Urbs Magna

Dom Pedro: da INDEPENDÊNCIA ao IMPEACHMENT

Posted in BRASIL, ECONOMIA, GEOGRAFIA, HISTÓRIA, MUNDO, OPINIÃO by dibarbosa on 7 de setembro de 2014

atualização set /2016

fb_img_1473277461357Pedro, aos 22 anos, ainda era um príncipe quando se tornou regente do Brasil e aos 23 o libertou de Portugal para sempre. Após isso, há quase dois séculos, tentamos amadurecer.

Toda a Terra pensante  bem sabe que brasileiro tem a cognição limitada.  De fato, ainda não amadurecemos politicamente. Nas eleições presidenciais de 2014, somente no primeiro turno, o eleitorado brasileiro desperdiçou quase 39 milhões de votos entre abstenções, brancos e nulos.

Por que duas centenas de anos não são suficientes para organizar moral e politicamente um país livre? Será culpa dos …jovens vadios de Lisboa que percorriam o Ribeira roubando carteiras e cometendo outros delitos…? Os bandidos portugueses realmente foram os primeiros colonos enviados para cá excluídos do Reino de Portugal por João III. É bem verdade que nossos ancestrais eram gente desonesta – criminosos metropolitanos condenados que, à partir de 1535, eram enviados nos navios com destino ao Brasil.

Mas, por conta disso, não se pode dizer que somos os herdeiros genéticos e morais daquele povo. Algo que me enche de vergonha é saber que tais detalhes históricos de fato aconteceram em nosso berço esplêndido. Este minucioso conhecimento, se nos ruboriza, é suficiente para motivar-nos a virar este jogo, o que já deveria ter acontecido há décadas e décadas atrás aqui mesmo no “novo mundo”. Como exemplo contextual observemos os EUA, também pertencentes a este novo mundo. 

Toda a sua supremacia se desenvolveu no mesmo espaço de tempo independente que o nosso. Um outro exemplo de superação muito mais recente está na Alemanha com sua política atual originada de um milagre econômico pós-guerra subsequente à derrota de Adolf Hitler e de toda sua imoralidade nazista. Em ambos os casos a progressão econômica e social foi fortalecida pela moral e pelo civismo de seu povo. Quanto a nós, de fato estamos bem atrasados em se comparando com tais possibilidades.

Querem melhores exemplos de que qualquer povo de qualquer nação pode determinar e transformar definitivamente o futuro de um Estado? Pois é. Com quantos motivos poderemos comemorar a independência do Brasil nos feriados de 7 de setembro? Bem, as eleições se foram e racharam o país ao meio entre muitas dúvidas dos eleitores de ambas os lados. O resultado: um golpe parlamentar que teve ajuda inicial da parcela do povo derrotado.

Mas o que  falta a este mesmo povo: precisam organizar muito bem sua memória política com o fim de evitar equívocos como estamos presenciando desde as primeiras semanas pós-eleições. Sempre tivemos tudo para ser uma grande nação, que, a propósito, está despedaçada nas várias Regiões geográficas.

Parece que a tão comentada globalização de tempos atrás foi mal utilizada, em nosso próprio território, intencionalmente por ilusionistas da política nacional para afastar-nos da verdade e isolá-los de nossa participação. Precisamos nos organizar melhor. Não com a baderna vista ultimamente. Precisamos de líderes populares que, de fato, REPENSEM O BRASIL.

Tribunal de Apelações dos EUA rejeita pedido da Casa Branca para restabelecer a proibição de viajar

Posted in EUA, MUNDO, NEWS by dibarbosa on 5 de fevereiro de 2017

Domingo, 05 de feverero de 2017

Pedido do Departamento de Justiça americano para restabelecer proibição de viajar de Donald Trump foi negado.

Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump no clube de Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida, no sábado, onde ele disse aos repórteres: “Pela segurança do país, vamos vencer.” Fotografia: Carlos Barria / Reuters.

O tribunal de apelações norte-americano negou o pedido do departamento de justiça para uma reintegração imediata da proibição de viagem controversa de Donald Trump.

O departamento de justiça já havia interposto recurso contra a ordem de um juiz de suspender a proibição. A negação do tribunal superior promete batalhas legais pelo menos pata até a próxima semana.

Os comentários de Trump “Vamos vencer”vieram após a decisão do Juiz James Robart de questionar a constitucionalidade da ordem de proibição da entrada de mulçumanos nos EUA imposta por Trump para sete países.

Reproduzir vídeo

Toque

Aliados de Donald Trump criticam o raciocínio jurídico de Robart alegando que viola a separação de poderes e pisa na autoridade do presidente como comandante-chefe. O Juiz disse que o estado de Washington não tem legitimidade para contestá-lo e acrescentou que o Congresso deu ao presidente “uma autoridade que pode ser revista, no caso da suspensão da entrada de qualquer visitante ao país”.

No sábado, Trump postou no Twitter que “a opinião deste juiz é ridícula e será derrubada” pois a investigação de refugiados e imigrantes é necessária para prevenir ataques terroristas. “O juiz abre o nosso país a terroristas em potencial e outros que não têm melhores interesses no coração. Pessoas ruins são muito felizes”, twittou.

O apelo do departamento de justiça promete criar um confronto entre a nova administração e o Judiciário sobre uma política que Trump prometeu implantar consistentemente desde sua campanha.

Velório de Marisa atrai milhões de pessoas

Posted in BRICS, NEWS, POLÍTICA by dibarbosa on 4 de fevereiro de 2017

Marisa Letícia Lula da Silva, ex-primeira-dama, morre aos 3 de fevereiro de 2017

O velório está acontecendo neste sábado (4), das 9h às 15 h, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Dona Marisa Letícia se conheceram. O Sindicato fica na Rua João Basso, 231, em São Bernardo do Campo.
Em seguida, haverá no Cemitério Jardim da Colina uma cerimônia de cremação reservada à família.

Ela que bordou a estrela da primeira bandeira do PT agora se transforma na estrela eterna que iluminará os caminhos do Brasil na retomada da democracia com Lula presidente em 2018.

Vote PRESIDENTE 2018

Posted in BRASIL, Eleições 2018, NEWS, POLÍTICA by dibarbosa on 29 de janeiro de 2017

Após votar agora, compartilhe e já saiba quem será o próximo Presidente do Brasil.

COMPARTILHE para ATINGIR o MAIOR NÚMERO DE PESSOAS.
Escolha o número do canditado na foto, vote marcando na caixa selecionada abaixo e depois compartilhe em um dos botões lá embaixo (facebook, whatsApp, etc…)

Início da votação DOMINGO 29/01/2017 às 17:50h

De olho nas eleições 2018, Aécio diz que povo tem que engolir medidas de Temer

Posted in ECONOMIA, IMPEACHMENT, NEWS, POLÍTICA by dibarbosa on 4 de janeiro de 2017

Não há alternativa a não ser acreditar e seguir em frente

 AÉCIO NEVES  02/01/2017

2016 foi um daqueles anos que pareciam não terminar nunca, tal a safra de más notícias e saldos preponderantemente ruins. Fatos que impactaram negativamente as expectativas sobre o novo ano que floresceu há um dia —e o tornaram ainda mais desafiador— e reduziram drasticamente a confiança no futuro.
Em breve retrospectiva, ninguém imaginava, na mais pessimista das análises, que o desastre tomaria a proporção e a gravidade que tomou. Tudo ficou mais complexo e difícil porque os problemas não estão no verniz. São estruturais e estão enraizados, após anos e anos de leniência e procrastinação com o que precisava ser feito.
Assim, não há por que esperar por soluções simples ou saídas fáceis, tampouco rápidas, depois de um trecho tão longo de equívocos, desvios e falhas graves acumuladas.
As enormes dificuldades previsíveis para 2017 não mudarão, no entanto, o que o ano guarda em si mesmo: a hipótese de ele vir a representar um marco, um ponto fora da curva, um recomeço emblemático após a tormenta das crises diversas e a agudeza deletéria de algumas delas, em especial a que ceifou milhões de empregos e reduziu consideravelmente a renda do brasileiro.
Enquanto fazemos a arrumação da casa revirada, é importante reconhecer que partimos agora de um patamar bem diferente, inédito. Uma nova consciência nacional nasceu nas ruas e decretou que não há mais espaço para o ufanismo populista, para gestões demagógicas de salvadores da pátria ou para quem se limita à administração diária da pobreza em vez de buscar a sua superação. Os dados do IBGE estão aí para quem quiser ver. A tão alardeada “Nova Matriz Econômica” redundou em estrondoso atraso. O pouco que avançamos em mais de uma década esvaiu-se em um sopro de instabilidade e voltamos a patinar como no passado.
Mas há outros deveres não menos importantes. Precisamos deixar definitivamente de ser o país em que há leis que “pegam” e as que “não pegam” ou que não alcançam a todos. O Estado presidencialista vertical não pode continuar decidindo tudo. Somos, afinal, uma federação e ela precisa existir de fato e de direito, e não apenas como conceito. Os governos têm que prestar contas sobre decisões, gastos, retornos, alcances, qualidade e efetividade dos serviços e dos investimentos públicos, em um regime de drástica austeridade e total transparência.
Quando se olha para tudo o que é necessário fazer —e algumas coisas fazer de novo—, não há alternativa a não ser acreditar e seguir em frente. É preciso que tenhamos aprendido com os erros para, mais preparados, enfrentarmos o que ainda está por vir. É hora de esperança e fé. Que venha 2017! Feliz Ano-Novo a todos.

BOMBA! Você pode anular o impeachment que colocou o Brasil neste inferno

Isso mesmo. O golpe de Estado que arrancou Dilma Rousseff do Planalto, mulher honesta eleita com 54,5 milhões de votos do Planalto sem quaisquer crimes ou acusações, foi dado por um grupo seleto de bandidos de colarinho branco que sempre nos roubou, especialmente nas últimas décadas de crescimento comprovado, por puro prazer; por escárnio contra as classes mais pobres dos homens de bem.

Felizmente, a grande maioria dos brasileiros que apoiaram este golpe está, finalmente, abrindo os olhos e se arrependendo de ter ido às ruas em favor desta velharada ineleita, que se fez de santa com a ajuda da mídia, e que afunda o Brasil em desesperanças, tira sua credibilidade internacional e nos recheia com transtornos emocionais advindos de PECs, MPs, Privatizações e toda ordem de retrocessos incabíveis para uma nação imensa como a nossa.

Avançávamos rumo a tornarmo-nos uma superpotência, porque tudo dava muito certo. Era como se o dedo que faltava em Lula tivesse sido arrancado por Deus para sinalizar que o toque de Midas podia ser dado somente com o coração e a coragem. E justamente por tudo ter dado tão certo é que tudo começou a dar errado. Observem o histórico da balança comercial brasileira desde o ano de 1993 até hoje e tirem suas conclusões:

Balança Comercial Export Import Saldo Taxa de Cobertura
2016 169,307 126,025 43,282 134,34
2015 191,134 171,453  19,681 114,79
2014 225,101 229,060 -3,959 98,27
2013 242,178 239,617  2,561 101,07
2012 242,468 223,142 19,438 108,71
2011 256,041 226,251 29,790 113,17
2010 201,916 181,638 20,278 111,16
2009 152,252 127,637 24,615 119,29
2008 197,953 173,148 24,805 114,33
2007 160,649 120,620 40,039 133,19
2006 137,807 91,350 46,457 150,86
2005 118,309 73,545 44,764 160,87
2004 96,475 62,779 33,696 153,67
2003 73,084 48,283 24,801 151,37
2002 60,141 47,048 13,093 127,83
2001 58,223 55,581 2,642 104,75
2000 55,086 55,783 -0,697 98,75
1999 48,011 49,272 -1,261 97,44
1998 51,120 57,594 -6,474 88,76
1997 52,990 61,347 -8,357 86,38
1996 47,747 53,301 -5,554 89,58
1995 46,506 49,664 -3,158 93,64
1994 43,545 33,105 10,440 131,54
1993 38,597 25,659 12,938 150,42

Após a destituição da presidente, seus advogados impetraram um Mandato de Segurança no STF – o Guardião da Constituição de 1988 – exigindo a anulação do impeachment que é ilegal e inconstitucional justamente porque ela foi eleita pelo voto popular e governou sem a ocorrência de crime de responsabilidade – a acusação de pedalada fiscal é uma ficção/romance jurídico.

Só que o STF sob o comando de Gilmar Mendes também fez parte do golpe e o Mandato foi engavetado com o fim de evitar seu julgamento no decorrer de um processo de tomada de poder que transcorreu na marra e, assim, não sujando as mãos dos juízes nem a Constituição Federal.

Devemos, pois, pressionar os 11 juízes do tribunal a se posicionarem contra o golpe e pela anulação do impeachment de Dilma Rousseff através da organização de comitês exigindo a anulação do impeachment e mobilizações nas ruas contra o STF de modo a sensibilizá-los com os direitos da classe trabalhadora.

Em tempos de crise, consumidores de notícias precisam estar mais dispostos à cura do que à enfermidade.

Posted in NEWS by dibarbosa on 11 de dezembro de 2016

A comunicação empresarial e a política recorrem com frequência a robôs que criam contas falsas e espalham conteúdo em escala industrial. Seja propaganda ou conteúdo enganoso sempre atendem a interesses financeirose,  políticos ou mesmo ou eleitotais.
Falsos perfis podem amplificar os seguidores de algum político ou inflar discussões a favor ou contra um dado tema. Os algoritmos das redes que define o que aparece na página de cada usuário dão preferência a temas que são comentados por muitas pessoas. Por isso, gasta-se dinheiro para obter o efeito manada no qual um empurra o post do outro sem nem saber porque o faz.

Em 29 de Novembro o jornal The New York Times mostrou que notícias falsas divulgadas online e pelas redes sociais tiveram um alcance maior nos meses finais da campanha presidencial dos Estados Unidos do que os artigos produzidos pelas principais organizações de notícias. O presidente Barack Obama reclamou do que chamou de nuvem de nonsense que paira sobre todos os gigantes da internet.

O Google anunciou que proibirá sites com notícias falsas de usarem seus serviços de anúncios online. O Facebook adotará medida semelhante ao prometer estudar formas de criar um e-mail onde suários hoje denunciariam conteúdo suspeito no Brasil.

Na última campanha eleitoral intensificou-se na internet a manipulação de ideias falsas e a proliferação de imagens de personagens políticos.  Essa manipulação estimula a psicologia do boato e se aproveita dela. Estudiosos já apontaram que os boatos multiplicam-se à partir de um tripé: medo / ódio / desejo.

Como recomendou um editorial do New York Times a cura para o falso jornalismo é uma dose esmagadora de bom jornalismo. Mas os consumidores de notícias precisam estar mais dispostos à cura do que à enfermidade.

Carta de Theresa Collor a Renan Calheiros 

Posted in BRASIL, POLÍTICA by dibarbosa on 11 de dezembro de 2016

tereza

 “Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz”. As vacas de Renan dão cria 24 h por dia. Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas! Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma humana. Você sabe manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as fraquezas.

Do menino ingênuo que eu fui buscar em Murici para ser deputado estadual em 1978 – que acreditava na pureza necessária de uma política de oposição dentro da ditadura militar – você, Renan Calheiros, construiu uma trajetória de causar inveja a todos os homens de bem que se acovardam e não aprendem nunca a ousar como os bandidos.

Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado momento, que a vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta fúria do desatino, que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se. Fosse qual fosse o preço, Renan Calheiros nunca mais seria o filho do Olavo, a digladiar-se com os poderosos Omena, na Usina São Simeão, em desigualdade de forças e de dinheiros.

Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto, descobriria um atalho, um mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe, um dia derrotaria todos eles, os emplumados almofadinhas que tinham empregados cujo serviço exclusivo era abanar, durante horas, um leque imenso sobre a mesa dos usineiros, para que os mosquitos de Murici (em Murici, até os mosquitos são vorazes) não mordessem a tez rósea de seus donos: Quem sabe, um dia, com a alavanca da política, não seria Renan Calheiros o dono único, coronel de porteira fechada, das terras e do engenho onde seu pai, humilde, costumava ir buscar o dinheiro da cana, para pagar a educação de seus filhos, e tirava o chapéu para os Omena, poderosos e perigosos.

Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu a alma, como o Fausto de Goethe, e pediu fama e riqueza, em troca.

Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas de bancada de Fernando Collor, aproximaram-se dele e se aliaram, começou a ser Parido o novo Renan.

Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento, um intuitivo. Que nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou direito. Os seus colegas de Universidade diziam isso. Longe de ser um demérito, essa sua espessa ignorância literária faz sobressair, ainda mais, o seu talento De vencedor. Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici, que forneceu a você o combustível do ódio à pobreza e o ser pobre. E Renan Calheiros decidiu que, se a sua política não serviria ao povo em nada, a ele próprio serviria em tudo. Haveria de ser recebido em Palacios, em mansões de milionários, em Congressos estrangeiros, como um príncipe, e quando chegasse a esse ponto, todos os seus traumas banhados no rio Mundaú, seriam rebatizados em Fausto e opulência; “Lá terei a mulher que quero, na cama que escolherei. Serei amigo do Rei.”

Machado de Assis, por ingênuo, disse na boca de um dos seus personagens: “A alma terá, como a terra, uma túnica incorruptível.” Mais adiante, porém, diante da inexorabilidade do destino do desonesto, ele advertia: “Suje-se, gordo! Quer sujar-se? Suje-se, gordo!”

Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal pela segunda vez. Nesse mandato, nascia o Renan globalizado, gerente de resultados, ambição à larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos da consciência. No seu caso, nada sobrou do naufrágio das ilusões de moço! Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou essa sua campanha com US1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista Milton, enquanto você esperava, bebericando, no antigo Hotel Luxor, av. Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho.

E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre seus eleitores havia pobres universitários comunistas e usineiros deslumbrados, a segui-lo nas estradas poeirentas das Alagoas, extasiados com a sua intrepidez em ganhar a qualquer preço. O destemor do alpinista, que ou chega ao topo da montanha – e é tudo seu, montanha e glória – ou morre. Ou como o jogador de pôquer, que blefa e não treme, que blefa rindo, e cujos olhos indecifráveis Intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe.

Você, Renan não tem alma, só apetites, dizem. E quem, na política brasileira, a tem? Quem, neste Planalto, centro das grandes picaretagens nacionais, atende no seu comportamento a razões e objetivos de interesse público? ACM, que, na iminência de ser cassado, escorregou pela porta da renúncia e foi reeleito como o grande coronel de uma Bahia paradoxal, que exibe talentos com a mesma sem-cerimônia com que cultiva corruptos? José Sarney, que tomou carona com Carlos Lacerda, com Juscelino, e, agora, depois de ter apanhado uma tunda de você, virou seu pai-velho, passando-lhe a alquimia de 50 anos de malandragem?

Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de princípios? O presidente Lula, que deu o golpe do operário, no dizer de Brizola, e hoje hospeda no seu Ministério um office boy do próprio Brizola? Que taxou os aposentados, que não o eram, nem no Governo de Collor, e dobrou o Supremo Tribunal Federal? No velho dizer dos canalhas, todos fazem isso, mentem, roubam, traem. Assim, senador, você é apenas o mais esperto de todos, que, mesmo com fatos gritantes de improbidade, de desvio de conduta pública e privada, tem a quase unanimidade deste Senado de Quasímodos morais para blinda-lo.

E um moço de aparência simplória, com um nome de pé de serra – Siba – é o camareiro de seu salvo-conduto para a impunidade, e fará de tudo para que a sua bandeira – absolver Renan no Conselho de Ética – consagre a sua carreira. Não sei se este Siba é prefixo de sibarita, mas, como seu advogado in pectore, vida de rico ele terá garantida. Cabra bom de tarefa, olhem o jeito sestroso com que ele defende o chefe… É mais realista que o Rei. E do outro lado, o xerife da ditadura militar, que, desde logo, previne: quero absolver Renan.

Que Corregedor!… Que Senado!…Vou reproduzir aqui o que você declarou possuir de bens em 2002 ao TRE. Confira, tem a sua assinatura:

1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$ 800 mil; 
2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$ 700 mil;
3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil;
4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil.

E SÓ.

Você não declarou nenhuma fazenda, nem uma cabeça de gado! Sem levar em conta que seu apartamento no Edifício Tartana vale, na realidade, mais de R$1 milhão, e sua casa na Barra de São Miguel, comprada de um comerciante farmacêutico, vale mais de R$ 2.000.000. Só aí, Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMONIO DE CERCA DE R$ 5.000.000.
Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2 milhoes, como comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome delaranjas? Que herança moral você deixa para seus descendentes?

Você vai entrar na história de Alagoas como um político desonesto, sem escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale a pena? Uma vez, há poucos anos, perguntei a você como estava o maior latifundiário de Murici. E você respondeu: “Não tenho uma só tarefa de terra. A vocação de agricultor da família é o Olavinho.” É verdade, especialmente no verde das mesas de pôquer!

O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação. Dificilmente você será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices. Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento desonesto e mentiroso. Hoje perguntado, o povo fecharia o Congresso. Por causa de gente como você!

Por favor, divulgue esta minha carta para o Brasil inteiro, para ver se o Congresso cria vergonha na cara.

Os alagoanos agradecem.

 

TEXTO DE TEREZA COLLOR

Publicado por Mendonça Neto, Jornal Extra – Rio de Janeiro.

Mofo e bolor podem afetar seu cérebro

Posted in SAÚDE by dibarbosa on 6 de novembro de 2016

Médicos não sabem diagnosticar sintomas de doenças do mofo

O envenenamento  do corpo causado pelo mofo ou bolor confunde os diagnósticos da maioria dos médicos. E este problema é mais comum em grávidas, bebês e idosos, agravando casos de asma ou mesmo causando infecções graves.
São muitos os tipos de fungos que crescem em filamentos e se reproduzem através da formação de minúsculos esporos que brotam e voam, invisíveis aos nossos olhos. É um problema tão perigoso que pode até afetar o sistema nervoso central.
Atenção para todos os sintomas:
Irritação na garganta e/ou na pele, Problemas respiratórios, Rinite, Sinusite crônica, Hemorragias pulmonares, Insuficiências do sistema imunológico, Fadigas, Dores de cabeça/Vertigem, Variações de humor, Câncer, Memória/Confusão mental/Foco, Cãibras/Dores nas articulações e corpo, Dormência/Formigamento, Sensibilidade à luz/Olhos vermelhos/Visão turva, Rinite/sinusite/tosse/asma, Tremores, Náuseas e diarreia, Alterações do apetite, Gosto de metal na boca, Ganho de peso, Sudorese noturna, Sede, Muita urina.
Removedor de mofo simples:
100 ml de lixivia em 1 litro de agua. Deixar agir no local esfregado por 5 minutos antes da limpeza definitiva. Produtos dos supermercados são ideiais para remoção do mofo em tetos e paredes devendo serem usados após o removedor de mofo simples.

APOSENTADOS deixarão de receber, se PREVIDÊNCIA quebrar

Posted in BRASIL, ECONOMIA, NEWS by dibarbosa on 30 de outubro de 2016

HENRIQUE MEIRELLES diz que arrocho garante APOSENTADORIA do povo.

Aposentado terá INSS descontado, povo pagará conta por 10 ANOS .      

PEC 241 depende da REFORMA da PREVIDÊNCIA. 

30out16 © AN¹UM 

Ministro da Fazenda quer mudar regras alegando que salvará Brasil do que ocorreu na GRÉCIA

A PEC 241 não para de gerar críticas. Michel Temer até chegou a dizer que poderia ser revista, após cinco anos, mas Henrique Meirelles diz que seria errado antes de dez anos pois prevê que as as despesas do governo deverão cair de 19,5% do PIB para 15,5% somente neste prazo. “Se a situação melhorar muito, o país voltar a crescer muito, o PIB crescer muito, o Congresso é soberano para mudar a Constituição”, disse.

A Proposta de Emenda à Constituição ainda será examinada pelo Senado mas o ministro acrescenta que seu êxito depende da reforma na Previdência, sem a qual haverá um aumento de tributação. Segundo Meirelles, impostos e contribuições teriam que aumentar 10% do PIB apenas para financiar o aumento do deficit da Previdência em 40 anos e, tomando como exemplo o que ocorreu na Grécia, o povo precisa ter certeza que vai receber aposentadoria.

Fórmula 1, Grande Prêmio do México

Posted in ESPORTES by dibarbosa on 29 de outubro de 2016

A Fórmula 1 chega ao México.

Desde 1973 o circuito da Cidade do México foi renomeado para Autódromo Hermanos Rodríguez em homenagem aos irmãos pioneiros na representação do país nesse esporte: Ricardo e Pedro Rodríguez, ambos dos anos 60 que tiveram uma morte trágica nas pistas.

Há dois anos foi lançado o filme ‘Hermanos‘ sob direção de Sergio Rodríguez, somente para a Itália, Reino Unido e México, que conta a história real dos irmãos automobilistas que perderam as vidas nas pistas, quando se encontravam em um momento importante de su carrera. O filme é baseado no ivro de Carlos Jalife ‘Los Hermanos Rodríguez’.

Em 1961 Enzo Ferrari contratou Ricardo, o caçula, para correr em sua escuderia. Mas em 1962 um acidente ceifou sua vida. Daí em diante, Pedro, o mais velho, continuou a atividade do irmão falecido chegando à Lotus em 1963 onde permaneceu até 1967 quando venceu pela primeira vez no Grande Prêmio da África do Sul. Os dois foram os melhores pilotos mexicanos de que se tem notícia.

Portanto, em novembro de 1962, aos 20 anos, o menor dos Rodríguez deixava este mundo após um dia árduo de treinos. Nove anos depois, em julho de 1971, na Alemanha, Pedro falecia após uma batida seguida de incêndio, como se pode ver neste vídeo:

 

 

Temer fará aposentado pagar INSS

Posted in #FORATEMER, BRASIL, ECONOMIA, NEWS, POLÍTICA by dibarbosa on 29 de outubro de 2016

AN¹UM 29 de outubro de 2016

temerA reforma da Previdência está estudos no governo Temer. Sua equipe quer mudar a Constituição e obrigar todos os aposentados a contribuirem. Isso pode impactar segurados do INSS e servidores públicos inativos que recebem abaixo do teto de R$5.189,82. Aqueles cujos valores ultrapassam, já têm descontadas as alíquotas iguais à da ativa.

Um funcionário do governo que está discutindo tal reforma disse que uma das argumentações da pauta é que as pessoas tendem a se sentirem estimuladas à aposentadoria porque deixarão de contribuir para a previdência. Atualmante, servidores da União e de Estados brasileiros pagam entre 11% e 14%, o INSS tem tributação de 8%, 9% e 11% e os intocáveis militares contribuem com 7,5%, sejam da ativa ou da reserva.

Com a reforma sugerida, os contribuintes passarão mais tempo no mercado de trabalho devido à sua crescente expectativa de vida comparativamente ao declínio estatístico da população jovem do Brasil, o que causa, segundo técnicos do governo, déficit em suas contas.

A VACA NO PRECIPÍCIO – Parábola

Posted in ANIMAIS, OPINIÃO, PENSAMENTO, poesia by dibarbosa on 27 de outubro de 2016

A vaca no precipício

Um sábio passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita. 
Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos. 
Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar. A casa era de madeira. Faltava calçamento e os moradores, um casal e três filhos, trajavam roupas rasgadas e sujas. 
Ele se aproximou do pai daquela família e lhe perguntou:
– Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Então, como o senhor e a sua família sobrevivem aqui? 
O senhor calmamente lhe respondeu:
– Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e com a outra parte nós produzimos queijo, coalhada e outros produtos para nosso consumo. Assim, vamos sobrevivendo. 
O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por alguns momentos, despediu-se e partiu. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou:
– Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e a empurre, jogando-a lá embaixo. 
O jovem arregalou os olhos espantando e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família. Mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer. 
Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los. 
Assim fez e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela pobre família tivera que vender o sítio para sobreviver. 
Chegando ao local, foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava havia uns quatro anos, ao que o caseiro respondeu:
– Continuam morando aqui. 
Espantado, ao encontrar os familiares, viu que se tratava das mesmas pessoas que visitara com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao dono:
– Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida? 
E o senhor, entusiasmado, respondeu-lhe:
– Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daquele dia em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. Assim, alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora.

ONU responde LULA sobre MORO

Posted in #FORATEMER, BRASIL, Lula na ONU, operação lava jato, POLÍTICA, Sérgio Moro e Lula by dibarbosa on 27 de outubro de 2016

AN¹UM 29 de outrubro de 2016

A ONU disse, em 27/10/2016, que vai estudar a petição apresentada por LULA em julho que acusa os tribunais do país de violaram seus direitos, através da Lava-Jato. “A Comissão de Direitos Humanos registrou formalmente a petição e começará a consideração da admissibilidade da queixa ” disse Elizabeth Throssell, sua porta voz.

LULA acusa promotores e juizes de violarem o Princípio de Presunção da Inocência que preceitua que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória“. Além disso, ele diz que também é perseguido político.

Isso quer dizer que a comissão ainda irá decidir se lança uma investigação completa, cujo veredicto pode levar até dois anos e uma decisão real sobre os méritos das alegações poderia levar até cinco anos, segundo Throssell.

Panda Vermelho

Posted in ANIMAIS, NEWS by dibarbosa on 20 de outubro de 2016

O pandavermelho ou pandapequeno também é conhecido como raposa-de-fogo ou gato-de-fogo.

Este pequeno mamífero é arborícola, sendo a única espécie do gênero Ailurus, sendo assim pertencente à família Ailuridae, mas já foi classificado nas famílias Procyonidae (guaxinim) e Ursidae (ursos).


O panda-vermelho é nativo das regiões montanhosas do Himalaia e do sul da China, e está associado às florestas temperadas de altitude e a bambuzais. Possui uma coloração castanho-avermelhada característica, cauda comprida e felpuda e um andar gingado devido ao encurtamento dos membros dianteiros. É um animal solitário, territorialista e de hábito crepuscular e noturno. Sua alimentação é principalmente composta por bambu; entretanto, por ser onívoro, pode ingerir ovos, pássaros, insetos e pequenos mamíferos.

Está em perigo de extinção, devido à destruição do habitat pela expansão humana, da agricultura, da pecuária e do extrativismo de recursos naturais. A caça ilegal também é outro importante fator que contribui para a diminuição da população de pandas. É um animal comum em zoológicos, principalmente da América do Norte e Europa, reproduzindo-se bem em cativeiro.

(nome científico:Ailurus fulgens; do grego ailurus, gato; e do latim fulgens, brilhante)

Help! by The Beatles – with 007 intro, Lyrycs & Photos

Posted in ARTE, MÚSICA by dibarbosa on 9 de outubro de 2016


help_y1_mo_back_largeQuem ainda é fã da mais promissora banda de rock que já baixou na Terra sabe que a versão de Help! lançada originalmente no Reino Unido (U.K) é esta que está no vídeo acima. Então aproveite porque esta postagem é uma raridade e o som tem uma qualidade muito acima da média para a época (1963).

Curiosidades:
John Lennon estava passando por uma crise existencial quando compôs HELP!.  Muita fama repentina; muito dinheiro também. Muito mais do que ele pretendia para sua carreira. Ele não lidava bem com isso e, pra completar, seu casamento com Cynthia era frio. Por causa disso ele fez análise por muitos anos e mais tarde admitiu que estava em maus lençóis mesmo.

|Boa diversão|

 

Here, There and Everywhere – The Beatles (unprecedented video)

Posted in ARTE, MÚSICA by dibarbosa on 10 de setembro de 2016

Here, There And Everywhere
To lead a better life
I need my love to be here
Here, making each day of the year
Changing my life with a wave of her hand
Nobody can deny that there’s something there
There, running my hands through her hair
Both of us thinking how good it can be
Someone is speaking but she doesn’t know he’s there
I want her everywhere
And if she’s beside me I know I need never care
But to love her is to need her
Everywhere, knowing that love is to share
Each one believing that love never dies
Watching her eyes and hoping I’m always there
I want her everywhere
And if she’s beside me I know I need never care
But to love her is to need her
Everywhere, knowing that love is to share
Each one believing that love never dies
Watching her eyes and hoping I’m always there
I will be there, and everywhere
Here, there and everywhere

VIDEO NOVO DA EXPLOSÃO NA BR-277

Posted in NEWS by dibarbosa on 31 de agosto de 2016

Seis pessoas morreram após explosão do caminhão-tanque que trafegava a 123,6 km/h em direção a Paranaguá em julho. Imagens divulgadas hoje.

A velocidade máxima no trecho do km 33 da BR-277 é de 60 km/h, mas é possível ver nestas novas imagens divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp-PR) que o veículo trafegava a mais que o dobro permitido, quando este se desestabilizou na estrada atingindo um veículo à sua frente e a mureta de proteção em seguida. Após isso, o cavalo seguiu arrastando-se pela mureta mas a carreta ultrapassou a pista contrária e atingiu todos os carros que seguiam viagem num raio de trezentos metros. Além das seis pessoas mortas, quatorze ficaram feridas, notícia que causou uma comoção imensa pela história de um pai que salvou sua filha de 15 dias entregando-a a um desconhecido alguns minutos antes de morrer carbonizado.

Neste novo vídeo divulgado hoje, é possível assistir ao desespero de quem se envolveu no acidente, saindo dos carros e correndo pelas margens da via, enquanto um rastro de fogo iluminava a pista. O motorista do caminhão, no entanto, sobreviveu e, em depoimento, disse saber que existia um problema nos freios – falha apontada por peritos. Ele foi preso momentos depois do acidente e, dias depois, pagou fiança e foi solto. Agora ele vai responder, em liberdade, por crime de homicídio doloso com dolo eventual. – quando o autor assume o risco de matar – e a empresa dona do caminhão será responsabilizada.

Dilma entra para a História

Posted in BRASIL, IMPEACHMENT, POLÍTICA by dibarbosa on 29 de agosto de 2016

A MAIOR GUERREIRA DA HISTÓRIA POLÍTICA DO BRASIL NÃO ENTREGA O OURO DE MÃO BEIJADA 

Ouro!  Esse amarelo da Bandeira do Brasil representa as nossas riquezas minerais. E o impeachment, o que é? Numa definição direta, está sendo um golpe de políticos inelegíveis querendo esse tesouro imenso.

O mundo inteiro falando sobre a política do Brasil. Nós, brasileiros, seguimos segurando o fôlego. Lá fora, eles não fazem idéia de como é viver com a cidadania ameaçada. O estrangeiro se sente mais seguro neste quesito e estranha a nossa calma diante deste estupro da democracia.
Sim, porque o povo está calmo demais diante deste absurdo. O Brasil de Dilma Rousseff era muito melhor que o Brasil de Michel Temer e seu time de inelegíveis. E o povo está calmo demais diante desta manobra histórica, como se fosse possível uma incomunicabilidade neural  que favorece e viabiliza todo este teatro à vera. Porque é óbvio que tudo é uma estratégia diabolicamente parlamentar. Uma atividade circense e teatral que legitimam na cara dura. Mentem até que a mentira se torne verdade, pela insistencia. E tudo tem o apoio da classe média.
Isso mesmo, a classe média que odeia os trabalhadores. Sim!  A coisa é séria. Trilhões estão em jogo. Pois nesta terra,  tudo  o que se planta dá, como um dia relatou, ao rei português, o viajante Caminha. E nem precisa plantar, é só chegar e pegar, como farão os canadenses com nosso ouro paraense.  Lá tem um lugar com o ouro equivalente a cinco “Serras Peladas”. E leva quem paga mais aos corruptos… sempre assim, mas … vai ser assim pra sempre? Aqui tem tanta grana em jogo que se roubarem tudo em um só dia,  no dia seguinte tem mais. E a classe média quer privilégios sobre os pobres trabalhadores.
Estes, por sua vez, estão perdendo seus direitos conquistados nos últimos 13 anos. Já dizia Marilena Chauí sobre a classe média tradicional: “odeio!” Mas por que esse sentimento barato no coração? O que a levou a proferir tão traiçoeira sentença? Quando se é um cientista social, tem que existir engajamento. Qual sociólogo não ama as sociedades que estuda? Os pobres são sua principal fonte de teses e artigos. E agora, os queridinhos dos sociólogos, milhões deles, os beneficiários de programas sociais petistas estão ameaçados. E do outro lado dá pra sentir o ódio destilado por classes superiores em cada manifestação contra o PT.  Eles não suportam os pobres. Sentem calafrios nos shopping centers ao dividir uma mesa na praça de alimentação.
As classes políticas nacionais baseiam-se na riqueza material e, para piorar, ficou consolidado neste governo interino que pobre tem que ser dissecado até a quase morte. Foi para isso que quiseram impeachá-la. Pois que Dilma é inocente demais e permitiu que tudo isso acontecesse. Certamente, nada disso estaria acontecendo se ela tivesse se mantido impávida desde o começo. Se tivesse governado com braço forte, os golpistas não se criariam. Tanta coisa é possível de ser dita agora… ah!
ELA ENTRA PARA A HISTÓRIA COMO A ÚNICA MULHER QUE GOVERNOU O BRASIL E QUE FOI VITIMADA POR POLÍTICOS IMORAIS INELEGÍVEIS… porque o Brasil vale muito e que por este mesmo motivo tem políticos que não valem nada.

Pimenta Imunizante (receita)

Posted in ALIMENTAÇÃO, SAÚDE by dibarbosa on 28 de agosto de 2016

Uma das mais saudáveis e saborosas receitas da culinária internacional – essa combinação de ingredientes foi criada no Brasil

Muita gente já conhece  o poder alimentício das pimentas. Classificadas como superalimento, já compõem a dispensa de muitos brasileiros que a adotaram em busca de uma dieta mais saudável. Além de estimular o metabolismo, torna o sangue menos espesso ajudando na liberação de endorfinas. E nada de calorias. Ao contrario, são ricas em beta-carotina que se transforma em vitamina A no sangue combatendo infecções. Também possuem capsaicina que combate produtos químicos causadores de inflamações. Mas o melhor de tudo é que combate o câncer de próstata. E tanta proteção assim bastando apenas três pimentas por semana. 

Agora, imagine todo este poder aliado aos poderes de outros superalimentos como o gingerol, encontrado no gengibre que, sabe-se, é um combatente ainda mais eficaz contra o cancro supracitado. E melhor ainda, pense em adicionar açafrão, outro tempero turbinado do mundo dos anti-cancerígenos.  Não sabia?  Leia  mais sobre o assunto que irá se surpreender. Enquanto isso, prepare esta maravilhosa receita deliciosíssima de pimenta temperada com ingredientes potencialmente benéficos à saúde. 

PIMENTA IMUNIZANTE: Antes do preparo,  obtenha um pote de vidro vazio de aproximadamente 300g. 

INGREDIENTES

  • 2 colheres de sopa de pimentas malagueta inteiras; 
  • 200 ml de azeite de oliva extra virgem; 
  • 1 ou 2 dentes de alho triturados; 
  • 2 colheres de sopa de gengibre ralado; 
  • 2 colheres de sopa de açafrão

MODO DE PREPARO

  1. retire os talos das pimentas e as acondicione no pote. 
  2. Despeje o azeite e em seguida coloque os outros ingredientes. 
  3. Lembre-se que o volume do preparo deve ocupar metade do pote. 
  4. Agora leve ao microondas, mas cuidado! Não tampe o pote pois sua tampa é metálica. Se não for, também não o faça pois poderá pegar pressão e explodir. 
  5. No microondas e sem tampa, programe o timer para 30 segundos. 
  6. Abra e verifique se ocorreu a formação de bolhas de ebulição. Em caso negativo,  repita o tempo 
  7. Quando começar a ferver, diminua o tempo para 15, 10 ou 5 segundos e vá controlando a ebulição para não transbordar.

O microondas é usado para acelerar o processo em que as pimentas são curtidas a frio por um longo período de tempo.  Prontinho!  BOM APETITE!



“The Magical Mystery Tour” by The Beatles: All music videos

Posted in ARTE, MÚSICA by dibarbosa on 22 de agosto de 2016

3 vídeos inesquecíveis da ‘Rio 2016’

Posted in BRASIL, Imagens by dibarbosa on 21 de agosto de 2016

Bob Marley and The Wailers cantam “Roots, Rock, Reggae” da terra de Usain Bolt: Antes das medalhas do jamaicano da moda que atacou de DJ no Rio e ainda pegou uma carioca

Posted in ARTE, MÚSICA by dibarbosa on 21 de agosto de 2016

Em primeiro lugar, ouçam “Roots, Rock, Reggae” with The Wailers. Mas se tiver pressa, no fim da página tem as fotos de Bolt com seu par na cama.

Roots,_Rock,_ReggaeRoots, Rock, Reggae” é uma canção do grupo de Reggae jamaicano Bob Marley & The Wailers, lançada como single em 1976 para o álbum de estúdio Rastaman Vibration pelas gravadoras Tuff Gong e Island records. A música foi composta por Vincent Ford.

Play I some music: (dis a) reggae music!
Play I some music: (dis a) reggae music!
Roots, rock, reggae: dis a reggae music!
Roots, rock, reggae: dis a reggae music!Hey, Mister Music, sure sounds good to me!
I can’t refuse it: what to be got to be.
Feel like dancing, dance ‘cause we are free;
Feel like dancing, come dance with me!

Roots, rock, reggae: dis a reggae music!
Roots, rock, reggae, yeah! Dis a reggae music!
Play I some music: dis a reggae music!
Play I some music: dis a reggae music!

Play I on the R&B – wo-oh! Want all my people to see:
We’re bubblin’ on the Top 100, just like a mighty dread!
Play I on the R&B; want all my people to see:
We bubblin’ on the Top 100, just like a mighty dread!

Roots, rock, reggae: dis a reggae music! Uh-uh!
Roots, rock, reggae, ee-mi duba! Dis a reggae music!
Play I some music: (dis a reggae music!)
Play I some music: (dis a reggae music!)

[Saxophone solo]
(Dis a reggae music!)
(Dis a reggae music!)

Play I on the R&B; I want all my people to see: (doo-doo-doo-doo!)
We bubblin’ on the Top 100, just like a mighty dread!
(doo-doo-doo-doo!)
Play I some music: (dis a) reggae music!
Play I some music: (dis a) reggae music!
(Dis a reggae music!)
(Dis a reggae music!)

usain bolt

Um dos melhores monentos da Rio 2016: Jorge Ben Jor na Abertura

Posted in ARTE, BRASIL, MÚSICA by dibarbosa on 21 de agosto de 2016


          “País Tropical” foi composta pelo cantor e compositor originalmente chamado Jorge Ben. Foi gravada pelo cantor Wilson Simonal em julho de 1969 e lançada no mês seguinte tornando-se seu maior sucesso. Em dezembro daquele ano viriam a versão de Gal Costa no álbum Gal, e a do próprio Jorge Ben Jor no álbum que levava seu nome. Mais tarde, a música viria a receber versões de vários cantores como Daniela Mercury, Maurício Manieri, Ivete Sangalo, Shakira e Claudia Leite.
Na época, Simonal foi levado para um show de Gal Costa, com quem ben Jor estava “ficando”. Quando Gal cantou “País Tropical”, Simonal adorou a música e sabendo que ela iria gravá-la rapidamente, arrastou Jorge Ben Jor para um estúdio onde sua banda o aguardava e praticamente obrigou-o a mostrar a composição. César Camargo Mariano, que fazia parte daquela banda denominada Som Três, bolou na hora um arranjo em cima da reorganização que o próprio Simonal havia feito, retirando estrofes inteiras e incluindo um bis no qual apenas as primeiras sílabas das palavras eram pronunciadas: Mó num pa tropi, abençoá por De, e boni por nature, mas que bele, que bele, tem carná… etc…
Lançada em agosto de 1969, a canção decolou devido ao clima que o regime militar causava no país. 

CAROÇO DE ABACATE: CURAS “MIRACULOSAS”

Posted in ALIMENTAÇÃO, SAÚDE by dibarbosa on 21 de agosto de 2016

ABACATEAntifúngico e antibiótico natural, combate fungos, como a cândida, e protege dos efeitos da picada do mosquito que transmite a febre amarela.
Tem propriedades anti-inflamatórias que ajudam contra doenças das articulações, como artrite e tendinite.
Fortalece o sistema imunológico e alivia diarreias e inflamações no aparelho digestivo, prevenindo a formação de úlceras gástricas. Possui atividade termogênica ajudando a eliminar gordura localizada.
Bom para diarreias, dores musculares, furúnculos, transtornos nos rins e fígado até males mais sérios, como catarata, epilepsia e problemas na tireoide. Possui também propriedades anticâncer.

Em um estudo publicado na revista  Pharmaceutical Biology, os pesquisadores da Universidade de Antioquia, em Medellín, Colômbia, mostraram que o extrato do caroço de abacate  levou células de leucemia a se autodestruir.
Em outro estudo, publicado na revista científica Cancer Research, os pesquisadores descobriram que um composto encontrado no extrato de semente de abacate chamado de vocation B foi eficaz contra células de leucemia mieloide aguda.
Segundo estudo publicado na revista Plant Foods for Human Nutrition, a farinha do caroço de abacate revelou-se capaz de reduzir o mau colesterol e o colesterol total em ratos.
Os pesquisadores acreditam que a semente de abacate pode oferecer proteção contra a formação de placa arterial. E isso se deve à fibra dietética encontrada no caroço do abacate, que também pode ajudar a combater a hipertensão e o diabetes.

R E C E I T A S:
EXTRATO – Coloque quatro colheres (sopa) de caroço de abacate dentro de meio litro de vinho branco, deixe descansar por sete dias. Tome dois cálices diariamente, à tarde e à noite. Mas não exceda a dose, pois pode provocar irritação gástrica.

FARINHA – Rale o caroço e coloque-o no sol, coberto por um tecido como voal, para secar. Depois, bata no liquidificador e passe numa peneira bem fina. Conserve num pote bem fechado, na geladeira, e tome 1 colher (sopa) nas refeições.

PARA PEDRAS NOS RINS E VESÍCULA
Deixar secar muito bem o caroço do abacate. Feito isso, rale-o fininho e tome uma colherzinha rasa (chá) desse pó em um copo de água morna. Faça isso todas as noites antes de dormir e rale sempre na hora de consumir.

PARA ELIMINAR ESPORÃO DE CALCANHAR
Pique o caroço de abacate e bata-o muito bem no liquidificador com meio litro de álcool. Coloque essa solução numa garrafa e acrescente 4 pedrinhas de cânfora (vende-se em farmácias). Feche bem a garrafa e deixe essa misturar apurar por 5 dias. À noite, antes de dormir, passe o álcool de abacate no esporão. Capriche, deixe bem molhado. Calce uma meia e vá dormir. Repita esse processo nas noites seguintes até alcançar a cura. Geralmente, isso ocorre em menos de uma semana.

Get Back – The Beatles and Billy Preston – 1969

Posted in ARTE, MÚSICA by dibarbosa on 20 de agosto de 2016

Dizzy Miss Lizzy – Show dos Beatles no Shea Stadium – 1965

Posted in ARTE, MÚSICA by dibarbosa on 20 de agosto de 2016

O Show dos Beatles no Shea Stadium foi realizado no estádio de beisebol Shea Stadium, em Nova York. O show teve enorme repercussão na mídia mundial na época pois foi o primeiro show de rock realizado em um estádio aberto. O evento bateu o record de audiência com cerca de 55.600 pessoas presentes em 15 de agosto de 1965.

Eles voltaram a se apresentar no Shea Stadium em 23 de agosto de 1966, com um público ligeiramente menor, com 11.000 lugares disponíveis

Abaixo, algumas fotos da época:
Briam Epstein104

Jumpin’ Jack Flash – Rolling Stones – Shine a Light – EXCELLENT !!!!

Posted in MÚSICA, MUNDO by dibarbosa on 13 de agosto de 2016

The Doors: The End: The Best Version

Posted in ARTE, MÚSICA by dibarbosa on 13 de agosto de 2016

The Isolater, um capacete bizarro para aumentar a concentração

Posted in CIÊNCIA, HISTÓRIA, TECNOLOGIA by dibarbosa on 9 de agosto de 2016

the-isolator

O capacete foi criado em 1925 para ajudar a aumentar o foco e a concentração na leitura.

A invenção, muito bizarra, deixava propositalmente o usuário surdo e limitava sua visão a uma pequena fenda. Possuía um sistema de oxigenação por tubos e um cilindro. Tudo isso para ajudar o indivíduo na concentração de suas atividades mentais e na manutenção do foco durante suas atividades literárias

The Isolator foi inventado por Hugo Gernsback no ano de 1925 e foi publicado na revista Science And Invention, um dos pioneiros da ficção e membro da “The American Physical Society”. Veja outras imagens da época:

Science-and-Invention-MagazineGernsback1920-304

isolator-front-view2

Inacreditável: uma mão biônica construída do desmonte de uma cafeteira

Posted in CIÊNCIA, TECNOLOGIA by dibarbosa on 9 de agosto de 2016

Campanha da legalidade constitucional

Posted in BRASIL, IMPEACHMENT, POLÍTICA by dibarbosa on 8 de agosto de 2016

livro-jpgCONTEXTUALIZAÇÃO
A Presidenta Dilma Roussef tem sido alvo de ataques sistemáticos provenientes de políticos da oposição, da grande mídia e de setores conservadores da sociedade desde o anúncio oficial de sua vitória no segundo turno das eleições de 2014. No primeiro momento, antes mesmo que a Presidenta fosse empossada no cargo, a oposição dá início a uma campanha destinada a espalhar a descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e à regularidade do sistema eleitoral informatizado. Em providência inédita desde a implantação do voto eletrônico (1996), o Tribunal Superior Eleitoral autoriza a auditoria reclamada pelo candidato derrotado, ainda que sem demonstração de indício de fraude. Fracassada essa primeira tentativa de inviabilizar o Governo eleito, o candidato da oposição, inconformado com a derrota, conclama a população brasileira a sair às ruas para pedir a renúncia da Presidenta, acusada de abuso das contas públicas para ganhar as eleições. Os principais movimentos organizadores dos protestos, autodefinidos “apartidários e espontâneos”, de orientação política conservadora e financiados por grandes corporações nacionais e estrangeiras defensoras do livre-mercado, querem o impeachment. No começo do ano de 2015, a coligação do candidato derrotado pede à Justiça Eleitoral a impugnação do mandato da Presidenta
e do Vice, alegando abuso de poder político e econômico durante a campanha (ao final do mesmo ano, a ação é aceita pelo Tribunal Superior Eleitoral – até agora não julgada).
No decorrer do ano de 2015, os ataques da oposição se intensificam. É o momento em que a Petrobras torna-se alvo da maior operação contra a corrupção já realizada no País – o que se fez possível exatamente em razão das medidas de controle e transparência aprovadas ao longo dos anos de governo do Partido dos Trabalhadores. A grande mídia privada promove as ações do juiz Sérgio Moro – encarregado dos processos instaurados a partir das investigações policiais – como um espetáculo de massas. Isso se dá por meio de sistemática cobertura seletiva e parcial em relação aos fatos, acompanhada de comentários depreciativos em relação ao governo e estigmatizantes em relação aos seus apoiadores. Grandes grupos de comunicação se dedicam claramente a descontruir um dos lados da disputa política e a fortalecer o outro, fomentando a ideia de que o Partido dos Trabalhadores é o responsável pela corrupção estrutural no Brasil. Reduzem a dimensão das manifestações populares em favor do governo e ocultam as nuances e a complexidade do momento político, colocando-se entre os protagonistas da campanha “Fora, Dilma!”.
Ainda em 2015, o Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, investigado por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras e réu em ação penal por recebimento de propina em conta na Suíça, recebe pedido de impeachment fundado 1) nas chamadas “pedaladas fiscais” (2015), apresentadas como operações de crédito entre a União e os bancos públicos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES), e 2) na edição de seis decretos não numerados responsáveis pela abertura de créditos suplementares, sem autorização legislativa. Nenhuma das duas ações, todavia, contempla a exigência constitucional de ofensa à lei
orçamentária a configurar crime de responsabilidade, única situação em que o ordenamento jurídico brasileiro autoriza a tramitação do processo de impeachment.
Eduardo Cunha, ainda não afastado pela Comissão de Ética da Câmara dos Deputados, segue intocado no cargo de Presidente daquela Casa. Nessa condição, com o apoio da oposição derrotada nas urnas em 2014, está prestes a conduzir a primeira e mais importante fase do processo de impeachment. Do outro lado, sujeita à cassação, sem qualquer indício, investigação ou acusação de sonegação de imposto ou de informações de bens e valores à Receita Federal, encontra-se a Presidenta Dilma Roussef, que não tem conta no exterior, que não figura em qualquer lista de políticos envolvidos com a corrupção da Petrobras, que não foi apontada em qualquer delação premiada por recebimento ou oferecimento de propina, que não figura como acusada ou investigada em procedimento policial ou criminal. De um lado, o princípio da presunção de inocência; do outro lado, a presunção da culpa como regra política do momento. A agravar, a Comissão Especial do processo de impeachment na Câmara vê-se formada, em sua maioria, por políticos que, comprovadamente, receberam doações de campanha por parte de empresas que figuram na investigação dos desvios na Petrobras. Membros dessa Comissão Especial são políticos investigados nessa mesma operação policial.
O Brasil vive momento particular de grande apreensão e sofrimento. Nas ruas e redes sociais, ódios são destilados àqueles que apelam pela defesa da Democracia ou do Direito. Cidadãos comuns ou figuras públicas que não participam do “falso consenso” produzido pela oposição tornaram-se alvo de ataques pessoas estimulados pela mídia conservadora e dominante, claramente interessada na reversão das urnas. A Presidenta Dilma é ofendida, inclusive na sua condição de mulher, por
meio de insultos machistas e piadas misóginas. Políticos aliados, por interesses pessoais ou eleitoreiros, afastam-se da sustentação política do governo. Desde as eleições, a própria governabilidade vem sendo ameaçada, inúmeras ações são inviabilizadas pela maioria parlamentar, para fomentar a crise econômica, social e política que autoriza o discurso golpista. O Direito tem sido, por muitos juristas ou agentes do sistema de justiça, usado como instrumento político de reversão do resultado das urnas, em flagrante abandono de princípios elementares assegurados em diversas instâncias judiciais.
Nesse cenário, é altamente preocupante a perspectiva de rompimento da ordem democrática e a violação da soberania popular pela via do abuso de poder. Ou, em outras palavras, pelo exercício de um poder que não se submete ao Direito. A ausência de fundamento fático válido para motivação do impeachment, a utilização de juízos políticos, vagos e imprecisos, e o descumprimento do princípio constitucional da legalidade são o instrumental caracterizador do que se pode chamar de “golpe legislativo”, “golpe branco” ou “golpe encoberto” (a deposição de Fernando Lugo, Presidente do Paraguai, em 2012, embora não seja caso isolado na América Latina, é o que mais bem ilustra a aplicação desse juízo político, para deposição do Chefe do Poder Executivo no sistema presidencial: “mau desempenho político”). Contudo, no regime presidencialista, o julgamento acerca do desempenho político do mandatário é do cidadão, por meio do voto em eleições regulares e diretas, jamais do Legislativo, sob pena de quebra do Estado Democrático de Direito.
A NOVA CAMPANHA DA LEGALIDADE: MANIFESTO DE JURISTAS EM DEFESA DA CONSTITUIÇÃO E DO ESTADO DE DIREITO
À Exma. Senhora Presidenta da República, aos Exmos. Senhores Senadores da República, aos Exmos. Senhores Deputados Federais, aos Exmos. Senhores Ministros do Supremo Tribunal Federal, ao Povo Brasileiro A Nova Campanha da Legalidade: Manifesto de Juristas em Defesa da Constituição e do Estado de Direito
Nós, abaixo assinados, juristas, advogadas e advogados, professores e professoras de Direito de todo o país, vimos por meio desta nota:
1 – Afirmar o Estado Democrático e Constitucional de Direito, que deve estar submetido às leis e se realizar através da lei, não admitindo violações de garantias fundamentais estabelecidas nem a instalação de um Estado de exceção por meio de um processo de impeachment sem fundamento jurídico;
2 – Defender a imparcialidade da Justiça, que deve operar segundo os ditames da Constituição e do ordenamento jurídico, não admitindo a sua partidarização, seu funcionamento seletivo e perseguições políticas de qualquer natureza;
3 – Sustentar a repressão à corrupção, que deve se realizar de forma ética, republicana e transparente, por meios pertinentes, sem que para isto haja qualquer restrição ou flexibilização de direitos ou mesmo a utilização irresponsável de meios de comunicação para a sustentação artificiosa e inidônea de procedimentos judiciais. À eliminação da corrupção não pode corromper os direitos;
4 – Dizer que lutaremos para preservar a estabilidade e o respeito às instituições políticas o que, especialmente num momento de crise, vem a ser a posição mais prudente, no sentido de se fazer respeitar a vontade do povo, manifesta através dos meios definidos pela Constituição, por meio de eleições diretas regulares e periódicas.
O Brasil vive, no atual momento, grave crise na sua recente democracia. Durante os anos de ditadura, vários cidadãos sofreram e sacrificaram-se, para que estejamos hoje em pleno exercício dos nossos direitos.
A corrupção não é fato novo, mas se arrasta desde muito tempo no Brasil, e deve ser fortemente combatida. Mas, a fim de eliminar a corrupção, não podemos, sob pena de retrocedermos ao patamar das graves violações aos direitos dos cidadãos brasileiros, havidas durante a ditadura militar implantada pelo Golpe de 64, permitir: a relativização da presunção de inocência; expedientes arbitrários como condução coercitiva de investigados ou pedidos de prisão preventiva, sem o devido embasamento legal; utilização da prisão temporária, igualmente quando ausentes os pressupostos previstos na legislação, com o fim de obter delações premiadas; interceptações telefônicas ilegais que violam as prerrogativas dos advogados e até mesmo da Presidência da República. Ademais, não podemos permitir o comprometimento dos princípios democráticos que regulam o processo, com as operações midiáticas e vazamentos seletivos, que visam destruir reputações e interferir no debate político, além de tensionar a opinião pública para apoiar tais operações.
Não podemos aceitar a relativização do princípio democrático por meio de um procedimento de impeachment sem fundamento jurídico. A Constituição exige o cometimento, pelo Presidente, de crime de responsabilidade, a ser previamente definido em lei ordinária. Não se trata, portanto, de pura e simples decisão política ligada à satisfação ou insatisfação com a gestão. O voto popular escolhe o Presidente para um mandato de quatro anos, findo o qual será avaliado. Ainda que se afirme ser o impeachment uma decisão política, isso não afasta sua juridicidade, ou seja, seu caráter de decisão jurídica obediente à Constituição. A aprovação de leis ou a edição de decretos também são decisões políticas, mas nem por
isso podem contrariar a Constituição. Afirmar que o julgamento é político não pode significar que a Constituição possa ser descumprida.
É requisito de constitucionalidade para o impeachment a prova da existência de crime de responsabilidade. Mesmo por uma análise bastante legalista do processo, a conclusão de que não há crime de responsabilidade se impõe.
A democracia permite a divergência sobre a correção das decisões políticas, mas a decisão última sobre os erros e acertos, em um regime democrático, repousa no voto popular. Mesmo aos parlamentares eleitos pelo povo não é dado pela Constituição o poder de excluir o chefe do Executivo, também eleito pelo sufrágio, com base em dissensos políticos, mas apenas na hipótese estrita e excepcional do crime de responsabilidade.
Nesse sentido, queremos afirmar que a luta para preservar a estabilidade e o respeito às instituições políticas passa pelo respeito ao mandato popular adquirido por meio do voto em eleições regulares.
Boaventura de Sousa Santos – Centro de Estudos Sociais – Coimbra
Marcelo da Costa Pinto Neves – Professor Titular de Direito Público da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília, Visiting Scholar da Faculdade de Direito da Universidade de Yale, EUA
Geraldo Prado – Professor da UFRJ
Amilton Bueno de Carvalho – Desembargador do TJ-RS.
Nilo Batista – Professor Titular de Direito Penal da UERJ
Magda Barros Biavaschi, Desembargadora aposentada do TRT4, pesquisadora no CESIT/IE/UNICAMP
Gilberto Bercovici – Professor Titular de Direito Econômico e Economia Política da Faculdade de Direito da USP;
Francisco de Queiroz Bezerra Cavalcanti – Professor Titular e Diretor da Faculdade de Direito da UFPE, Desembargador Federal Aposentado, Advogado
Ricardo Lodi – Professor e Diretor da Faculdade de Direito da UERJ.
Luiz Moreira Gomes Júnior – Doutor em Direito pela UFMG, Professor na Faculdade de Direito de Contagem-MG
Paulo Abrão – Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2009). Mestre em Direito pela Unisinos (2000). Especialista em Direitos Humanos e Processos de Democratização pela Universidade do Chile (2010), exSecretário Nacional de Justiça.
Lenio Streck – Professor da Unisinos e da Unesa; advogado
Antonio Carlos Wolkmer – Doutor em Direito, Professor da pós-graduação em direito da UFSC e Unilasale.
José Geraldo de Sousa Júnior – Professor e ex-reitor da UnB
Rogério Dultra – Doutor pelo IUPERJ, Professor da UFF
Augusto Jobim do Amaral – Doutor em Direito pela PUCRS, Doutor em História das Ideias pela Universidade de Coimbra, Professor no Programa de Pós-Graduação em Ciências Criminais da PUCRS
Agostinho Ramalho Marques Neto – Professor de Filosofia do Direito – UFMA, Psicanalista
Cláudia Roberta de Araújo Sampaio – Doutora em Direito Penal e Criminologia Pela Universidade de Barcelona-UB, Especialista em Ciências Criminais pela Universidade Jorge Amado, Professora em Direito da UNIFACS, da UNIME e da FACEMP, Advogada
Gisele Cittadino – Professora da PUC-Rio
Alice de Souza Birchal, Desembargadora do Tribunal de Justiça MG, Professora da PUC Minas.
Gerson dos Santos Sicca – Auditor Substituto de Conselheiro do TCE/SC, Mestre em Direito pela UFSC.
Diogo Rosenthal Coutinho – Professor associado da Faculdade de Direito da USP
Gustavo Fontana Pedrollo – Procurador Federal (AGU), Mestre em Direito Público (UFSC), Diretor da Associação Advogadas e Advogados Públicos para a Democracia
Mara Elisa de Oliveira – Procuradora da República
Evandro Menezes de Carvalho – Professor Doutor da UFF e FGV.
Leticia de Campos Velho Martel. Doutora UERJ.
Alexandre dos Santos Cunha – Doutor em Direito pela UFRGS.
Fabio de Sá e Silva – Pós-Doutor pela Harvard Law School
Claudio Ladeira de Oliveira – Doutor em Direito (UFSC), professor de direito constitucional/UFSC
Marcelo Andrade Cattoni de Oliveira – Mestre e Doutor em Direito (UFMG), PósDoutorado em Teoria do Direito (Roma TRE), Faculdade de Direito da UFMG
Maria Celina Bodin de Moraes – PUC-Rio/UERJ
Claudia Roesler – Professora – UNB.
Cristiano Paixão – Professor da Faculdade de Direito da UnB e Conselheiro da Comissão de Anistia
Daniela Felix – Professora da UFSC e do CESUSC, Advogada e Membro da RENAP e do Coletivo Catarina de Advocacia Popular
Flavio Crocce Caetano – advogado e professor.
Fabricio Bertini Pasquot Polido – Doutor em Direito Internacional pela Universidade de São Paulo, Professor Adjunto da Faculdade de Direito da UFMG
Adriano De Bortoli, Doutor em Direito – UFSC, advogado
Carol Proner – Professora de Direito Internacional da FND UFRJ
José Carlos Moreira da Silva Filho – Doutor em Direito pela Universidade Federal do Paraná, Professor da Faculdade de Direito da PUC-RS
Geyson Gonçalves – advogado, professor de direito civil Faculdade Cesusc
Fernando Antonio de Carvalho Dantas – Doutor, Professor titular UFG
Jânia Maria Lopes Saldanha – Doutora em Direito Público, Pós-Doutorado pelo IHEJParis, Professor do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFSM
Enzo Bello – Doutor em direito, Coordenador do programa de pos-graduação em direito da UFF
João Paulo Santos – Advogado da União, Mestre em Direito Constitucional pela UnB e Professor de Direito Civil.
Alfredo Copetti, Doutor em direito Universidade de Roma Tre, Professor do programa de pos-graduação em direito da Unijui
Adriana Vidal de Oliveira- doutora em Teoria do Estado e Direito Constitucional. Professora de Direito Constitucional e Direito Comparado da PUC-Rio
Rodrigo de Souza Costa – Doutor em Direito Penal, Professor de Direito Penal da UERJ
Aline Mendonça dos Santos – Pos-doutora CES- Coimbra, Professora do PPG Política Social da Universidade Católica de Pelotas
Argemiro Cardoso Moreira Martins – Professor da Faculdade de Direito da UnB.Eduardo Ramalho Rabenhorst – Professor titular de filosofia do direito da Universidade Federal da Paraíba
Valdez Adriani Farias – Procurador Federal.
Claudia Aparecida de Souza Trindade – doutora em direito USP, professora ESAF
Vanessa Batista Berner – Doutora em Direito, Professora Associada da Faculdade Nacional de Direito / UFRJ
Clilton Guimarães do Santos – Doutor – PUC-SP, professor na UNIFIEO
Margareth Anne Leister, Pós-doutora em direito, UNIFIEO-SP
Fernando Hofmann – Professor Titular da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI/Santiago)
Gustavo Ramos Carneiro Leão – Doutor em Direito e Professor da Universidade Católica de Pernambuco
David Elmor – Doutor em direito – Professor da UERJ
Marcelo Sgarbossa – Doutor em Direito pela UFRGS.
Marcos Leite Garcia – Doutor em Direito, Professor da Universidade do Vale do Itajaí – Santa Catarina
Camila Cardoso de Melo Prando – Professora Adjunta de Direito Penal e Criminologia da UnB
Carlos Magno Spricigo – Doutor em direito – Professor do PPGDC – UFF
Juliano Zaiden Benvindo – Doutor em Direito pela Universidade Humbolt de Berlim, Professor de Direito Constitucional da Universidade de Brasília
Carlos Eduardo Soares de Freitas – Professor Titular da Universidade do Estado da Bahia
Rodrigo Mioto dos Santos – Professor de Direito Penal, Processo e Direitos Humanos da Univali. Co-coordenador do Observatório do Sistema Interamericano de Direitos Humanos da Univali.
Marciano Buffon – Doutor em direito, Professor do programa de pos-graduação em direito da Unisinos.
Marcos de Aguiar Villas-Bôas – Doutor pela PUC/SP, Mestre pela UFBA
Katya Kosyki – Doutora, Professora UFPR
Marcos Rocha – Doutor pela UERJ, Professor e Coordenador do Núcleo de Direitos Humanos do Centro Universitário Serra dos Órgãos
Maria Cristina Vidotte Blanco Tarrega – Professor Titular na UFG
Marília Lomanto Veloso – Advogada, Mestra e Doutora em Direito Penal PUC/SP, Membro da Associação de Advogados e Advogadas de Trabalhadores Rurais do Estado da Bahia – AATR, Membro fundador da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares – RENAP.
Nivaldo dos Santos – Doutor em Direito pela UFG
Dimitri Sales – Doutor em Direito (PUC_SP)
Rafael Dubeux – Advogado da União, Doutor pela UnB
Aloisio Zimmer Junior, doutor em direito pela UFRGS, advogado, professor de Direito Administrativo na Escola do Ministério Público, da Ajuris e da Femargs
André Portella – Doutor em Direito Financeiro e Tributário, Professor da UFBA
Zulmar Fachin, Professor Doutor UEL, advogado
Emilio Peluso Neder Meyer – Professor Adjunto de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da UFMG
Glauco Salomão Leite – Professor de Direito Constitucional (UNICAP/UFPB)
Ivanilson Paulo Correa Raiol – Promotor de Justiça do MP/PA, Doutor em Direitos Humanos pela UFPA
José Eduardo Elias Romão – Doutor em Direito pela UnB, advogado e Pró-Reitor do Mestrado do IPEA
José Ricardo Cunha – Professor da Faculdade de Direito da UERJ.
Paulo Sérgio Weyl A Costa – Doutor em Direito, Prof. Associado da UFPa
José Rodrigo Rodriguez – Professor de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNISINOS Coordenador do Núcleo Direito e Democracia do CEBRAP
Célia Regina Ody Bernardes – juíza federal e associada da AJD (Associação Juízes para a Democracia).
Marcos Rogério Palmeira – Doutor em Direito Tributário UFSC e Advogado/SC
Matheus Felipe de Castro- doutor em direito pela UFSC, professor de direito constitucional e filosofia do direito na mesma instituição, professor titular do mestrado em direitos fundamentais da Unoesc Chapecó.
Inocencio Rodrigues Uchôa – Juiz do Trabalho do TRT/7 aposentado – Associação de Juízes para a Democracia/CE
Pierpaolo Cruz Bottini – advogado e Professor da Faculdade de Direito da USP
Maiquel Ângelo Dezordi Wermuth – Doutor em Direito (UNISINOS), Professor do Mestrado em Direitos Humanos (UNIJUÍ)
Marcelino Meleu – Doutor em Direito Público, Advogado e Professor Universitário (UNOCHAPECÓ e FURB)
Mariah Brochado – Professora Associada de Filosofia do Direito da FDUFMG, Professora Associada da FDUFMG, Pesquisadora Sênior da Ruprecht- Karls Universität Heidelberg- Alemanha
Raquel Fabiana Lopes Sparemberger – Doutora em Direito – PPGD – FURG
Maria Rosa Guimarães Loula – Universidade do Estado do Rio de Janeiro – AdvocaciaGeral da União, Doutora em Direito Internacional pela UERJ, Procuradora Federal, Professora de Direito Internacional
Luciane Moessa de Souza – Mestre em Direito Constitucional pela UFPR, Doutora em Direito, Estado e Sociedade pela UFSC, Pós- Doutoranda em Direito Ambiental e Econômico pela USP, Procuradora do Banco Central do Brasil, Professora de Resolução Consensual de Conflitos Coletivos envolvendo Políticas Públicas
Alexandre Douglas Zaidan de Carvalho – Procurador Federal, Doutorando em Direito na UnB, Mestre em Direito Constitucional pela UFPE
Alexandre Melo Franco de Moraes – Professor da UFOP
Alfa Oumar Diallo – Diretor da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Grande Dourados
Alvaro Luiz Poglia – Promotor de Justiça do RS, Professor de Direito Penal e Processo Penal na Universidade Federal de Passo Fundo;
Ana Claudia Farranha – Professora da Faculdade de Direito da UnB
André Karam Trindade – Professor do IMED- Passo Fundo
André Leonardo Copetti Santos – Doutor em Direito, Professor do Mestrado em Direitos Humanos da UNIJUÍ,
André Souto Maior Mussalém – Professor titular de Direito Constitucional na Faculdade Estácio do Recife
Arthur Stamford – Professor de Sociologia Jurídica da UFPE
Bartira Macedo de Miranda – Doutora em Direito, Professora da UFG
Beatriz Vargas Ramos – Professora Adjunta de Direito Penal Penal e Criminologia da UnB;
Marcelo Labanca – Professo de Direito Constitucional da Universidade Católica de Pernambuco
Bruno Afonso Ribeiro do Valle Bezerra – Advogado
Bruno Rodrigues Arruda e Silva – Procurador Federal
Camila Gomes de Lima – Advogada, mestranda em Direito na UnB
Carlos Eduardo Oliveira Lima – Advogado da União (pós-graduado em Direito Administrativo pela UFPE)
Daniela Ferreira Marques – Advogada da União, Mestre em Direito Privado e Econômico pela UFBA
Daniel Duarte – mestre em direito FDV, advogado
Daniel Pinheiro Viegas – Procurador do Estado do Amazonas, Mestre em Direito pela Universidade do Estado do Amazonas
Delton R. S. Meirelles – Professor do Departamento de Direito Processual e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense
Denise da Veiga Alves – Advogada
Diva dos Santos Rigatos – Advogada e militante de Direitos Humanos no Estado de Mato Grosso do Sul
Eduardo Fernandes de Araújo – Professor do Centro de Ciências Jurídicas da UFPB, Doutorando pela Universidade de Coimbra
Emmanuelle Benevides Moura Beltrão – Mestre em Direito, Professora Titular de Direito do Trabalho da Faculdade Estácio do Recife
Eneá de Stutz – Professora da Faculdade de Direito da UnB
Eugênio Nunes Silva – Advogado, OAB/AM
Everaldo Gaspar Lopes de Andrade – Professor Adjunto da FDR/UFPE
Fernanda Frizzo Bragato – Professora do Programa de Pós-Graduação em Direito da Unisinos
Fernanda Ferreira de Paula Moi – Mestre em Direito, Professora na Universidade Federal de Goiás.
Francisco das Chagas Medeiros – Advogado, Conselheiro Estadual da OAB/RN
Francisco de Assis Nascimento Nóbrega – Defensor Público Federal
Geraldo Vilar C. Lima Filho – Defensor Público Federal, Mestrando em Ciências Jurídico Criminais da Universidade de Lisboa
Gilda Diniz dos Santos – Procuradora Federal, Especialista em Direito Público.
Giordano Bruno Costa Cruz – Advogado – OAB/AM
Gustavo de Faria Moreira Teixeira – Mestre em Direito Agroambiental pela Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT, Professor de Direito Constitucional na Universidade de Cuiabá.
Gustavo Ferreira Santos – Professor de Direito Constitucional da UNICAP e da UFPE
Gustavo Just – Professor Adjunto da UFPE
Igor Henrique Santelli – Professor da Faculdade Estadual de Direito do Mato Grosso do Sul
João Guilherme C. M. L. Granja Xavier da Silva – Gestor Federal, Doutorando em Direito, Estado e Constituição pela UnB
João Thomas Luchsinger – Professor efetivo de Direito Processual Penal da UFAM
José Aparecido Rigato – Promotor de Justiça no Estado de Mato Grosso do Sul
José Luiz Quadros de Magalhães – Professor da UFMG
José Rodrigo Rodriguez – Mestre em Direito pela USP, Doutor em Filosofia pela UNICAMP, Professor do programa de pós-graduação em Direito da Unisinos
João Ricardo Wanderley Dornelles – Professor de Pós-Graduação em Direito da PUCRio e Coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da PUC-Rio
José Ponciano de Carvalho Júnior – Professor de Filosofia do Direito e Teoria da Interpretação Jurídica da Faculdade de Direito da UFBA
Juliana Teixeira Esteves – Professora Associada da FDR/UFPE
Julio Anderson Bueno -Mestre, Professor PUC Goias
Júlio César Valcanaia – Advogado OAB/MS 9565 – Conselheiro do Ceds/MS
Luciana Grassano Melo – Professora Associada da FDR/UFPE
Kalina Leila Nunes Mendes Medeiros – Advogada
Leandro Venicius Fonseca Rozeira – Advogado – OAB/AM
Manoel Correia de Oliveira Andrade Neto – Mestre, Professor titular de Processo Penal da Faculdade Estácio do Recife
Margareth Arbues – Mestre em Direito, Doutora em Ciência da Religião, Professora na Universidade Federal de Goiás.
Maria Carolina Amorim – Advogada, Doutoranda em Direito Processual Penal na PUCSP
Mariana Barbosa Cirne – Procuradora Federal, Doutorando em Direito pela UnB, Professora universitária
Mário Jorge Oliveira de Paula – Advogado – OAB/AM
Martônio Mont´Alverne Barreto Lima – Professor da UNIFOR
Mateus de Oliveira Fornasier – Doutor em Direito, Professor do programa de PosGraduação em Direitos Humanos UNIJUI.
Menelick de Carvalho Neto – Professor da Faculdade de Direito da UnB
Prudente José Silveira Mello – Professor da Faculdade Cesusc e Conselheiro da Comissão de Anistia
Reinaldo Santos de Almeida Júnior – Doutorando em Direito Penal pela UERJ, Mestre em Direito do Estado pela UFPR, Especialista em Criminologia e Direito Penal pelo Instituto de Criminologia e Política Criminal (ICPC), Professor Substituto de Direito Penal da Faculdade Nacional de Direito da UFRJ.
Renato Duro Dias -Professor da Faculdade de Direito FURG
Roberto Armando Ramos de Aguiar -Professor emérito de UnB
Roberto Ferreira Filho – Juiz Estadual do Estado de Mato Grosso do Sul
Rômulo de Andrade Moreira – Procurador de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia, Professor de Direito Processual Penal da UNIFACS, Pós graduação em processo penal pela universidade de Salamanca – Espanha
Romulo de Carvalho Ferraz – Promotor de Justiça em Minas Gerais
Stella Bruna Santo – Advogada
Tadeu de Souza Silva – Advogado – OAB/AM
Talita Monteiro Caribé – Mestre em Direito Penal pela UFPE
Thaisa Maira Rodrigues Held -Professora da Universidade Federal de Mato Grosso
Thomas Bustamante – Professor de Filosofia do Direito da UFMG
Victor Cravo – Procurador Federal, Doutorando em Direito pela UnB
Vitor de Sousa Freitas – Mestre em Direito, Professor na Universidade Federal de Goiás.
Wálber Carneiro Araújo – Professor de Direito UFBA e Unifacs
Salo de Carvalho – Professor da Faculdade Nacional de Direito Universidade Federal do Rio de Janeiro
Antonio Armando UIian do Lago Albuquerque – Professor da Faculdade de Direito da UFMT e UNEMAT – Mato Grosso.
Peterson Medeiros dos Santos – Advogado, Mestando na Universidade do Porto
Paulo Henrique Kalif siqueira Advogado, Professor Universitário
Renan Quinalha, Advogado e ativista de Direitos Humanos
Isaac Reis, Professor Adjunto, Universidade Federal do Sul da Bahia – UFSB
Thiago Fabres de Carvalho, Doutor em Direito Unisinos, advogado.
Clecio Lemos – mestre em direito UERJ, advogado
Nuno Manuel Morgadinho dos Santos Coelho – Doutor. Prof. USP RIbeirao Preto
Antonio Pedro Melchior – Professor de Processo Penal (Ibmec)/ Advogado.
Gilberto Carvalho Guerra Pedrosa Ribeiro – Mestre em Direito, Estado e Constituição pela UnB
José Nunes de Cerqueira Neto – Doutorando em Direito pela UnB
Cláudia Paiva Carvalho – Doutorando em Direito pela UnB
Wellington Migiliari – Doutorando em Direito Internacional Público e Relações Internacionais – Facultat de Dret – Universitart de Barcelona
Dirlene Gregório Pires da Silva – Procuradora Federal, Especialista em Direito Público pela UnB
Patrícia Cristina Lessa Franco – Procuradora Federal, Especialista em Direito Público pela UnB
Emanoel Gonçalves de Carvalho – Procurador Federal
Artur Cortez Bonifácio, mestre e doutor em Direito pela PUC-SP, Professor da UFRN de Direito Constitucional, Imortal da Academia das Letras Jurídicas do RN
Lizziane Sousa Queiroz F. de Oliveira, Mestre em Direito pela UFRN, Professora do Curso de Direito da UFERSA
Ronaldo Alencar – Professor Doutor do CCj da UFPB,
Mariana Vannucci, Mestre em Direito pela UFRN, Professora da UERN
José Humberto de Góes Junior – Doutor em Direito pela UnB, Professor da UFG
Gustavo Henrique Freire Barbosa – mestrando em direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Juliano Homem de Siqueira -Professor Aposentado da UFRN
Karoline Lins Câmara Marinho de Souza – Mestre em Direito pela UFRN, Professora da UFRN
Ângela José Menezes Silvino – Mestre em Direito pela UFRN
Natália Bastos Bonavides – Mestre em Direito Constitucional pela UFRN
Alberto Knobbe Busquets – advogado e professor
Francisco Celso Calmon Ferreira da Silva – Advogado
Mauricio Stegemann Dieter – Professor de Criminologia e Direito Penal da Universidade de São Paulo
Ester Eliana Hauser – Mestre em Direito, UNIJUI.
Fernando César Costa Xavier – Professor da Universidade Federal de Roraima
Maryel Sinai Souza Pedreira – Advogada OAB/MS 19.398 e ativista de Direitos Humanos.
Adriany Barros de Britto – Professora de direito e advogada – 13594 OAB/MS
Maria Alice Rodrigues, Mestre em Direito, Professora da Unisinos e advogada
Lucas Abreu Barroso – Professor na Universidade Federal do Espírito Santo
Ana Claudia Vinholes Siqueira Lucas – Professor de direito na UFPel e UCPel
Joice Graciele Nielsson -Professora do curso de direito da UNIJUI
Mamede Said Maia Filho – Professor da Faculdade de Direito da UnB
Carolina Mayer Spina Zimmer, advogada trabalhista, Mestre em Direito pela PUCRS, Professora de Direito Material, Processual do Trabalho na Unisinos e na Uniritter
Gabriela Neves Delgado, Professora da Faculdade de Direito da UnB
Paulo Marcelo Scherer, Mestre em direito na UNIJUI
Caio Cezar Pedrollo Machado – Advogado
Getulio Barroca Rodrigues, Advogado
Ana Paula Dittgen da Silva, UCPEL. Professora do Direito
Theodoro Huber da Silva, advogado
Herrigthon Santos Oliveira – advogado
Vitor Henrique Betoni Garcia – advogado
Johnand Pereira da Silva Mauro, OAB MS 14988
Camila Herédia Miotto Betoni, OAB/MS 16.839
Carlos David Carneiro – Mestre em Teoria e Filosofia do Direito Uerj
Camila Rodrigues Neves de Almeida Lima, advogada, Doutoranda em Direito Público e Mestre em Direito do Trabalho – Universidade de Coimbra
Bárbara Dias – Mestre em direito constitucional PUC/RJ, doutora em ciência política/IUPERJ/IESP
Alberto Sampaio Junior – doutorando em direito, professor UNESA
Thiago Minage – doutorando em direito, professor da Unesa e Ufrj
Jean-François Deluchey – Universidade Federal do Pará.
Nacibe Huarde Ribeiro Cade, advogado
André Carneiro Leão – Professor da Faculdade Damas e Defensor Público Federal
Alexandre Da Maia – Professor de Direito da UFPE
Bruno Galindo – Professor de Direito Constitucional da UFPE
Fernanda Fonseca Rosenblatt. Professora de Processo Penal da UNICAP
Felipo Pereira Bona – Professor das Faculdades Integradas do Sertão- FIS
João Paulo Allain Teixeira – Professor Direito Constitucional (UNICAP / UFPE)
Marília Montenegro – Professora de Direito Penal (UNICAP /UFPE)
Maria Rita holanda – Professora de Direito Civil da Universidade Católica de Pernambuco.
Maria Lúcia Barbosa – Professora de Direito Constitucional (UFPE / Aeso Barros Melo)
Manuela Abath – Professora (UFPE e UNICAP)
Vanessa Pedroso. Professora de Direito da UNICAP
Paulo André Nassar – Mestre e doutorando em Direito, Professor da Faci DeVry
Renata Espindola – Procuradora Federal e mestre pela UNB
Adriana Goulart de Sena Orsini- Professora Associada da Faculdade de Direito da UFMG
Dilvanio de Souza, advogado, Mestre em Dto Público pela UFSC
Huarde Ribeiro Cade – advogado
Adriana Rosa – OAB/SC
Alexandra Xavier Figueiredo – OAB/MG
Alexandre Santana – OAB/SC
Ana Claudia Diogo Tavares – OAB/RJ, Professora do NEPP-DH da UFRJ
André Luiz Barreto Azevedo, advogado popular
Andreia Indalencio Rochi advogada/PR e SC
Cariny Pereira – advogada/SC
Caroline Schwarz de Almeida – advogada/SC
Cleuton César Ripol de Freitas – OAB-GO
Cristiane Dambrós Chaves – Professora do cesusc e advogada
Daniel Araújo Valença – Professor UFERSA e Advogado/RN
Daniela Cristina Rabaioli – Advogada/SC
Elle Cristina Weissheimer – OAB/SC
Fernando David Perazzoli – OAB/SC
Gustavo Garbelini Wischneski – advogado/SC
João Paulo do Vale de Medeiros – professor/UERN e advogado popular
Jonas Machado Ramos – Professor de Processo Penal Faculdade CESUSC
Jorge Alberto Escobar Rodrigues – OAB/RS
Julia Moreira Schwantes Zavarize – advogada/SC
Leonardo Rossana Martins Chaves. Professor de direito constitucional do cesusc/SC
Luciana Silva Garcia, OAB/BA
Luiz Fernando Ozawa, OAB/SC, Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais, professor da AVANTIS e SOCIESC
Luzia Maria Cabreira – Advogada/SC
Myllena Calasans de Matos, Advogada, OAB-BA/Brasilia-DF
Patrícia Rodrigues dos Santos, Advogada, OAB/BA 49609
Roberto da Rocha Rodrigues. Professor de Direito Penal do CESUSC
Roberto Ramos Schmidt, Advogado/SC
Rodrigo Alessandro Sartoti – advogado e mestrando em Direito/UFSC
Rossela Eliza Ceni – oab/sc
Ruben R Manente – professor de direito penal / Cesusc
Samuel Martins dos Santos – Professor de Direito Constitucional – Faculdade CESUSC
Sandro Sell. Professor de Direito Penal/Cesusc
Sônia Maria Alves da Costa, Advogada, OAB-TO
Susan Mara Zilli – Advogada/SC
Vera Lúcia Santana Araújo, advogada, Brasília
Veridiana Kendra M. R. de Oliveira – Advogada SC
Vinicius Guilherme Bion – advogado/SC
William Farias Rodrigues – Advogado OAB/SC
Ana Cacilda Rezende Reis, OAB-BA
Daniel Pessoa, Prof Direito na UFERSA, OAB/RN
Eduardo Corrêa, OAB MA 5.211, professor da faculdade Estácio São Luís e do instituto Florence. Renap
Érika Lula de Medeiros, OAB-DF, mestranda em direitos humanos e cidadania na UnB
Gustavo de Carvalho Rocha – advogado/SC
Gustavo Magnata OAB/PE
Herlon Teixeira – Advogado/SC
Hugo Belarmino de Morais, professor de direito da UFPB., CRDH-UFPB. IPDMS. RENAP
Larissa Pirchiner de Oliveira Vieira – OAB/MG
Maria do Rosário Carneiro – OAB/MG
Marleide Ferreira Rocha – OAB/DF, Rede nacional de advogados e advogadas populares
Tayse Ribeiro de Castro Palitot – mestranda em DH pela UFPB
Virginia Kirchmeier, professora de Direito Publico
Rodrigo de Medeiros Silva, membro da Comissão de Acesso à Justiça do CFOAB, OAB-CE
Gretha Leite Maia, Universidade Federal do Ceará, Doutora em Direito
Acassio Pereira de Souza, advogado popular, OAB/CE
Rodolfo de Carvalho Cabral – Procurador Federal
Djamiro Acipreste – Advogado e Professor de Ciência Política e Direito Agrário
Igor Silvério Freire, pós-graduando em direito pela UFRN /ESMARN,
Lucas Santos, mestrando em direito pela UFRN
Hélio Miguel Santos Bezerra OAB/RN 9.703
Natália de sena alves OAB/RN 10.654
Cassio Leandro De Queiroz Rodrigues Advogado e professor
Gilmara Joane Macedo de Medeiros – Professora de Direito da Ufersa
Oona de Oliveira Cajú – Professora de Direito da Ufersa
Monique Ximenes Lopes – Professora de Direito do IFPB
Mário Sérgio Maia Falcão – Professor de Direito da Ufersa
Amanda Santos Soares – Advogada
Diana Freitas de Andrade – Defensora Pública Federal
Daniele de Souza Osório -Defensora Pública Federal
Leonardo Lorea Mattar- Defensor Público Federal
Luaní Melo – Defensora Pública Federal
Mariana Lucena Nascimento – Defensora Pública Federal
Marcos Wagner Alves Teixeira – Defensor Público Federal
Tarcila Maia Lopes – ?Defensora Pública Federal
Thales Arcoverde Treiger – DPU/RJ – Defensor Público Federal
Daniel Teles Barbosa – Defensor Público Federal
Igor Roberto Albuquerque Roque – Defensor Público Federal
Lídia Ribeiro Nóbrega – Defensora Pública Federal
Clarissa Cecília Ferreira Alves – Professora de Direito do IFPB
Tatyane Guimarães Oliveira – Professora de Direito da UFPB
Marília Nunes Soares de Pina – DPU Belém/PA
Cláudio Henrique Fonseca de Pina – Juiz TRF1 Belém/PA
Fernanda Neves de Martins Moraes – oab 15036
Frederico lopes virgulino de Medeiros – oab pb 14379
Rodrigo Farias – OAB pb 10220
Carlos Frederico Farias – OAB pb 7119
Thiago Hanney Medeiros de Souza – OAB/PB 16241.
Janaynna Marrocos Macaúbas Tôrres – OAB/PB 21.316
Marina de Lima Toffoli – bacharela em direito;
Liana de Queiroz Melo – advogada, OAB/PE 36.416;
Renata Celeste Sales – professora universitária;
Alessandra Macedo Lins – professora universitária
Homero bezerra Ribeiro – professor universitário OAB/PE 1393-b
Daniel Alves Pessoa – Professor de Direito da Ufersa.
Rodrigo de Figueiredo Tavares de Araújo – Advogado – OAB/PE 25.921
Roberto efrem filho – OAB/PE 27.010;
Bruna Cavalcante falcão – Delegada da polícia civil de Pernambuco
Carlos Roberto de Araújo – OAB-RN 3943, Conselheiro Estadual da OAB.
Rogério Emiliano Guedes Alcoforado – prof de Direito UERN Natal/RN
David de Medeiros Leite – prof de Direito UERN Natal/RN
Humberto Henrique Costa Fernandes do Rego – OAB/RN 4237
Olavo Hamilton Ayres Freire de Andrade. OAB RN 479-A
Maria Izabel Costa Fernandes Rego – OAB/RN
Cláudio Luíz dos Santos – Defensor Público Federal – RJ
Olímpio de Moraes Rocha, OAB/PB 14.599, Campina Grande, Advogado Popular e Professor da UEPB
Marcos Vinicio Santiago de Oliveira – OAB/RN 1.420
Ipojucan Demétrius Vecchi, advogado, Professor de direito do trabalho da Universidade de Passo Fundo- RS
Cláudio Costa, advogado, Mestre em Ciências Penais UCAM-RJ
Bernardo Abreu de Medeiros, mestre em Direito pela PUCRJ e doutorando em Políticas Públicas pela UFRJ
Ivi Vasconcelos Elias – bacharel em Direito, mestre pela PUC-Rio.
Jose do Carmo Siqueira – mestre e doutorando UNB.Prof. UFG
Fernando Fontainha – Professor do IESP/UERJ, sociologia do direito
Marcelo Leão – Advogado OAB/SC 22678
Adriana Geisler – Doutora em Teoria do Estado e Direito Constitucional, Professora do Departamento de Direito da PUC-RJ e Fiocruz.
Felipe Cavaliere Tavares – Professor UNISUAM
Sayonara Grillo Coutinho L da Silva – Professora da Faculdade Nacional de Direito UFRJ.
Joseane Aparecida Côrrea- Mestre UFSC.
Márcia Nina Bernardes – Professora da PUC-Rio
Carolina Vestena – Doutora em Direito UERJ
Ivan Garcia – Professor de Direito da UERJ
Sabrina Durigon Marques, – Professora da Unb e do UniCeub
Ivanilda M Figueiredo de L Ferreira – advogada e Professora
João Pedro Saboia Bandeira de Mello Filho – Jurista
Magnus Henry da Silva Marques, advogado da RENAP e Professor
Alessandro Soares – Professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie
Eduardo Cavalieri Pinheiro – Defensor Público DPE MG
José Flávio Bianchi – mestre e doutorando pela UnB, procurador federal.
Gustavo Proença Mendonça – prof. IBMEC-RJ e UNESA-RJ
Karina Macedo Fernandes – Mestre e doutoranda em Direito Público – Unisinos
Emerson de Lima Pinto. Mestre em Direito – Professor do curso de direito da Unisinos.
Cecilia Caballero Lois – Professora Associada da Faculdade Nacional de Direito/ UFRJ
Diogo Bacha e Silva. Mestre em Direito. Professor da Faculdade de São Lourenço
Ademar Borges Filho, Procurador do Estado de MG e Professor UnB
Fernanda Tórtima – advogada
Pedro Wagner Assed Pereira – defensor público federal na Baixada Fluminense.
Leonardo Quintas Furtado – Procurador da Fazenda Nacional
Gustavo S. Siqueira – Professor da Faculdade de Direito da UERJ.
Francisco Ubiratan Conde Barreto Junior – Professor da UNESA.
Bethania Assy – Puc-Rio/UERJ
Volney Campos dos Santos, Professor Assistente da Universidade Estadual de Ponta Grossa
Fernando José Barúna Recalde – Advogado OAB/MS 10.493 e militante de Direitos Humanos.
Tarso Cabral Violin, advogado, Vice-Coordenador do Núcleo de Pesquisa em Direito do Terceiro Setor do PPGD-UFPR e Professor de Direito Administrativo e Ciência Política
Kíssila Muzy – Professora UNESA
Adriana Geisler – Professora PUC-Rio e Fiocruz.
Ernesto Pedrollo Neto – Advogado OAB/MT 15289
Simone Pereira de Castro – procurador da fazenda nacional
Hélder Valadares Moreira – procurador da fazenda nacional
Malgali Thais Ledur. – procurador da fazenda nacional
Deysi Cristina da Rolt – procurador da fazenda nacional
Giselle Marques de Araujo advogada – OAB/MS 4966
Humberto Luiz Salustiano Costa Júnior – Rede de Ensino DOCTUM
Jorge Henrique Costa Júnior – Advogado oab/SC
Thamis Dalsenter – PUC-Rio
João Alfredo telles Melo, doutorando e prof. Da fa 7
Rômulo Guilherme Leitão, OAB/CE 9350, Professor da Universidade de Fortaleza
Natália Martinuzi Castilho. Mestre em Direito. Prof da Unichristus
Gilmar Bittencourt Santos Silva – Defensor Público no Estado da Bahia
Daisy dos santos marques – Defensor Público do Estado do Piauí
Jeferson Antonio Fernandes Bacelar – Advogado. Professor da Universidade da Amazônia e Conselheiro Federal da OAB pelo Pará.
Tayara Talita Lemos – Professora de Direito Constitucional da UFJF
Aldo Fernando Alencar Serra – OAB/MA 12.761
Maycko Pereira Passos, OAB/MA n° 12.472
Carlos Victor Oliveira Fernandes – OAB/MA 10.235
Sarah Teresa Cavalcanti de Britto – OAB/MA 10.488
Joisiane Gamba – OAB/MA 2.425
Valdira Barros, OAB Ma 6047, Doutora em Políticas Públicas/UFMA, Professora Universitária, militante do Movimento pelos Direitos se Crianças e Adolescentes
Jorge Alberto Mendes Serejo – OAB/MA 9.816-, Mestrando em direito e instituições do sistema de justiça/UFMA.
Glaydson Campelo de Almeida Rodrigues, OAB/MA 11.627
Marcus Moreira Lima Soares, OAB/MA 9.438. Pós-Graduado em Direito Público pela Universidade Anhanguera-Uniderp Advogado.
Daisy Rafaela da Silva – prof ddhh UNISAL
Thula Pires – PUC-Rio
Samantha Moura Ribeiro, PUC-Rio.
Aline Pinheiro Macedo Couto OAB-DF 36453
Andreza Prado de Oliveira, advogada/SC
José Maria de Aquino Júnior OAB- MA 8143
Igor Martins Coelho Almeida. OAB/MA 8.505. Mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça/UFMA. Professor Universitário.
Thalita Martins Lindoso, OAB/MA 12.231
Adilene Ramos Sousa, OAB-MA 5.699
Claudia Márcia Amorim Costa, advogada OAB-MA 4.739
Diogo Diniz Ribeiro Cabral, OAB MA 9.355, Pós Graduando Direito Agrário UFG, Coordenador de PROJETO SMDH
Mariana Rodrigues Viana, OAB/MA 14.915
Thiago Gomes Viana – OAB/MA n. 10.642
Diana Melo Pereira, Mestre em Direito, Estado e Constituição – Unb, Direito Achado na Rua- Unb, advogada Smdh, OAB/MA 7.742
Renata dos Reis Cordeiro – OAB MA 7854. Mestre em Ciências Sociais – UFMA
Mari-Silva Maia da Silva, oab/ma 8525, especialista em sociologia das interpretaçoes/UEMA, mestranda em direito e instituiçoes do sistema de justiça/UFMA.
Márcia Mileni Silva Miranda. OAB/MA 14902
Manuella Melo da Rocha Aires Lima. OAB/MA 11.271. Pós-graduada em Direito Administrativo pela Universidade Anhanguera-UNIDERP.
Carolina de Campos Melo. PUC-Rio
Tiago Resende Botelho – Doutorando em Direito Público – Universidade de Coimbra e professor da Faculdade de Direito e Relações Internacionais da Universidade Federal da Grande Dourados
Renato Santos Gonçalves- Professor de Direito Processual Penal UFJF-GV
Maria Clara Oliveira Santos – Professora de Direito da UFSJ
Cristiane de Souza Reis – Departamento de Segurança Pública – Faculdade de Direito – Universidade Federal Fluminense
Andre Luis de Moraes Pinto – Juiz de Direito/RS
Luís Christiano Enger Aires – Juiz de Direito/RS
Adílson Rodrigues Pires, Professor Adjunto de Direito Financeiro da UERJ
Mauro Caum Gonçalves – Juiz de Direito
Manuel Caleiro – Mestre e doutorando pela PUCPR
Nadine Borges – Advogada, professora Mestre e Doutoranda em Direito e Sociologia. UFF. Coordenadora de Relações Externas da UFRJ.
Luis Gustavo Bezerril de Menezes – Prefeitura da Cidade de São Paulo, Advogado
Gustavo Carvalho Bernardes – Advogado
Aricia Fernandes Correia – Professora Adjunta da Faculdade de Direito da UERJ
Ronaldo Campos e Silva – professor de Direito Processual Civil do IBMEC
Antonio Augusto Tams Gasperin, graduado em Direito pela UFPEL (RS), mestre em Direito pela FADUSP, professor no UNIRITTER (RS) e advogado.
Luana Natielle Basílio e Silva, Mestra em Direitos Humanos, assessora em Direitos Humanos da Plataforma Dhesca Brasil
Clarice Costa Calixto – doutoranda em direito pela Unb, Advogada da União
Antônio Emerson Satiro Bezerra, UNIFOR, Advogado – OAB/CE: 18.236
Antonio José de Sousa Gomes, OAB/CE: 23.968, Especialista em Direito do Trabalho e Previdenciário – Estácio do Ceará e Gestão Pública Municipal – UNILAB
Arilo Pinheiro Cavalcante, OAB/CE 18.660;
Armando Costa Jr., advogado (OAB/CE 11.069) e professor universitário
Caio Santana Mascarenhas Gomes – UNIFOR, OAB/CE: 17.000 Carlos Alexandre Bezerra dos Santos, Graduando Direito UFC
Carlos Eduardo Romanholi Brasil, OAB/CE n. 19.528
Carolina Price E. Monteiro OAB/CE 19539
Cassandra Maria Arcoverde e Assunção, OAB/CE 8020
Cynara Monteiro Mariano, Advogada (OAB/CE 12.949) e Professora Adjunta da UFC, Advogada, Professora Adjunta da UFC, Mestre em Direito Público pela UFC, Doutora em Direito Constitucional pela Unifor, Pós-Doutora pela Universidade de Coimbra, Vice-Presidente do Instituto Latino Americano de Estudos sobre Direito, Política e Democracia -ILAEDPD, Diretora Acadêmica do Instituto Cearense de Direito Administrativo – ICDA, Ex-Presidente da Fundação Escola de Advocacia da OABCeará
Christianny Diogenes Maia – Doutora em Direito Constitucional. OAB/CE 15.688;
Cristiano Therrien, OAB/CE 13.869, Doutorando em Direito pela Universidade de Montreal (UdeM);
Daniella Alencar Matias, OAB/CE 17714. Advogada, mestranda em filosofia pela UECE;
Danielle de Farias Oliveira, advogada, OAB/CE 26779 Edna Maria Teixeira OAB/CE 22.678
Elisangela do Amaral Andrade landim, OAB/CE 21914, Mestranda pela Universidade de Lisboa – Portugal
Eloilson Augusto da Silva Landim. MP/CE 333
Emerson Damasceno, advogado e ativista digital, Membro da Comissão de Pessoas com Deficiência da OAB/CE, OAB/CE 11.600;
Emília Simone Magalhães Machado, advogada,
Francisco José Palácio, OAB/CE 11.063, Pós-graduado em Direito Penal e Criminologia
Francisco Scipião da Costa, UNIFOR, OAB/CE: 23.945
Gustavo Feitosa, OAB CE 12637, Professor UNIFOR /FD UFC
Ícaro Ferreira de Mendonça Gaspar – OAB/CE 23.876 | Juristas pela Legalidade e pela democracia; Ingrid Viana Soares, OAB/CE 19296
Isabel Cecilia de Oliveira Bezerra, Advogada da União, Mestre em Direito, Professora de Direito Processual Civil e Conselheira na OABCE;
Isabel Mota – pós-graduada Direito Público pela Faculdade de Direito da UFC e advogada eleitoralista
Ítalo Hide Freire Guerreiro, OAB CE 25.303, Especialista em Direito Processual – FA7, Advogado do Sindicato APEOC , OAB-CE 25.303,
Ítalo Mota Sampaio, Advogado – OAB/CE n° 23.352, email:
João Marcelo Ferreira Facundo OAB CE 32.987
José Boaventura Filho. OABCE 11.867. Especialista em direitos humanos fundamentais. Professor de Direito Processual Penal e Direito Penal na Faculdade Leão Sampaio;
Julianne Melo dos Santos OAB-CE 29.503: mestranda Direito UFC,
Luanna Marley, OAB/CE nº 25.879 – Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares (RENAP)
Luciano Dantas Sampaio Filho – OAB/CE 31151. Pós-Graduando em Direito Penal;
Luiza Barbara Vieira Cidrack OAB/CE 29.228 – advogada e especialista em gestão pública UNILAB, Lyanna Magalhães Castelo Branco – advogada – OAB-CE 17841
Manuela da Nóbrega Alves Praxedes, OAB CE 22.500,
Marcelo Ribeiro Uchoa, UFC, Doutor em Direito Constitucional – UNIFOR/2015, Professor de Direito Internacional e Direitos Humanos da Universidade de Fortaleza – UNIFOR, marcelo@uchoa.adv.br,
Marco Antônio Feitosa Moreira, OAB-CE 8.664, UFCE
Maria Irisneile Gadelha Sousa Costa – Conselheira Estadual da OAB/CE Nº 20572
Neilianny Carla Vieira Oliveira , OAB/CE 31.164
Patricia Oliveira Gomes, OAB/CE: 20.594, mestre em direito constitucional pela Universidade Federal do Ceará
Priscylla Joca, OAB/CE 17.199, Doutoranda em Direito pela Universidade de Montreal (UdeM).
Rafael Cavalcante Barbosa, OAB-CE 17.808, Especialista em Dir. Processual
Renata Neris Viana OAB-CE: 14.808, mestre, professora de Direito Constitucional em Fortaleza
Roberta candeia Gonçalves. Professora do Curso de Direito da UFPB, OAB/PB 12.138;
Roger Cid Gomes Miranda OAB/CE 30.857 – advogado, filósofo e especialista em gestão pública UNILAB
Sheyla Cordeiro Pinheiro, Assessora técnica SMS E CGM
Thiago Arruda Queiroz Lima, Graduado (UFC) e Mestre (UFPB) em Direito – Professor do Curso de Direito da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), OAB CE 26354
Tiago Araujo Filgueiras, Professor universitário, OAB/CE n. 13780, mestre em Direito pela UFC e doutorando em Direito pela Universidade de Coimbra;
Vicente Paulo da Silva, Especialista em Direito do Trabalho e Previdenciário – Estácio do Ceará, e Especialista em Gestão Pública Municipal – UNILAB, OAB/CE: 24.123
Virgínia Diniz Arcoverde Teófilo, OAB-CE 7.218, pós-graduada em direito do trabalho e processo do trabalho
Will Maranhão – OAB/CE 13.223;
Zaneir Gonçalves Teixeira, OAB CE 12638, Professora Universitária, doutoranda em Direito (UFC)
Maria Rosaria Barbato – Professora da Faculdade de Direito da UFMG
Ricardo Evandro Santos Martins – Mestre e Doutorando em Direito pela UFPA, Advogado OAB-PA
André Luiz Souza Carvalho – Bacharel em Direito pela UFPA, Mestre e Doutorando em Filosofica pela UFSC e Professor no Centro Universitário do Pará
Ernesto Feio Boulhosa Filho – Mestre e Doutorando em Direito pela UFF
Rodrigo Azevedo Bortoli – Juiz de Direito/RS
Maria Quaresma Tonelli – Advogada
Juliana Neuenschwander Magalhães – Professora associada da Faculdade Nacional de Direito UFRJ
Maria Luiza Pereira de Alencar Mayer Feitora – Professora Titular do Centro de Ciências Jurídicas – UFPB
Renato Soares Gonçalves – Professor de Direito Processual Penal UFJF-GV
Maria Clara Oliveira Santos – Professora de Direito da UFSJ
Antonio Maues – Doutor, Professor na Universidade Federal do Pará
Junior Fideles – Mestre em Direito pela UFG, Procurador Federal
Romulo de Andrade Moreira – Procurador de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia, Professor de Dierito Processual Penal na Universidade Salvador (UNIFACS), Pós-Graduação em Processo Penal pela Universidade de Salamanca
Geovane De Mori Peixoto – Professor de Direito Constitucional da UFBA, Advogado
Larissa Ramina – Professora de Direito Internacional da UFPR
João Paulo Medeiros Araújo – Professora de Teoria do Direito – UFJF-GV
Cynthia Soares Carneiro – Professora de Direito Internacional, USP- Ribeirão Preto
Paola Coelho Gersztein – Professora de Direito – PUC-MG
Felipe Araújo Castro – Professor da Direito pela UFERSA (Universidade Federral do Semi Árido)
Cynthia Lessa da Costa – Professora de Direito do Trabalho – UFJF-GV
Hugo Leonardo Pádua Mercês – Advogado, OAB /PA
Leonardo Rezende – Advogado, OAB/MG
Vera Malaguti – Professora Adjunta de Criminologia da UERJ
Daniela Muradas, Faculdade de Direito da UFMG
Lourdes Helena Pacheco da Silva – Juíza de Direito TJ/RS
Gabriela Dantas Bobsin – Juíza de Direito/RS
Marília Kairuz Baracat – Advogada e Mestre em Direito e Relações Internacionais
Márcio de Souza Bernardes – Doutorando em Direito pela UFSC, Professor de Direito na UNIFRA-SM, Advogado, Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RS, subseção de Santa Maria
Juliano Cesario Alvim – Professora Faculdade Nacional de Direito/UFRJ
José Luis Bolzan de Morais – Professor do Programa de Pós-Graduação em Direito da Unisinos
Miracy Barbosa de Sousa Gustin – Professora do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFMG, Professora do Mestrado em Direito da Universidade de Itaúna
Emerson Lopes Brotto – Advogado, OAB/RS
Júlio Francisco Caetano Ramos – Advogado, OAB/RS
Alexandre Fadel – Mestre em Direito pela PUC/RJ e Professor da Universidade da Amazônia
Ricardo Dias – Advogado e Professor de Direitos Humanos da Universidade da Amazônia
Luanna Tomaz – Advogada, Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/PA. Militante de Direitos Humanos. Professora da Universidade Federal do Pará e da Universidade da Amazônia.
Bruno Soeiro Vieira – Mestre em Direito. Auditor Fiscal da Secretaria Municipal de Finanças do Município de Belém/PA. Professor da Universidade da Amazônia.
Renata Alvares Gaspar – Faculdade de Direito da PUC-Campinas
Maria Fernanda Salcedo Repoles – Professora Adjunta da UFMG
Rafael Fagundes – Advogado, Mestre em Direito pela UERJ
Matheus Cardoso – Advogado
Wagner Magalhães – Advogado
Rafael Borges – Advogado
Fábio Dib – Advogado
Alex Cadier – Advogado e Professor da Unisuam
Cristina Cardoso – Doutoranda em Direito pela UFF e Professora de Unisuam
Mariana de Siqueira – Doutora em Direito pela UFPE, Professora Adjunta do Curso de Direito da UFRN
José Benatti – UFPA
Girolamo Domenico Trecanni – UFPE
Rabah Belaidi – UFG
Lucas Borges de Carvalho – Doutor em Direito pela UnB, Procurador Federal
Odorico Nilo Menin Filho – Juiz de Direito Aposentado e membro da Associação Juízes para a Democracia
Cínzia Barreto – Professora da Unijorge
Silvino Alves de Carvalho Sobrinho – Advogado
Ernesto Martim – Professor na PUC-Goiás
Vera Karam de Chueiri, da Faculdade de Direito da UFPR
Marcelo Corrêa Giacomini – Professor de Teoria do Direito – UFJF-GV
Bernardo Abreu de Medeiros – Mestre em Direito pela PUC-RJ e Doutorando em Políticas Públicas pela UFRJ
Olivia Alves Gomes Pessoa – Mestranda em Direitos Humanos pela UnB
Maíra Rocha Machado – Professora Associada da Escola de Direito de São Paulo – FGV
Fabíola Souza Araújo – Mestra em Direito, Estado e Constituição
Aldo Lins e Silva Pires – Advogado de empresa pública federal, OAB/PE
Luciana Marques Bombino – Procuradora do Banco Central do Brasil
Dimitri Brandi de Abreu – Mestre em Direito Processual Penal e Doutorando em Direito Econômico pela USP, Procurador Federal
Danilo Ribeiro Miranda Martins – Procurador Federal, Mestrando pela PUC-SP
Marianne Galvão Marangon – Pós-graduada, Analista Judiciário – TRF 5
Cornelio Medeiros Pereira – procurador federal – OAB/SP
Danilo Oliveira Rodrigues de Lima –Legal Law Master em Direito Corporativo, advogado
Felipe de Vasconcelos Pedrosa – Bacharel em Direito, Procurador do Banco Central
Erasto Villa Verde de Carvalho Filho – Especialista em Direito Econômico e das Empresas (FGV/Brasília), Subprocurador-Geral do Banco Central
Urbano Félix Pugliese do Bonfim- Doutor em Direito, UFBA
Juliana de Almeida Rocha, Advogada, Universidade Católica de Salvador
Márcio Antônio Costa – Advogado, Universidade Católica de Salvador
Mariama Penna Bordin – Especialista em Direito Ambiental, Universidade Católica de Salvador
Luíza Guimarães Campos Batista Gomes – Advogada, Universidade Católica de Salvador
Sérgio Caribé Teixeira –Advogado, UNIJORGE
Joana Rocha e Rocha – Advogada, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Vandilson Costa – Advogado, UFBA
Holberth Burthon – Advogado, Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
Juliana Pinheiro Reis – Advogada, UNIME
Paloma Costa Peruna – Advogada, Unifacs
Paulo Roberto Oliveira –Advogado, Universidade Estácio de Sá
Paulo Galo Toscano de Brito – Advogado, OAB/BA, UFBA
Luana Caetano Andrade – Advogada, OAB/BA, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Alain Amorim – Advogado, OAB/BA, Universidade Católica de Salvador
Juliana Cesario Alvim – Professora de Direito Constitucional e Advogada
Michael Dionisio de Souza – Professor de História e Filosofia das Faculdades Santa Cruz em Curitiba
Sérgio de Britto Cunha Flho – Procurador Federal, Mestre em Teoria do Estado e Direito Constitucional pela PUC-RJ
Paul Weyl – Doutor em Direito e Professor da UFPA
Alex Ferreira Magalhães – Docente da UFRJ
Gabriella Moreira Santos – Advogada, OAB/BA
Valdenor Moreira Cardoso – Advogado, OAB/BA
Emmanuel Gomes – Advogados, OAB/BA
Márcia Misi – Advogada, OAB/BA
Fernando Dourado – Advogado, OAB/BA
Carla Maria Nicolini – Advogada, OAB/BA
Vaumik Ribeiro – Advogado, OAB/CE
Carlos Henrique Gondim – Procurador Federal
André Queiroz Ferreira de Mello – Advogado, Professor CEFET/RJ
Maria Cristina Gonçalves Conceição – Advogada, OAB/PA
Lua Marina Moreira Guimarães – Advogada, OAB/BA
Gaby Maffei dos Santos – Advogada, OAB/BA
Wanderson Pimenta – Advogado, OAB/BA
José Carlos Buzanello – Advogado e Professor da UNIRIO
Gilsely Barbara Barreto Santana – Professora da Universidade do Estado da Bahia e advogadas
Adriana Nogueira Vieira Lima – Advogada
Tatiana Emilia Dias Gomes – Advogada, OAB/BA
Gervásio Firmo dos Santos Sobrinho, – Advogado
Jaime Almeida da Cunha – Advogado
Robson Barros Dias – Advogado
Emmanuel Gomes – Advogado, OAB/BA
Marcia Luiza Fagundes Pereira – Advogada, OAB/BA
Antonio Clovis Sales Amorim – Advogado, OAB/BA
Marcos Alexandre de Siqueira Moura – Procurador da Fazenda Nacional
Viviane Vasconcelos Falcão Ferraz – Procuradora da Fazenda Nacional
Thiago Jordace – Advogado, Doutorando em Direito na UERJ e Professor de PósGraduação no IBMEC Rio de Janeiro
Maria Isabel Cohim Ribeiro de Freitas – Advogada
Kelton de Oliveira Gomes – Mestre e Doutorando em Direito, Estado e Constituição pela UnB
Francisco Bertino de Carvalho – Advogado, Mestre em Direito Econômico pela UFBA, Doutor em Direito Público UFBA, Professor de Direito Processual Civil UFBA
Morgana Ballazi de Carvalho – Mestre em Direito Público pela UFBA, Professora de Direito Administrativo da Unijorge
Luiz Augusto Castelo Branco – Advogado e Professor da Unisuam

Temer pegou 10 milhões da Odebrecht

Posted in BRASIL, POLÍTICA by dibarbosa on 7 de agosto de 2016

Lula, Dilma, parabéns pelas Olimpíadas 2016

Posted in BRASIL by dibarbosa on 7 de agosto de 2016

O Brasil democrático driblou o golpe e se mostrou pro mundo.

olimpiadas

Foi linda a abertura dos jogos olímpicos. Linda como espetáculo e não ficou devendo nada às aberturas anteriores. Mostrou um Brasil orgulhoso de sua formação miscigenada e de sua diversidade cultural, marcas de nossa posição singular no mundo. Parabéns aos artistas e técnicos que criaram este espetáculo assistido por mais de quatro bilhões de pessoas em todo o Planeta.

Parabéns ao presidente Lula, que acreditou num Brasil livre de complexos de inferioridade, e se empenhou pessoalmente para que pudéssemos fazer um evento com a grandeza desta cerimônia olímpica.

Parabéns à presidenta Dilma Rousseff e toda a sua equipe de governo, que trabalharam para organizar os jogos e proporcionar ao Brasil e ao mundo esta oportunidade única de celebrar as potencialidades humanas expressas no esporte, na arte e na cultura.

A festa emocionante que vimos hoje estava pronta quando a presidenta foi afastada. É lamentável que tenha sido presidida por um usurpador, cujo pálido desgoverno em nada se identifica com a mensagem confiante e generosa com o Brasil e os brasileiros que transmitimos esta noite.

O Brasil desta abertura olímpica é o Brasil democrático. Um Brasil livre, das ruas, de índios, brancos, negros. Um Brasil da cidade e da periferia, dos povos das florestas, da capoeira, dos terreiros. Brasil que vai de Tom ao funk. De muito samba. É o Brasil de Chico Gil e Caetano, de Elza Soares, D2, Benjor, Paulinho da Viola. Brasil, que se forjou na soma e não na divisão, que desponta do nosso poder criativo, da nossa capacidade de sonhar e da resistência que temos para dar a volta por cima. Este é o Brasil que prevalecerá.

Parabéns Dilma, parabéns Lula e todo o povo brasileiro.

Olimpicamente, ‪#‎ForaTemer‬

Juca Ferreira

Animais Abandonados

Posted in ANIMAIS, NEWS by dibarbosa on 6 de agosto de 2016

por: Isadora Vignadelli Ribeiro 

animal abandonadoEm varias áreas de Curitiba se encontram animais abandonados, maltratados e quase sempre à beira da morte. Carrinheiros que resgatam animais de rua cuidam deles melhor que pessoas com uma boa renda familiar.

Animais abandonados sofrem, principalmente, no inverno não tendo alimento, água e nem um lugar para ficar e, assim, acabam morrendo de frio. A culpa disso é toda nossa, pois quando achamos um animalzinho bonito o levamos para casa sem saber dos cuidados mais simples que necessitam. E se fosse você? Ser abandonado, passar por situações críticas de fome e sede, ficar machucado e sem ninguém do seu lado, com toda certeza você não gostaria. Então não faça isso com os bichinhos também.

Fique atento. Antes de adotar ou comprar um animalzinho veja se tem condições de cuidar. Não abandone. Coloque-se no lugar deles. Não maltrate. E se ver alguém fazendo estes absurdos, não tenha medo. Denuncie! Você pode acabar com isso com atitude e um bom coração. Você pode até não gostar de animais, mas se tirar da rua pode ser um sorriso que dará para outras pessoas.

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Vídeo do celular de Letícia Sabatella no momento em que foi agredida

Posted in BRASIL, IMPEACHMENT, PROTESTOS NO BRASIL by dibarbosa on 31 de julho de 2016

Você sabia que sua vagina pode ter depressão?

Posted in SAÚDE by dibarbosa on 31 de julho de 2016

É sério! Sua vagina tem seu próprio temperamento e pode ficar feliz ou completamente deprimida

Naked1A depressão vaginal tem o nome de vulvodinia, é muito dolorosa e afeta milhões de mulheres em todo o mundo, pois quase nehuma delas sabe disso. É uma síndrome que pode durar muito tempo causando sintomas como ardor, coceira, dor, inflamação e secura.

Não há nenhuma causa específica para a depressão vaginal e seu diagnóstico é muito difícil. Médicos têm que fazer um teste com cotonete de algodão pressionando várias partes para avaliar a gravidade. E não existe cura, mas existem tratamentos disponíveis: pequenas doses de antidepressivos.

Na série televisiva Sex and the City, Charlotte (Kristin Davis) faz uma visita ao ginecologista com sintomas de uma infecção mas o médico a surpreende com seu diagnóstico: “Sua vagina está muito deprimida!”

Mas como evitar a vulvodinia? Com muito sexo, pois o fluxo sanguíneo e o colágeno das células que compõem essa área se mantém saudáveis. E se não há parceria alguma, a masturbação pode ajudar com sua boa saúde.

Por Andrea Bouchot

Livro “Sete breves lições de física” supera “50 tons de cinza”

Posted in CIÊNCIA, Livros by dibarbosa on 31 de julho de 2016

Livro de cientista italiano vende mais que best-sellers eróticos

carlo3Esta façanha foi alcançada pelo italiano Carlo Rovelli com seu livro sobre Teoria da Relatividade Geral, Mecânica Quântica e Partículas Elementares. Seu livro Sete Breves Lições de Física, 78 páginas, lançado em 2015, teve todos os seus exemplares vendidos na Itália e superou as vendas do best-seller 50 Tons de Cinza, com mais de 350 mil cópias, depois de 18 reimpressões.

Sete Breves Lições de Física foi traduzido para 28 línguas e está entre os mais vendidos nos Estados Unidos e na Inglaterra. A editora Objetiva lançou o livro de Rovelli aqui no Brasil no fim do ano passado. Para o autor, o sucesso foi uma surpresa. “Quando comecei a tratar com meu editor italiano, falávamos em 3 mil cópias”. Mas para Rovelli, que é professor de física na Universidade Aix-Marseille, na França, “as pessoas são mais curiosas sobre a ciência, a origem e o funcionamento do mundo, do que imaginamos”.

livro rovelli

Clique na imagem e acesse um site bem interessante com o resumo das idéias de Carlo Rovelli

O sucesso do italiano deveu-se à união de seus interesses pelas ciências à filosofia, à arte e à história, quando Rovelli passou a oferecer uma linguagem com uma visão mais simples do mundos das teorias indo de encontro à emoção e beleza na física. No primeiro capítulo, o autor conquista o leitor ao narrar a emoção que sentiu ao compreender pela primeira vez a teoria da relatividade de Albert Einstein: a gravidade não era uma “força” de atração entre os corpos, como se pensava, mas uma “deformação no espaço-tempo” provocada pela presença de objetos com massa. A maçã cai porque o espaço se curva com a gravidade da Terra. “Era como se um amigo me sussurrasse uma extraordinária verdade oculta, e de repente afastasse um véu, para revelar nela uma ordem mais simples e mais profunda”, escreve Rovelli, em seu livro.

Ele fez isso também no segundo capítulo, com a mecânica quântica: “É um tema com muitos pontos de interrogação”, disse Rovelli. Se “a relatividade geral é uma pedra preciosa compacta”, a teoria quântica “ainda permanece envolta em um estranho aroma de desconhecimento e mistério”. E a terceira parte do livro fala sobre a “arquitetura do cosmo” e se utiliza de muita arte, com desenhos simples e esquemáticos infantis para mostrar o que a física sabe sobre o Universo infinito. Já no quarto capítulo, Rovelli fala das partículas elementares da matéria desconstruindo a ideia de que são pequenos tijolos: elétrons, quarks, fótons, neutrinos e o “novo” bóson de Higgs “vibram e flutuam continuamente entre o existir e o não existir” compondo a poesia cósmica que conta a história das galáxias. Na quinta parte, o cientista domina sua especialidade que é a gravidade quântica onde harmoniza duas teorias inconciliáveis: a relatividade geral de Einstein e a mecânica quântica ao afirmar que o espaço não seria contínuo nem divisível ao infinito, mas sim formado por “grãos”, uma espécie de “átomos de espaço”, bilhões de vezes menores que os núcleos atômicos. Finalmente, o sexto capítulo fala da ligação entre o conceito de calor e a noção de tempo onde Rovelli mostra que o tempo tem a ver com a termodinâmica, que é a física do calor. Ele fala que a “direção” do calor é a chave da natureza do tempo: “mostro em meu livro que, para distinguir passado do futuro, é preciso haver trocas de calor.”

O cientista italiano disse que seu livro tem sete “lições”, mas seu sétimo e último capítulo é somente uma reflexão sobre a humanidade com “considerações sobre como pensar este mundo, que é o nosso mundo, mas é muito diferente do que nos contam. Ser livre não significa que nossos comportamentos não sejam determinados pelas leis da natureza. Significa que eles são determinados pelas leis da natureza que agem no nosso cérebro”, ensina Rovelli.

Saiba quais alimentos protegem de ataques cardíacos

Posted in ALIMENTAÇÃO, SAÚDE by dibarbosa on 31 de julho de 2016

Uma lista com 20 alimentos aliados do seu coração

MONTAGEM FINAL

Quando as artérias estão bloqueadas por gordura, dificultam o fluxo sanguíneo aumentando a probabilidade de infarto ou AVC. O bloqueio se origina de má alimentação e falta de exercícios, mas a genética e o estresse também atrapalham nossa boa saúde. Então que tal mudar sua dieta e diminuir potencialmente o risco de um infarto surpresa?

01 – Graviola – tem propriedade hipotensora, por mecanismos periféricos envolvendo antagonismo do cálcio – o que é bom para pessoas com pressão alta; propriedade vasodilatadora, antiespasmódica (relaxa músculo liso), e ainda ajuda a desacelerar o ritmo cardíaco, por sua propriedade sedativa. Além disso é antibacteriana e antifúngica, vermífuga, emética, analgésica, anticonvulsiva, estimulante digestivo.
02. Aspargo – previne inflamações e entupimento das veias. Combate o colestrol alto.
03. Abacate – sua gordura boa equilibra o colesterol bom e o ruim.
04. Brócolis – controla a pressão sanguínea e colesterol além de possuir vitamina K que combate a acumulação de cálcio nas artérias.
05. Azeite de Oliva – fornece gorduras saudáveis ao corpo, diminui os níveis de colesterol e reduz o risco de infarto em 41%.
06. Espinafre – ajuda a fortalecer os tecidos musculares, limpa as artérias, diminui a pressão sanguínea, e é rico em potássio e ácido fólico, substâncias que diminuem o risco de infarto.
07. Romã – rica em fitoquímicos, promove a produção de óxido nítrico, que ajuda a melhorar a circulação.
08. Canela – combate o colesterol alto.
09. Mirtilo, Cranberry, Arando ou Oxicoco – todas são a mesma fruta que é rica em potássio. Faz aumentar o nível de colesterol bom e diminui o ruim. O risco de infarto diminui até 40%.
10. Algas marinhas – são ricas em minerais, vitaminas, proteínas, antioxidantes e carotenóides. Regula a pressão sanguínea e melhorar a circulação. Diminui o colesterol em até 15%.
11. Queijo – Consumido em excesso, o queijo pode ser prejudicial para o coração. Mas, em pequenas doses, pode baixar o nível de colesterol.
12. Farinha integral – aquela dos alimentos como aveia, arroz integral e pão, tem muita fibra e combate o colesterol.
13. Melancia – produz o óxido nítrico que age diretamente no relaxamento do músculo liso da parede dos vasos sanguíneos, dilatando-o e fazendo aumentar o fluxo do sangue e diminuir a pressão arterial.
14. Chá verde – possui efeitos calmantes e contém antioxidantes que combatem o colesterol e aceleram o metabolismo.
15. Açafrão – ou cúrcuma, usado como tempero ou chá previne o armazenamento de gordura e combate inflamações.
16. Caqui – é rico em fibra e esteróis saudáveis que reduzem o nível de colesterol.
17. Oleaginosas – Nozes, amêndoas, castanhas e amendoins contém gorduras saudáveis, destacando-se as insaturadas e o ômega 3 que reduzem o colesterol, além de melhorar a memória e articulações.
18. Café – 2 a 4 xícaras de café/dia reduz o risco de infarto até 20%. Mas acima disso pode aumentar a ansiedade e causar insônia.
19. Laranja – tem antioxidantes que ajudam a diminuir a pressão sanguínea. Além disso, 2 copos de suco correspondem à dose/dia de vitamina C.
20. Salmão, atum, arenque e cavala – possuem grandes quantidades de ácidos. que reduzem e previnem o aumento do colesterol e dos triglicerídeos. O atum, arenque e cavala também são ótimas opções.

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Impeachment foi para o brejo, diz Roberto Requião

Posted in BRASIL, EUA, IMPEACHMENT by dibarbosa on 31 de julho de 2016

Para Requião, os EUA e outros países começarão movimento para acabar com o Golpe no Brasil

requiao

clique na imagem para ser direcionado à postagem na rede social de Requião

O Senador do PMDB no Paraná, Roberto Requião, postou no microblog Twitter que não acredita que o impeachment de Dilma Rousseff terá andamento. Requião crê que o mundo finalmente deverá começar a agir em resposta ao golpe ocorrido no Brasil e à exposição cínica de toda a classe política envolvida em escândalos de corrupção. O peemedebista escreveu: “Ao negar visto ao senador Jucám principal articulador do impeachment, EU (Estados Unidos) antecipa o resultado da aventura: foi para o brejo o impeachment!

Roberto Requião está se referindo ao ocorrido na Embaixada dos Estados Unidos, em Brasília, onde um visto de liberação de viagem aos EUA foi negado para o senador Roberto Jucá que pretendia ingressar no país do presidente Barack Obama. O senador é um dos principais alvos da Polícia Federal brasileira e considerado um dos mais corruptos de todos os tempos, o que levou o FBI a colocar Jucá na lista negra dos visitantes indesejáveis sendo a primeira vez na história das relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos que isso acontece.

App para controle de vazamentos de água e esgoto

Posted in AMBIENTALISMO, TECNOLOGIA by dibarbosa on 29 de julho de 2016

Novo App para celular permite redução de perdas de água tratada

A Sabesp saiu na frente ao apresentar um aplicativo para smartphone que permite aos usuários informar vazamentos de água ou esgoto em vias públicas e/ou residências da Região Metropolitana de São Paulo e Região Bragantina. É o “Sabesp_App” que é gratuito e pode ser utilizado em aparelhos com sistema operacional Android e iOS, incluindo tablets. O App , quando instalado, pede que o consumidor cadastre seu número do celular e e-mail e, então, é possível acessar uma tela com as opções de vazamento de água ou esgoto. Sequencialmente, o cliente informa o endereço permitindo a localização instantânea pelo GPS do celular. O App da Sabesp solicita fotos do vazamento com o fim de dimensionamento do problema e  prepararo das equipes e instrumentos necessários para a resolução do caso. O App ainda disponibiliza um vídeo que auxilia os usuários na diferenciação dos casos de vazamento de água e/ou esgoto, bem como de dados referentes a vazamentos resultantes de outras causas, como drenagem de prédios, galerias de água da chuva, entre outras características que não são da responsabilidade da empresa.

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