Urbs Magna

Wikileaks: Golpe tira Brasil do BRICS

Posted in BRASIL, BRICS, EUA, POLÍTICA by dibarbosa on 11 de junho de 2017

EUA quis nos afastar da China e TEMER foi informante

Julian Assange e imagem de Temer e Serra recepcionados por John Karry nos EUA

RELEMBRANDO:
Quando presidente, Dilma Rousseff, denunciou a espionagem da NSA contra o Brasil como “uma violação do direito internacional” em discurso da Assembléia Geral e propôs que a ONU estabelecesse diretrizes legais para impedir que o ciberespaço fosse usado como arma de guerra. John Kerry, na época Secretário de Estado do Governo Barack Obama, posteriormente apareceu em fotografia que confirmou a intimidade com os políticos brasileiros Michel Temer e José Serra (o boca de chupa ovo, segundo Janaína Paschoal).

Durante o governo de nossa ex-presidenta afastada, o fundador do Wikileaks, Julian Assange, disse que Temer forneceu informações estratégicas sobre o Brasil à embaixada norte-americana, em troca de apoio dos Estados Unidos ao golpe parlamentar de 2016. Entretanto, a Secretaria de Imprensa da Presidência da República afirmou que isso jamais aconteceu e que o pior presidente de nossa história (abaixo de 90%) jamais compareceu a nenhuma embaixada para tratar desses assuntos. Mas Assange insiste que Michel Temer teve reuniões privadas na embaixada americana onde entregou informações valiosas.

Hoje sabemos que o governo americano da época de Barack Obama, com John Kerry no cargo de secretário de Estado, apoiou três golpes recentes na América do Sul que foram, consecutivamente em Honduras, Paraguai e finalmente no Brasil. Por este motivo, Temer e Serra torceram por Hillary Clinton na disputa do ano passado.

Esquerdistas concluem que o apoio americano pode de fato ter ocorrido com o fim de ganhar a confiança do Brasil e ampliar a parceria econômica com os Estados Unidos, afastando nosso país da República Popular da China numa tentativa de frear sua ascenção como potência mundial. Além disso, muitas empresas estariam na lista entreguista de José Serra.

O Brasil é uma piada

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Se você ainda não sente VERGONHA DE SER BRASILEIRO, leia isso:

O Brasil é a piada do momento em toda a face da Terra

O mundo inteiro está contando piada de brasileiro e você nem sabe. Os brasileiros, em sua grande maioria, se acham os donos do pedaço quando na verdade são burlescos e uma grande vergonha mundial, especialmente após as últimas manchetes a respeito da nossa corrupção, da Copa de 2014 e das Olimpíadas 2016. 

E não é só pelo motivo da Copa, da corrupção ou das Olimpíadas. É pela própria tradição da desordem do país. Que o país deu um grande salto em sua economia é fato, mas a tradição mundial ainda nos posiciona no Terceiro Mundo. Pertencemos ao BRICS (Brasil-Rússia-Índia-China-África do Sul), que é o grupo de países emergentes. Até a China que se tornou recentemente a número um em exportações mundiais ainda é emergente. E ser um país emergente não significa ter todos os problemas internos solucionados. Os países emergentes ainda estão distantes das melhores colocações mundiais do IDH. Por mais que tenhamos alcançado boas colocações em alguns setores de desenvolvimento, ainda temos uma infra-estrutura frágil. E para complicar o brasileiro é, por natureza, desorientado nas questões políticas. Quer um exemplo? Com todas as manifestações que temos visto sabemos que há grande insatisfação popular que, propositalmente, coincide com o advento do Mundial de Futebol exatamente por estarmos assistindo a um dos maiores escândalos de corrupção sem que, ao menos, os corruptos tentem se esconder. Com tantas obras superfaturadas, com toda essa montanha de dinheiro investido em estádios de futebol luxuosos e inteligentes, o povo percebeu alguma coisa errada. Que todo esse volume financeiro não era necessário. Que tudo custou muito caro e por mais que tenha qualidade não justifica seu valor estratosférico. Não direi que o gigante acordou, mas algo o incomodou bastante. Mas basta que os Black Blocs dêem um tempo desaparecendo do cenário na hora nobre, dando a entender que “deu uma acalmada”, para todo mundo esquecer esse papo. Me pergunto: como é possível esquecer? A impressão que dá é que, no Brasil, ainda é possível subir em um palanque, dizer meia dúzia de palavras extraídas do Aurélio, incorporar um santo popular e esbravejar aos quatro ventos fingindo ser o salvador da humanidade para ser eleito democraticamente. Ora, o brasileiro mal sabe dos ministérios do Brasil, muito menos de seus ministros. A Voz do Brasil, um programa de rádio com obrigatoriedade de exibição diária e em cadeia, é ridicularizada pela turba verde e amarela ao passo que, nas universidades do país, é recomendada pelos professores mais respeitados exatamente por seu conteúdo abranger os fatos mais relevantes da política nacional. E o brasileiro, que sempre desligou o botão de seu “radinho” por décadas habituou-se a se alienar de tudo. Agora então, em vias de receber a internet popular de presente do governo do Brasil, o que é muito bom na medida em que as operadoras viabilizarem planos coerentes, o brasileiro terá a oportunidade de conhecer o mundo inteiro à partir de seu sofá. Pode ser até que ele descubra que o seu mundo particular já era muito bem conhecido lá no exterior sendo burlesco, um motivo de chacota internacional. Se aprender alguma língua estrangeira então, vai ler e saber que os nossos produtos com maiores volumes de exportação, e que nos fazem famosos em todo o Planeta, é jogador de futebol e prostituta. Certamente você vai se perguntar: “isso é alguma piada?” Precisa responder? Então veja este site.

Petrobras: nossa menina dos olhos

Posted in BRASIL, BRICS, ECONOMIA, MUNDO, POLÍTICA by dibarbosa on 19 de abril de 2014

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Nenhuma empresa representa tanto a ascensão do Brasil quanto a Petrobras que, graças a uma das maiores descobertas de petróleo do século, subiu para os altos escalões de produtores globais de energia beirando a independência e a superação como a mais valiosa empresa de capital aberto do mundo. Mas esta linda imagem que foi cuidadosamente pintada pelos políticos brasileiros atualmente tem se desbotado aos olhos do mundo inteiro que, agora, observa à nós e à nossa economia lenta em uma desordem incompreensível que se deteriora dia após dia. Tão rapidamente que as nações mais ricas do planeta começam um processo de reavaliação das perspectivas de crescimento dos mercados emergentes ao redor do mundo, a tomar como exemplo a estagnação da produção de petróleo da Petrobras e o aumento de nossa dependência da importação do mesmo produto, além das investigações de corrupção e reclamações de incompetência gerencial que fez sua dívida explodir classificando-a como a empresa mais endividada do mundo. Para que possamos entender o escândalo em vigor basta fixarmos nossa atenção para a refinaria de petróleo Lima, atualmente em construção no estado brasileiro de Pernambuco, que teve seu custo inicial estimado em U$ 2,5 bi e agora saltou para U$ 18,5 bi, o que revelou um potencial enorme para uma grande possibilidade de corrupção e que serve como um retrato perfeito para a situação do declínio vergonhoso que presenciamos, sem falar de Pasadena. Mas, apesar de tudo a Petrobras continua a ser uma grande potência energética pioneira na exploração em águas profundas com suas reservas de petróleo e gás estimadas em cerca de 13 bilhões de barris. A dívida revelada, segundo um comunicado oficial, subiu devido aos pesados investimentos na expansão da capacidade de refino, mas a partir de 2015 a geração de receita vai superar o investimento. E, mesmo que analistas internacionais digam que a fase dourada após o boom dos mercados emergentes, como Brasil, China , Rússia e Turquia, esteja chegando ao fim situando nosso país com um nada estimulante crescimento abaixo dos 2% em 2014, a Petrobras continua sendo a mais poderosa empresa do Brasil que, em meio aos infindáveis enredos escandalosos, se esforça em elevar sua produção de petróleo e gás que caiu 2,2% em 2013. Há sinais de que este ano a Petrobras finalmente terá sucesso em reverter a produção, que subiu 0,3% em fevereiro em relação ao mês anterior. Mesmo com as perdas de US$8bi em 2013 advindas do esforço de Dilma Rousseff para conter a inflação evitando a elevação do preço dos combustíveis em um ano eleitoral a Petrobras continua longe de se aproximar dos níveis de tensão política e relações opacas que caracterizam a Venezuela.

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Síntese da reportagem fonte em The New York Times

Banqueiros dos EUA e UK se suicidam – um novo ‘crash’?

Posted in BRASIL, BRICS, ECONOMIA, EUA, MUNDO, POLÍTICA by dibarbosa on 1 de fevereiro de 2014

Na Inglaterra o vice-presidente da JPMorgan saltou do 33º andar. No domingo, um ex-executivo do Deutsche Bank foi encontrado enforcado em sua casa em Londres. Nos EUA, Mike Dueker, economista-chefe da Russell Investments, empresa dedicada à gestão de ativos, foi encontrado morto perto de uma estrada em Tacoma Narrows no Estado de Washington. Dueker caiu de uma ponte situada a uma altura de 15 metros, de acordo com a polícia, foi suicídio. 

x435Será um sinal de um novo colapso como na década de 20? Precisamente em 1929, quando mais de 20 pessoas ligadas a bancos que quebraram se suicidaram na América do Norte. Suicídios tendem a aumentar durante os colapsos do mercado de ações, o que não corresponde à situação atual, uma vez que o índice  Dow Jones  atingiu um mês recorde passado, mas nos últimos dias algumas empresas sofreram grandes perdas. Enquanto isso, especulações de que estes suicídios ocorrem com outra  potencial crise financeira  que está sendo desenvolvida no horizonte. De fato, os mercados caíram um pouco recentemente, mas eles não implodiram. Poderia haver mais sobre essas mortes do que os olhos nos dizem? Talvez nunca saberemos e tudo seja apenas uma coincidência afinal as pessoas morrem o tempo todo. Historicamente, os banqueiros têm sido estereotipados como os mais propensos a cometer suicídio. Isto tem muito a ver com o famoso crash de 1929 do mercado de ações, o que resultou em 1.616 bancos falidos e mais de 20.000 empresas que faliram. O número de banqueiros que cometeram suicídio logo após o o crash foram cerca de 20, com mais de 100 pessoas ligadas ao setor financeiro que morreram por suas próprias mãos no mesmo ano. Mas o mercado não está falhando ainda. Então, por que os banqueiros estão se matando? Essa é uma boa pergunta. Algumas outras coisas estranhas aconteceram ultimamente que parecem não fazer sentido como a postagem de Matt Drudge(do Drudge Report) no Twitter muito enigmática: “Tenha um plano de saída …” O que afinal ele quer dizer com isso? Outra coisa foi que um banco russo proibiu todos os saques de dinheiro até a próxima semana. Mais uma: um relatório do Wall Street Journal no início desta semana, afirmou que o banco central da Alemanha está defendendo “o imposto sobre a fortuna” para os países europeus que precisam de um resgate. O Fundo Monetário Internacional disse que um imposto de 10% traria os níveis de endividamento de uma amostra de 15 países membros da zona do euro de volta aos níveis pré-crise de 2007. O que tudo isso significa? Um mau presentimento é evidenciado pelo caos financeiro que estamos testemunhando nos mercados emergentes em todo o mundo agora. Aqui no Brasil, por exemplo, o dólar disparou sento cotado nesta sexta-feira a R$2,41. Nosso país foi colocado pela imprensa internacional como um dos “cinco frágeis”, termo usado pelo banco Morgan Stanley para identificar os países que sofreriam mais com a mudança da política econômica e o fim dos estímulos nos EUA. O grupo engloba Brasil, África do Sul, Índia, Indonésia e Turquia.

Eike Batista – um enganador?

Posted in BRASIL, BRICS, MUNDO, OPINIÃO, POLÍTICA by dibarbosa on 13 de novembro de 2013

Eike Batista. Foto: AFPEike Batista iludiu seus investidores?

Não se pode afirmar, mas que o empresário conseguiu convencer sua solidez, isto é certo. Mas como ele conseguiu esta façanha? 

PIMCO – Pacific Investment Management Company e BlackRock, são empresas de gestão de fundos do mercado de renda fixa que investiram no grupo EBX, além de pequenos acionistas e do nosso BNDES, que juntos jamais viram uma gota do prometido ‘ouro negro’. Suas ações, que chegaram a ultrapassar R$ 23,00, tiveram sua última cotação em R$ 0,15, após confirmação da improdutividade de seus campos de petróleo.

À imagem de Eike Batista foram associados o bom desempenho da economia brasileira, que sobreviveu ao naufrágio de 2008, e as descobertas do pré-sal, que a imprensa internacional amplificou  criando o perfil do empresário denominado “Imã de dinheiro”. Com isso, os investidores ficaram seduzidos com o carisma de Batista e a possibilidade de seu império rivalizar com a Petrobras. Também era a década dos Brics, e o mundo via Eike como uma porta de entrada no mercado brasileiro.

Dilma também ajudou. Apareceu ao lado do ex-bilionário elogiando sua atuação e falando em parceria com a Petrobras. Isso criou a falsa impressão de que Eike teria apoio do governo e acesso facilitado a recursos financeiros. Havia uma aura de seriedade, e as pessoas acreditavam. Eike Batista era o homem mais bem relacionado do Brasil. Agora, cogitam-se entrar com ações acusando Eike por manipulação de mercado. Atualmente, o patrimônio de Eike Batista pode ter sido arrecadado com a venda das ações, e há quem diga que ele sai dessa aventura com mais dinheiro do que quando entrou. E que a fortuna dele foi toda fictícia, baseada em cotações em bolsa que não eram factíveis no mercado. Uma fortuna teórica. Por fim, há quem afirme que ele foi o maior enganador da história brasileira.
Esta é uma síntese da matéria postada por BBC

No fim da Era do Dólar dos EUA, vem aí uma nova moeda

Posted in ÍNDIA, BRASIL, BRICS, CHINA, ECONOMIA, EUA, GEOGRAFIA, MUNDO, POLÍTICA, RÚSSIA, SOUTH AFRICA by dibarbosa on 26 de outubro de 2013

Bloco econômico BRICS cria um novo sistema financiero mundial

Corbis / RT

O mundo precisa de um novo consenso. A nova era exige novas instituições que substituam o Banco Mundial, o FMI e a OMC. Os países que compõem o bloco econômico BRICS têm a responsabilidade de materializá-las.

Um artigo do diario RBC Daily destaca que a crise das antigas instituições financieras criadas no marco do sistema de Bretton Woods depois da Segunda Guerra Mundial permitiu que se intensificasse o protagonismo dos países BRICS que vão trocar toda arquitetura financieira global. Supunha-se que o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e a Organização Internacional do Comércio iriam garantir a estabilidade econômica mundial.

Moeda chinesa YUAN já é uma das 10mais negociadas do mundo.
Clique para ler.

 Porém, desde a década de 1970 estas instituições se inclinaram ideologicamente para uma política extremista de mercado e ordem neocolonial. De certa maneira, foram estas políticas fundamentalistas que propiciaram a crise d 2008.

Neste sentido, a nível internacional, ocorrerá uma reconfiguração da arquitetura financeira global que recairá nas mãos dos países que compõem o bloco BRICS. Sua influência irá crescer. Haverá, assim, a utilização da economia integrada em lugar de se seguir as políticas do consenso de Washington, de um fundamentalismo de mercado. E para consegui-lo, BRICS cumpre todos os requisitos. Os países alcançaram acordos comerciais bilaterais fora da OMC, estabelecendo os preços dos bens dentro dos limites dos cestos de moedas mixtas, o que faz um cambio radical da precepção da economia mundial. Agora os países BRICS estão preparando a criação de um novo banco de desenvolvimento, um fundo de estabilização e um mecanismo para a resolução de disputas comerciais que possam substituir as funções do Banco Mundial, do FMI e da OMC.

Para ter a possibilidade de influenciar nos assuntos econômicos globais, a China e outros países BRICS decidiram que é hora de criar um novo consenso global. Em março de 2012, BRICS emitiram a Declaração de Nova Delhi, dizendo que urge um novo sistema financiero. Em março de 2013, na África do Sul, BRICS sugeriu a criação do banco BRICS como alternativa ao Banco Mundial. Acordaram estabelecer um Conselho de Negócios BRICS que atuará como órgão de adminstração da zona de livre comércio, criado para trabalhar paralelamente com a OMC.

Pode-se esperar como alternativa que o banco BRICS oferecerá empréstimos não limitados por condições, mas a taxas de interesses mais altas com um enfoque mais empresarial. Ademais, poderá financiar projetos em setores que o Banco Mundial atualmente não trabalha, como por exemplo no campo dos biocombustíveis ou energia nuclear. O passo seguinte mais lógico seria a criação de um fundo de estabilização BRICS como uma alternativa ao FMI, o que pode requerer a criação de uma nova moeda de reserva global. É possível que se inclua na cesta o Real, o Rublo, a Rúpia, o Yuan e o Rand. Claro que BRICS se esforçam para ser menos dependentes do dólar dos EUA.

Ao converter-se numa alternativa viável ao FMI, o fundo de emergência será capaz de trocar o financiero global. O fundo de estabilização BRICS poderia alcançar 240 bilhões de dólares en moeda estrangeira, que é mais que o PIB combinado de 150 países. Isto aumentará o prestígio dos países BRICS não só como centro de poder regional, mas também como uma força para se distanciar do subdesenvolvimento.

fonte: rt.com

Why Russia prefers BRICS to Europe

Posted in BRASIL, BRICS, CHINA, ECONOMIA, GEOGRAFIA, MUNDO, POLÍTICA by dibarbosa on 23 de outubro de 2013
PORTUGUESE     CHINESE     RUSSIAN     SPANISH
Europe has an irresistible appeal for many Russians but after repeated rebuffs by the West, Moscow is coming around to the view that BRICS makes a better bedfellow.
Why Russia prefers BRICS to EuropeIn 1989 when Mikhail Gorbachev propounded his “Common European Home,” German sociologist Ralf Dahrendorf was among those who shot down that idea. In his book Reflections on the Revolution in Europe, he writes: “If there is a common European house or home to aim for, it is not Gorbachev’s but one to the West of his and his successors’ crumbling empire. Europe ends at the Soviet border, wherever that may be.”

Dahrendorf defined Europe as a political community where “small and medium-sized countries try to determine their destiny together. A superpower has no place in their midst, even if it is not an economic and perhaps no longer a political giant”.

Europe and Russia

Is European rejection forcing Russia to turn eastwards? Worryingly for Europe, is Moscow using the BRICS group as a way to steer policy concerning the West?

According to Professor Tadeusz Iwinski of Poland, Europe isn’t doing enough to open up to Russia. “Finland issues more visas to Russians than all the 27 countries of the European Union combined,” he pointed out during a discussion on “Russia and the World of the 21st Century,” at the 23rdEconomic Forum held from September 3-5 in Krynica-Zdroy, Poland.

Clearly, Europe hasn’t quite figured out how to deal with the huge neighbour to its east. But one thing is abundantly clear – Russia’s relationship with the world is changing on a transcontinental scale.

Iwinski, who is the Deputy Chairman of Poland’s Parliamentary Committee on Foreign Affairs, says the geopolitical landscape has changed and the West now has to contend – and live – with powerful bodies such as BRICS and the Shanghai Cooperation Organisation.

European decline

Igor Belov of the Voice of Russia feels Europe’s charms are much diminished because of its concurrent demographic and economic decline.

For instance, the fertility rate in formerly buoyant countries such as Italy threatens to dip below 1. Put very crudely, not every couple in Europe is replacing itself. It portends a crisis in the future – by the middle of the 21stcentury Europe will have just 8 per cent of the world’s population.

Such an abysmal share of the global population pie translates into considerably less influence even if the continent remains technologically advanced.

Military manoeuvres

Perhaps the biggest joke of 2012 was the award of the Nobel Peace Prize to the European Union, despite the fact that Europe is relentlessly and recklessly moving towards an American-designed and built anti-ballistic missile defence (ABM) system that is likely to ratchet up tensions between Russia and Europe. In the view of Daniel Tarschys, Professor, Stockholm University, “We have replaced the Cold War with Cold Peace.”

Again, NATO’s expansion is unsettling Russia. “There is a huge divergence in how NATO and Russia perceive looming threats,” says Belov. “This makes it difficult for Russia and the West to arrive at a common ground in the area of security.”

Belov feels if NATO were only a military arm of the West, Russia could work with it but NATO has become a political entity with expansive aims. There can be lasting peace in Europe only if NATO draws a line across Europe and then declares it won’t move closer to Russia.

East or West? Easy choice

This European churn is happening in the backdrop of the rise of giants such as China and India. The International Monetary Fund (IMF) says 2013 is the first year in which emerging markets will account for more than half of world GDP on purchasing power parity. Just 13 years ago, they accounted for less than a third.

According to Arvind Subramanian and Martin Kessler of the Peterson Institute, China is the first “mega-trader” since colonial Britain. In the area of employment, the BRICS are far ahead. The McKinsey Global Institute says while emerging economies added 900 million non-farm jobs between 1980 and 2010, the advanced economies added just 160 million.

Wealth is inexorably shifting east to a narrow circle of countries in the region which includes China, India and South East Asia. More people live in this part of the world than outside it. It is easy to see which bloc Russia would prefer.

BRICS – a Russian proposal

However, it is not pure mercenary instinct that is nudging Russia east. Russia’s choice is primarily determined by an understanding in the Kremlin that the West cannot be trusted.

A little known fact about the BRICS is that it was Gorbachev – rather than former Goldman Sachs economist Jim O’Neill – who first proposed a union of the four major non-Western powers Russia, China, India and Brazil.

In 1989 Gorbachev, pioneered the idea of a “strategic triangle” that would bring together China, India and the Soviet Union. The concept behind the triangle was from the outset anti-American and one of Gorbachev’s early ideas for winning the Cold War.

Gorbachev told former Indian Prime Minister Rajiv Gandhi that the United States wished them all ill — something “even worse” than Tiananmen for the Soviet Union, India and China.

Says Sergey Radchenko in The Moscow Times: “Gorbachev peddled the idea with remarkable tenacity and by 1988 saw Brazil joining the programme in documents, which, if declassified earlier, would have given Gorbachev, rather than O’Neill, the authorship of the term BRIC.”

New World Order – III

Columnist Fyodor Lukyanov writes in theJournal of International Affairs, “The notion of multipolarity has shaped Russian foreign policy horizon since the mid-90s, when it became clear that Russian integration into Western system as an equal partner was not an option.”

While Gorbachev’s Common European Home never materialised, his other idea in 1988 of a “New World Order” was upended when the Soviet Union collapsed. In fact, it was the United States that inherited the new world order in which it became supreme and without a challenger.

However, the United States became so power drunk that it managed to do the undoable and ended up alienating almost every country in the world except the English speaking quarter.

The Syrian crisis has heralded yet another world order. Boosted in no small measure by multilateral forums such as the G20 and BRICS, Russia has once again assumed a leadership position – much to the chagrin of the West.

Clearly, all bets are off Russia moving West again.

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