18”).

A BBC de Londres é o principal canal de TV da Inglaterra e seu programa é exibido em horário nobre nas noites de segunda a quinta-feira. A transmissão também é feita pela BBC World News e pela BBC News Channel para 144 países. E Fernando Henrique Cardoso esteve encurralado “no ar” por Stephen Sackur – um apresentador durão que não deu trégua.

Para sua sorte, a TV Globo não simpatiza com a BBC de Londres e, por este motivo, ocultou aos brasileiros o fato de que FHC herdara de Itamar Franco um PIB de 546 Bilhões de Dólares e após 8 anos de desgoverno entregou o Brasil com um PIB menor ainda – de 504 Bilhões de Dólares. Em 2013 o PIB do Brasil era de U$ 4,84 trilhões.

Sackur humilhou Fernando Henrique dizendo que ele era um frustrado por não ter conseguido mudar o Brasil. Disse que a educação deixada por FHC é um desastre e, o tempo todo, rebateu as tentavivas de defesa de FHC atacando-o ainda mais acusando-o de ter sido um privatizador que não conseguiu tirar os milhões de brasileiros da pobreza.

Inacreditavelmente, FHC tenta atribuir a diminuição das taxas de pobreza ao seu governo, que na verdade foi uma transformação ocorrida dentro da gestão Lula, o que foi citado pelo apresentador. Assistam:

 

Bolha Imobiliária no Brasil é séria

Posted in BRASIL, ECONOMIA by dibarbosa on 13 de janeiro de 2015

Ninguém aguenta mais tantos imóveis. Desempregados do setor crescem em número a cada dia.

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trabalhadores-construcao-civilA especulação imobiliária que os brasileiros enfrentaram nos últimos anos com exageração atingiu seu pino recentemente – no decurso de 2014 – após uma sequência ininterrupta de lançamentos supervalorizados além da curva gráfica real. E as mazelas subsequentes já começaram a ser noticiadas na internet. Em algumas cidades do Brasil, já contabilizam-se apartamentos encalhados – como é o caso da cidade de Santos em São Paulo. Lá, o percentual de imóveis prontos e não vendidos chegou a 73% em 2014, de acordo com um estudo da imagesRobert Michael Zarif Assessoria Econômica, especializada no ramo: “Uma taxa acima de 10% já é considerada ruim” além do mais “tudo é agravado por uma tendência a piorar devido às construções que ainda não foram inauguradas” dizem. A baixa demanda está obrigando os empreendedores a negociar seus imóveis novos com até 25% de desconto. Mas esse não é um caso isolado. 2015 promete ser um ano turbulento devido ao encalhamento de tantos outros bens.
Durante toda a especulação imobiliária covarde do último triênio, a renda familiar do povo brasileiro, que havia sido fortalecida no governo Lula, generalizadamente perdeu fôlego. O país parou de crescer. A inflação apontou na esquina e, ameaçadoramente, tem sido mantida a alguma distância através da elevação dos juros. Muita gente recorreu aos distratos depois que a ficha caiu. Hoje, há grandes estoques de imóveis pelo país afora, o que gera desemprego na construção civil – setor que encabeçará os índices para este ano. E o pior resultado de toda essa manobra financeira é o arrependimento de muitos que entraram nesse barco. Quero dizer que m
uitas famílias estão amargando seu destino, o que poderia ter sido evitado em um passado recente. Muitos compradores poderiam ter migrado para locais com padrões correspondentes à suas rendas, mas caíram na lábia do grande lobo especulador e não o fizeram.
E após a farra acabar (muitos ainda vivem na ilusão de que não há bolha) é só aguardar o mercadão de imóveis iniciar uma liquidação na sua cidade, porque seus engenheiros civis, mestres-de-obras e assim por diante, já estão brigando uns com os outros para se manterem, o que certamente causará uma grande mobilidade migratória em todo o setor, se quiserem sobreviver.  Para que o leitor tenha uma ideia os bancos privados já abandonaram esse negócio de liberar financiamento para compra de imóveis temerosos pela combinação de uma bolha imobiliária com a economia descendente do país. E a Caixa Econômica Federal certamente não irá suprir o mercado na ausência dos outros bancos. A coisa irá mesmo se complicar devido a falta de credibilidade da nossa economia em um nível internacional. E engrossando ainda mais o caldo deste desestímulo, além do aumento dos juros, há a fuga de dólares do Brasil e a redução do crescimento da China que trará prejuízos para as exportações. Isso não é pessimismo, mas sim realismo, visto que o governo omite a situação negativa de muitas construtoras de grande porte. Sem contar com os efeitos nefastos que a Operação Lava Jato trouxeram para a nossa economia. Enfim, a máfia dos imóveis, notadamente, só está ganhando tempo, uma vez que a distorção entre os preços dos imóveis anunciados e a renda das famílias é absurda. A derrocada nos preços dos imóveis será inevitável. 

Dom Pedro: da INDEPENDÊNCIA ao IMPEACHMENT

Posted in BRASIL, ECONOMIA, GEOGRAFIA, HISTÓRIA, MUNDO, OPINIÃO by dibarbosa on 7 de setembro de 2014

atualização set /2016

fb_img_1473277461357Pedro, aos 22 anos, ainda era um príncipe quando se tornou regente do Brasil e aos 23 o libertou de Portugal para sempre. Após isso, há quase dois séculos, tentamos amadurecer.

Toda a Terra pensante  bem sabe que brasileiro tem a cognição limitada.  De fato, ainda não amadurecemos politicamente. Nas eleições presidenciais de 2014, somente no primeiro turno, o eleitorado brasileiro desperdiçou quase 39 milhões de votos entre abstenções, brancos e nulos.

Por que duas centenas de anos não são suficientes para organizar moral e politicamente um país livre? Será culpa dos …jovens vadios de Lisboa que percorriam o Ribeira roubando carteiras e cometendo outros delitos…? Os bandidos portugueses realmente foram os primeiros colonos enviados para cá excluídos do Reino de Portugal por João III. É bem verdade que nossos ancestrais eram gente desonesta – criminosos metropolitanos condenados que, à partir de 1535, eram enviados nos navios com destino ao Brasil.

Mas, por conta disso, não se pode dizer que somos os herdeiros genéticos e morais daquele povo. Algo que me enche de vergonha é saber que tais detalhes históricos de fato aconteceram em nosso berço esplêndido. Este minucioso conhecimento, se nos ruboriza, é suficiente para motivar-nos a virar este jogo, o que já deveria ter acontecido há décadas e décadas atrás aqui mesmo no “novo mundo”. Como exemplo contextual observemos os EUA, também pertencentes a este novo mundo. 

Toda a sua supremacia se desenvolveu no mesmo espaço de tempo independente que o nosso. Um outro exemplo de superação muito mais recente está na Alemanha com sua política atual originada de um milagre econômico pós-guerra subsequente à derrota de Adolf Hitler e de toda sua imoralidade nazista. Em ambos os casos a progressão econômica e social foi fortalecida pela moral e pelo civismo de seu povo. Quanto a nós, de fato estamos bem atrasados em se comparando com tais possibilidades.

Querem melhores exemplos de que qualquer povo de qualquer nação pode determinar e transformar definitivamente o futuro de um Estado? Pois é. Com quantos motivos poderemos comemorar a independência do Brasil nos feriados de 7 de setembro? Bem, as eleições se foram e racharam o país ao meio entre muitas dúvidas dos eleitores de ambas os lados. O resultado: um golpe parlamentar que teve ajuda inicial da parcela do povo derrotado.

Mas o que  falta a este mesmo povo: precisam organizar muito bem sua memória política com o fim de evitar equívocos como estamos presenciando desde as primeiras semanas pós-eleições. Sempre tivemos tudo para ser uma grande nação, que, a propósito, está despedaçada nas várias Regiões geográficas.

Parece que a tão comentada globalização de tempos atrás foi mal utilizada, em nosso próprio território, intencionalmente por ilusionistas da política nacional para afastar-nos da verdade e isolá-los de nossa participação. Precisamos nos organizar melhor. Não com a baderna vista ultimamente. Precisamos de líderes populares que, de fato, REPENSEM O BRASIL.

PIRÂMIDE IMOBILIÁRIA – Imóveis travam e preços caem 45%

Posted in BRASIL, ECONOMIA, VIDA URBANA by dibarbosa on 3 de agosto de 2014

Como foi anunciado em previsões passadas nos vários sites de estudos econômicos brasileiros, as vendas de imóveis no Brasil, em especial em São Paulo, estão caindo tanto que construtoras e imobiliárias de todo o país resolveram reduzir seus preços com o objetivo de não quebrar, o que pode beneficiar os compradores atuais em até 45% (quarenta e cinco por cento).

Muito se falou sobre a bolha imobiliária formada no Brasil a partir do aquecimento do mercado do setor há alguns anos. O preço do metro quadrado, por exemplo no Rio de Janeiro, chegou a mais de R$13mil no mais valioso bairro do país, o Leblon. Especialistas afirmaram que um dos motivos para toda a manobra especulativa começou a se formar no momento em que a FIFA concedeu-nos a Copa do Mundo. Para “açucarar” ainda mais o “refresco” dos investidores de plantão, a Caixa Econômica Federal lançou financiamentos com até 30 (trinta) anos de prazo de pagamento, o que permitiu que inúmeras famílias conseguissem realizar seus sonhos de ter a primeira casa própria, apesar de a imprensa não divulgar a infinidade de distratos que isso ocasionou visto que as prestações ficaram “salgadas” devido ao inflacionamento oportunista provocado pelas imobiliárias e construtoras. Mas a crise chegou para os gordos do ramo que ainda tentam nos enganar com ofertas de 45%. O que mais se vê em todos os cantos urbanos do Brasil são edificações prontas para morar, ou que ainda estão sendo concluídas porque foram projetadas durante a farra dos abusos de preços. A festa que enriqueceu muita gente às custas, principalmente, do eterno “pagador de pato”, o pobre brasileiro, está no fim… se já não acabou. E o que imaginávamos que se caracterizaria como a dita Bolha Imobiliária tem seu perfil mais voltado para uma Pirâmide Imobiliária, quando os últimos a investir no setor (os do topo) não conseguem repassar seus bens e estão à beira de amargar prejuízos pesados, caso não revejam imediatamente suas políticas de lucro fácil considerando-se que um ‘crash’ é, ainda, evitável. E existe muita gente observando esse mercado; que resolveu aguardar acreditando que todo mal é passageiro. Parece que está dando certo.

Alemanha espera por estima internacional, após tetra

Posted in Copa do Mundo do Brasil 2014, ECONOMIA, ESPORTES, MUNDO by dibarbosa on 14 de julho de 2014

Euro Fifa Word CupE em um mundo onde o dinheiro é o elemento harmonizador de qualquer ambiente, entenda ‘estima’ como ‘retorno financeiro’ para sua economia.

Berlim, 14/07/2014 – 18:00GMT

Praticamente todos os jornais da Alemanha publicaram, nesta segunda-feira, alguma matéria rendendo homenagens à sua seleção de futebol pela conquista do tetracampeonato de futebol realizado pela FIFA através da Copa do Mundo do Brasil de 2014. O país está em festa e a alegria tomou conta de todos os alemães, que em sua maioria disseram estar surpresos com esta vitória inesperada. Por conta disso, todas as pessoas andam pelas ruas com um sorriso diferente, contagiante, com uma simpatia acima do normal. Agora, os políticos da Alemanha querem se aproveitar desta façanha para lucrar com sua própria imagem, uma vez que o mundo inteiro tem os olhos voltados para a Europa Central, precisamente para sua economia, seu povo, suas tradições, sua política, enfim, toda a sua estrutura de uma grande nação européia. A Alemanha é uma das principais economias da Europa, a qual se desenvolveu ao término da Segunda Grande Guerra através do que ficou conhecido mundialmente como Milagre Econômico Alemão. A Alemanha Ocidental, devastada pelos aliados, recuperou sua economia muito rapidamente graças a um modelo de crescimento exógeno, quando possuíam uma força de trabalho qualificada e um elevado nível tecnológico em 1946 mas com capital social que foi destruído durante a guerra. Mesmo assim a Alemanha se reergueu dos destroços deixados por Adolf Hitler pelas mãos de seu povo envergonhado e com suas vidas despedaçadas. Eles aprenderam a técnica e usaram-na oportunamente em diversas situações de sua história e, como não poderia deixar de ser, a taça da vitória da fotografia acima atrairá muitas oportunidades e será usada para atrair o máximo de capital possível para dentro das fronteiras da Germânia de Joachim, Götze, Müller e Cia.

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2014: preços de imóveis em queda

Posted in BRASIL, CURITIBA, ECONOMIA, GEOGRAFIA, MUNDO, OPINIÃO, POLÍTICA, VIDA URBANA by dibarbosa on 6 de julho de 2014


Bolha Imobiliária no Brasil não estoura mas começa a murchar.

home-pricesNos últimos dias surgiram comentários que o Brasil acompanhará uma crise após a Copa do Mundo, ou seja, haverá outro “crash” no planeta que se originará nos EUA e que será sentido aqui, especialmente no trato com o setor imobiliário. Agora, investidores deste mercado estão dizendo que tudo não passa de boato quando, visivelmente, estão tentando defender seu ganha-pão garantindo que está tudo bem e tentam acalmar os ânimos dos envolvidos no ramo em um contra-ataque meramente apaixonado, pois que sua didática argumentativa carece de uma boa base de dados com fundamentação na realidade econômica do país.

Chaves Imóvelfacebook-redondotwitter-redondog+redondoOra, eles precisam sobreviver, não é? Mas todos nós também, por isso não nos deixemos iludir com suas recentes publicações em que preveem um insistente aquecimento do mercado de imóveis. Isso é impossível, uma vez que os preços dos imóveis já atingiram, historicamente, seu ápice derradeiro.  Lembrando que este teve uma ascensão recorde (maior que a do Japão) a nível mundial tendo elevado seus preços em mais de 200%, extraordinariamente acima do PIB e da inflação nacionais em um período de pouco mais de 5 anos deixando muita gente com um lucro exorbitante em suas negociações oportunistas e especulativas. A grande realidade é que a economia do país padece e carece de soluções muito mais morais do que práticas, a exemplo do conhecido e já folclórico tráfico pútrido de influências que insiste em ocorrer nas três esferas do poder nacional e que é denominado de corrupção. Mas isso é uma outra história.

money-graphics-2008_871220aVoltando à questão, o Sindicato das Empresas de Habitação paulista, em uma previsão notadamente ilusionista, publicou em fevereiro que acredita em uma estabilização dos preços, mas revelou o óbvio: não há mais espaço para o crescimento do ramo. Em outra publicação, um diretor com mais de 20 anos de experiência financeira de uma empresa de investimentos voltada para pessoas físicas aconselha a espera para a aquisição de um imóvel explicando que a inflação corrói seu valor real quando estabilizado, acrescentando que a tendência é um esfriamento do mercado nos próximos anos.

a_ready_to_move_house_or_an_under_construction_houseEsse desaquecimento será, ainda, ajudado pelo lançamento de mais unidades ainda em construção, quando ocorrerá a inevitável luta pela sobrevivência de um setor que também tem contas a pagar. Esperam-se que tais imóveis novos tenham preços mais competitivos forçando à uma queda dos preços dos usados em um verdadeiro murchamento da dita bolha. Isso sim devemos esperar e não um estouro como ocorreu nos EUA onde as características das negociações são bem diferentes das nossas.

E para provar tudo o que digo, novamente menciono o Índice Fipe Zap que trata especificamente da performance e estatísticas dos imóveis dentro de seu mercado.o qual é um espelho confiável das práticas de preço em todo o Brasil. Selecionei alguns exemplos abaixo onde é possível notar a variação de queda entre alguns bairros pesquisados em Curitiba, notadamente nos últimos três meses. Claro que há bairros onde a curva está ascendente, mas ocorre especialmente onde o poder aquisitivo supera os demais bem como pelo fato de acompanhar o padrão de cidades diretamente influenciadas de maneira abrangente pela Copa do Mundo, no caso o Rio de Janeiro que teve seus gráficos com linha em aclive neste mês demonstrando uma realidade especulativamente falsa.

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Imóveis: melhor esperar até 2017?

Posted in BRASIL, ECONOMIA, GEOGRAFIA, OPINIÃO, POLÍTICA by dibarbosa on 2 de julho de 2014

Bolha Imobiliária ou não, o fato é que o setor de construção civil definitivamente perdeu seu ritmo. São dados oficiais do CAGED¹, PME² do IBGE e da equipe de Sondagem da Construção da FGV³. Todos já perceberam em qual intensidade ocorreu a disparada especulativa no Brasil. E em se tratando do consumidor investidor, este abandonou o barco e já deve ter arranjado outro negócio promissor. Quanto ao consumidor morador, ainda sonha e tem a expectativa da verdade que, ao menos por ora, não lhe será servida de bandeja em noticiários jocosos.

Mesmo o primeiro tendo dado no pé, o segundo tem um vago entendimento do assunto e pode, ainda, ser vítima de algum representante da bolha. Dizem por aí que depois da Copa o mundo será vítima de outro Crash. Mas os imóveis já deixaram de ser um investimento lucrativo e, ante a inevitável estagnação do consumo, pode ser que haja uma estabilização nos preços que levará anos até uma considerável redução representativa.

Última notícia: 2014 PREÇOS DOS IMÓVEIS EM QUEDA

Neste ínterim, eventualmente algum valor despencará por motivo de uma urgência qualquer. Mas como isso foi acontecer? É muito fácil mentir para você, desviar tua atenção e, legalmente, apoderar-se de tuas suadas economias enquanto você assiste a uma boa partida de futebol (não que isso seja ruim). Você está dentro de um poderoso sistema financeiro onde tudo o que você consome foi cuidadosamente planejado anteriormente por alguém que, num âmbito geral, possui todas as tuas informações e sabe exatamente a quantia que você pode dispor para continuar sobrevivendo. O que sobra está na mira deste especulador que sempre está pensando em alguma maneira de colocar a mão no teu bolso. Quer entender? No apogeu do boom dos imóveis as construtoras disseram, com o aval de analistas financeiros, que a valorização estaria infinitamente na casa entre 25 e 30 % ao ano e que bolha imobiliária era meramente o resultado da inveja dos menos providos de capital imobiliário. Fácil acreditar, especialmente se você vive no país da Copa e das Olimpíadas com status de potência, quando se desenvolve naturalmente a crença em uma infalibilidade econômica. Mas os preços desaceleraram e, dos noticiários, vieram eufemismos como “ajuste”, “adequação”, “acomodação dos preços”, “ritmo menor de valorização”.

Pronto! Formaram a tua opinião antes mesmo que você pudesse iniciar teu estado analítico e conclusivo, o que interrompeu e travou qualquer iniciativa mental que pudesse brotar com naturalidade racional de tua massa encefálica. E quando os sinais foram mais evidenciados com as quedas nas vendas e nos preços, deram desculpas de que eram fatos isolados longe de caracterizar uma bolha dizendo que o Brasil é imune à crises, como se existisse vacinas para todos os retrovírus que ameaçassem a economia nacional. Até mesmo quando obras atrasadas, não entregues e canceladas, distratos, além das perdas bilionárias na Bolsa passaram a fazer parte dos balanços das empresas do setor, disseram que tudo não passava de “reflexo” da economia mundial e consequente desaquecimento do mercado interno. Quem acredita está, junto com a grande massa brasileira, viajando na maionese. O maior percentual de nosso povo tem paixões abruptas que irrompem qualquer reflexão mais prolongada, o que é avassalador. A crise imobiliária é mais do que real, e não há como negá-la. Sobre o Crash, o melhor a fazer é investir na poupança ou em títulos públicos prevenindo-se de uma eventual inflação que poderá até mesmo vir maquiada, a exemplo do que ocorre atualmente no mercado de imóveis.

¹CAGED Cadastro Geral de Empregados e Desempregados ²PME Pesquisa Mensal de Emprego ³FGV Fundação Getúlio Vargas

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O lado escuro da Barragem de Belo Monte no Brasil (fotografias)

Posted in BRASIL, ECONOMIA, FOTOGRAFIA, TECNOLOGIA by dibarbosa on 20 de junho de 2014

Por Elissa Curtis e Amanda Sakuma

última atualização em 05/nov/2014

Uma vista do canteiro de obras da hidrelétrica de Belo Monte, 13 de maio de 2014. A capacidade prevista do complexo da barragem é 11.233 megawatts (MW) o que será o segundo maior complexo hidrelétrico do Brasil e no mundo terceira maior em capacidade instalada. Uma vez concluída, a barragem irá desviar 80% do fluxo do rio Xingu, inundando uma área de 415 quilômetros quadrados e forçando o deslocamento de 20.000 a 40.000 pessoas.

O Maior projeto de construção do Brasil atualmente em curso fica a milhares de quilômetros do Rio de Janeiro e São Paulo, principais concentrações urbanas do país. No coração da Amazônia, o Brasil está trabalhando para aproveitar o poder da energia potencial do rio Xingu na construção da enorme barragem de Belo Monte. Prevista para ser concluída em 2019, a barragem será a terceira maior do mundo, atrás da China Three Gorges e Brasil-Paraguai Itaipu.

A barragem fornecerá 11.233 megawatts de energia para uso residencial e comercial em todo o Brasil ao custo de 14,4 bilhões de dólares. Mas Belo Monte carrega uma grave crise humanitária e ambiental com ativistas lutando para preservar os principais afluentes do Amazonas e as comunidades das diversas tribos indígenas da região. Uma das cidades da região mais atingida pelo projeto de construção é Altamira. Pelo menos 20 mil pessoas, em uma contagem oficial, que vivem lá deverão ser forçadas a deixar suas casas, mas ativistas dizem que o número é 40 mil. Enquanto isso, milhares de trabalhadores migrantes trazidos para a área de construção da barragem estão alimentando a sociedade do submundo do crime, como o uso de drogas e a prostituição, além de destruir tribos indígenas da região. O Fotógrafo Tommaso Protti esteve na região e capturou a crise humana que ameaça as comunidades ao longo do rio Xingu. As fotograias exploraram a sensação de instabilidade presente na cidade de Altamira e da área afetada pela barragem de Belo Monte, bem como ajudaram a levantar questões sobre os impactos sociais resultantes da criação de grandes usinas hidrelétricas, de acordo com Protti.

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Brasil posa de potência mas gringo ainda toma nosso Nióbio

Dr. Adriano BenayonEntrevista com o Dr. Adriano Benayon – Doutor em economia pela Universidade de Hamburgo, ex-diplomata do Itamarati e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento – sobre a exportação subfaturada (ou contrabando) do nosso mais valioso minério de ferro em Araxás – MG, onde está localizada a maior reserva mundial (97%) do mineral Nióbio (Elemento Químico Nb da tabela periódica com nº atômico 41 e massa atômica 92,9u.) – componente de liga indispensável à produção do aço utilizado pelas indústrias automobilística e aeroespacial devido à resistência à altas temperaturas e à ferrugem. O Canadá tem 3% das jazidas, com o qual mantém um admirável sistema gratuito de saúde e educação.

Nb41-vert“Ao meu ver precisamos ter muito mais autonomia política. O Brasil, e todo o mundo, entrou em um modelo das chamadas democracias representativas, onde são eleitos representantes para o congresso, governos e ministérios. As eleições estão muito dominadas pelo dinheiro. Toda campanha eleitoral depende de recursos financeiros e ao mesmo tempo depende de acesso à mídia. E a mídia é, praticamente, controlada pelos mesmos interesses (principalmente estrangeiros) que dominam a economia brasileira. Então o Brasil fica em um impasse, não só econômico mas também político. Penso exatamente que o Nióbio seria um tema muito bom para servir à convocações de movimentos populares, principalmente pelo fato de ele ser emblemático – representa todo o problema do Brasil. Embora ele seja uma coisa específica ele nos remete a toda essa questão que é geral como a desindustrialização, a desnacionalização e, ao mesmo tempo, o controle que isso implica sobre a política brasileira. Nesse caso você não tem o que fazer. O povo vai ficando cada vez mais sem meios de ação. Porque a mídia não publica, geralmente, aquilo que se aponta de verdade, então o grosso das pessoas acaba nunca tomando conhecimento. Depende de uma mobilização. Depende que alguns, ou que muitos que tenham tomado conhecimento, multipliquem a mensagem e formem uma massa crítica capaz de reivindicar isso. Então quando você chama a questão do Nióbio com toda essa informação que mostra tanto prejuízo para o Brasil, em função só do Nióbio, a gente tem que ter presente que esse caso é muito grande, muito importante, mas é só um entre muitíssimos outros casos, e é um caso, como eu digo, representativo de toda uma estrutura econômica e política que não tem como tirar o Brasil do empobrecimento em que ele está caindo cada vez mais. Então não adianta ficar posando de potente sem ter poder nenhum dizendo que é país emergente ou potente. Não, nós temos é que partir a realizar e chegar um dia lá, mas chegar com fatos, não com um discurso na ONU que aquilo é um blá-blá-blá que não serve pra nada.”

Fonte: youtube

Energia Lunar: Lua e Marés gerando energia para a Terra

Posted in AMBIENTALISMO, CIÊNCIA, ECONOMIA, GEOGRAFIA, MUNDO, TECNOLOGIA by dibarbosa on 1 de junho de 2014

Lua: fonte de energia

Última atualização set2016

InglêsEspanholAlemão

mare powerA energia das marés, o poder da lua sobre os corpos líquidos da Terra, indubitavelmente é uma grande fonte de energia. As flutuações das marés causadas por nosso satélite natural poderiam substituir toda a nossa energia no futuro.

imagesSegundo um estudo recente, a Escócia possui recursos de marés muito significativos, o que poderia abastecer até 50% de suas necessidades energéticas. Mark Baker, um administrador de energia marítima da companhia GE Power Conversion, comentou recentemente sobre o tema dizendo que em alguns lugares do Reino Unido há movimentos de marés que oferecem um potencial tentador para a geração de energia. A GE Power Conversion atualmente está testando novas turbinas submersas de marés e outras tecnologias nas águas das Ilhas da Escócia e do País de Gales. Segundo Baker, este processo experimental é promissor e a General Electric busca ampliar sua variedade de turbinas de marés previstas para instalação em Pentland Firth, um canal estreito que separa as ilhas Orcadas do extremo norte de Escócia. São muitos megawatts que poderiam estar sendo aproveitados. Duas vezes por dia, a gravidade da lua provoca o fluxo e refluxo dos mares, que são uma fonte perfeita de energia ainda mais previsível e confiável do que a energia solar. Tanto que a BBC  descreveu recentemente que a Escócia é como uma Arábia Saudita em potencial de energia renovável. O projeto em Pentland Firth sozinho poderia fornecer quase metade das necessidades de electricidade da Escócia – algo em torno de 1,9 gigawatts.

mare power 2As turbinas de marés se assemelham a grandes hélices de aeronaves submersas entre 180 e 240 metros de profundidade. Seu posicionamento está em um delta onde as marés se movimentam em velocidades mais altas. Elas podem capturar a energia dos movimentos verticais e horizontais das ondas. Paralelamente, e para complementar todo o projeto também há bóias que geram eletricidade a partir do movimento ascendente e descendente das marés.  Baker acredita que matrizes de geração de energia das marés aparecerão mais frequentemente no Reino Unido e no resto do mundo numa geração de energia elétrica em escala.” 

Fonte: GE Reports

LUA

 

O Brasil é uma piada

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Se você ainda não sente VERGONHA DE SER BRASILEIRO, leia isso:

O Brasil é a piada do momento em toda a face da Terra

O mundo inteiro está contando piada de brasileiro e você nem sabe. Os brasileiros, em sua grande maioria, se acham os donos do pedaço quando na verdade são burlescos e uma grande vergonha mundial, especialmente após as últimas manchetes a respeito da nossa corrupção, da Copa de 2014 e das Olimpíadas 2016. 

E não é só pelo motivo da Copa, da corrupção ou das Olimpíadas. É pela própria tradição da desordem do país. Que o país deu um grande salto em sua economia é fato, mas a tradição mundial ainda nos posiciona no Terceiro Mundo. Pertencemos ao BRICS (Brasil-Rússia-Índia-China-África do Sul), que é o grupo de países emergentes. Até a China que se tornou recentemente a número um em exportações mundiais ainda é emergente. E ser um país emergente não significa ter todos os problemas internos solucionados. Os países emergentes ainda estão distantes das melhores colocações mundiais do IDH. Por mais que tenhamos alcançado boas colocações em alguns setores de desenvolvimento, ainda temos uma infra-estrutura frágil. E para complicar o brasileiro é, por natureza, desorientado nas questões políticas. Quer um exemplo? Com todas as manifestações que temos visto sabemos que há grande insatisfação popular que, propositalmente, coincide com o advento do Mundial de Futebol exatamente por estarmos assistindo a um dos maiores escândalos de corrupção sem que, ao menos, os corruptos tentem se esconder. Com tantas obras superfaturadas, com toda essa montanha de dinheiro investido em estádios de futebol luxuosos e inteligentes, o povo percebeu alguma coisa errada. Que todo esse volume financeiro não era necessário. Que tudo custou muito caro e por mais que tenha qualidade não justifica seu valor estratosférico. Não direi que o gigante acordou, mas algo o incomodou bastante. Mas basta que os Black Blocs dêem um tempo desaparecendo do cenário na hora nobre, dando a entender que “deu uma acalmada”, para todo mundo esquecer esse papo. Me pergunto: como é possível esquecer? A impressão que dá é que, no Brasil, ainda é possível subir em um palanque, dizer meia dúzia de palavras extraídas do Aurélio, incorporar um santo popular e esbravejar aos quatro ventos fingindo ser o salvador da humanidade para ser eleito democraticamente. Ora, o brasileiro mal sabe dos ministérios do Brasil, muito menos de seus ministros. A Voz do Brasil, um programa de rádio com obrigatoriedade de exibição diária e em cadeia, é ridicularizada pela turba verde e amarela ao passo que, nas universidades do país, é recomendada pelos professores mais respeitados exatamente por seu conteúdo abranger os fatos mais relevantes da política nacional. E o brasileiro, que sempre desligou o botão de seu “radinho” por décadas habituou-se a se alienar de tudo. Agora então, em vias de receber a internet popular de presente do governo do Brasil, o que é muito bom na medida em que as operadoras viabilizarem planos coerentes, o brasileiro terá a oportunidade de conhecer o mundo inteiro à partir de seu sofá. Pode ser até que ele descubra que o seu mundo particular já era muito bem conhecido lá no exterior sendo burlesco, um motivo de chacota internacional. Se aprender alguma língua estrangeira então, vai ler e saber que os nossos produtos com maiores volumes de exportação, e que nos fazem famosos em todo o Planeta, é jogador de futebol e prostituta. Certamente você vai se perguntar: “isso é alguma piada?” Precisa responder? Então veja este site.

Baía de Guanabara tem águas mais sujas da Terra

Posted in AMBIENTALISMO, BRASIL, ECONOMIA, ESPORTES, MUNDO, OPINIÃO, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL by dibarbosa on 19 de maio de 2014

Favela à Beira da Bahia de Guanabara – 1972 / Créditos: Ray Langsten – PANORAMIO

Mais uma para a série VERGONHA DE SER BRASILEIRO: Um velejador da Áustria, que veio ao Rio de Janeiro se preparar para os Jogos Olímpicos de 2016, disse que era o lugar mais sujo que já tinha treinado. Ele viu, nas águas da Baía de Guanabara, desde pneus de carro a colchões, inclusive carcaças de cães e até mesmo cadáveres humanos. E a água era tão fétida, devido ao esgoto recebido das favelas ao redor, que o desportista teve medo de colocar seus pés nela para puxar seu barco para a terra.

rio2016-pt-brA notícia foi publicada no The New York Times e retrata a indignação do mundo com a falta de infraestrutura de um país que já enfrenta problemas para a realização da Copa do Mundo e que agora começa a ser indagado acerca das Olimpíadas de 2016. Provas de barco a vela e windsurf serão realizadas na Baía de Guanabara. Representantes do Comitê Olímpico Internacional disseram que os preparativos da cidade são os piores já vistos pois o Complexo Esportivo de Deodoro, que será o segundo local mais importante das Olimpíadas Rio 2016,  sequer saiu do papel. Mais uma vez, a mídia internacional menciona a corrupção da politicada brasileira que vai seguindo na impunidade e, o que é pior, colocando todo o Brasil em uma cronologia ultrapassada e com atrasos de desenvolvimento escandalosos, uma vez que todos os esforços bem financiados para limpeza da Baía foram minados pela má gestão. Estima-se que apenas 10 por cento do lixo que cai na Baía de Guanabara seja coletado. Além disso, os próprios gestores municipais, estaduais e federais não exibem uma postura consensual e mantêm o impasse sobre quem deve pagar por determinados projetos olímpicos. A preparação para os Jogos Olímpicos de 2016 pode ser ainda mais difícil do que está sendo a Copa de 2014. Autoridades brasileiras disseram que poderiam remodelar o palco dos Jogos Pan-Americanos de 2007 a baixo custo. Mas agora o Rio planeja construir uma nova estrutura que custa 10 vezes mais do que a original. Caramba! De novo não! Nós já vimos essa novela. Somos obrigados a concordar que só mudam os personagens.

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Diamantes de fumaça tóxica

Posted in AMBIENTALISMO, CHINA, ECONOMIA, MUNDO, SAÚDE, TECNOLOGIA, VIDA URBANA, VIVER com QUALIDADE by dibarbosa on 11 de maio de 2014

InglêsAlemãoEspanholFrancêsRussoUm enorme aspirador de ar poluído será testado em um parque de Pequim em 2015. A maior novidade é ainda mais surpreendente: todo o lixo atmosférico será transformado em diamantes.

urbsmagna.logo.definidoUrbsMagna  adaptado de EuroNews, RT.com e StudioRoosegaarde 05/2014botao_enviar_facebook5daan-horzUm parque na China terá uma torre a vácuo de 50 metros de diâmetro com filtros iônicos que sugarão as partículas de fumaça junto com o ar poluído, o qual sairá limpo por aberturas laterais. Sob o aspirador gigante estarão enterradas grandes bobinas de cobre gerando um campo eletromagnético para atrair as partículas de poluição atmosférica. “Na geração do campo de íons, as nanopartículas carregadas positivamente são atraídas até o solo carregado negativamente. Ocorre então a purificação do ar entre 75 e 80 por cento. Este processo já é utilizado com segurança em hospitais e é muito econômico. Para se obter 30.000 m³ de ar purificado só são consumidos 30 Watts, o equivalente de uma lâmpada”, diz Daan Roosegaarde, um designer holandês que ofereceu sua idéia aos chinos. Ele diz que a tecnologia pode produzir corredores de ar limpo permitindo que a luz do sol volte a brilhar na cidade quase que imediatamente. E depois, uma surpresa. Todo o lixo virará diamantes. Segundo o designer, o maior volume das partículas de fumaça são de carbono que, sob grande pressão, poderá se transformar em diamantes. Daan Roosegaarde fará uma jóia de diamantes para cada 1000 m³ de poluição coletados que será devolvido como ar limpo para a cidade de Pequim. Mas ele reconhece que isso poderá ser apenas um meio de chamar atenção para o problema da poluição. Respostas reais exigiriam muito mais esforços para a criação de uma indústria definitivamente limpa e com o homem assumindo um outro modus vivendi. Outrossim, Roosegaarde é otimista quanto à limpeza atmosférica de Pequim e espera que seu projeto faça uma mudança radical ao permitir que os moradores da cidade percebam a diferença entre a respiração limpa e a fumacenta. Daan Roosegaarde já trabalhou em vários projetos de reciclagem de energia de maneira incomum,como estradas que cobram carros elétricos durante o tráfego ou um piso que gera eletricidade quando alguém dança sobre ele.China gif

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Petrobras: nossa menina dos olhos

Posted in BRASIL, BRICS, ECONOMIA, MUNDO, POLÍTICA by dibarbosa on 19 de abril de 2014

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Nenhuma empresa representa tanto a ascensão do Brasil quanto a Petrobras que, graças a uma das maiores descobertas de petróleo do século, subiu para os altos escalões de produtores globais de energia beirando a independência e a superação como a mais valiosa empresa de capital aberto do mundo. Mas esta linda imagem que foi cuidadosamente pintada pelos políticos brasileiros atualmente tem se desbotado aos olhos do mundo inteiro que, agora, observa à nós e à nossa economia lenta em uma desordem incompreensível que se deteriora dia após dia. Tão rapidamente que as nações mais ricas do planeta começam um processo de reavaliação das perspectivas de crescimento dos mercados emergentes ao redor do mundo, a tomar como exemplo a estagnação da produção de petróleo da Petrobras e o aumento de nossa dependência da importação do mesmo produto, além das investigações de corrupção e reclamações de incompetência gerencial que fez sua dívida explodir classificando-a como a empresa mais endividada do mundo. Para que possamos entender o escândalo em vigor basta fixarmos nossa atenção para a refinaria de petróleo Lima, atualmente em construção no estado brasileiro de Pernambuco, que teve seu custo inicial estimado em U$ 2,5 bi e agora saltou para U$ 18,5 bi, o que revelou um potencial enorme para uma grande possibilidade de corrupção e que serve como um retrato perfeito para a situação do declínio vergonhoso que presenciamos, sem falar de Pasadena. Mas, apesar de tudo a Petrobras continua a ser uma grande potência energética pioneira na exploração em águas profundas com suas reservas de petróleo e gás estimadas em cerca de 13 bilhões de barris. A dívida revelada, segundo um comunicado oficial, subiu devido aos pesados investimentos na expansão da capacidade de refino, mas a partir de 2015 a geração de receita vai superar o investimento. E, mesmo que analistas internacionais digam que a fase dourada após o boom dos mercados emergentes, como Brasil, China , Rússia e Turquia, esteja chegando ao fim situando nosso país com um nada estimulante crescimento abaixo dos 2% em 2014, a Petrobras continua sendo a mais poderosa empresa do Brasil que, em meio aos infindáveis enredos escandalosos, se esforça em elevar sua produção de petróleo e gás que caiu 2,2% em 2013. Há sinais de que este ano a Petrobras finalmente terá sucesso em reverter a produção, que subiu 0,3% em fevereiro em relação ao mês anterior. Mesmo com as perdas de US$8bi em 2013 advindas do esforço de Dilma Rousseff para conter a inflação evitando a elevação do preço dos combustíveis em um ano eleitoral a Petrobras continua longe de se aproximar dos níveis de tensão política e relações opacas que caracterizam a Venezuela.

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Síntese da reportagem fonte em The New York Times

Petrobras pode falir em 2 anos

Posted in BRASIL, ECONOMIA, EUA, MUNDO, OPINIÃO, PERDENDO A RAZÃO, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL by dibarbosa on 16 de abril de 2014

Uma publicação de um blog em 15 de abril de 2014 afirma que a Petrobras é a empresa mais endividada do mundo e corre risco de falir nos próximos 2 anos.

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Petrobras é a empresa mais endividada do mundo e corre risco de falir nos próximos 2 anos

Segundo o blogueiro, a Petrobras, que vem passando por graves problemas e está na mídia nos últimos meses, corre risco até mesmo de falir. A publicação acrescenta que a empresa é a mais endividada do mundo atribuindo esta afirmação à uma pesquisa realizada junto ao Bank of America Merril Lynch onde possui dados recentes sobre o endividamento da estatal, o qual foi divulgado pela própria Petrobras em agosto de 2013 e relata uma dívida líquida de R$ 176,280 bilhões. Ainda, o Blog Revolta Brasil envolve o jornal Financial Time dizendo que este fez uma matéria onde relata que o governo do Brasil, com seu intervencionismo na estatal está transformando a Petrobras numa bomba relógio que pode explodir a qualquer momento, e que a consultoria norte-americana Macroaxis afirma que a possibilidade da empresa decretar falência nos próximos dois anos é de 32,4%.

Uma coisa é certa e estamos de acordo com a afirmação do blogueiro ao afirmar que a explosão destes escândalos só tem piorado a imagem da Petrobras junto aos seus investidores. O BRV salienta que o valor de mercado da PETROBRAS caiu 50% desde 2010 e a empresa enfrenta a pior crise de sua história, e que o valor atual da estatal é de R$ 179 bilhões, enquanto em 2010 era de R$ 380 bilhões. Até mesmo o comentarista fidelizado pela Rede Globo de Televisão, Arnaldo Jabor, entrou no ar dizendo que a PETROBRAS tem sofrido com o governo do Brasil que a utiliza para “tampar buracos” de outros setores e com isso o PT destrói a si mesmo, ao Brasil e a Petrobras. Nas palavras de Arnaldo Jabor “este governo está destruindo a si mesmo, ao Brasil e a Petrobras”dilma-rindo obama e chines

De fato, como o blog ainda publicou no fechamento de sua matéria, há, atualmente uma batalha política para definir a abertura ou não de uma CPI para investigar os escândalos envolvendo a estatal que tem por foco principal a investigação da compra da refinaria de Pasadena nos EUA, que gerou prejuízo de mais de U$1bi para a empresa e o governo brasileiro quer vetar de todas as formas ao tentar impedir ofuscando as investigações e ludibriando a todos colocando outros temas para serem investigados juntamente com a Petrobras, como o caso do superfaturamento dos metrôs. Nisso, a oposição tenta uma saída para conseguir que seja instaurada a CPI para investigar exclusivamente a Petrobras. Tudo isso é uma grande lástima e só vem sugerir que os últimos governantes de nosso querido Brasil estão mergulhados até o pescoço neste imenso lamaçal verde e amarelo. Enquanto isso, a imprensa internacional dá sinais ao mundo inteiro de que não somos este país do futuro como pensávamos. Na verdade, somos, para o resto do mundo, uma vergonha eterna desta tão amada terra. Só o que podemos fazer é torcer para que não acabem com os bens de nosso país.

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Há, de fato, uma BOLHA IMOBILIÁRIA no BRASIL. Melhor mesmo é esperar

Posted in BRASIL, ECONOMIA, OPINIÃO by dibarbosa on 6 de abril de 2014

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O site FIPE ZAP IMÓVEIS é bem transparente. Trata-se de um espelho das atividades imobiliárias, especialmente as de compra e venda, desde o ano de 2008, quando tiveram início as medições deste verdadeiro especulômetro on-line. De lá para cá, os preços praticados nas negociações, de acordo com o índice visualizado, tiveram um aumento médio de 201,3% para São Paulo e até 249,8% para o Rio de Janeiro. Numa pesquisa mais específica por bairro, observam-se aumentos ainda mais abusivamente absurdos, como o m² do Leblon que atingiu a marca de R$13.305,00 em janeiro de 2013. Ou seja, viver em um apartamento pequeno, de um quarto, com 30 m² custou, para os que o compraram, R$400.000,00. Para as pesquisas das demais cidades brasileiras, o índice FIPE ZAP apenas apresenta resultados parciais mais recentes. Ainda assim, é possível consultar o padrão médio do preço do imóvel por tipo e receber o valor por metro quadrado de cada um dos bairros mais importantes de um município pesquisado. Por exemplo, o último índice de março de 2014 pesquisado para o bairro do Batel em Curitiba aponta para o valor de R$6.689,00 por m², o que revela uma queda de 3,2% em relação ao mês anterior.

Vamos tomar como exemplo o município de Curitiba – Lá, desde janeiro, a relação R$ / m² vem caindo lentamente. Em março um imóvel no bairro do Batel tinha o metro quadrado avaliado em R$6.689,00 contra R$6.956,00 do mês de fevereiro. No Ecoville, em março aplicava-se R$6.262,00 contra R$6.342,00 em fevereiro. No Prado Velho em março R$5.988,00 contra R$6.164,00 em Fevereiro, e assim por diante em todos os bairros conforme disposto no FIPE ZAP. Parece pouco, mas não é. Isso já vem acontecento desde dezembro passado, quando as negociações entraram em reversão. Além de que o período de avaliação é muito pequeno e já apresenta uma boa amostra para uma futura previsão do mercado do setor. Em minha opinião haverá uma queda mais acentuada em breve, pois que as ações das construtoras estão na lona, negociando nos níveis mais baixos dos últimos quatro anos e não há alívio em vista. Fevereiro foi marcado por um  “blecaute de repasses” da Caixa, o que deixou muitas empresas sem capital de giro.

Sim, começou a retração da prática desta valorização provocada, que parecia que não teria mais fim. Nos últimos dois anos não se falava mais em outra coisa. Um imóvel era a forma mais segura de aplicar capital e ter lucro. Investidores compravam e aumentavam os preços espontaneamente em busca de famílias com um sonho de sair do aluguel, e apoiadas, em especial, pela Caixa Econômica Federal com seus financiamentos em até trinta anos. Cada prestação da “casa própria” poderia, meticulosamente, caber no bolso do cidadão sem, com isso, pesar no orçamento e provocar um naufrágio da equipe à bordo deste “barco dos sonhos” Sim, isso é especular baseado em sentimentos humanos. O Brasil com sua pobre população que, por fim, se vê prestes a possuir um canto para morar e chamar de seu. Ao menos à primeira impressão, uma vez que em um planejamento, principalmente de uma família brasileira da nova classe média, não se costumam levar em consideração as eventuais surpresas do decorrer do caminho. E com tanto crédito facilitado, muita gente extrapolou e comprometeu valores além de sua própria margem de segurança. Com isso, distratos estão sendo feitos aos montes, às vistas da imprensa que não toca no assunto. Pois que trinta anos é um período demasiadamente longo e a população começou a se dar conta de que o valor do imóvel pode ser economizado em menos de uma década, com algum esforço conjunto entre seus entes. Trinta anos podem revelar outras verdades, mas parece que as pessoas começam a acordar para os fatos muito, muito, muito antes. 

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Alguns esclarecimentos importantes sobre Pasadena

Posted in BRASIL, ECONOMIA, EUA, GEOGRAFIA, POLÍTICA by dibarbosa on 23 de março de 2014

Os brasileiros foram enganados mais uma vez pela mídia

23 de março de 2014 | 17:53 Autor: Miguel do Rosário

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Agora as coisas ficaram mais claras. As notícias sobre a refinaria de Pasadena trazem informações vergonhosamente manipuladas. O assunto foi politizado com fins eleitorais, de maneira que o PT tem a obrigação de vencer o seu medo já patológico da mídia e enfrentá-lo de cabeça erguida. Até porque está em jogo aqui muito mais do que o PT. Estão jogando contra a Petrobrás e, portanto, contra a nossa soberania econômica. Mais que isso, estão tentando passar a perna nos brasileiros e matar vários coelhos com uma só pancada. Desgastar a presidente, tirando-lhe e votos, e de bucha forçar a Petrobrás a vender por alguns trocados uma refinaria que, para ser construída novamente, num lugar tão estratégico como o canal de Houston, custaria talvez mais de 2 bilhões de dólares. Talvez muito mais que isso. Eu tiro esse valor de duas fontes. Em 2003, em sua coluna no Baltimore Sun, o jornalista Jay Hancock estima que construir uma refinaria igual à de Pasadena custaria mais de 1 bilhão. O New York Times, por sua vez, informa que a estimativa inicial do governo do Paquistão para construir uma refinaria de petróleo com capacidade para 40 mil barris por dia, é de 600 milhões de dólares. A construção da Abreu Lima, em Pernambuco, com capacidade de 230 mil barris por dia, está custando US$ 17 bilhões. Qual o objetivo em nos fazer acreditar que uma refinaria situada no coração do corredor petrolífero dos EUA, funcionando a pleno vapor, com capacidade para processar até 120 mil barris por dia, não vale os US$ 1 bilhão pagos pela Petrobrás? Sem contar que, neste bilhão estão incluídos estoques e milionários custos processuais. O preço efetivamente pago pela refinaria foi a metade disso.

Pasadena, aliás, vale mais que dinheiro. Como tudo que envolve segurança energética, ela também possui um valor estratégico e político. Para adaptar-se às novas exigências ambientais, a refinaria de Pasadena passou a adotar, a partir de 2005, um sistema que reduz drasticamente a emissão de gases poluentes na atmosfera. A implantação dessa tecnologia pela Astra foi um dos motivos que fizeram seu preço subir tanto de 2005 para 2006. Uma coisa é comprar uma refinaria com gravíssimos problemas ambientais, trabalhistas e logísticos. Outra coisa é comprar uma refinaria que investiu mais de US$ 100 milhões para se adaptar às rígidas exigências ambientais vigentes hoje nos Estados Unidos, e que também resolveu suas outras pendências. A mídia repete que a Petrobrás pagou US$ 360 milhões por uma refinaria que tinha sido vendida por apenas US$ 42 milhões no ano anterior. E aí houve uma incompetência incrível por parte da comunicação da Petrobrás e do governo. O próprio Gabrielli confundiu a opinião pública ao dar a informação, até hoje não confirmada, aliás, por nenhum documento, nem mesmo por um mísero link para alguma reportagem, sem contextualizá-la adequadamente. Fica parecendo que estamos falando de um carro que alguém compra por 42 mil reais e depois revende por 360 mil. Refinaria não é carro. O valor de uma refinaria é medido pelo seu posicionamento estratégico (no caso de Pasadena, ela está localizada no coração do principal “corredor” energético da maior potência do planeta), pelo maquinário usado, assim como pela existência ou não de pendências tributárias, trabalhistas e ambientais. A Astra comprou uma refinaria cheia de problemas. Pasadena tinha vivido, a partir de meados dos anos 90, a maior greve da história da indústria petrolífera, a qual apenas foi resolvida em 2002. A poderosa OCW, o principal sindicato de trabalhadores da indústria petrolífera dos EUA, vinha lutando há muitos anos contra a Crown Central Petroleum (nome da refinaria antes de ser comprada pela Astra, em 2005). A Crown era acusada de violar direitos humanos, racismo, poluição, falta de segurança, entre outros problemas.

Em 1999, a estatal petrolífera da Noruega informa que não iria mais trabalhar com a Crown Central Petroleum enquanto ela não respondesse às denúncias. Todos pareciam odiar a refinaria, e com razão. A empresa, então controlada por Henry Rosenberg, era acusada de racismo contra trabalhadores afrodescendentes, e de não tomar cuidado para evitar a poluição jogada sobre a vizinhança pobre, a maior parte composta de latino-americanos. Para piorar, uma série de explosões vinham causando transtornos à refinaria. Só em 2001, foram três. É preciso considerar todos esses fatores quando se analisa o negócio feito pela Astra no início de 2005. Sob a nova direção, todos esses problemas seriam resolvidos. Astra ainda ganharia a sorte grande, na forma de uma tragédia, ocorrida no mesmo ano. Os furacões Katrina e Rita causaram danos a inúmeras refinarias do Texas. Pasadena sofreu alguns danos, mas poucos. Entretanto, com a redução da oferta causada pela paralisação de dezenas de refinarias da região, as cotações do produto refinado disparariam, aumentando exponencialmente o faturamento daquelas que permaneceram em atividade. E aí entra a Petrobrás na história. O ano é 2006 e o seu presidente era Sérgio Gabrielli. A Petrobrás ainda vivia a era anterior à descoberta do pré-sal. Mas já tinha planos ambiciosos de expansão internacional. Quer dizer, à luz dos projetos atuais da estatal, de centenas de bilhões de dólares, o plano de investimento da Petrobrás em 2006, para o período 2007 a 2011, parece até tímido. Em 2006, Gabrielli viaja à Londres, Nova York e Boston para apresentar o novo plano de investimento da empresa. Segundo esta apresentação, a empresa pretendia investir US$ 75 bilhões no período, sendo US$ 12 bilhões fora do país

 

Grande parte desses investimentos internacionais seria feito na exploração de petróleo no golfo do México. A empresa esperava aplicar, fora do Brasil, o seu know how de prospecção e exploração em águas profundas. Deu certo. De 2001 a 2005, a Petrobrás vinha anunciando várias descobertas no Golfo. Comprar uma refinaria nos EUA era um sonho da companhia desde 1999. Com sua entrada no golfo do México, a ideia agora parecia ainda melhor. A razão é simples. A Petrobrás exploraria petróleo no golfo e usaria a refinaria de Pasadena para processar o óleo cru e vendê-lo ao consumidor norte-americano. Negócios com refinaria, como qualquer outro do setor de petróleo, sofrem com as variações bruscas de preço. Naquele momento, o preço dos derivados vinha subindo rapidamente, e as perspectivas eram excelentes. É muito fácil, hoje, criticar Gabrielli e o Conselho de Administração por decisões feitas em 2006. Os anos de 2006 a 2007 foram férteis em decisões que se revelaram, no mínimo, questionáveis, ou mesmo desastrosas, nos anos seguintes. Em 2008, algumas das melhores e mais tradicionais empresas do mundo, como a General Motors e a Lehman Brothers, declaram-se à beira da falência. A primeira é praticamente estatizada pelo governo americano, em mais uma prova de que a ideologia neoliberal é um dogma apenas para economistas subdesenvolvidos. A secular Lehman, por sua vez, vai pro saco. A utopia hegemônica pós-queda do muro de Berlim, de que um mundo regido pelas leis do mercado e pela competência da iniciativa privada traria uma longa e estável prosperidade, terminou em pesadelo. Governos do mundo desenvolvido tiveram que torrar trilhões de dólares para tampar o buraco deixado pela má-gestão temerária de até então respeitadas corporações privadas.

Em 2008, a crise financeira mundial faz o preço dos derivados de petróleo despencarem, reduzindo a lucratividade das refinarias. É neste momento que a Petrobrás, que vinha descobrindo, sucessivamente, novas reservas gigantes de petróleo em águas ultraprofundas da costa brasileira, decide suspender, por tempo indefinido, seus planos de investir na refinaria de Pasadena. Até então, a Petrobrás planejava investir quase US$ 2 bilhões em Pasadena para dobrar a sua capacidade de refino, dos então 100 ou 120 mil barris para algo próximo de 200 mil barris/dia. O projeto previa a construção de uma nova unidade processadora, dentro da refinaria, voltada para óleos pesados, como é o petróleo brasileiro até hoje extraído nas áreas do pós-sal. Desistiu disso, por enquanto. Paradoxalmente, o pré-sal trouxe um grave problema de caixa à Petrobrás. Para que a empresa possa converter aquele óleo sujo e malcheiroso, situado a milhares de metros abaixo da superfície marinha, em dinheiro para aplicarmos em educação, ela antes tem que investir dezenas ou mesmo centenas de bilhões de dólares em maquinários, plataformas, tecnologia e mão-de-obra. A empresa está numa caça alucinada por recursos, vendendo seus ativos no mundo inteiro, numa tentativa de fazer caixa e focar investimentos nas novas reservas descobertas. Está vendendo inclusive alguns ativos que possuía no Golfo do México. No momento, a Petrobrás parece não saber o que fazer com a refinaria de Pasadena. Vender agora não valeria a pena, porque não conseguiria o preço que deseja. Desde 2012, entretanto, o mercado de refino tem melhorado, elevando a lucratividade das refinarias. Em outubro de 2012, o New York Timespublicou um artigo cujo título, traduzido livremente por mim, significa: “Refino de petróleo volta a criar fortunas”.

A descoberta de novos campos de gás e petróleo no golfo e no Texas trouxe vida nova às refinarias da região, onde também se localiza a de Pasadena, porque lhes deu competitividade sobre suas concorrentes no exterior. Ao invés de pagar altos preços por petróleo importado do oriente médio, as refinarias texanas agora podem se beneficiar de novos campos descobertos no sul do estado, que lhe fornecem matéria-prima a um custo muito menor. Segundo o New York Times, o lucro das refinarias da região cresceu 400% de 2008 a 2012. Em julho do ano passado, o site especializado Oil Price fez uma entrevista com Fadel Gheit, diretor e analista sênior de uma respeitada empresa do setor, na qual Gheit afirma que o negócio com refinarias, que durante tanto tempo foi o patinho feio da indústria do petróleo, agora estava se tornando num lindo cisne. O título da matéria vai direto ao ponto: “O negócio com refinaria nos EUA serão a gema da indústria do petróleo”. Repare bem o que ele disse: refinarias nos EUA. É preciso muito cuidado, portanto, para evitar que interesses obscuros utilizem o momento eleitoral para pressionar a Petrobrás a vender uma refinaria estratégica, situada no centro do cinturão petrolífero do país mais rico do mundo.

fonte: Tijolaço

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Cartórios do Brasil arrecadam R$34milhões por dia

Posted in BRASIL, ECONOMIA, OPINIÃO by dibarbosa on 9 de fevereiro de 2014

A arrecadação dos cartórios, baseada nas informações de 13.233 estabelecimentos que foram enviadas ao Conselho Nacional de Justiça, chegou a R$12bilhões em 2013. Isso dá mais de R$75mil ao mês para cada um, ou R$3,4mil ao dia. 

sicpf123Com certeza você já precisou de algum serviço de algum cartório e se assustou com o preço cobrado. Em média, o tempo perdido para um atendimento satisfatório é de até 10 minutos à partir do inicio do diálogo com o Agente Notarial. Se considerarmos que a emissão de um documento confeccionado é eficiente e rápida, não requerendo verificações ou consultas demoradas a um banco de dados, saberemos que estamos pagando um valor muito maior do que realmente vale. No caso de um Reconhecimento de Firma, um Tabelião confirma a assinatura de determinada pessoa em um documento, não se referindo ao teor, mas tão somente à autenticidade ou semelhança da grafia. E o que nos deixa um tanto frustrados com a cobrança é o fato de que mais de um terço dos titulares notariais não assumiram seus cargos por concurso público. Apenas olham para o documento, conferem se a “letra” é parecida com a do arquivo e adicionam um selo caro, carimbando-o em seguida e rubricando-o de qualquer maneira. E o valor de tal prática pode ser de até R$11,50 por assinatura, onde o reconhecimento para três nomes distintos dispostos em outras três vias de documento chegaria a R$103,50. Isso dentro dos 10 minutos previstos anteriormente. Absurdo,não? Para você entender melhor, se um mesmo Agente apenas fizesse isso o dia inteiro, ou seja, passasse toda a sua jornada reconhecendo firma, considerando-se um expediente de oito horas, apenas ele arrecadaria sozinho durante um mês a importância de R$109,3mil.

Banqueiros dos EUA e UK se suicidam – um novo ‘crash’?

Posted in BRASIL, BRICS, ECONOMIA, EUA, MUNDO, POLÍTICA by dibarbosa on 1 de fevereiro de 2014

Na Inglaterra o vice-presidente da JPMorgan saltou do 33º andar. No domingo, um ex-executivo do Deutsche Bank foi encontrado enforcado em sua casa em Londres. Nos EUA, Mike Dueker, economista-chefe da Russell Investments, empresa dedicada à gestão de ativos, foi encontrado morto perto de uma estrada em Tacoma Narrows no Estado de Washington. Dueker caiu de uma ponte situada a uma altura de 15 metros, de acordo com a polícia, foi suicídio. 

x435Será um sinal de um novo colapso como na década de 20? Precisamente em 1929, quando mais de 20 pessoas ligadas a bancos que quebraram se suicidaram na América do Norte. Suicídios tendem a aumentar durante os colapsos do mercado de ações, o que não corresponde à situação atual, uma vez que o índice  Dow Jones  atingiu um mês recorde passado, mas nos últimos dias algumas empresas sofreram grandes perdas. Enquanto isso, especulações de que estes suicídios ocorrem com outra  potencial crise financeira  que está sendo desenvolvida no horizonte. De fato, os mercados caíram um pouco recentemente, mas eles não implodiram. Poderia haver mais sobre essas mortes do que os olhos nos dizem? Talvez nunca saberemos e tudo seja apenas uma coincidência afinal as pessoas morrem o tempo todo. Historicamente, os banqueiros têm sido estereotipados como os mais propensos a cometer suicídio. Isto tem muito a ver com o famoso crash de 1929 do mercado de ações, o que resultou em 1.616 bancos falidos e mais de 20.000 empresas que faliram. O número de banqueiros que cometeram suicídio logo após o o crash foram cerca de 20, com mais de 100 pessoas ligadas ao setor financeiro que morreram por suas próprias mãos no mesmo ano. Mas o mercado não está falhando ainda. Então, por que os banqueiros estão se matando? Essa é uma boa pergunta. Algumas outras coisas estranhas aconteceram ultimamente que parecem não fazer sentido como a postagem de Matt Drudge(do Drudge Report) no Twitter muito enigmática: “Tenha um plano de saída …” O que afinal ele quer dizer com isso? Outra coisa foi que um banco russo proibiu todos os saques de dinheiro até a próxima semana. Mais uma: um relatório do Wall Street Journal no início desta semana, afirmou que o banco central da Alemanha está defendendo “o imposto sobre a fortuna” para os países europeus que precisam de um resgate. O Fundo Monetário Internacional disse que um imposto de 10% traria os níveis de endividamento de uma amostra de 15 países membros da zona do euro de volta aos níveis pré-crise de 2007. O que tudo isso significa? Um mau presentimento é evidenciado pelo caos financeiro que estamos testemunhando nos mercados emergentes em todo o mundo agora. Aqui no Brasil, por exemplo, o dólar disparou sento cotado nesta sexta-feira a R$2,41. Nosso país foi colocado pela imprensa internacional como um dos “cinco frágeis”, termo usado pelo banco Morgan Stanley para identificar os países que sofreriam mais com a mudança da política econômica e o fim dos estímulos nos EUA. O grupo engloba Brasil, África do Sul, Índia, Indonésia e Turquia.

Gás de xisto: população em risco também no Paraná

Posted in AMBIENTALISMO, BRASIL, CIÊNCIA, ECONOMIA, GEOGRAFIA by dibarbosa on 28 de janeiro de 2014

Proibido em vários países do mundo, a exploração do gás de xisto, conhecida como fraturamento hidráulico, está começando a ser usada no Brasil. A ANP (Agência Nacional de Petróleo) realizou um leilão para reservas de gás em todo país, incluindo uma área de 123 municípios das  Regiões Sudoeste e Noroeste do Paraná. A Comissão de Direitos humanos e Cidadania da Assembléia Legislativa participou de audiência pública realizada no dia 6 de dezembro quando especialistas e ambientalistas alertaram sobre os riscos de contaminação das águas subterrâneas pela tecnologia,  além de inúmeros impactos ambientais como tremores de terra. A exploração de gás de xisto também esgota as fontes de água, já que a técnica exige perfuração de poços cujo rendimento cai em noventa por cento após um ano de extração. No Paraná, várias das áreas para a possível extração do gás estão localizadas sobre o Aquífero Guarani, o maior reservatório de água doce do mundo. É possível imaginar o estrago que este tipo de atividade econômica pode causar no nosso estado.

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O Brasil e a Bolha Imobiliária

Posted in BRASIL, ECONOMIA by dibarbosa on 27 de janeiro de 2014

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compartilhar no facebookRumores sobre a existência de uma enorme bolha imobiliária no Brasil surgem na internet, mas ainda é um assunto ‘delicado’ para ser encarado pelas grandes mídias da
Banânia.

capture-20140127-223619Mais uma vez, a revista SUPERINTERESSANTE chama a atenção dos leitores com uma publicação tremendamente sensacionalista postando, em sua página online, uma manchete sobre a tão comentada previsão de uma gigantesca bolha imobiliária brasileira. Mas uma parte das pessoas que opinam nas redes sociais diz que o Brasil não sofrerá com sequelas deste mal econômico pois suas consequencias serão brandas e controladas, uma vez que o endividamento é limitado a apenas um imóvel, diferente da bolha dos EUA em 2008 que estourou com americanos comprando três imóveis em média.

A revista faz uma comparação da nossa (bolha) com a do Japão ocorrida entre 1985 e 1991 que elevou os preços dos imóveis em 180%, triplicando os valores em seis anos, ressaltando que por aqui, desde 2008, a média foi de até 225% (Rio de Janeiro), ou seja, a maior bolha imobiliária da história do mundo.  Mas SuperInteressante também adverte que isso pode ser um reajuste natural de um Brasil que viveu uma hiperinflação, estagnação e sarneyzação – o que manteve o valor dos imóveis baixos em relação aos “países nobres”. A RSI avalia que em Tóquio de 85 um imóvel era comercializado a R$28mil/m³, após o Japão já ter passado por um crescimento e sua renda média por habitante superar a dos EUA. Com o Yene valorizando demais o governo imprimiu mais papel moeda numa tentativa de reduzir sua alta, mantendo os juros em 0%. O mercado, então, pegou fogo com tanto crédito. Nos seis anos seguintes os valores subiram para R$80mil/m³ em média, com picos de R$2mi/m³ em algumas regiões, o que violava demasiadamente a realidade. 

capture-20140127-170608A RSI fala que, por aqui, os preços dos imóveis são surreais chegando à assustadora média de R$100mil/m³ e cita vários exemplos antes de concluir que este valor ainda é uma migalha comparada aos preços mais altos do Japão de 30 anos atrás. Cita que o Rio de Janeiro tem um PIB de US$130bi e que, por isso, uma parte dos preços surreais são uma adequação à realidade, não significando que a bolha não exista, pois sua maior evidência é o fato de que a unidade básica da economia imobiliária adotou o ‘milhão’ em suas negociações, mesmo levando-se em conta que a renda média do 1% mais rico do país é de R$18mil. Segundo a RSI, Robert Shiller – Nobel de Economia ao prever a bolha de 2006 nos EUA – afirma que o Brasil tem uma pequena fração de 0,01% de endinheirados que está inflando nossa bolha ao comprar imóveis e reajustá-los na revenda em um jogo muito arriscado, pois seu mercado é pequeno demais para sustentar tamanha alta. “Os preços só sobem, sobem, sobem… Isso é apenas entusiasmo” disse o economista.

Mas por falar na terra do sol nascente, a renda média elevada de seu povo fazia com que a aquisição de uma moradia há 30 anos atrás fosse menos dramática do que hoje na Banânia, onde um pai de família que ganha R$2mil tem que se matar para pagar mil reais de prestação em 35 anos, o que em alguns casos pode ser até o fim da vida. Em São Paulo, por exemplo, a média é de uma mensalidade de R$2,5mil. A Cidade também tem áreas favelizadas onde os imóveis ultrapassam R$100mil. E, na loucura do mercado de imóveis, os corretores (que são muitos, mas muitos mesmo) invadem a privacidade de milhões de internautas para divulgar seus negócios, e quando descobrem um possível cliente bombardeiam-no com ligações telefônicas e lançam ofertas ‘irrecusáveis’. A quantidade de anúncios de imóveis pendurados em postes nas ruas é inédita. Indicativos da bolha? Quem quer vender um imóvel avaliado por um corretor acaba demorando para vender. Grandes construtoras vendem seus imóveis novos porque os investidores que tem muito dinheiro compram deles. Mas imóveis usados não têm esse perfil de comprador. 

As discussões nas redes sociais não param por aí. Corretores insistem que bolha é uma fixação desencadeada pela imaginação dos clientes que esperam que os preços do mercado imobiliário despenquem logo para que todos se dêem bem. Mas onde estão as análises dos grandes economistas brasileiros? Perguntas e mais perguntas sem respostas estão se acumulando nas gavetas da plebe média, ops. Quero dizer, classe média: O que acontece nesta fogueira que deveríamos saber mas ninguém nos conta? Por quê as grandes mídias do país ainda não se manifestaram sobre o tema? Há uma bolha imobiliária no Brasil?

#bolhaimobiliariabrasilcompartilhar no facebook

Fonte: síntese e comentários da Superinteressante

O dinheiro do brasileiro. Quanto você ganha?

Posted in BRASIL, ECONOMIA, GEOGRAFIA, INTERNET, OPINIÃO, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL, TENDÊNCIAS by dibarbosa on 22 de janeiro de 2014

 O BraZil é mesmo tão pobre assim?

Esta pirâmide fo divulgada pelo datafolha em 2013 

Este início de ano está sendo marcado pelos rolês de adolescentes em shoppings centers de todo o país, especialmente nas cidades onde o fluxo de idéias e a comunicabilidade tem mais agilidade, como São Paulo e Rio de Janeiro. Com os protestos de junho de 2013 ainda na memória mais imediata, o Brasil está experimentando a convivência com novos perfis de cidadãos que, ainda que não se possam chamar de patriotas, buscam a canalização de toda uma insatisfação com os gestores da nação, a qual parece ter sido herdada de sua genealogia mais próxima.

Mas um colunista da Folha diz que o Brasil evoluiu muito na década que antecedeu Dilma, o que á a mais pura verdade, quando aconteceu uma ascensão das classes D e E para a C. Na época houve um grande aumento de impostos, o que levou à massificação das bolsas sociais e benefícios da previdência. Ele fala que “milhões foram tirados de suas cavernas em uma distribuição de renda forçada, o que, por sua vez, acabou por achatar a classe média devido à maior oferta de empregos, melhores salários e à melhoria da renda geral.” O colunista completa que o  “aumento do crédito acarretou no endividamento das famílias e serviu de mola para o desdobramento do consumo implicando na recolocação social de 40 milhões de brasileiros direto para a classe C, sendo que esta nomenclatura se aplica exclusivamente ao consumo, e dela se exclui o lazer e a educação, apesar de que o acesso à estes dois últimos, inclusive à internet, foram ampliados”. O colunista da Folha completa dizendo que “o bom ritmo dos anos Lula diminuiu à metade sob o governo Roussef” e chamou sua lógica econômica de rudimentar acrescentando que o país ainda é pobre “com empregos mal remunerados” e com um povo ainda das classes mais baixas vivendo em outro patamar, pressionando por mais serviços públicos e mais lazer. Será mesmo que ele,(Fernando Canzian é o nome do homem) têm razão ao dizer que “os ex-excluídos estão do lado de fora, do outro lado da porta da classe média, querendo meter o pé a qualquer momento”? 

Insatisfação popular com as elites políticas coloca o Brasil em risco elevado de agitação social em 2014, de acordo com The Economist

Posted in BRASIL, ECONOMIA, GEOGRAFIA, MUNDO, OPINIÃO, POLÍTICA, PROTESTOS NO BRASIL, TENDÊNCIAS by dibarbosa on 5 de janeiro de 2014

Em 2014 o planeta terá 65 países com propensão a conflitos sociais e protestos. O Brasil é um deles. A revista “The Economist” vê “elevado risco” de agitação social por aqui, neste ano, bem como na Espanha, África do Sul e Paquistão, por exemplo. Na Grécia, a situação poderá ser mais grave, com um risco “muito elevado”.

A Economist Intelligence Unit mediu o risco de agitação social em 2014 em 150 países de todo o mundo, tentando perceber onde é mais provável o surgimento de protestos, uma realidade que vem crescendo ao longo do tempo. “De movimentos anti-austeridade a revoltas de classe média, tanto nos países pobres quanto nos ricos, a agitação social tem aumentado em todo o mundo”, escreve a revista sobre o estudo que concluiu que 65 dos 150 países têm um “elevado” ou “muito elevado” risco de instabilidade social em 2014. No caso europeu, os protestos têm sido vistos como respostas à crise econômica.

A pesquisa constatou “um profundo sentimento de insatisfação popular com as elites políticas e instituições em muitos mercados emergentes”. The Economist identificou que os protestos populares serão embalados pelas “aspirações de novas classes médias nos mercados emergentes de rápido crescimento (seja na Turquia ou no Brasil)”. O analista da revista britânica destacou que “a agitação nos últimos tempos parece ter sido uma erosão da confiança nos governos e instituições: a crise da democracia” – o que descreve bem o quadro conjuntural brasileiro. Ainda, The Economist diz que, de um modo geral, a instabilidade é uma consequência natural em todo o mundo não só pela crise econômica mas devido a fatores como a desigualdade salarial, os reduzidos níveis de apoio social, as tensões étnicas e, mais importante, a crise na democracia, que mina a confiança nas instituições e na elite política.

Há países numa situação potencialmente pior. Um deles é a Grécia, que vive a mais aguda situação desencadeada pela crise da dívida europeia. Líbia, Argentina e Egito são outros dos países com “muito elevado” risco de ocorrência de protestos. São 65 países com “elevado” ou “muito elevado” risco em 2014, 43% do total, mais 19 do que há cinco anos, explica a publicação. A Irlanda, em 2014, vai provar se consegue libertar-se das “amarras” da troika, algo que iniciou no final deste ano, apresenta um risco “médio” no mesmo indicador, ao lado de Angola, Cabo Verde, Moçambique e Itália. Áustria e Japão estão entre os países que não se precisam de preocupar por não serem propícios a revoltas neste ano, dado o “muito baixo” risco. Com um risco “baixo” está a Alemanha mas também se encontram os EUA ou Hong Kong.

A ESCALADA DO SALÁRIO MÍNIMO APÓS O PLANO REAL

Posted in BRASIL, ECONOMIA, GEOGRAFIA by dibarbosa on 5 de janeiro de 2014

Pode-se questionar os critérios adotados pelo governo, que considera classe média famílias com renda mensal entre R$ 291 e R$1.019 por pessoa, em valores do ano passado. Mas é fato que o piso salarial há muito tempo não descreve os segmentos mais pobres do país. Desde que o Plano Real controlou a inflação e permitiu um cálculo mais seguro do poder de compra, o mínimo acumula alta de quase 150% acima da inflação. Em outras palavras, um aumento de duas vezes e meia na capacidade de gastar com alimentação, moradia, transporte e vestuário _as principais despesas nessa faixa de renda. É o que explica a perda de prestígio desse indicador entre os formuladores da política social. Reajustes adicionais do salário mínimo não afetam mais as taxas de miséria e de pobreza do país. Os programas de distribuição de renda vinculados ao salário mínimo, por isso, são considerados menos eficientes do que, no exemplo principal, o Bolsa Famíla, que mira diretamente os setores mais vulneráveis da população. Previdência Social, seguro-desemprego, abono salarial, benefícios assistenciais a idosos e deficientes, que têm como base o piso salarial, consomem quase metade dos gastos não financeiros do governo. Foram R$ 385 bilhões no ano passado.

Já a ampliação de benefícios do Bolsa Família, que gastou pouco mais de R$ 20 bilhões no ano passado, tem efeitos mais imediatos na distribuição de renda. Sem falar nas estatísticas: cada família que ultrapassa a renda de R$ 70 mensais por pessoa deixa a lista dos miseráveis. O valor do mínimo mantém, é claro, seu apelo político. Propostas mirabolantes de reajustes estão em quase todas as campanhas: em 2002, Lula prometeu dobrar o poder de compra do salário em quatro anos; em 2010, Serra prometeu uma alta de 10% acima da inflação para o dia da posse. Mas, discretamente, a administração petista tratou de moderar o ritmo de reajustes nos últimos cinco anos, com a regra de vincular o aumento do poder de compra ao crescimento da economia. Essa política é criticada pelos defensores do controle das despesas permanentes do governo. Mas a experiência anterior mostra que, ao sabor dos humores da política, os reajustes acabavam sendo maiores.fonte: folhadesaopaulo

COMO É A DISTRIBUIÇÃO DA RIQUEZA NO MUNDO

Posted in ECONOMIA, MUNDO by dibarbosa on 3 de novembro de 2013

O planeta possui 7 bilhões de pessoas. Dados espantosos sobre a distribuição da riqueza:

1 – Qualquer pessoa que possua bens em valor total superior a R$ 8.600,00 (uma moto usada) possui mais riqueza do que 3 bilhões e 500 milhões de pessoas no mundo inteiro. Está na metade superior da posse de riquezas.

2- Quem possui bens em valor superior a 162 mil reais (uma casa simples em São Gonçalo, RJ) possui mais riqueza do que 6 bilhões e 300 milhões de pessoas. Pertence aos dez porcento mais ricos do mundo.

3- Quem tem bens em valor superior a um milhão e seiscentos mil reais (uma boa casa em Camboinhas, Niterói, RJ), possui mais riqueza do que 6 bilhões e 930 milhões de pessoas. Faz parte da fatia correspondente a um porcento da população mundial, mais rica do que os 99% restantes.

Conclusão: num planeta extremamente injusto, até as classe média e média alta são consideradas ricas. Apenas trinta e dois milhões de pessoas podem ser consideradas, de fato, ricas, sendo que 161 delas controlam cerca de 140 corporações que, por sua vez, dominam praticamente todo o sistema econômico e político do mundo. Esse é o sistema que defendemos com unhas e dentes?

FONTE: JORNALGNNcompartilhar facebooj

No fim da Era do Dólar dos EUA, vem aí uma nova moeda

Posted in ÍNDIA, BRASIL, BRICS, CHINA, ECONOMIA, EUA, GEOGRAFIA, MUNDO, POLÍTICA, RÚSSIA, SOUTH AFRICA by dibarbosa on 26 de outubro de 2013

Bloco econômico BRICS cria um novo sistema financiero mundial

Corbis / RT

O mundo precisa de um novo consenso. A nova era exige novas instituições que substituam o Banco Mundial, o FMI e a OMC. Os países que compõem o bloco econômico BRICS têm a responsabilidade de materializá-las.

Um artigo do diario RBC Daily destaca que a crise das antigas instituições financieras criadas no marco do sistema de Bretton Woods depois da Segunda Guerra Mundial permitiu que se intensificasse o protagonismo dos países BRICS que vão trocar toda arquitetura financieira global. Supunha-se que o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e a Organização Internacional do Comércio iriam garantir a estabilidade econômica mundial.

Moeda chinesa YUAN já é uma das 10mais negociadas do mundo.
Clique para ler.

 Porém, desde a década de 1970 estas instituições se inclinaram ideologicamente para uma política extremista de mercado e ordem neocolonial. De certa maneira, foram estas políticas fundamentalistas que propiciaram a crise d 2008.

Neste sentido, a nível internacional, ocorrerá uma reconfiguração da arquitetura financeira global que recairá nas mãos dos países que compõem o bloco BRICS. Sua influência irá crescer. Haverá, assim, a utilização da economia integrada em lugar de se seguir as políticas do consenso de Washington, de um fundamentalismo de mercado. E para consegui-lo, BRICS cumpre todos os requisitos. Os países alcançaram acordos comerciais bilaterais fora da OMC, estabelecendo os preços dos bens dentro dos limites dos cestos de moedas mixtas, o que faz um cambio radical da precepção da economia mundial. Agora os países BRICS estão preparando a criação de um novo banco de desenvolvimento, um fundo de estabilização e um mecanismo para a resolução de disputas comerciais que possam substituir as funções do Banco Mundial, do FMI e da OMC.

Para ter a possibilidade de influenciar nos assuntos econômicos globais, a China e outros países BRICS decidiram que é hora de criar um novo consenso global. Em março de 2012, BRICS emitiram a Declaração de Nova Delhi, dizendo que urge um novo sistema financiero. Em março de 2013, na África do Sul, BRICS sugeriu a criação do banco BRICS como alternativa ao Banco Mundial. Acordaram estabelecer um Conselho de Negócios BRICS que atuará como órgão de adminstração da zona de livre comércio, criado para trabalhar paralelamente com a OMC.

Pode-se esperar como alternativa que o banco BRICS oferecerá empréstimos não limitados por condições, mas a taxas de interesses mais altas com um enfoque mais empresarial. Ademais, poderá financiar projetos em setores que o Banco Mundial atualmente não trabalha, como por exemplo no campo dos biocombustíveis ou energia nuclear. O passo seguinte mais lógico seria a criação de um fundo de estabilização BRICS como uma alternativa ao FMI, o que pode requerer a criação de uma nova moeda de reserva global. É possível que se inclua na cesta o Real, o Rublo, a Rúpia, o Yuan e o Rand. Claro que BRICS se esforçam para ser menos dependentes do dólar dos EUA.

Ao converter-se numa alternativa viável ao FMI, o fundo de emergência será capaz de trocar o financiero global. O fundo de estabilização BRICS poderia alcançar 240 bilhões de dólares en moeda estrangeira, que é mais que o PIB combinado de 150 países. Isto aumentará o prestígio dos países BRICS não só como centro de poder regional, mas também como uma força para se distanciar do subdesenvolvimento.

fonte: rt.com

Falta de sexo no Japão pode gerar grave crise econômica global

Posted in ECONOMIA, GEOGRAFIA, MUNDO by dibarbosa on 25 de outubro de 2013

Japão atravessa declínio da população devido à sua cultura, o que representa um perigo para a economia mundial.

Os japoneses fazem cada vez menos sexo. O fenômeno é tão conhecido que existe um termo para isso: síndrome do ‘Sekkusu shinai shokogun’ (celibato). Mais da metade dos japoneses não são casados. Os 49% de mulheres solteiras e 61% dos homens solteiros entre 18 e 34 não tem nenhuma relação. Mais de 30% dos japoneses (homens e mulheres) entre 18 e 34 anos nunca fizeram sexo. E 45% das mulheres e 25% dos homens entre 16 e 24 anos não estão interessados em sexo. O problema tem a ver com o nascimento. O declínio da população é um fator importante para qualquer país, especialmente se o país é a terceira maior economia do mundo.

A população no Japão não só diminui (em 2012 registrou o  menor número de nascimentos  na história do país), mas ao mesmo tempo está envelhecendo rapidamente (este ano o número de pessoas idosas atingiu um recorde). Além de ser uma das maiores economias, o Japão é um dos maiores devedores. Sua dívida pública é equivalente a 200% do PIB: a correlação é maior do que na Grécia. Para o país sobreviver é necessário que a sua economia continue a crescer e que a correlação entre a dívida e o PIB não aumente. No entanto, se a tendência continuar, o país não será suficiente jovem para isso.

O Japão pode enfrentar uma crise mais forte do que a crise do euro e isso vai influenciar não só os inúmeros importadores de produtos japoneses, mas também as nações que fornecem matérias-primas e alimentos. Os EUA são um grande exportador e importador do Japão, e sua economia é particularmente suscetível. O maior parceiro comercial do Japão é a China, e é aí que as coisas podem dar muito errado. A China já está passando por uma crise econômica, mas o declínio gradual pode levar a uma queda grave. Tudo isso acarretará em outra crise econômica no Brasil, e na sequência sofrerão os outros países, como Coréia do Sul, Chile, Indonésia, Malásia e África do Sul. A Rússia será também afetada em algum nível não esclarecido.

Why Russia prefers BRICS to Europe

Posted in BRASIL, BRICS, CHINA, ECONOMIA, GEOGRAFIA, MUNDO, POLÍTICA by dibarbosa on 23 de outubro de 2013
PORTUGUESE     CHINESE     RUSSIAN     SPANISH
Europe has an irresistible appeal for many Russians but after repeated rebuffs by the West, Moscow is coming around to the view that BRICS makes a better bedfellow.
Why Russia prefers BRICS to EuropeIn 1989 when Mikhail Gorbachev propounded his “Common European Home,” German sociologist Ralf Dahrendorf was among those who shot down that idea. In his book Reflections on the Revolution in Europe, he writes: “If there is a common European house or home to aim for, it is not Gorbachev’s but one to the West of his and his successors’ crumbling empire. Europe ends at the Soviet border, wherever that may be.”

Dahrendorf defined Europe as a political community where “small and medium-sized countries try to determine their destiny together. A superpower has no place in their midst, even if it is not an economic and perhaps no longer a political giant”.

Europe and Russia

Is European rejection forcing Russia to turn eastwards? Worryingly for Europe, is Moscow using the BRICS group as a way to steer policy concerning the West?

According to Professor Tadeusz Iwinski of Poland, Europe isn’t doing enough to open up to Russia. “Finland issues more visas to Russians than all the 27 countries of the European Union combined,” he pointed out during a discussion on “Russia and the World of the 21st Century,” at the 23rdEconomic Forum held from September 3-5 in Krynica-Zdroy, Poland.

Clearly, Europe hasn’t quite figured out how to deal with the huge neighbour to its east. But one thing is abundantly clear – Russia’s relationship with the world is changing on a transcontinental scale.

Iwinski, who is the Deputy Chairman of Poland’s Parliamentary Committee on Foreign Affairs, says the geopolitical landscape has changed and the West now has to contend – and live – with powerful bodies such as BRICS and the Shanghai Cooperation Organisation.

European decline

Igor Belov of the Voice of Russia feels Europe’s charms are much diminished because of its concurrent demographic and economic decline.

For instance, the fertility rate in formerly buoyant countries such as Italy threatens to dip below 1. Put very crudely, not every couple in Europe is replacing itself. It portends a crisis in the future – by the middle of the 21stcentury Europe will have just 8 per cent of the world’s population.

Such an abysmal share of the global population pie translates into considerably less influence even if the continent remains technologically advanced.

Military manoeuvres

Perhaps the biggest joke of 2012 was the award of the Nobel Peace Prize to the European Union, despite the fact that Europe is relentlessly and recklessly moving towards an American-designed and built anti-ballistic missile defence (ABM) system that is likely to ratchet up tensions between Russia and Europe. In the view of Daniel Tarschys, Professor, Stockholm University, “We have replaced the Cold War with Cold Peace.”

Again, NATO’s expansion is unsettling Russia. “There is a huge divergence in how NATO and Russia perceive looming threats,” says Belov. “This makes it difficult for Russia and the West to arrive at a common ground in the area of security.”

Belov feels if NATO were only a military arm of the West, Russia could work with it but NATO has become a political entity with expansive aims. There can be lasting peace in Europe only if NATO draws a line across Europe and then declares it won’t move closer to Russia.

East or West? Easy choice

This European churn is happening in the backdrop of the rise of giants such as China and India. The International Monetary Fund (IMF) says 2013 is the first year in which emerging markets will account for more than half of world GDP on purchasing power parity. Just 13 years ago, they accounted for less than a third.

According to Arvind Subramanian and Martin Kessler of the Peterson Institute, China is the first “mega-trader” since colonial Britain. In the area of employment, the BRICS are far ahead. The McKinsey Global Institute says while emerging economies added 900 million non-farm jobs between 1980 and 2010, the advanced economies added just 160 million.

Wealth is inexorably shifting east to a narrow circle of countries in the region which includes China, India and South East Asia. More people live in this part of the world than outside it. It is easy to see which bloc Russia would prefer.

BRICS – a Russian proposal

However, it is not pure mercenary instinct that is nudging Russia east. Russia’s choice is primarily determined by an understanding in the Kremlin that the West cannot be trusted.

A little known fact about the BRICS is that it was Gorbachev – rather than former Goldman Sachs economist Jim O’Neill – who first proposed a union of the four major non-Western powers Russia, China, India and Brazil.

In 1989 Gorbachev, pioneered the idea of a “strategic triangle” that would bring together China, India and the Soviet Union. The concept behind the triangle was from the outset anti-American and one of Gorbachev’s early ideas for winning the Cold War.

Gorbachev told former Indian Prime Minister Rajiv Gandhi that the United States wished them all ill — something “even worse” than Tiananmen for the Soviet Union, India and China.

Says Sergey Radchenko in The Moscow Times: “Gorbachev peddled the idea with remarkable tenacity and by 1988 saw Brazil joining the programme in documents, which, if declassified earlier, would have given Gorbachev, rather than O’Neill, the authorship of the term BRIC.”

New World Order – III

Columnist Fyodor Lukyanov writes in theJournal of International Affairs, “The notion of multipolarity has shaped Russian foreign policy horizon since the mid-90s, when it became clear that Russian integration into Western system as an equal partner was not an option.”

While Gorbachev’s Common European Home never materialised, his other idea in 1988 of a “New World Order” was upended when the Soviet Union collapsed. In fact, it was the United States that inherited the new world order in which it became supreme and without a challenger.

However, the United States became so power drunk that it managed to do the undoable and ended up alienating almost every country in the world except the English speaking quarter.

The Syrian crisis has heralded yet another world order. Boosted in no small measure by multilateral forums such as the G20 and BRICS, Russia has once again assumed a leadership position – much to the chagrin of the West.

Clearly, all bets are off Russia moving West again.

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O Colapso dos EUA em 2013

Posted in ECONOMIA, EUA, GEOGRAFIA, MUNDO, POLÍTICA by dibarbosa on 9 de outubro de 2013

OS ESTADOS UNIDOS ESTÃO FALINDO? O IMPÉRIO MUNDIAL VAI MESMO RUIR? COMO OS AMERICANOS PODERÃO ENCONTRAR UMA SOLUÇÃO PARA SUA ECONOMIA SEM TER QUE APELAR PARA AS GUERRAS?

Os Estados Unidos estão vivendo um declínio econômico catastrófico. Você que está buscando dados que possam comprovar o burburinho sobre a economia da superpotência número um do mundo, sim, isso é verdade. E, lamentavelmente, é um resultado esperado por muitos ante uma triste previsão decorrente de décadas de decisões políticas extremamente ruins.

Para ter uma ideia, a dívida nacional dos EUA, que era de 1 trilhão de dólares há 30 anos atrás, hoje é de quase 17 trilhões de dólares. E o montante total da dívida que há 40 anos foi de 2 trilhões de dólares, está em mais de 56 trilhões de dólares. Ao mesmo tempo, parece que os americanos estão perdendo a capacidade de produzir riqueza. Desde 2001, os Estados Unidos perderam mais de 56 mil instalações de produção e, com isso, milhões de bons empregos foram transferidos para o exterior. Sua participação no PIB mundial caiu de 31,8% em 2001 para 21,6% em 2011, uma diferença de mais de 10%.  Pra complicar ainda mais, o percentual de americanos que trabalham por conta própria está em baixa, e o número de cidadãos que passaram a depender de bolsas cedidas pelo governo subiu assustadoramente.

Em resumo, a economia dos EUA está uma bagunça total, e gradativamente seu povo começa a conhecer a verdade para enfrenta-la. Até mesmo blogueiros americanos começam a disponibilizar uma infinidade de material com anexos de links que comprovam suas postagens sobre a fortaleza que inicia sua deriva num mar de areia movediça. Dizem que quanto mais tentam se salvar, mais afundam na lama. A seguir são apresentadas 40 provas e acusações do que se está falando deste naufrágio americano que, até então, imaginava-se impossivelmente absurdo de se crêr:

  1. Em 1980, a dívida nacional dos EUA foi de menos de um trilhão de dólares e hoje está se aproximando rapidamente dos 17 trilhões de dólares.
  2. Durante o primeiro mandato de Obama, o governo federal acumulou mais dívidas do que com os primeiros 42 presidentes dos EUA juntos.
  3. A dívida nacional dos EUA é, agora, mais de 23 vezes maior do que era quando Jimmy Carter tornou-se presidente.
  4. Se os EUA começarem a pagar apenas sua dívida mais recente (acumulada durante a administração Obama) a uma taxa de um dólar por segundo, a quitação ocorreria dentro de 184 mil anos.
  5. O governo federal americano está roubando mais de 100 milhões de dólares de seus filhos e netos a cada hora de cada dia.
  6. Em 1970 o montante total da dívida nos Estados Unidos (a dívida do governo + dívida de negócios + dívida do consumidor, etc) foi de menos de 2 trilhões de dólares. Hoje é de mais de 56 trilhões de dólares.
  7. De acordo com o Banco Mundial, o PIB dos EUA representaram 31,8 por cento de toda a atividade econômica global em 2001. Esse número caiu para 21,6 por cento em 2011.
  8. Os Estados Unidos têm caído no ranking de competitividade da economia global compilado pelo Fórum Econômico Mundial há quatro anos seguidos.
  9. Segundo The Economist, os Estados Unidos eram o melhor lugar do mundo para se nascer em 1988. Hoje, os Estados Unidos apenas empatou em 16 º lugar.
  10. Incrivelmente, mais de 56 mil instalações fabris nos Estados Unidos têm fechado definitivamente suas portas desde 2001.
  11. Há menos americanos que trabalham em fábricas hoje do que havia em 1950, apesar da população do país ter dobrado.
  12. De acordo com o New York Times, já existem cerca de 70 mil edifícios abandonados em Detroit.
  13. Quando NAFTA foi empurrado pelo Congresso em 1993, os Estados Unidos tiveram um superávit comercial com o México de US$1,6 bilhões. Em 2010, tivemos um déficit comercial com o México de US$61,6 bilhões.
  14. Em 1985, o déficit americano comercial com a China foi de cerca de US$6 milhões para o ano inteiro. Em 2012, o mesmo déficit comercial com a China foi nada menos do que US$315 bilhões. O maior déficit comercial de uma nação com outra em toda a história.
  15. Em geral, os Estados Unidos têm um déficit comercial de mais de US$8 trilhões com o resto do mundo desde 1975.
  16. De acordo com o Instituto de Política Econômica, os Estados Unidos estão perdendo meio milhão de empregos para a China a cada ano.
  17. Em 1950 mais de 80% de todos os homens nos Estados Unidos tinham empregos, o que hoje caiu para menos de 65%.
  18. Hoje, espantosamente, 53% de todos os trabalhadores norte-americanos ganham menos de US$30.000 por ano.
  19. Pequenas e médias empresas estão falindo muito rapidamente nos Estados Unidos. Apenas cerca de 7% de todos os trabalhadores não-agrícolas dos Estados Unidos são autônomos. Essa baixa é um recorde de todos os tempos.
  20. Em 1983, 95% dos assalariados dos Estados Unidos tinham 62 centavos de dívida para cada dólar que ganhou. Em 2007, esse número tinha aumentado para 1,48 dólares.
  21. Nos Estados Unidos, hoje, o mais rico de 1% de todos os americanos têm um maior valor líquido que os 99% restantes juntos.
  22. De acordo com a Forbes, os 400 americanos mais ricos têm mais riqueza juntos do que todo o restante do povo com economia ativa, o que representa  150 milhões ao mesmo tempo.
  23. Os seis herdeiros do fundador do Wal-Mart, Sam Walton, têm tanta riqueza quanto a parte inferior de 1/3 de todos os americanos juntos.
  24. De acordo com o Census Bureau, mais de 146 milhões de americanos são “pobres” ou têm “baixa renda”.
  25. Ainda, de acordo com o Census Bureau, 49% de todos os americanos vive em uma casa que recebe benefícios monetários diretos do governo federal. Em 1983, menos de um terço de todos os americanos viviam em uma casa que recebeu benefícios monetários diretos do governo federal.
  26. O governo federal tem cerca de 80 diferentes programas de benefícios para a população e mais de 100 milhões de americanos estão matriculados em pelo menos um deles.
  27. Em 1965, apenas um em cada 50 americanos estava no Medicaid, um sistema de saúde americano para pessoas de baixa renda. Hoje, um em cada seis americanos já está inscrito no plano e as coisas estão prestes a ficar muito pior. Está previsto que o Obamacare, que na verdade é a reforma do seguro social americano denominado Affordable Care Act, criado para uma abrangência ainda maior e assinado por Barack Obama em 2010, vai adicionar mais 16 milhões de norte-americanos  ao benefício.
  28. Assim, como foi dito no item anterior, está previsto que o número de americanos no Medicare irá crescer de 50,7 milhões em 2012 para 73,2 milhões em 2025.
  29. Portanto o Medicare funcionará passivo e descoberto em mais de 38 trilhões de dólares ao longo dos próximos 75 anos, pois representa aproximadamente 328.404 dólares para cada família nos Estados Unidos.
  30. Atualmente existem cerca de 56 milhões de americanos usufruindo dos benefícios da Previdência Social. Em 2035, esse número deverá subir para espantosos 91 milhões.
  31. O Sistema de Segurança Social estará operando com um déficit de 134 trilhões de dólares ao longo dos próximos 75 anos.
  32. O número de norte-americanos com déficit de Segurança Social já ultrapassa toda a população da Grécia , e o número de norte-americanos com vale-refeição já ultrapassa toda a população da Espanha.
  33. De acordo com um relatório recentemente publicado pelo Centro de Pesquisas Pew, em média os americanos com idade superior a 65 anos têm 47 vezes mais riqueza que os americanos com idade inferior a 35 anos.
  34. Famílias norte-americanas que têm como chefe alguém abaixo dos 30 anos de idade têm uma taxa de pobreza de 37 por cento.
  35. A taxa para a casa própria nos Estados Unidos está agora em seu nível mais baixo em quase 18 anos.
  36. Existem hoje 20,2 milhões de norte-americanos que gastam mais da metade de sua renda com habitação. Isso representa um aumento de 46% a partir de 2001.
  37. Aproximadamente 45% de todas as crianças de Miami estão vivendo na pobreza, mais de 50% em Cleveland, e cerca de 60% em Detroit.
  38. Mais de um milhão de estudantes de escolas públicas dos Estados Unidos estão sem teto. Inédito em toda a história dos EUA.
  39. Quando Barack Obama entrou pela primeira vez na Casa Branca, cerca de 32 milhões de americanos utilizavam vale-refeição. Agora, mais de 47 milhões o utilizam.
  40. De acordo com um cálculo, o número de americanos com vale-refeição já ultrapassa as populações combinadas do Alaska, Arkansas, Connecticut, Delaware, Columbia, Havaí, Idaho, Iowa, Kansas, Maine, Mississippi, Montana, Nebraska, Nevada , New Hampshire, Novo México, Dakota do Norte, Oklahoma, Oregon, Rhode Island, Dakota do Sul, Utah, Vermont, Virgínia Ocidental e Wyoming.

Fontes: blogs americanos

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