Urbs Magna

Organismo criado para devorar petróleo no mar está matando seres vivos

Posted in AMBIENTALISMO, CIÊNCIA, MUNDO, SAÚDE by dibarbosa on 23 de agosto de 2013

Um segredo que não pode aparecer na grande mídia: Cynthia, uma bactéria fora de controle que devora carne.

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última atualização: 20/09/2014

PetróleoNuma tentativa de solucionar a poluição do vazamento de petróleo ocorrido no Golfo do México em 2010, cientistas desenvolveram um organismo sintético capaz de “devorar” hidrocarbonetos. Agora, alguns jornais do mundo estão revelando que a bactéria de proveta apelidada de Cynthia se transformou em um monstro que também começou a atacar as criaturas incluindo os seres humanos. Em 20 de abril de 2010, uma plataforma semi-submersível de perfuração profunda pertencente à British Petroleum explodiu gerando um grande derramamento de petróleo nas águas do Golfo do México. desastre-petrolero-golfo-mexico-3De abril a setembro de 2010, pelo menos cinco milhões de barris de petróleo foram perdidos no mar. A mancha de hidrocarbonetos abrangeu mais de 100.000 km² destruindo todos os organismos vivos que ali habitavam. Além disso, uma quantidade considerável de substância viscosa mudou o sentido da circulação das águas oceânicas causando uma variação das temperaturas marinhas, o que levou à decadência da conhecida corrente quente do Golfo e desencadeou mudanças climáticas extremamente desagradáveis na Europa. cynthiaAté o início de 2013, a B.P. teve que desembolsar valores que atingiram US $ 27 bilhões para compensar os danos ambientais causados ​​pela catástrofe, bem como para as perdas econômicas da indústria de pesca e empresas de turismo. Devido aos prejuízos financeiros decidiu-se eliminar o petróleo derramado com um método nada convencional usando uma bactéria artificial denominada “Cynthia”( Mycoplasma Laboratorium ) que foi criada por cientistas americanos na primeira década do séc. XXI em um trabalho pioneiro da engenharia genética. A técnica consistiu na modificação dos cromossomos do parasita Mycoplasma genitalium, que teve o genomamareanegra totalmente projetado no computador, o que gerou um microorganismo com a capacidade de processar petróleo de forma rápida e eficaz enquanto se reproduzia rapidamente. Finalmente, em 2011, Cynthia foi lançada no Golfo do México sobre as grandes áreas afetadas com manchas de óleo e, de fato, o volume foi reduzido diante dos olhos do mundo e a área de contaminação foi, rapidamente, diminuindo. No entanto, a bactéria começou a recusar a matéria orgânica na forma de óleo e optou pela absorção de organismos vivos. O que se viu a partir de então foi uma sucessão de mortes em massa. Uma média de 5.000 aves no Arkansas, 100.000 peixes da costa do Norte de Louisiana, além de que 128 funcionários da B.P.,  envolvidos diretamente na “limpeza” do oceano, ficaram doentes e ficaram proibidos de serem atendidos em hospitais públicos tendo sido observados diretamente por médicos contratados em sigilo, a fim de evitar vazamento de informações. Mais, muito mais não foi divulgado. Pessoas que foram nadar no Golfo do México ficaram cobertas de feridas e, depois de alguns dias, iniciavam um estado de agonia devido à úlceras formadas em vários órgãos internos, o que causava hemorragia e uma morte inevitável. Enquanto isso, a mídia americana atribuía a causa letal a simplesmente “um vírus desconhecido”beach-wavezUma pesquisa da Universidade do Distrito de Columbia dá a dimensão da tragédia descrevendo em relatório que 40 por cento dos residentes dos territórios adjacentes ao Golfo do México tiveram deficiência respiratória aguda e doenças da pele, e que um em cada quatro moradores está planejando mudar de endereço. No Ártico, muitas focas estão morrendo com lesões na pele e nos órgãos internos. Especialistas veterinários da região estão se preparando para realizar uma investigação mais aprofundada, uma vez que não se detectou nenhuma doença infecciosa naqueles animais. A morte em massa de focas do Alasca, perto da cidade de Barrow. aponta para sinais semelhantes. Entrementes, as bactérias artificiais Cynthia têm a capacidade de se multiplicar rapidamente no ambiente em que são introduzidas. Cynthia não pode ser destruída por antibióticos e pode se propagar através da chuva, causando erupções cutâneas e alergias. Com base nessas propriedades, o corpo que absorver Cynthia está condenado. Estudos recentes indicaram que as bactérias atingiram a Corrente do Golfo que banha a Europa. Conclusão: a natureza não criou as bactérias artificiais, portanto não há antídoto. Provavelmente os pais do monstro estão desesperados tentando dominar a técnica para frear Cynthia. Pergunta: vai ser possível criar algo a tempo de se evitar uma possível pandemia global? O pior é que a mídia não revela como a bactéria surgiu, mas noticia a todo tempo sobre uma bactéria comedora de carne em ambientes marinhos. Clique aqui ou em qualquer fotografia desta matéria e saiba o que está sendo noticiado lá fora.

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