Urbs Magna

Tarde Sem Freio (in text color)

Posted in poesia, Text Color by dibarbosa on 16 de novembro de 2014

tarde azulCai a tarde azul e limpa, ensolarada
E traga o ser de dentro em paz, reflexivo
Minhas alegrias também são intempestivas
Como a dor e o sofrimento destes homens
Mas os sentimentos são correntes fortes
Que projetam realidades muito óbvias
Repetidas na cronologia humana
Infinitamente na mente dormente
A qual não desperta um pensamento novo
Com o qual possamos vencer monstros verdes
Se eu já ouvi uma agulha ao chão de casa
Experimentei a dimensão da vida
Que liberta os seres de suas verdades
Suas até onde as compreende apenas
Na ignorância eterna em que nos vemos
Tudo ou nada pode ser a mesma coisa
Como saber o que nos aguarda a morte
Se não nos importa estas coisas da vida
Vem caindo a tarde e estou sem freio agora
Montando este tempo galopante a esmo
Na clara tarde azul que teve sol à pino
Ferro e fogo marcam nossas vidas-almas
Quando os deixamos agir na pele frouxa
Sem lutar contra as correntes, nem gritando
A calma evidente da tarde engana-nos

by diBarbosa

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