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STF dará posse ao Ministro LULA e MARINA SILVA será presidente em 2018

Posted in POLÍTICA by dibarbosa on 19 de março de 2016

Publicado em

Brasil, Brasília, DF. 13/02/2006. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva beija a mão da ministra do Meio Ambiente Marina Silva durante solenidade da criação do primeiro Distrito Florestal sustentável do Brasil, na sala de audiências do Palácio do Planalto, em Brasília. - Crédito:CELSO JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Código imagem:174576

Brasil, Brasília, DF. 13/02/2006. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva beija a mão da ministra do Meio Ambiente Marina Silva durante solenidade da criação do primeiro Distrito Florestal sustentável do Brasil, na sala de audiências do Palácio do Planalto, em Brasília. – Crédito:CELSO JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Código imagem:174576

As próximas duas semanas (e os dois anos também) prometem ampliar a tensão na política nacional, uma vez que o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) confirmará a posse de Lula no Ministério de Dilma Rousseff. A instituição alega que a escolha de um ministro é atribuição exclusiva da Presidência da República, além de que o ex-presidente não tem condenação alguma e tampouco é réu tendo sido tão somente condenado pelas circunstâncias de repasse das informações feitas por uma inescrupulosa e irresponsável mídia, o que afeta profundamente qualquer opinião pública. Se todos os 11 ministros estiverem presentes, a Suprema Corte desconsiderará todas as liminares de impedimento a Luiz Inácio Lula da Silva e ele enfim poderá estar à frente do Ministério da Casa Civil com 7 a 4 de aprovação de sua posse.

Enquanto isso, o jornalismo entre aspas segue simulando fatos por sua conta e risco influenciando cada vez mais na queda da aprovação dos líderes petistas, como é o caso da Veja que agora afirma que Delcídio do Amaral deu entrevista aos seus repórteres onde afirmou que Dilma e Lula estão envolvidos e lideravam as falcatruas na Petrobras, fatos que vêm colocar mais lenha na fogueira e avivar o quadro institucional de crise aguda entre o executivo, legislativo e o judiciário. Por outro lado, a Polícia Federal também dá sua contribuição com vazamentos extra protocolares – neste caso, com direcionamento à mídia – de conversas pessoais grampeadas entre Rousseff e Luiz Inácio, o que fez com que o novo ministro da Justiça nomeado na quinta-feira, Eugênio Aragão, declarasse em entrevista ao jornal Folha de São Paulo: “Cheirou vazamento de investigação por uma agente nosso, a equipe será trocada, toda. Não preciso ter prova. A Polícia Federal (PF) está sob nossa supervisão”.

Apesar de aparentar que Eugênio Aragão tenha a intenção de influenciar na Operação Lava Jato, da qual a PF é parte central, o ministro da Justiça empossado disse que a presidente Dilma não fez nenhum pedido especial para sua gestão no ministério, tendo apenas solicitado apoio no vazamento e manipulação de informações, que alguns dizem que são seletivos em um momento em que não se pode tolerar seletividade. Além disso, o antecessor de Aragão, o atual advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, sempre foi criticado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por não controlar a PF que se utiliza de métodos semelhantes à uma extorsão durante as sessões onde ocorrem as delações premiadas.

Com isso, Carlos Miguel Sobral, presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal, declarou estupefato que a PF se torna vulnerável quando sua autonomia não é assegurada pela Constituição, dando entendimento que há pressa em há pressa em acabar com a maior investigação de combate ao crime organizado da história do Brasil. Ele completou, em entrevista à FSP, que sua “diretoria está discutindo medidas que podem ser adotadas diante das ameaças proferidas pelo ministro da Justiça”.

De novo a Revista Veja revela que há um Plano Temer, por meio de um processo onde as oposições precisam de 342 votos para iniciar o processo de impeachment da Presidente Dilma Rousseff. Se o governo obtiver 172 votos, a ação não prosseguirá. Por enquanto ela pode contar apenas com 95 votos do PT, PCdoB e aliados faltando assegurar outros 77 parlamentares. Não vai ser mole, não, porque a oposição quer Michel Temer presidente visando uma posição mais favorável na disputa presidencial em 2018. Mas mesmo que a oposição obtenha triunfo no caso do impeachment, as próximas eleições para presidente terá uma surpresa, pois uma pesquisa do Datafolha, divulgada neste sábado (19), mostra Marina Silva à frente de Lula, Alckmin, Aécio, Serra e qualquer um que seja. Iria para o segundo turno e não se sabe com qual deles.

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