Urbs Magna

“The Magical Mystery Tour” by The Beatles: All music videos

Posted in ARTE, MÚSICA by dibarbosa on 22 de agosto de 2016

Ironicamente, Brasil fica em 13, o número do PT, no quadro geral de medalhas, mas legal mesmo são estes 3 vídeos inesquecíveis

Posted in BRASIL, Imagens by dibarbosa on 21 de agosto de 2016

Bob Marley and The Wailers cantam “Roots, Rock, Reggae” da terra de Usain Bolt: Antes das medalhas do jamaicano da moda que atacou de DJ no Rio e ainda pegou uma carioca

Posted in ARTE, MÚSICA by dibarbosa on 21 de agosto de 2016

Em primeiro lugar, ouçam “Roots, Rock, Reggae” with The Wailers. Mas se tiver pressa, no fim da página tem as fotos de Bolt com seu par na cama.

Roots,_Rock,_ReggaeRoots, Rock, Reggae” é uma canção do grupo de Reggae jamaicano Bob Marley & The Wailers, lançada como single em 1976 para o álbum de estúdio Rastaman Vibration pelas gravadoras Tuff Gong e Island records. A música foi composta por Vincent Ford.

Play I some music: (dis a) reggae music!
Play I some music: (dis a) reggae music!
Roots, rock, reggae: dis a reggae music!
Roots, rock, reggae: dis a reggae music!Hey, Mister Music, sure sounds good to me!
I can’t refuse it: what to be got to be.
Feel like dancing, dance ’cause we are free;
Feel like dancing, come dance with me!

Roots, rock, reggae: dis a reggae music!
Roots, rock, reggae, yeah! Dis a reggae music!
Play I some music: dis a reggae music!
Play I some music: dis a reggae music!

Play I on the R&B – wo-oh! Want all my people to see:
We’re bubblin’ on the Top 100, just like a mighty dread!
Play I on the R&B; want all my people to see:
We bubblin’ on the Top 100, just like a mighty dread!

Roots, rock, reggae: dis a reggae music! Uh-uh!
Roots, rock, reggae, ee-mi duba! Dis a reggae music!
Play I some music: (dis a reggae music!)
Play I some music: (dis a reggae music!)

[Saxophone solo]
(Dis a reggae music!)
(Dis a reggae music!)

Play I on the R&B; I want all my people to see: (doo-doo-doo-doo!)
We bubblin’ on the Top 100, just like a mighty dread!
(doo-doo-doo-doo!)
Play I some music: (dis a) reggae music!
Play I some music: (dis a) reggae music!
(Dis a reggae music!)
(Dis a reggae music!)

usain bolt

Um dos melhores monentos da Rio 2016: Jorge Ben Jor na Abertura

Posted in ARTE, BRASIL, MÚSICA by dibarbosa on 21 de agosto de 2016


          “País Tropical” foi composta pelo cantor e compositor originalmente chamado Jorge Ben. Foi gravada pelo cantor Wilson Simonal em julho de 1969 e lançada no mês seguinte tornando-se seu maior sucesso. Em dezembro daquele ano viriam a versão de Gal Costa no álbum Gal, e a do próprio Jorge Ben Jor no álbum que levava seu nome. Mais tarde, a música viria a receber versões de vários cantores como Daniela Mercury, Maurício Manieri, Ivete Sangalo, Shakira e Claudia Leite.
Na época, Simonal foi levado para um show de Gal Costa, com quem ben Jor estava “ficando”. Quando Gal cantou “País Tropical”, Simonal adorou a música e sabendo que ela iria gravá-la rapidamente, arrastou Jorge Ben Jor para um estúdio onde sua banda o aguardava e praticamente obrigou-o a mostrar a composição. César Camargo Mariano, que fazia parte daquela banda denominada Som Três, bolou na hora um arranjo em cima da reorganização que o próprio Simonal havia feito, retirando estrofes inteiras e incluindo um bis no qual apenas as primeiras sílabas das palavras eram pronunciadas: Mó num pa tropi, abençoá por De, e boni por nature, mas que bele, que bele, tem carná… etc…
Lançada em agosto de 1969, a canção decolou devido ao clima que o regime militar causava no país. 

CAROÇO DE ABACATE: CURAS “MIRACULOSAS”

Posted in ALIMENTAÇÃO, SAÚDE by dibarbosa on 21 de agosto de 2016

ABACATEAntifúngico e antibiótico natural, combate fungos, como a cândida, e protege dos efeitos da picada do mosquito que transmite a febre amarela.
Tem propriedades anti-inflamatórias que ajudam contra doenças das articulações, como artrite e tendinite.
Fortalece o sistema imunológico e alivia diarreias e inflamações no aparelho digestivo, prevenindo a formação de úlceras gástricas. Possui atividade termogênica ajudando a eliminar gordura localizada.
Bom para diarreias, dores musculares, furúnculos, transtornos nos rins e fígado até males mais sérios, como catarata, epilepsia e problemas na tireoide. Possui também propriedades anticâncer.

Em um estudo publicado na revista  Pharmaceutical Biology, os pesquisadores da Universidade de Antioquia, em Medellín, Colômbia, mostraram que o extrato do caroço de abacate  levou células de leucemia a se autodestruir.
Em outro estudo, publicado na revista científica Cancer Research, os pesquisadores descobriram que um composto encontrado no extrato de semente de abacate chamado de vocation B foi eficaz contra células de leucemia mieloide aguda.
Segundo estudo publicado na revista Plant Foods for Human Nutrition, a farinha do caroço de abacate revelou-se capaz de reduzir o mau colesterol e o colesterol total em ratos.
Os pesquisadores acreditam que a semente de abacate pode oferecer proteção contra a formação de placa arterial. E isso se deve à fibra dietética encontrada no caroço do abacate, que também pode ajudar a combater a hipertensão e o diabetes.

R E C E I T A S:
EXTRATO – Coloque quatro colheres (sopa) de caroço de abacate dentro de meio litro de vinho branco, deixe descansar por sete dias. Tome dois cálices diariamente, à tarde e à noite. Mas não exceda a dose, pois pode provocar irritação gástrica.

FARINHA – Rale o caroço e coloque-o no sol, coberto por um tecido como voal, para secar. Depois, bata no liquidificador e passe numa peneira bem fina. Conserve num pote bem fechado, na geladeira, e tome 1 colher (sopa) nas refeições.

PARA PEDRAS NOS RINS E VESÍCULA
Deixar secar muito bem o caroço do abacate. Feito isso, rale-o fininho e tome uma colherzinha rasa (chá) desse pó em um copo de água morna. Faça isso todas as noites antes de dormir e rale sempre na hora de consumir.

PARA ELIMINAR ESPORÃO DE CALCANHAR
Pique o caroço de abacate e bata-o muito bem no liquidificador com meio litro de álcool. Coloque essa solução numa garrafa e acrescente 4 pedrinhas de cânfora (vende-se em farmácias). Feche bem a garrafa e deixe essa misturar apurar por 5 dias. À noite, antes de dormir, passe o álcool de abacate no esporão. Capriche, deixe bem molhado. Calce uma meia e vá dormir. Repita esse processo nas noites seguintes até alcançar a cura. Geralmente, isso ocorre em menos de uma semana.

Get Back – The Beatles and Billy Preston – 1969

Posted in ARTE, MÚSICA by dibarbosa on 20 de agosto de 2016

Dizzy Miss Lizzy – Show dos Beatles no Shea Stadium – 1965

Posted in ARTE, MÚSICA by dibarbosa on 20 de agosto de 2016

O Show dos Beatles no Shea Stadium foi realizado no estádio de beisebol Shea Stadium, em Nova York. O show teve enorme repercussão na mídia mundial na época pois foi o primeiro show de rock realizado em um estádio aberto. O evento bateu o record de audiência com cerca de 55.600 pessoas presentes em 15 de agosto de 1965.

Eles voltaram a se apresentar no Shea Stadium em 23 de agosto de 1966, com um público ligeiramente menor, com 11.000 lugares disponíveis

Abaixo, algumas fotos da época:
Briam Epstein104

Jumpin’ Jack Flash – Rolling Stones – Shine a Light – EXCELLENT !!!!

Posted in MÚSICA, MUNDO by dibarbosa on 13 de agosto de 2016

The Doors: The End: The Best Version

Posted in ARTE, MÚSICA by dibarbosa on 13 de agosto de 2016

The Isolater, um capacete bizarro para aumentar a concentração

Posted in CIÊNCIA, HISTÓRIA, TECNOLOGIA by dibarbosa on 9 de agosto de 2016

the-isolator

O capacete foi criado em 1925 para ajudar a aumentar o foco e a concentração na leitura.

A invenção, muito bizarra, deixava propositalmente o usuário surdo e limitava sua visão a uma pequena fenda. Possuía um sistema de oxigenação por tubos e um cilindro. Tudo isso para ajudar o indivíduo na concentração de suas atividades mentais e na manutenção do foco durante suas atividades literárias

The Isolator foi inventado por Hugo Gernsback no ano de 1925 e foi publicado na revista Science And Invention, um dos pioneiros da ficção e membro da “The American Physical Society”. Veja outras imagens da época:

Science-and-Invention-MagazineGernsback1920-304

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Inacreditável: uma mão biônica construída do desmonte de uma cafeteira

Posted in CIÊNCIA, TECNOLOGIA by dibarbosa on 9 de agosto de 2016

Campanha da legalidade constitucional

Posted in BRASIL, IMPEACHMENT, POLÍTICA by dibarbosa on 8 de agosto de 2016

livro-jpgCONTEXTUALIZAÇÃO
A Presidenta Dilma Roussef tem sido alvo de ataques sistemáticos provenientes de políticos da oposição, da grande mídia e de setores conservadores da sociedade desde o anúncio oficial de sua vitória no segundo turno das eleições de 2014. No primeiro momento, antes mesmo que a Presidenta fosse empossada no cargo, a oposição dá início a uma campanha destinada a espalhar a descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e à regularidade do sistema eleitoral informatizado. Em providência inédita desde a implantação do voto eletrônico (1996), o Tribunal Superior Eleitoral autoriza a auditoria reclamada pelo candidato derrotado, ainda que sem demonstração de indício de fraude. Fracassada essa primeira tentativa de inviabilizar o Governo eleito, o candidato da oposição, inconformado com a derrota, conclama a população brasileira a sair às ruas para pedir a renúncia da Presidenta, acusada de abuso das contas públicas para ganhar as eleições. Os principais movimentos organizadores dos protestos, autodefinidos “apartidários e espontâneos”, de orientação política conservadora e financiados por grandes corporações nacionais e estrangeiras defensoras do livre-mercado, querem o impeachment. No começo do ano de 2015, a coligação do candidato derrotado pede à Justiça Eleitoral a impugnação do mandato da Presidenta
e do Vice, alegando abuso de poder político e econômico durante a campanha (ao final do mesmo ano, a ação é aceita pelo Tribunal Superior Eleitoral – até agora não julgada).
No decorrer do ano de 2015, os ataques da oposição se intensificam. É o momento em que a Petrobras torna-se alvo da maior operação contra a corrupção já realizada no País – o que se fez possível exatamente em razão das medidas de controle e transparência aprovadas ao longo dos anos de governo do Partido dos Trabalhadores. A grande mídia privada promove as ações do juiz Sérgio Moro – encarregado dos processos instaurados a partir das investigações policiais – como um espetáculo de massas. Isso se dá por meio de sistemática cobertura seletiva e parcial em relação aos fatos, acompanhada de comentários depreciativos em relação ao governo e estigmatizantes em relação aos seus apoiadores. Grandes grupos de comunicação se dedicam claramente a descontruir um dos lados da disputa política e a fortalecer o outro, fomentando a ideia de que o Partido dos Trabalhadores é o responsável pela corrupção estrutural no Brasil. Reduzem a dimensão das manifestações populares em favor do governo e ocultam as nuances e a complexidade do momento político, colocando-se entre os protagonistas da campanha “Fora, Dilma!”.
Ainda em 2015, o Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, investigado por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras e réu em ação penal por recebimento de propina em conta na Suíça, recebe pedido de impeachment fundado 1) nas chamadas “pedaladas fiscais” (2015), apresentadas como operações de crédito entre a União e os bancos públicos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES), e 2) na edição de seis decretos não numerados responsáveis pela abertura de créditos suplementares, sem autorização legislativa. Nenhuma das duas ações, todavia, contempla a exigência constitucional de ofensa à lei
orçamentária a configurar crime de responsabilidade, única situação em que o ordenamento jurídico brasileiro autoriza a tramitação do processo de impeachment.
Eduardo Cunha, ainda não afastado pela Comissão de Ética da Câmara dos Deputados, segue intocado no cargo de Presidente daquela Casa. Nessa condição, com o apoio da oposição derrotada nas urnas em 2014, está prestes a conduzir a primeira e mais importante fase do processo de impeachment. Do outro lado, sujeita à cassação, sem qualquer indício, investigação ou acusação de sonegação de imposto ou de informações de bens e valores à Receita Federal, encontra-se a Presidenta Dilma Roussef, que não tem conta no exterior, que não figura em qualquer lista de políticos envolvidos com a corrupção da Petrobras, que não foi apontada em qualquer delação premiada por recebimento ou oferecimento de propina, que não figura como acusada ou investigada em procedimento policial ou criminal. De um lado, o princípio da presunção de inocência; do outro lado, a presunção da culpa como regra política do momento. A agravar, a Comissão Especial do processo de impeachment na Câmara vê-se formada, em sua maioria, por políticos que, comprovadamente, receberam doações de campanha por parte de empresas que figuram na investigação dos desvios na Petrobras. Membros dessa Comissão Especial são políticos investigados nessa mesma operação policial.
O Brasil vive momento particular de grande apreensão e sofrimento. Nas ruas e redes sociais, ódios são destilados àqueles que apelam pela defesa da Democracia ou do Direito. Cidadãos comuns ou figuras públicas que não participam do “falso consenso” produzido pela oposição tornaram-se alvo de ataques pessoas estimulados pela mídia conservadora e dominante, claramente interessada na reversão das urnas. A Presidenta Dilma é ofendida, inclusive na sua condição de mulher, por
meio de insultos machistas e piadas misóginas. Políticos aliados, por interesses pessoais ou eleitoreiros, afastam-se da sustentação política do governo. Desde as eleições, a própria governabilidade vem sendo ameaçada, inúmeras ações são inviabilizadas pela maioria parlamentar, para fomentar a crise econômica, social e política que autoriza o discurso golpista. O Direito tem sido, por muitos juristas ou agentes do sistema de justiça, usado como instrumento político de reversão do resultado das urnas, em flagrante abandono de princípios elementares assegurados em diversas instâncias judiciais.
Nesse cenário, é altamente preocupante a perspectiva de rompimento da ordem democrática e a violação da soberania popular pela via do abuso de poder. Ou, em outras palavras, pelo exercício de um poder que não se submete ao Direito. A ausência de fundamento fático válido para motivação do impeachment, a utilização de juízos políticos, vagos e imprecisos, e o descumprimento do princípio constitucional da legalidade são o instrumental caracterizador do que se pode chamar de “golpe legislativo”, “golpe branco” ou “golpe encoberto” (a deposição de Fernando Lugo, Presidente do Paraguai, em 2012, embora não seja caso isolado na América Latina, é o que mais bem ilustra a aplicação desse juízo político, para deposição do Chefe do Poder Executivo no sistema presidencial: “mau desempenho político”). Contudo, no regime presidencialista, o julgamento acerca do desempenho político do mandatário é do cidadão, por meio do voto em eleições regulares e diretas, jamais do Legislativo, sob pena de quebra do Estado Democrático de Direito.
A NOVA CAMPANHA DA LEGALIDADE: MANIFESTO DE JURISTAS EM DEFESA DA CONSTITUIÇÃO E DO ESTADO DE DIREITO
À Exma. Senhora Presidenta da República, aos Exmos. Senhores Senadores da República, aos Exmos. Senhores Deputados Federais, aos Exmos. Senhores Ministros do Supremo Tribunal Federal, ao Povo Brasileiro A Nova Campanha da Legalidade: Manifesto de Juristas em Defesa da Constituição e do Estado de Direito
Nós, abaixo assinados, juristas, advogadas e advogados, professores e professoras de Direito de todo o país, vimos por meio desta nota:
1 – Afirmar o Estado Democrático e Constitucional de Direito, que deve estar submetido às leis e se realizar através da lei, não admitindo violações de garantias fundamentais estabelecidas nem a instalação de um Estado de exceção por meio de um processo de impeachment sem fundamento jurídico;
2 – Defender a imparcialidade da Justiça, que deve operar segundo os ditames da Constituição e do ordenamento jurídico, não admitindo a sua partidarização, seu funcionamento seletivo e perseguições políticas de qualquer natureza;
3 – Sustentar a repressão à corrupção, que deve se realizar de forma ética, republicana e transparente, por meios pertinentes, sem que para isto haja qualquer restrição ou flexibilização de direitos ou mesmo a utilização irresponsável de meios de comunicação para a sustentação artificiosa e inidônea de procedimentos judiciais. À eliminação da corrupção não pode corromper os direitos;
4 – Dizer que lutaremos para preservar a estabilidade e o respeito às instituições políticas o que, especialmente num momento de crise, vem a ser a posição mais prudente, no sentido de se fazer respeitar a vontade do povo, manifesta através dos meios definidos pela Constituição, por meio de eleições diretas regulares e periódicas.
O Brasil vive, no atual momento, grave crise na sua recente democracia. Durante os anos de ditadura, vários cidadãos sofreram e sacrificaram-se, para que estejamos hoje em pleno exercício dos nossos direitos.
A corrupção não é fato novo, mas se arrasta desde muito tempo no Brasil, e deve ser fortemente combatida. Mas, a fim de eliminar a corrupção, não podemos, sob pena de retrocedermos ao patamar das graves violações aos direitos dos cidadãos brasileiros, havidas durante a ditadura militar implantada pelo Golpe de 64, permitir: a relativização da presunção de inocência; expedientes arbitrários como condução coercitiva de investigados ou pedidos de prisão preventiva, sem o devido embasamento legal; utilização da prisão temporária, igualmente quando ausentes os pressupostos previstos na legislação, com o fim de obter delações premiadas; interceptações telefônicas ilegais que violam as prerrogativas dos advogados e até mesmo da Presidência da República. Ademais, não podemos permitir o comprometimento dos princípios democráticos que regulam o processo, com as operações midiáticas e vazamentos seletivos, que visam destruir reputações e interferir no debate político, além de tensionar a opinião pública para apoiar tais operações.
Não podemos aceitar a relativização do princípio democrático por meio de um procedimento de impeachment sem fundamento jurídico. A Constituição exige o cometimento, pelo Presidente, de crime de responsabilidade, a ser previamente definido em lei ordinária. Não se trata, portanto, de pura e simples decisão política ligada à satisfação ou insatisfação com a gestão. O voto popular escolhe o Presidente para um mandato de quatro anos, findo o qual será avaliado. Ainda que se afirme ser o impeachment uma decisão política, isso não afasta sua juridicidade, ou seja, seu caráter de decisão jurídica obediente à Constituição. A aprovação de leis ou a edição de decretos também são decisões políticas, mas nem por
isso podem contrariar a Constituição. Afirmar que o julgamento é político não pode significar que a Constituição possa ser descumprida.
É requisito de constitucionalidade para o impeachment a prova da existência de crime de responsabilidade. Mesmo por uma análise bastante legalista do processo, a conclusão de que não há crime de responsabilidade se impõe.
A democracia permite a divergência sobre a correção das decisões políticas, mas a decisão última sobre os erros e acertos, em um regime democrático, repousa no voto popular. Mesmo aos parlamentares eleitos pelo povo não é dado pela Constituição o poder de excluir o chefe do Executivo, também eleito pelo sufrágio, com base em dissensos políticos, mas apenas na hipótese estrita e excepcional do crime de responsabilidade.
Nesse sentido, queremos afirmar que a luta para preservar a estabilidade e o respeito às instituições políticas passa pelo respeito ao mandato popular adquirido por meio do voto em eleições regulares.
Boaventura de Sousa Santos – Centro de Estudos Sociais – Coimbra
Marcelo da Costa Pinto Neves – Professor Titular de Direito Público da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília, Visiting Scholar da Faculdade de Direito da Universidade de Yale, EUA
Geraldo Prado – Professor da UFRJ
Amilton Bueno de Carvalho – Desembargador do TJ-RS.
Nilo Batista – Professor Titular de Direito Penal da UERJ
Magda Barros Biavaschi, Desembargadora aposentada do TRT4, pesquisadora no CESIT/IE/UNICAMP
Gilberto Bercovici – Professor Titular de Direito Econômico e Economia Política da Faculdade de Direito da USP;
Francisco de Queiroz Bezerra Cavalcanti – Professor Titular e Diretor da Faculdade de Direito da UFPE, Desembargador Federal Aposentado, Advogado
Ricardo Lodi – Professor e Diretor da Faculdade de Direito da UERJ.
Luiz Moreira Gomes Júnior – Doutor em Direito pela UFMG, Professor na Faculdade de Direito de Contagem-MG
Paulo Abrão – Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2009). Mestre em Direito pela Unisinos (2000). Especialista em Direitos Humanos e Processos de Democratização pela Universidade do Chile (2010), exSecretário Nacional de Justiça.
Lenio Streck – Professor da Unisinos e da Unesa; advogado
Antonio Carlos Wolkmer – Doutor em Direito, Professor da pós-graduação em direito da UFSC e Unilasale.
José Geraldo de Sousa Júnior – Professor e ex-reitor da UnB
Rogério Dultra – Doutor pelo IUPERJ, Professor da UFF
Augusto Jobim do Amaral – Doutor em Direito pela PUCRS, Doutor em História das Ideias pela Universidade de Coimbra, Professor no Programa de Pós-Graduação em Ciências Criminais da PUCRS
Agostinho Ramalho Marques Neto – Professor de Filosofia do Direito – UFMA, Psicanalista
Cláudia Roberta de Araújo Sampaio – Doutora em Direito Penal e Criminologia Pela Universidade de Barcelona-UB, Especialista em Ciências Criminais pela Universidade Jorge Amado, Professora em Direito da UNIFACS, da UNIME e da FACEMP, Advogada
Gisele Cittadino – Professora da PUC-Rio
Alice de Souza Birchal, Desembargadora do Tribunal de Justiça MG, Professora da PUC Minas.
Gerson dos Santos Sicca – Auditor Substituto de Conselheiro do TCE/SC, Mestre em Direito pela UFSC.
Diogo Rosenthal Coutinho – Professor associado da Faculdade de Direito da USP
Gustavo Fontana Pedrollo – Procurador Federal (AGU), Mestre em Direito Público (UFSC), Diretor da Associação Advogadas e Advogados Públicos para a Democracia
Mara Elisa de Oliveira – Procuradora da República
Evandro Menezes de Carvalho – Professor Doutor da UFF e FGV.
Leticia de Campos Velho Martel. Doutora UERJ.
Alexandre dos Santos Cunha – Doutor em Direito pela UFRGS.
Fabio de Sá e Silva – Pós-Doutor pela Harvard Law School
Claudio Ladeira de Oliveira – Doutor em Direito (UFSC), professor de direito constitucional/UFSC
Marcelo Andrade Cattoni de Oliveira – Mestre e Doutor em Direito (UFMG), PósDoutorado em Teoria do Direito (Roma TRE), Faculdade de Direito da UFMG
Maria Celina Bodin de Moraes – PUC-Rio/UERJ
Claudia Roesler – Professora – UNB.
Cristiano Paixão – Professor da Faculdade de Direito da UnB e Conselheiro da Comissão de Anistia
Daniela Felix – Professora da UFSC e do CESUSC, Advogada e Membro da RENAP e do Coletivo Catarina de Advocacia Popular
Flavio Crocce Caetano – advogado e professor.
Fabricio Bertini Pasquot Polido – Doutor em Direito Internacional pela Universidade de São Paulo, Professor Adjunto da Faculdade de Direito da UFMG
Adriano De Bortoli, Doutor em Direito – UFSC, advogado
Carol Proner – Professora de Direito Internacional da FND UFRJ
José Carlos Moreira da Silva Filho – Doutor em Direito pela Universidade Federal do Paraná, Professor da Faculdade de Direito da PUC-RS
Geyson Gonçalves – advogado, professor de direito civil Faculdade Cesusc
Fernando Antonio de Carvalho Dantas – Doutor, Professor titular UFG
Jânia Maria Lopes Saldanha – Doutora em Direito Público, Pós-Doutorado pelo IHEJParis, Professor do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFSM
Enzo Bello – Doutor em direito, Coordenador do programa de pos-graduação em direito da UFF
João Paulo Santos – Advogado da União, Mestre em Direito Constitucional pela UnB e Professor de Direito Civil.
Alfredo Copetti, Doutor em direito Universidade de Roma Tre, Professor do programa de pos-graduação em direito da Unijui
Adriana Vidal de Oliveira- doutora em Teoria do Estado e Direito Constitucional. Professora de Direito Constitucional e Direito Comparado da PUC-Rio
Rodrigo de Souza Costa – Doutor em Direito Penal, Professor de Direito Penal da UERJ
Aline Mendonça dos Santos – Pos-doutora CES- Coimbra, Professora do PPG Política Social da Universidade Católica de Pelotas
Argemiro Cardoso Moreira Martins – Professor da Faculdade de Direito da UnB.Eduardo Ramalho Rabenhorst – Professor titular de filosofia do direito da Universidade Federal da Paraíba
Valdez Adriani Farias – Procurador Federal.
Claudia Aparecida de Souza Trindade – doutora em direito USP, professora ESAF
Vanessa Batista Berner – Doutora em Direito, Professora Associada da Faculdade Nacional de Direito / UFRJ
Clilton Guimarães do Santos – Doutor – PUC-SP, professor na UNIFIEO
Margareth Anne Leister, Pós-doutora em direito, UNIFIEO-SP
Fernando Hofmann – Professor Titular da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI/Santiago)
Gustavo Ramos Carneiro Leão – Doutor em Direito e Professor da Universidade Católica de Pernambuco
David Elmor – Doutor em direito – Professor da UERJ
Marcelo Sgarbossa – Doutor em Direito pela UFRGS.
Marcos Leite Garcia – Doutor em Direito, Professor da Universidade do Vale do Itajaí – Santa Catarina
Camila Cardoso de Melo Prando – Professora Adjunta de Direito Penal e Criminologia da UnB
Carlos Magno Spricigo – Doutor em direito – Professor do PPGDC – UFF
Juliano Zaiden Benvindo – Doutor em Direito pela Universidade Humbolt de Berlim, Professor de Direito Constitucional da Universidade de Brasília
Carlos Eduardo Soares de Freitas – Professor Titular da Universidade do Estado da Bahia
Rodrigo Mioto dos Santos – Professor de Direito Penal, Processo e Direitos Humanos da Univali. Co-coordenador do Observatório do Sistema Interamericano de Direitos Humanos da Univali.
Marciano Buffon – Doutor em direito, Professor do programa de pos-graduação em direito da Unisinos.
Marcos de Aguiar Villas-Bôas – Doutor pela PUC/SP, Mestre pela UFBA
Katya Kosyki – Doutora, Professora UFPR
Marcos Rocha – Doutor pela UERJ, Professor e Coordenador do Núcleo de Direitos Humanos do Centro Universitário Serra dos Órgãos
Maria Cristina Vidotte Blanco Tarrega – Professor Titular na UFG
Marília Lomanto Veloso – Advogada, Mestra e Doutora em Direito Penal PUC/SP, Membro da Associação de Advogados e Advogadas de Trabalhadores Rurais do Estado da Bahia – AATR, Membro fundador da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares – RENAP.
Nivaldo dos Santos – Doutor em Direito pela UFG
Dimitri Sales – Doutor em Direito (PUC_SP)
Rafael Dubeux – Advogado da União, Doutor pela UnB
Aloisio Zimmer Junior, doutor em direito pela UFRGS, advogado, professor de Direito Administrativo na Escola do Ministério Público, da Ajuris e da Femargs
André Portella – Doutor em Direito Financeiro e Tributário, Professor da UFBA
Zulmar Fachin, Professor Doutor UEL, advogado
Emilio Peluso Neder Meyer – Professor Adjunto de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da UFMG
Glauco Salomão Leite – Professor de Direito Constitucional (UNICAP/UFPB)
Ivanilson Paulo Correa Raiol – Promotor de Justiça do MP/PA, Doutor em Direitos Humanos pela UFPA
José Eduardo Elias Romão – Doutor em Direito pela UnB, advogado e Pró-Reitor do Mestrado do IPEA
José Ricardo Cunha – Professor da Faculdade de Direito da UERJ.
Paulo Sérgio Weyl A Costa – Doutor em Direito, Prof. Associado da UFPa
José Rodrigo Rodriguez – Professor de Graduação, Mestrado e Doutorado da UNISINOS Coordenador do Núcleo Direito e Democracia do CEBRAP
Célia Regina Ody Bernardes – juíza federal e associada da AJD (Associação Juízes para a Democracia).
Marcos Rogério Palmeira – Doutor em Direito Tributário UFSC e Advogado/SC
Matheus Felipe de Castro- doutor em direito pela UFSC, professor de direito constitucional e filosofia do direito na mesma instituição, professor titular do mestrado em direitos fundamentais da Unoesc Chapecó.
Inocencio Rodrigues Uchôa – Juiz do Trabalho do TRT/7 aposentado – Associação de Juízes para a Democracia/CE
Pierpaolo Cruz Bottini – advogado e Professor da Faculdade de Direito da USP
Maiquel Ângelo Dezordi Wermuth – Doutor em Direito (UNISINOS), Professor do Mestrado em Direitos Humanos (UNIJUÍ)
Marcelino Meleu – Doutor em Direito Público, Advogado e Professor Universitário (UNOCHAPECÓ e FURB)
Mariah Brochado – Professora Associada de Filosofia do Direito da FDUFMG, Professora Associada da FDUFMG, Pesquisadora Sênior da Ruprecht- Karls Universität Heidelberg- Alemanha
Raquel Fabiana Lopes Sparemberger – Doutora em Direito – PPGD – FURG
Maria Rosa Guimarães Loula – Universidade do Estado do Rio de Janeiro – AdvocaciaGeral da União, Doutora em Direito Internacional pela UERJ, Procuradora Federal, Professora de Direito Internacional
Luciane Moessa de Souza – Mestre em Direito Constitucional pela UFPR, Doutora em Direito, Estado e Sociedade pela UFSC, Pós- Doutoranda em Direito Ambiental e Econômico pela USP, Procuradora do Banco Central do Brasil, Professora de Resolução Consensual de Conflitos Coletivos envolvendo Políticas Públicas
Alexandre Douglas Zaidan de Carvalho – Procurador Federal, Doutorando em Direito na UnB, Mestre em Direito Constitucional pela UFPE
Alexandre Melo Franco de Moraes – Professor da UFOP
Alfa Oumar Diallo – Diretor da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Grande Dourados
Alvaro Luiz Poglia – Promotor de Justiça do RS, Professor de Direito Penal e Processo Penal na Universidade Federal de Passo Fundo;
Ana Claudia Farranha – Professora da Faculdade de Direito da UnB
André Karam Trindade – Professor do IMED- Passo Fundo
André Leonardo Copetti Santos – Doutor em Direito, Professor do Mestrado em Direitos Humanos da UNIJUÍ,
André Souto Maior Mussalém – Professor titular de Direito Constitucional na Faculdade Estácio do Recife
Arthur Stamford – Professor de Sociologia Jurídica da UFPE
Bartira Macedo de Miranda – Doutora em Direito, Professora da UFG
Beatriz Vargas Ramos – Professora Adjunta de Direito Penal Penal e Criminologia da UnB;
Marcelo Labanca – Professo de Direito Constitucional da Universidade Católica de Pernambuco
Bruno Afonso Ribeiro do Valle Bezerra – Advogado
Bruno Rodrigues Arruda e Silva – Procurador Federal
Camila Gomes de Lima – Advogada, mestranda em Direito na UnB
Carlos Eduardo Oliveira Lima – Advogado da União (pós-graduado em Direito Administrativo pela UFPE)
Daniela Ferreira Marques – Advogada da União, Mestre em Direito Privado e Econômico pela UFBA
Daniel Duarte – mestre em direito FDV, advogado
Daniel Pinheiro Viegas – Procurador do Estado do Amazonas, Mestre em Direito pela Universidade do Estado do Amazonas
Delton R. S. Meirelles – Professor do Departamento de Direito Processual e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense
Denise da Veiga Alves – Advogada
Diva dos Santos Rigatos – Advogada e militante de Direitos Humanos no Estado de Mato Grosso do Sul
Eduardo Fernandes de Araújo – Professor do Centro de Ciências Jurídicas da UFPB, Doutorando pela Universidade de Coimbra
Emmanuelle Benevides Moura Beltrão – Mestre em Direito, Professora Titular de Direito do Trabalho da Faculdade Estácio do Recife
Eneá de Stutz – Professora da Faculdade de Direito da UnB
Eugênio Nunes Silva – Advogado, OAB/AM
Everaldo Gaspar Lopes de Andrade – Professor Adjunto da FDR/UFPE
Fernanda Frizzo Bragato – Professora do Programa de Pós-Graduação em Direito da Unisinos
Fernanda Ferreira de Paula Moi – Mestre em Direito, Professora na Universidade Federal de Goiás.
Francisco das Chagas Medeiros – Advogado, Conselheiro Estadual da OAB/RN
Francisco de Assis Nascimento Nóbrega – Defensor Público Federal
Geraldo Vilar C. Lima Filho – Defensor Público Federal, Mestrando em Ciências Jurídico Criminais da Universidade de Lisboa
Gilda Diniz dos Santos – Procuradora Federal, Especialista em Direito Público.
Giordano Bruno Costa Cruz – Advogado – OAB/AM
Gustavo de Faria Moreira Teixeira – Mestre em Direito Agroambiental pela Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT, Professor de Direito Constitucional na Universidade de Cuiabá.
Gustavo Ferreira Santos – Professor de Direito Constitucional da UNICAP e da UFPE
Gustavo Just – Professor Adjunto da UFPE
Igor Henrique Santelli – Professor da Faculdade Estadual de Direito do Mato Grosso do Sul
João Guilherme C. M. L. Granja Xavier da Silva – Gestor Federal, Doutorando em Direito, Estado e Constituição pela UnB
João Thomas Luchsinger – Professor efetivo de Direito Processual Penal da UFAM
José Aparecido Rigato – Promotor de Justiça no Estado de Mato Grosso do Sul
José Luiz Quadros de Magalhães – Professor da UFMG
José Rodrigo Rodriguez – Mestre em Direito pela USP, Doutor em Filosofia pela UNICAMP, Professor do programa de pós-graduação em Direito da Unisinos
João Ricardo Wanderley Dornelles – Professor de Pós-Graduação em Direito da PUCRio e Coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da PUC-Rio
José Ponciano de Carvalho Júnior – Professor de Filosofia do Direito e Teoria da Interpretação Jurídica da Faculdade de Direito da UFBA
Juliana Teixeira Esteves – Professora Associada da FDR/UFPE
Julio Anderson Bueno -Mestre, Professor PUC Goias
Júlio César Valcanaia – Advogado OAB/MS 9565 – Conselheiro do Ceds/MS
Luciana Grassano Melo – Professora Associada da FDR/UFPE
Kalina Leila Nunes Mendes Medeiros – Advogada
Leandro Venicius Fonseca Rozeira – Advogado – OAB/AM
Manoel Correia de Oliveira Andrade Neto – Mestre, Professor titular de Processo Penal da Faculdade Estácio do Recife
Margareth Arbues – Mestre em Direito, Doutora em Ciência da Religião, Professora na Universidade Federal de Goiás.
Maria Carolina Amorim – Advogada, Doutoranda em Direito Processual Penal na PUCSP
Mariana Barbosa Cirne – Procuradora Federal, Doutorando em Direito pela UnB, Professora universitária
Mário Jorge Oliveira de Paula – Advogado – OAB/AM
Martônio Mont´Alverne Barreto Lima – Professor da UNIFOR
Mateus de Oliveira Fornasier – Doutor em Direito, Professor do programa de PosGraduação em Direitos Humanos UNIJUI.
Menelick de Carvalho Neto – Professor da Faculdade de Direito da UnB
Prudente José Silveira Mello – Professor da Faculdade Cesusc e Conselheiro da Comissão de Anistia
Reinaldo Santos de Almeida Júnior – Doutorando em Direito Penal pela UERJ, Mestre em Direito do Estado pela UFPR, Especialista em Criminologia e Direito Penal pelo Instituto de Criminologia e Política Criminal (ICPC), Professor Substituto de Direito Penal da Faculdade Nacional de Direito da UFRJ.
Renato Duro Dias -Professor da Faculdade de Direito FURG
Roberto Armando Ramos de Aguiar -Professor emérito de UnB
Roberto Ferreira Filho – Juiz Estadual do Estado de Mato Grosso do Sul
Rômulo de Andrade Moreira – Procurador de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia, Professor de Direito Processual Penal da UNIFACS, Pós graduação em processo penal pela universidade de Salamanca – Espanha
Romulo de Carvalho Ferraz – Promotor de Justiça em Minas Gerais
Stella Bruna Santo – Advogada
Tadeu de Souza Silva – Advogado – OAB/AM
Talita Monteiro Caribé – Mestre em Direito Penal pela UFPE
Thaisa Maira Rodrigues Held -Professora da Universidade Federal de Mato Grosso
Thomas Bustamante – Professor de Filosofia do Direito da UFMG
Victor Cravo – Procurador Federal, Doutorando em Direito pela UnB
Vitor de Sousa Freitas – Mestre em Direito, Professor na Universidade Federal de Goiás.
Wálber Carneiro Araújo – Professor de Direito UFBA e Unifacs
Salo de Carvalho – Professor da Faculdade Nacional de Direito Universidade Federal do Rio de Janeiro
Antonio Armando UIian do Lago Albuquerque – Professor da Faculdade de Direito da UFMT e UNEMAT – Mato Grosso.
Peterson Medeiros dos Santos – Advogado, Mestando na Universidade do Porto
Paulo Henrique Kalif siqueira Advogado, Professor Universitário
Renan Quinalha, Advogado e ativista de Direitos Humanos
Isaac Reis, Professor Adjunto, Universidade Federal do Sul da Bahia – UFSB
Thiago Fabres de Carvalho, Doutor em Direito Unisinos, advogado.
Clecio Lemos – mestre em direito UERJ, advogado
Nuno Manuel Morgadinho dos Santos Coelho – Doutor. Prof. USP RIbeirao Preto
Antonio Pedro Melchior – Professor de Processo Penal (Ibmec)/ Advogado.
Gilberto Carvalho Guerra Pedrosa Ribeiro – Mestre em Direito, Estado e Constituição pela UnB
José Nunes de Cerqueira Neto – Doutorando em Direito pela UnB
Cláudia Paiva Carvalho – Doutorando em Direito pela UnB
Wellington Migiliari – Doutorando em Direito Internacional Público e Relações Internacionais – Facultat de Dret – Universitart de Barcelona
Dirlene Gregório Pires da Silva – Procuradora Federal, Especialista em Direito Público pela UnB
Patrícia Cristina Lessa Franco – Procuradora Federal, Especialista em Direito Público pela UnB
Emanoel Gonçalves de Carvalho – Procurador Federal
Artur Cortez Bonifácio, mestre e doutor em Direito pela PUC-SP, Professor da UFRN de Direito Constitucional, Imortal da Academia das Letras Jurídicas do RN
Lizziane Sousa Queiroz F. de Oliveira, Mestre em Direito pela UFRN, Professora do Curso de Direito da UFERSA
Ronaldo Alencar – Professor Doutor do CCj da UFPB,
Mariana Vannucci, Mestre em Direito pela UFRN, Professora da UERN
José Humberto de Góes Junior – Doutor em Direito pela UnB, Professor da UFG
Gustavo Henrique Freire Barbosa – mestrando em direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Juliano Homem de Siqueira -Professor Aposentado da UFRN
Karoline Lins Câmara Marinho de Souza – Mestre em Direito pela UFRN, Professora da UFRN
Ângela José Menezes Silvino – Mestre em Direito pela UFRN
Natália Bastos Bonavides – Mestre em Direito Constitucional pela UFRN
Alberto Knobbe Busquets – advogado e professor
Francisco Celso Calmon Ferreira da Silva – Advogado
Mauricio Stegemann Dieter – Professor de Criminologia e Direito Penal da Universidade de São Paulo
Ester Eliana Hauser – Mestre em Direito, UNIJUI.
Fernando César Costa Xavier – Professor da Universidade Federal de Roraima
Maryel Sinai Souza Pedreira – Advogada OAB/MS 19.398 e ativista de Direitos Humanos.
Adriany Barros de Britto – Professora de direito e advogada – 13594 OAB/MS
Maria Alice Rodrigues, Mestre em Direito, Professora da Unisinos e advogada
Lucas Abreu Barroso – Professor na Universidade Federal do Espírito Santo
Ana Claudia Vinholes Siqueira Lucas – Professor de direito na UFPel e UCPel
Joice Graciele Nielsson -Professora do curso de direito da UNIJUI
Mamede Said Maia Filho – Professor da Faculdade de Direito da UnB
Carolina Mayer Spina Zimmer, advogada trabalhista, Mestre em Direito pela PUCRS, Professora de Direito Material, Processual do Trabalho na Unisinos e na Uniritter
Gabriela Neves Delgado, Professora da Faculdade de Direito da UnB
Paulo Marcelo Scherer, Mestre em direito na UNIJUI
Caio Cezar Pedrollo Machado – Advogado
Getulio Barroca Rodrigues, Advogado
Ana Paula Dittgen da Silva, UCPEL. Professora do Direito
Theodoro Huber da Silva, advogado
Herrigthon Santos Oliveira – advogado
Vitor Henrique Betoni Garcia – advogado
Johnand Pereira da Silva Mauro, OAB MS 14988
Camila Herédia Miotto Betoni, OAB/MS 16.839
Carlos David Carneiro – Mestre em Teoria e Filosofia do Direito Uerj
Camila Rodrigues Neves de Almeida Lima, advogada, Doutoranda em Direito Público e Mestre em Direito do Trabalho – Universidade de Coimbra
Bárbara Dias – Mestre em direito constitucional PUC/RJ, doutora em ciência política/IUPERJ/IESP
Alberto Sampaio Junior – doutorando em direito, professor UNESA
Thiago Minage – doutorando em direito, professor da Unesa e Ufrj
Jean-François Deluchey – Universidade Federal do Pará.
Nacibe Huarde Ribeiro Cade, advogado
André Carneiro Leão – Professor da Faculdade Damas e Defensor Público Federal
Alexandre Da Maia – Professor de Direito da UFPE
Bruno Galindo – Professor de Direito Constitucional da UFPE
Fernanda Fonseca Rosenblatt. Professora de Processo Penal da UNICAP
Felipo Pereira Bona – Professor das Faculdades Integradas do Sertão- FIS
João Paulo Allain Teixeira – Professor Direito Constitucional (UNICAP / UFPE)
Marília Montenegro – Professora de Direito Penal (UNICAP /UFPE)
Maria Rita holanda – Professora de Direito Civil da Universidade Católica de Pernambuco.
Maria Lúcia Barbosa – Professora de Direito Constitucional (UFPE / Aeso Barros Melo)
Manuela Abath – Professora (UFPE e UNICAP)
Vanessa Pedroso. Professora de Direito da UNICAP
Paulo André Nassar – Mestre e doutorando em Direito, Professor da Faci DeVry
Renata Espindola – Procuradora Federal e mestre pela UNB
Adriana Goulart de Sena Orsini- Professora Associada da Faculdade de Direito da UFMG
Dilvanio de Souza, advogado, Mestre em Dto Público pela UFSC
Huarde Ribeiro Cade – advogado
Adriana Rosa – OAB/SC
Alexandra Xavier Figueiredo – OAB/MG
Alexandre Santana – OAB/SC
Ana Claudia Diogo Tavares – OAB/RJ, Professora do NEPP-DH da UFRJ
André Luiz Barreto Azevedo, advogado popular
Andreia Indalencio Rochi advogada/PR e SC
Cariny Pereira – advogada/SC
Caroline Schwarz de Almeida – advogada/SC
Cleuton César Ripol de Freitas – OAB-GO
Cristiane Dambrós Chaves – Professora do cesusc e advogada
Daniel Araújo Valença – Professor UFERSA e Advogado/RN
Daniela Cristina Rabaioli – Advogada/SC
Elle Cristina Weissheimer – OAB/SC
Fernando David Perazzoli – OAB/SC
Gustavo Garbelini Wischneski – advogado/SC
João Paulo do Vale de Medeiros – professor/UERN e advogado popular
Jonas Machado Ramos – Professor de Processo Penal Faculdade CESUSC
Jorge Alberto Escobar Rodrigues – OAB/RS
Julia Moreira Schwantes Zavarize – advogada/SC
Leonardo Rossana Martins Chaves. Professor de direito constitucional do cesusc/SC
Luciana Silva Garcia, OAB/BA
Luiz Fernando Ozawa, OAB/SC, Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais, professor da AVANTIS e SOCIESC
Luzia Maria Cabreira – Advogada/SC
Myllena Calasans de Matos, Advogada, OAB-BA/Brasilia-DF
Patrícia Rodrigues dos Santos, Advogada, OAB/BA 49609
Roberto da Rocha Rodrigues. Professor de Direito Penal do CESUSC
Roberto Ramos Schmidt, Advogado/SC
Rodrigo Alessandro Sartoti – advogado e mestrando em Direito/UFSC
Rossela Eliza Ceni – oab/sc
Ruben R Manente – professor de direito penal / Cesusc
Samuel Martins dos Santos – Professor de Direito Constitucional – Faculdade CESUSC
Sandro Sell. Professor de Direito Penal/Cesusc
Sônia Maria Alves da Costa, Advogada, OAB-TO
Susan Mara Zilli – Advogada/SC
Vera Lúcia Santana Araújo, advogada, Brasília
Veridiana Kendra M. R. de Oliveira – Advogada SC
Vinicius Guilherme Bion – advogado/SC
William Farias Rodrigues – Advogado OAB/SC
Ana Cacilda Rezende Reis, OAB-BA
Daniel Pessoa, Prof Direito na UFERSA, OAB/RN
Eduardo Corrêa, OAB MA 5.211, professor da faculdade Estácio São Luís e do instituto Florence. Renap
Érika Lula de Medeiros, OAB-DF, mestranda em direitos humanos e cidadania na UnB
Gustavo de Carvalho Rocha – advogado/SC
Gustavo Magnata OAB/PE
Herlon Teixeira – Advogado/SC
Hugo Belarmino de Morais, professor de direito da UFPB., CRDH-UFPB. IPDMS. RENAP
Larissa Pirchiner de Oliveira Vieira – OAB/MG
Maria do Rosário Carneiro – OAB/MG
Marleide Ferreira Rocha – OAB/DF, Rede nacional de advogados e advogadas populares
Tayse Ribeiro de Castro Palitot – mestranda em DH pela UFPB
Virginia Kirchmeier, professora de Direito Publico
Rodrigo de Medeiros Silva, membro da Comissão de Acesso à Justiça do CFOAB, OAB-CE
Gretha Leite Maia, Universidade Federal do Ceará, Doutora em Direito
Acassio Pereira de Souza, advogado popular, OAB/CE
Rodolfo de Carvalho Cabral – Procurador Federal
Djamiro Acipreste – Advogado e Professor de Ciência Política e Direito Agrário
Igor Silvério Freire, pós-graduando em direito pela UFRN /ESMARN,
Lucas Santos, mestrando em direito pela UFRN
Hélio Miguel Santos Bezerra OAB/RN 9.703
Natália de sena alves OAB/RN 10.654
Cassio Leandro De Queiroz Rodrigues Advogado e professor
Gilmara Joane Macedo de Medeiros – Professora de Direito da Ufersa
Oona de Oliveira Cajú – Professora de Direito da Ufersa
Monique Ximenes Lopes – Professora de Direito do IFPB
Mário Sérgio Maia Falcão – Professor de Direito da Ufersa
Amanda Santos Soares – Advogada
Diana Freitas de Andrade – Defensora Pública Federal
Daniele de Souza Osório -Defensora Pública Federal
Leonardo Lorea Mattar- Defensor Público Federal
Luaní Melo – Defensora Pública Federal
Mariana Lucena Nascimento – Defensora Pública Federal
Marcos Wagner Alves Teixeira – Defensor Público Federal
Tarcila Maia Lopes – ?Defensora Pública Federal
Thales Arcoverde Treiger – DPU/RJ – Defensor Público Federal
Daniel Teles Barbosa – Defensor Público Federal
Igor Roberto Albuquerque Roque – Defensor Público Federal
Lídia Ribeiro Nóbrega – Defensora Pública Federal
Clarissa Cecília Ferreira Alves – Professora de Direito do IFPB
Tatyane Guimarães Oliveira – Professora de Direito da UFPB
Marília Nunes Soares de Pina – DPU Belém/PA
Cláudio Henrique Fonseca de Pina – Juiz TRF1 Belém/PA
Fernanda Neves de Martins Moraes – oab 15036
Frederico lopes virgulino de Medeiros – oab pb 14379
Rodrigo Farias – OAB pb 10220
Carlos Frederico Farias – OAB pb 7119
Thiago Hanney Medeiros de Souza – OAB/PB 16241.
Janaynna Marrocos Macaúbas Tôrres – OAB/PB 21.316
Marina de Lima Toffoli – bacharela em direito;
Liana de Queiroz Melo – advogada, OAB/PE 36.416;
Renata Celeste Sales – professora universitária;
Alessandra Macedo Lins – professora universitária
Homero bezerra Ribeiro – professor universitário OAB/PE 1393-b
Daniel Alves Pessoa – Professor de Direito da Ufersa.
Rodrigo de Figueiredo Tavares de Araújo – Advogado – OAB/PE 25.921
Roberto efrem filho – OAB/PE 27.010;
Bruna Cavalcante falcão – Delegada da polícia civil de Pernambuco
Carlos Roberto de Araújo – OAB-RN 3943, Conselheiro Estadual da OAB.
Rogério Emiliano Guedes Alcoforado – prof de Direito UERN Natal/RN
David de Medeiros Leite – prof de Direito UERN Natal/RN
Humberto Henrique Costa Fernandes do Rego – OAB/RN 4237
Olavo Hamilton Ayres Freire de Andrade. OAB RN 479-A
Maria Izabel Costa Fernandes Rego – OAB/RN
Cláudio Luíz dos Santos – Defensor Público Federal – RJ
Olímpio de Moraes Rocha, OAB/PB 14.599, Campina Grande, Advogado Popular e Professor da UEPB
Marcos Vinicio Santiago de Oliveira – OAB/RN 1.420
Ipojucan Demétrius Vecchi, advogado, Professor de direito do trabalho da Universidade de Passo Fundo- RS
Cláudio Costa, advogado, Mestre em Ciências Penais UCAM-RJ
Bernardo Abreu de Medeiros, mestre em Direito pela PUCRJ e doutorando em Políticas Públicas pela UFRJ
Ivi Vasconcelos Elias – bacharel em Direito, mestre pela PUC-Rio.
Jose do Carmo Siqueira – mestre e doutorando UNB.Prof. UFG
Fernando Fontainha – Professor do IESP/UERJ, sociologia do direito
Marcelo Leão – Advogado OAB/SC 22678
Adriana Geisler – Doutora em Teoria do Estado e Direito Constitucional, Professora do Departamento de Direito da PUC-RJ e Fiocruz.
Felipe Cavaliere Tavares – Professor UNISUAM
Sayonara Grillo Coutinho L da Silva – Professora da Faculdade Nacional de Direito UFRJ.
Joseane Aparecida Côrrea- Mestre UFSC.
Márcia Nina Bernardes – Professora da PUC-Rio
Carolina Vestena – Doutora em Direito UERJ
Ivan Garcia – Professor de Direito da UERJ
Sabrina Durigon Marques, – Professora da Unb e do UniCeub
Ivanilda M Figueiredo de L Ferreira – advogada e Professora
João Pedro Saboia Bandeira de Mello Filho – Jurista
Magnus Henry da Silva Marques, advogado da RENAP e Professor
Alessandro Soares – Professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie
Eduardo Cavalieri Pinheiro – Defensor Público DPE MG
José Flávio Bianchi – mestre e doutorando pela UnB, procurador federal.
Gustavo Proença Mendonça – prof. IBMEC-RJ e UNESA-RJ
Karina Macedo Fernandes – Mestre e doutoranda em Direito Público – Unisinos
Emerson de Lima Pinto. Mestre em Direito – Professor do curso de direito da Unisinos.
Cecilia Caballero Lois – Professora Associada da Faculdade Nacional de Direito/ UFRJ
Diogo Bacha e Silva. Mestre em Direito. Professor da Faculdade de São Lourenço
Ademar Borges Filho, Procurador do Estado de MG e Professor UnB
Fernanda Tórtima – advogada
Pedro Wagner Assed Pereira – defensor público federal na Baixada Fluminense.
Leonardo Quintas Furtado – Procurador da Fazenda Nacional
Gustavo S. Siqueira – Professor da Faculdade de Direito da UERJ.
Francisco Ubiratan Conde Barreto Junior – Professor da UNESA.
Bethania Assy – Puc-Rio/UERJ
Volney Campos dos Santos, Professor Assistente da Universidade Estadual de Ponta Grossa
Fernando José Barúna Recalde – Advogado OAB/MS 10.493 e militante de Direitos Humanos.
Tarso Cabral Violin, advogado, Vice-Coordenador do Núcleo de Pesquisa em Direito do Terceiro Setor do PPGD-UFPR e Professor de Direito Administrativo e Ciência Política
Kíssila Muzy – Professora UNESA
Adriana Geisler – Professora PUC-Rio e Fiocruz.
Ernesto Pedrollo Neto – Advogado OAB/MT 15289
Simone Pereira de Castro – procurador da fazenda nacional
Hélder Valadares Moreira – procurador da fazenda nacional
Malgali Thais Ledur. – procurador da fazenda nacional
Deysi Cristina da Rolt – procurador da fazenda nacional
Giselle Marques de Araujo advogada – OAB/MS 4966
Humberto Luiz Salustiano Costa Júnior – Rede de Ensino DOCTUM
Jorge Henrique Costa Júnior – Advogado oab/SC
Thamis Dalsenter – PUC-Rio
João Alfredo telles Melo, doutorando e prof. Da fa 7
Rômulo Guilherme Leitão, OAB/CE 9350, Professor da Universidade de Fortaleza
Natália Martinuzi Castilho. Mestre em Direito. Prof da Unichristus
Gilmar Bittencourt Santos Silva – Defensor Público no Estado da Bahia
Daisy dos santos marques – Defensor Público do Estado do Piauí
Jeferson Antonio Fernandes Bacelar – Advogado. Professor da Universidade da Amazônia e Conselheiro Federal da OAB pelo Pará.
Tayara Talita Lemos – Professora de Direito Constitucional da UFJF
Aldo Fernando Alencar Serra – OAB/MA 12.761
Maycko Pereira Passos, OAB/MA n° 12.472
Carlos Victor Oliveira Fernandes – OAB/MA 10.235
Sarah Teresa Cavalcanti de Britto – OAB/MA 10.488
Joisiane Gamba – OAB/MA 2.425
Valdira Barros, OAB Ma 6047, Doutora em Políticas Públicas/UFMA, Professora Universitária, militante do Movimento pelos Direitos se Crianças e Adolescentes
Jorge Alberto Mendes Serejo – OAB/MA 9.816-, Mestrando em direito e instituições do sistema de justiça/UFMA.
Glaydson Campelo de Almeida Rodrigues, OAB/MA 11.627
Marcus Moreira Lima Soares, OAB/MA 9.438. Pós-Graduado em Direito Público pela Universidade Anhanguera-Uniderp Advogado.
Daisy Rafaela da Silva – prof ddhh UNISAL
Thula Pires – PUC-Rio
Samantha Moura Ribeiro, PUC-Rio.
Aline Pinheiro Macedo Couto OAB-DF 36453
Andreza Prado de Oliveira, advogada/SC
José Maria de Aquino Júnior OAB- MA 8143
Igor Martins Coelho Almeida. OAB/MA 8.505. Mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça/UFMA. Professor Universitário.
Thalita Martins Lindoso, OAB/MA 12.231
Adilene Ramos Sousa, OAB-MA 5.699
Claudia Márcia Amorim Costa, advogada OAB-MA 4.739
Diogo Diniz Ribeiro Cabral, OAB MA 9.355, Pós Graduando Direito Agrário UFG, Coordenador de PROJETO SMDH
Mariana Rodrigues Viana, OAB/MA 14.915
Thiago Gomes Viana – OAB/MA n. 10.642
Diana Melo Pereira, Mestre em Direito, Estado e Constituição – Unb, Direito Achado na Rua- Unb, advogada Smdh, OAB/MA 7.742
Renata dos Reis Cordeiro – OAB MA 7854. Mestre em Ciências Sociais – UFMA
Mari-Silva Maia da Silva, oab/ma 8525, especialista em sociologia das interpretaçoes/UEMA, mestranda em direito e instituiçoes do sistema de justiça/UFMA.
Márcia Mileni Silva Miranda. OAB/MA 14902
Manuella Melo da Rocha Aires Lima. OAB/MA 11.271. Pós-graduada em Direito Administrativo pela Universidade Anhanguera-UNIDERP.
Carolina de Campos Melo. PUC-Rio
Tiago Resende Botelho – Doutorando em Direito Público – Universidade de Coimbra e professor da Faculdade de Direito e Relações Internacionais da Universidade Federal da Grande Dourados
Renato Santos Gonçalves- Professor de Direito Processual Penal UFJF-GV
Maria Clara Oliveira Santos – Professora de Direito da UFSJ
Cristiane de Souza Reis – Departamento de Segurança Pública – Faculdade de Direito – Universidade Federal Fluminense
Andre Luis de Moraes Pinto – Juiz de Direito/RS
Luís Christiano Enger Aires – Juiz de Direito/RS
Adílson Rodrigues Pires, Professor Adjunto de Direito Financeiro da UERJ
Mauro Caum Gonçalves – Juiz de Direito
Manuel Caleiro – Mestre e doutorando pela PUCPR
Nadine Borges – Advogada, professora Mestre e Doutoranda em Direito e Sociologia. UFF. Coordenadora de Relações Externas da UFRJ.
Luis Gustavo Bezerril de Menezes – Prefeitura da Cidade de São Paulo, Advogado
Gustavo Carvalho Bernardes – Advogado
Aricia Fernandes Correia – Professora Adjunta da Faculdade de Direito da UERJ
Ronaldo Campos e Silva – professor de Direito Processual Civil do IBMEC
Antonio Augusto Tams Gasperin, graduado em Direito pela UFPEL (RS), mestre em Direito pela FADUSP, professor no UNIRITTER (RS) e advogado.
Luana Natielle Basílio e Silva, Mestra em Direitos Humanos, assessora em Direitos Humanos da Plataforma Dhesca Brasil
Clarice Costa Calixto – doutoranda em direito pela Unb, Advogada da União
Antônio Emerson Satiro Bezerra, UNIFOR, Advogado – OAB/CE: 18.236
Antonio José de Sousa Gomes, OAB/CE: 23.968, Especialista em Direito do Trabalho e Previdenciário – Estácio do Ceará e Gestão Pública Municipal – UNILAB
Arilo Pinheiro Cavalcante, OAB/CE 18.660;
Armando Costa Jr., advogado (OAB/CE 11.069) e professor universitário
Caio Santana Mascarenhas Gomes – UNIFOR, OAB/CE: 17.000 Carlos Alexandre Bezerra dos Santos, Graduando Direito UFC
Carlos Eduardo Romanholi Brasil, OAB/CE n. 19.528
Carolina Price E. Monteiro OAB/CE 19539
Cassandra Maria Arcoverde e Assunção, OAB/CE 8020
Cynara Monteiro Mariano, Advogada (OAB/CE 12.949) e Professora Adjunta da UFC, Advogada, Professora Adjunta da UFC, Mestre em Direito Público pela UFC, Doutora em Direito Constitucional pela Unifor, Pós-Doutora pela Universidade de Coimbra, Vice-Presidente do Instituto Latino Americano de Estudos sobre Direito, Política e Democracia -ILAEDPD, Diretora Acadêmica do Instituto Cearense de Direito Administrativo – ICDA, Ex-Presidente da Fundação Escola de Advocacia da OABCeará
Christianny Diogenes Maia – Doutora em Direito Constitucional. OAB/CE 15.688;
Cristiano Therrien, OAB/CE 13.869, Doutorando em Direito pela Universidade de Montreal (UdeM);
Daniella Alencar Matias, OAB/CE 17714. Advogada, mestranda em filosofia pela UECE;
Danielle de Farias Oliveira, advogada, OAB/CE 26779 Edna Maria Teixeira OAB/CE 22.678
Elisangela do Amaral Andrade landim, OAB/CE 21914, Mestranda pela Universidade de Lisboa – Portugal
Eloilson Augusto da Silva Landim. MP/CE 333
Emerson Damasceno, advogado e ativista digital, Membro da Comissão de Pessoas com Deficiência da OAB/CE, OAB/CE 11.600;
Emília Simone Magalhães Machado, advogada,
Francisco José Palácio, OAB/CE 11.063, Pós-graduado em Direito Penal e Criminologia
Francisco Scipião da Costa, UNIFOR, OAB/CE: 23.945
Gustavo Feitosa, OAB CE 12637, Professor UNIFOR /FD UFC
Ícaro Ferreira de Mendonça Gaspar – OAB/CE 23.876 | Juristas pela Legalidade e pela democracia; Ingrid Viana Soares, OAB/CE 19296
Isabel Cecilia de Oliveira Bezerra, Advogada da União, Mestre em Direito, Professora de Direito Processual Civil e Conselheira na OABCE;
Isabel Mota – pós-graduada Direito Público pela Faculdade de Direito da UFC e advogada eleitoralista
Ítalo Hide Freire Guerreiro, OAB CE 25.303, Especialista em Direito Processual – FA7, Advogado do Sindicato APEOC , OAB-CE 25.303,
Ítalo Mota Sampaio, Advogado – OAB/CE n° 23.352, email:
João Marcelo Ferreira Facundo OAB CE 32.987
José Boaventura Filho. OABCE 11.867. Especialista em direitos humanos fundamentais. Professor de Direito Processual Penal e Direito Penal na Faculdade Leão Sampaio;
Julianne Melo dos Santos OAB-CE 29.503: mestranda Direito UFC,
Luanna Marley, OAB/CE nº 25.879 – Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares (RENAP)
Luciano Dantas Sampaio Filho – OAB/CE 31151. Pós-Graduando em Direito Penal;
Luiza Barbara Vieira Cidrack OAB/CE 29.228 – advogada e especialista em gestão pública UNILAB, Lyanna Magalhães Castelo Branco – advogada – OAB-CE 17841
Manuela da Nóbrega Alves Praxedes, OAB CE 22.500,
Marcelo Ribeiro Uchoa, UFC, Doutor em Direito Constitucional – UNIFOR/2015, Professor de Direito Internacional e Direitos Humanos da Universidade de Fortaleza – UNIFOR, marcelo@uchoa.adv.br,
Marco Antônio Feitosa Moreira, OAB-CE 8.664, UFCE
Maria Irisneile Gadelha Sousa Costa – Conselheira Estadual da OAB/CE Nº 20572
Neilianny Carla Vieira Oliveira , OAB/CE 31.164
Patricia Oliveira Gomes, OAB/CE: 20.594, mestre em direito constitucional pela Universidade Federal do Ceará
Priscylla Joca, OAB/CE 17.199, Doutoranda em Direito pela Universidade de Montreal (UdeM).
Rafael Cavalcante Barbosa, OAB-CE 17.808, Especialista em Dir. Processual
Renata Neris Viana OAB-CE: 14.808, mestre, professora de Direito Constitucional em Fortaleza
Roberta candeia Gonçalves. Professora do Curso de Direito da UFPB, OAB/PB 12.138;
Roger Cid Gomes Miranda OAB/CE 30.857 – advogado, filósofo e especialista em gestão pública UNILAB
Sheyla Cordeiro Pinheiro, Assessora técnica SMS E CGM
Thiago Arruda Queiroz Lima, Graduado (UFC) e Mestre (UFPB) em Direito – Professor do Curso de Direito da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), OAB CE 26354
Tiago Araujo Filgueiras, Professor universitário, OAB/CE n. 13780, mestre em Direito pela UFC e doutorando em Direito pela Universidade de Coimbra;
Vicente Paulo da Silva, Especialista em Direito do Trabalho e Previdenciário – Estácio do Ceará, e Especialista em Gestão Pública Municipal – UNILAB, OAB/CE: 24.123
Virgínia Diniz Arcoverde Teófilo, OAB-CE 7.218, pós-graduada em direito do trabalho e processo do trabalho
Will Maranhão – OAB/CE 13.223;
Zaneir Gonçalves Teixeira, OAB CE 12638, Professora Universitária, doutoranda em Direito (UFC)
Maria Rosaria Barbato – Professora da Faculdade de Direito da UFMG
Ricardo Evandro Santos Martins – Mestre e Doutorando em Direito pela UFPA, Advogado OAB-PA
André Luiz Souza Carvalho – Bacharel em Direito pela UFPA, Mestre e Doutorando em Filosofica pela UFSC e Professor no Centro Universitário do Pará
Ernesto Feio Boulhosa Filho – Mestre e Doutorando em Direito pela UFF
Rodrigo Azevedo Bortoli – Juiz de Direito/RS
Maria Quaresma Tonelli – Advogada
Juliana Neuenschwander Magalhães – Professora associada da Faculdade Nacional de Direito UFRJ
Maria Luiza Pereira de Alencar Mayer Feitora – Professora Titular do Centro de Ciências Jurídicas – UFPB
Renato Soares Gonçalves – Professor de Direito Processual Penal UFJF-GV
Maria Clara Oliveira Santos – Professora de Direito da UFSJ
Antonio Maues – Doutor, Professor na Universidade Federal do Pará
Junior Fideles – Mestre em Direito pela UFG, Procurador Federal
Romulo de Andrade Moreira – Procurador de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia, Professor de Dierito Processual Penal na Universidade Salvador (UNIFACS), Pós-Graduação em Processo Penal pela Universidade de Salamanca
Geovane De Mori Peixoto – Professor de Direito Constitucional da UFBA, Advogado
Larissa Ramina – Professora de Direito Internacional da UFPR
João Paulo Medeiros Araújo – Professora de Teoria do Direito – UFJF-GV
Cynthia Soares Carneiro – Professora de Direito Internacional, USP- Ribeirão Preto
Paola Coelho Gersztein – Professora de Direito – PUC-MG
Felipe Araújo Castro – Professor da Direito pela UFERSA (Universidade Federral do Semi Árido)
Cynthia Lessa da Costa – Professora de Direito do Trabalho – UFJF-GV
Hugo Leonardo Pádua Mercês – Advogado, OAB /PA
Leonardo Rezende – Advogado, OAB/MG
Vera Malaguti – Professora Adjunta de Criminologia da UERJ
Daniela Muradas, Faculdade de Direito da UFMG
Lourdes Helena Pacheco da Silva – Juíza de Direito TJ/RS
Gabriela Dantas Bobsin – Juíza de Direito/RS
Marília Kairuz Baracat – Advogada e Mestre em Direito e Relações Internacionais
Márcio de Souza Bernardes – Doutorando em Direito pela UFSC, Professor de Direito na UNIFRA-SM, Advogado, Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RS, subseção de Santa Maria
Juliano Cesario Alvim – Professora Faculdade Nacional de Direito/UFRJ
José Luis Bolzan de Morais – Professor do Programa de Pós-Graduação em Direito da Unisinos
Miracy Barbosa de Sousa Gustin – Professora do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFMG, Professora do Mestrado em Direito da Universidade de Itaúna
Emerson Lopes Brotto – Advogado, OAB/RS
Júlio Francisco Caetano Ramos – Advogado, OAB/RS
Alexandre Fadel – Mestre em Direito pela PUC/RJ e Professor da Universidade da Amazônia
Ricardo Dias – Advogado e Professor de Direitos Humanos da Universidade da Amazônia
Luanna Tomaz – Advogada, Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/PA. Militante de Direitos Humanos. Professora da Universidade Federal do Pará e da Universidade da Amazônia.
Bruno Soeiro Vieira – Mestre em Direito. Auditor Fiscal da Secretaria Municipal de Finanças do Município de Belém/PA. Professor da Universidade da Amazônia.
Renata Alvares Gaspar – Faculdade de Direito da PUC-Campinas
Maria Fernanda Salcedo Repoles – Professora Adjunta da UFMG
Rafael Fagundes – Advogado, Mestre em Direito pela UERJ
Matheus Cardoso – Advogado
Wagner Magalhães – Advogado
Rafael Borges – Advogado
Fábio Dib – Advogado
Alex Cadier – Advogado e Professor da Unisuam
Cristina Cardoso – Doutoranda em Direito pela UFF e Professora de Unisuam
Mariana de Siqueira – Doutora em Direito pela UFPE, Professora Adjunta do Curso de Direito da UFRN
José Benatti – UFPA
Girolamo Domenico Trecanni – UFPE
Rabah Belaidi – UFG
Lucas Borges de Carvalho – Doutor em Direito pela UnB, Procurador Federal
Odorico Nilo Menin Filho – Juiz de Direito Aposentado e membro da Associação Juízes para a Democracia
Cínzia Barreto – Professora da Unijorge
Silvino Alves de Carvalho Sobrinho – Advogado
Ernesto Martim – Professor na PUC-Goiás
Vera Karam de Chueiri, da Faculdade de Direito da UFPR
Marcelo Corrêa Giacomini – Professor de Teoria do Direito – UFJF-GV
Bernardo Abreu de Medeiros – Mestre em Direito pela PUC-RJ e Doutorando em Políticas Públicas pela UFRJ
Olivia Alves Gomes Pessoa – Mestranda em Direitos Humanos pela UnB
Maíra Rocha Machado – Professora Associada da Escola de Direito de São Paulo – FGV
Fabíola Souza Araújo – Mestra em Direito, Estado e Constituição
Aldo Lins e Silva Pires – Advogado de empresa pública federal, OAB/PE
Luciana Marques Bombino – Procuradora do Banco Central do Brasil
Dimitri Brandi de Abreu – Mestre em Direito Processual Penal e Doutorando em Direito Econômico pela USP, Procurador Federal
Danilo Ribeiro Miranda Martins – Procurador Federal, Mestrando pela PUC-SP
Marianne Galvão Marangon – Pós-graduada, Analista Judiciário – TRF 5
Cornelio Medeiros Pereira – procurador federal – OAB/SP
Danilo Oliveira Rodrigues de Lima –Legal Law Master em Direito Corporativo, advogado
Felipe de Vasconcelos Pedrosa – Bacharel em Direito, Procurador do Banco Central
Erasto Villa Verde de Carvalho Filho – Especialista em Direito Econômico e das Empresas (FGV/Brasília), Subprocurador-Geral do Banco Central
Urbano Félix Pugliese do Bonfim- Doutor em Direito, UFBA
Juliana de Almeida Rocha, Advogada, Universidade Católica de Salvador
Márcio Antônio Costa – Advogado, Universidade Católica de Salvador
Mariama Penna Bordin – Especialista em Direito Ambiental, Universidade Católica de Salvador
Luíza Guimarães Campos Batista Gomes – Advogada, Universidade Católica de Salvador
Sérgio Caribé Teixeira –Advogado, UNIJORGE
Joana Rocha e Rocha – Advogada, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Vandilson Costa – Advogado, UFBA
Holberth Burthon – Advogado, Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
Juliana Pinheiro Reis – Advogada, UNIME
Paloma Costa Peruna – Advogada, Unifacs
Paulo Roberto Oliveira –Advogado, Universidade Estácio de Sá
Paulo Galo Toscano de Brito – Advogado, OAB/BA, UFBA
Luana Caetano Andrade – Advogada, OAB/BA, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Alain Amorim – Advogado, OAB/BA, Universidade Católica de Salvador
Juliana Cesario Alvim – Professora de Direito Constitucional e Advogada
Michael Dionisio de Souza – Professor de História e Filosofia das Faculdades Santa Cruz em Curitiba
Sérgio de Britto Cunha Flho – Procurador Federal, Mestre em Teoria do Estado e Direito Constitucional pela PUC-RJ
Paul Weyl – Doutor em Direito e Professor da UFPA
Alex Ferreira Magalhães – Docente da UFRJ
Gabriella Moreira Santos – Advogada, OAB/BA
Valdenor Moreira Cardoso – Advogado, OAB/BA
Emmanuel Gomes – Advogados, OAB/BA
Márcia Misi – Advogada, OAB/BA
Fernando Dourado – Advogado, OAB/BA
Carla Maria Nicolini – Advogada, OAB/BA
Vaumik Ribeiro – Advogado, OAB/CE
Carlos Henrique Gondim – Procurador Federal
André Queiroz Ferreira de Mello – Advogado, Professor CEFET/RJ
Maria Cristina Gonçalves Conceição – Advogada, OAB/PA
Lua Marina Moreira Guimarães – Advogada, OAB/BA
Gaby Maffei dos Santos – Advogada, OAB/BA
Wanderson Pimenta – Advogado, OAB/BA
José Carlos Buzanello – Advogado e Professor da UNIRIO
Gilsely Barbara Barreto Santana – Professora da Universidade do Estado da Bahia e advogadas
Adriana Nogueira Vieira Lima – Advogada
Tatiana Emilia Dias Gomes – Advogada, OAB/BA
Gervásio Firmo dos Santos Sobrinho, – Advogado
Jaime Almeida da Cunha – Advogado
Robson Barros Dias – Advogado
Emmanuel Gomes – Advogado, OAB/BA
Marcia Luiza Fagundes Pereira – Advogada, OAB/BA
Antonio Clovis Sales Amorim – Advogado, OAB/BA
Marcos Alexandre de Siqueira Moura – Procurador da Fazenda Nacional
Viviane Vasconcelos Falcão Ferraz – Procuradora da Fazenda Nacional
Thiago Jordace – Advogado, Doutorando em Direito na UERJ e Professor de PósGraduação no IBMEC Rio de Janeiro
Maria Isabel Cohim Ribeiro de Freitas – Advogada
Kelton de Oliveira Gomes – Mestre e Doutorando em Direito, Estado e Constituição pela UnB
Francisco Bertino de Carvalho – Advogado, Mestre em Direito Econômico pela UFBA, Doutor em Direito Público UFBA, Professor de Direito Processual Civil UFBA
Morgana Ballazi de Carvalho – Mestre em Direito Público pela UFBA, Professora de Direito Administrativo da Unijorge
Luiz Augusto Castelo Branco – Advogado e Professor da Unisuam

Temer pegou 10 milhões da Odebrecht

Posted in BRASIL, POLÍTICA by dibarbosa on 7 de agosto de 2016

Lula, Dilma, parabéns pelas Olimpíadas 2016

Posted in BRASIL by dibarbosa on 7 de agosto de 2016

O Brasil democrático driblou o golpe e se mostrou pro mundo.

olimpiadas

Foi linda a abertura dos jogos olímpicos. Linda como espetáculo e não ficou devendo nada às aberturas anteriores. Mostrou um Brasil orgulhoso de sua formação miscigenada e de sua diversidade cultural, marcas de nossa posição singular no mundo. Parabéns aos artistas e técnicos que criaram este espetáculo assistido por mais de quatro bilhões de pessoas em todo o Planeta.

Parabéns ao presidente Lula, que acreditou num Brasil livre de complexos de inferioridade, e se empenhou pessoalmente para que pudéssemos fazer um evento com a grandeza desta cerimônia olímpica.

Parabéns à presidenta Dilma Rousseff e toda a sua equipe de governo, que trabalharam para organizar os jogos e proporcionar ao Brasil e ao mundo esta oportunidade única de celebrar as potencialidades humanas expressas no esporte, na arte e na cultura.

A festa emocionante que vimos hoje estava pronta quando a presidenta foi afastada. É lamentável que tenha sido presidida por um usurpador, cujo pálido desgoverno em nada se identifica com a mensagem confiante e generosa com o Brasil e os brasileiros que transmitimos esta noite.

O Brasil desta abertura olímpica é o Brasil democrático. Um Brasil livre, das ruas, de índios, brancos, negros. Um Brasil da cidade e da periferia, dos povos das florestas, da capoeira, dos terreiros. Brasil que vai de Tom ao funk. De muito samba. É o Brasil de Chico Gil e Caetano, de Elza Soares, D2, Benjor, Paulinho da Viola. Brasil, que se forjou na soma e não na divisão, que desponta do nosso poder criativo, da nossa capacidade de sonhar e da resistência que temos para dar a volta por cima. Este é o Brasil que prevalecerá.

Parabéns Dilma, parabéns Lula e todo o povo brasileiro.

Olimpicamente, ‪#‎ForaTemer‬

Juca Ferreira

Animais Abandonados

Posted in ANIMAIS, NEWS by dibarbosa on 6 de agosto de 2016

por: Isadora Vignadelli Ribeiro 

animal abandonadoEm varias áreas de Curitiba se encontram animais abandonados, maltratados e quase sempre à beira da morte. Carrinheiros que resgatam animais de rua cuidam deles melhor que pessoas com uma boa renda familiar.

Animais abandonados sofrem, principalmente, no inverno não tendo alimento, água e nem um lugar para ficar e, assim, acabam morrendo de frio. A culpa disso é toda nossa, pois quando achamos um animalzinho bonito o levamos para casa sem saber dos cuidados mais simples que necessitam. E se fosse você? Ser abandonado, passar por situações críticas de fome e sede, ficar machucado e sem ninguém do seu lado, com toda certeza você não gostaria. Então não faça isso com os bichinhos também.

Fique atento. Antes de adotar ou comprar um animalzinho veja se tem condições de cuidar. Não abandone. Coloque-se no lugar deles. Não maltrate. E se ver alguém fazendo estes absurdos, não tenha medo. Denuncie! Você pode acabar com isso com atitude e um bom coração. Você pode até não gostar de animais, mas se tirar da rua pode ser um sorriso que dará para outras pessoas.

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Seguindo exemplo de Mujica, Lula chega de fusca vermelho em Convenção do PT

Posted in BRASIL, POLÍTICA by dibarbosa on 1 de agosto de 2016

O ex-presidente Lula e a deputada federal Luizianne Lins chegaram na convenção do PT em Fortaleza de Fusca vermelho.

Além de Lula e a deputada, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, também estava no fusca.
O carro escolhido, inspirado no ex-presidente do Uruguai Pepe Mujica que sempre andava em um fusca azul claro como símbolo de um estilo de vida simples, será o mascote da candidatura de Luizianne à prefeitura de Fortaleza.
Assista ao vídeo da chegada deles na convenção:

Vídeo do celular de Letícia Sabatella no momento em que foi agredida

Posted in BRASIL, IMPEACHMENT, PROTESTOS NO BRASIL by dibarbosa on 31 de julho de 2016

Você sabia que sua vagina pode ter depressão?

Posted in SAÚDE by dibarbosa on 31 de julho de 2016

É sério! Sua vagina tem seu próprio temperamento e pode ficar feliz ou completamente deprimida

Naked1A depressão vaginal tem o nome de vulvodinia, é muito dolorosa e afeta milhões de mulheres em todo o mundo, pois quase nehuma delas sabe disso. É uma síndrome que pode durar muito tempo causando sintomas como ardor, coceira, dor, inflamação e secura.

Não há nenhuma causa específica para a depressão vaginal e seu diagnóstico é muito difícil. Médicos têm que fazer um teste com cotonete de algodão pressionando várias partes para avaliar a gravidade. E não existe cura, mas existem tratamentos disponíveis: pequenas doses de antidepressivos.

Na série televisiva Sex and the City, Charlotte (Kristin Davis) faz uma visita ao ginecologista com sintomas de uma infecção mas o médico a surpreende com seu diagnóstico: “Sua vagina está muito deprimida!”

Mas como evitar a vulvodinia? Com muito sexo, pois o fluxo sanguíneo e o colágeno das células que compõem essa área se mantém saudáveis. E se não há parceria alguma, a masturbação pode ajudar com sua boa saúde.

Por Andrea Bouchot

Livro “Sete breves lições de física” supera “50 tons de cinza”

Posted in CIÊNCIA, Livros by dibarbosa on 31 de julho de 2016

Livro de cientista italiano vende mais que best-sellers eróticos

carlo3Esta façanha foi alcançada pelo italiano Carlo Rovelli com seu livro sobre Teoria da Relatividade Geral, Mecânica Quântica e Partículas Elementares. Seu livro Sete Breves Lições de Física, 78 páginas, lançado em 2015, teve todos os seus exemplares vendidos na Itália e superou as vendas do best-seller 50 Tons de Cinza, com mais de 350 mil cópias, depois de 18 reimpressões.

Sete Breves Lições de Física foi traduzido para 28 línguas e está entre os mais vendidos nos Estados Unidos e na Inglaterra. A editora Objetiva lançou o livro de Rovelli aqui no Brasil no fim do ano passado. Para o autor, o sucesso foi uma surpresa. “Quando comecei a tratar com meu editor italiano, falávamos em 3 mil cópias”. Mas para Rovelli, que é professor de física na Universidade Aix-Marseille, na França, “as pessoas são mais curiosas sobre a ciência, a origem e o funcionamento do mundo, do que imaginamos”.

livro rovelli

Clique na imagem e acesse um site bem interessante com o resumo das idéias de Carlo Rovelli

O sucesso do italiano deveu-se à união de seus interesses pelas ciências à filosofia, à arte e à história, quando Rovelli passou a oferecer uma linguagem com uma visão mais simples do mundos das teorias indo de encontro à emoção e beleza na física. No primeiro capítulo, o autor conquista o leitor ao narrar a emoção que sentiu ao compreender pela primeira vez a teoria da relatividade de Albert Einstein: a gravidade não era uma “força” de atração entre os corpos, como se pensava, mas uma “deformação no espaço-tempo” provocada pela presença de objetos com massa. A maçã cai porque o espaço se curva com a gravidade da Terra. “Era como se um amigo me sussurrasse uma extraordinária verdade oculta, e de repente afastasse um véu, para revelar nela uma ordem mais simples e mais profunda”, escreve Rovelli, em seu livro.

Ele fez isso também no segundo capítulo, com a mecânica quântica: “É um tema com muitos pontos de interrogação”, disse Rovelli. Se “a relatividade geral é uma pedra preciosa compacta”, a teoria quântica “ainda permanece envolta em um estranho aroma de desconhecimento e mistério”. E a terceira parte do livro fala sobre a “arquitetura do cosmo” e se utiliza de muita arte, com desenhos simples e esquemáticos infantis para mostrar o que a física sabe sobre o Universo infinito. Já no quarto capítulo, Rovelli fala das partículas elementares da matéria desconstruindo a ideia de que são pequenos tijolos: elétrons, quarks, fótons, neutrinos e o “novo” bóson de Higgs “vibram e flutuam continuamente entre o existir e o não existir” compondo a poesia cósmica que conta a história das galáxias. Na quinta parte, o cientista domina sua especialidade que é a gravidade quântica onde harmoniza duas teorias inconciliáveis: a relatividade geral de Einstein e a mecânica quântica ao afirmar que o espaço não seria contínuo nem divisível ao infinito, mas sim formado por “grãos”, uma espécie de “átomos de espaço”, bilhões de vezes menores que os núcleos atômicos. Finalmente, o sexto capítulo fala da ligação entre o conceito de calor e a noção de tempo onde Rovelli mostra que o tempo tem a ver com a termodinâmica, que é a física do calor. Ele fala que a “direção” do calor é a chave da natureza do tempo: “mostro em meu livro que, para distinguir passado do futuro, é preciso haver trocas de calor.”

O cientista italiano disse que seu livro tem sete “lições”, mas seu sétimo e último capítulo é somente uma reflexão sobre a humanidade com “considerações sobre como pensar este mundo, que é o nosso mundo, mas é muito diferente do que nos contam. Ser livre não significa que nossos comportamentos não sejam determinados pelas leis da natureza. Significa que eles são determinados pelas leis da natureza que agem no nosso cérebro”, ensina Rovelli.

Saiba quais alimentos protegem de ataques cardíacos

Posted in ALIMENTAÇÃO, SAÚDE by dibarbosa on 31 de julho de 2016

Uma lista com 20 alimentos aliados do seu coração

MONTAGEM FINAL

Quando as artérias estão bloqueadas por gordura, dificultam o fluxo sanguíneo aumentando a probabilidade de infarto ou AVC. O bloqueio se origina de má alimentação e falta de exercícios, mas a genética e o estresse também atrapalham nossa boa saúde. Então que tal mudar sua dieta e diminuir potencialmente o risco de um infarto surpresa?

01 – Graviola – tem propriedade hipotensora, por mecanismos periféricos envolvendo antagonismo do cálcio – o que é bom para pessoas com pressão alta; propriedade vasodilatadora, antiespasmódica (relaxa músculo liso), e ainda ajuda a desacelerar o ritmo cardíaco, por sua propriedade sedativa. Além disso é antibacteriana e antifúngica, vermífuga, emética, analgésica, anticonvulsiva, estimulante digestivo.
02. Aspargo – previne inflamações e entupimento das veias. Combate o colestrol alto.
03. Abacate – sua gordura boa equilibra o colesterol bom e o ruim.
04. Brócolis – controla a pressão sanguínea e colesterol além de possuir vitamina K que combate a acumulação de cálcio nas artérias.
05. Azeite de Oliva – fornece gorduras saudáveis ao corpo, diminui os níveis de colesterol e reduz o risco de infarto em 41%.
06. Espinafre – ajuda a fortalecer os tecidos musculares, limpa as artérias, diminui a pressão sanguínea, e é rico em potássio e ácido fólico, substâncias que diminuem o risco de infarto.
07. Romã – rica em fitoquímicos, promove a produção de óxido nítrico, que ajuda a melhorar a circulação.
08. Canela – combate o colesterol alto.
09. Mirtilo, Cranberry, Arando ou Oxicoco – todas são a mesma fruta que é rica em potássio. Faz aumentar o nível de colesterol bom e diminui o ruim. O risco de infarto diminui até 40%.
10. Algas marinhas – são ricas em minerais, vitaminas, proteínas, antioxidantes e carotenóides. Regula a pressão sanguínea e melhorar a circulação. Diminui o colesterol em até 15%.
11. Queijo – Consumido em excesso, o queijo pode ser prejudicial para o coração. Mas, em pequenas doses, pode baixar o nível de colesterol.
12. Farinha integral – aquela dos alimentos como aveia, arroz integral e pão, tem muita fibra e combate o colesterol.
13. Melancia – produz o óxido nítrico que age diretamente no relaxamento do músculo liso da parede dos vasos sanguíneos, dilatando-o e fazendo aumentar o fluxo do sangue e diminuir a pressão arterial.
14. Chá verde – possui efeitos calmantes e contém antioxidantes que combatem o colesterol e aceleram o metabolismo.
15. Açafrão – ou cúrcuma, usado como tempero ou chá previne o armazenamento de gordura e combate inflamações.
16. Caqui – é rico em fibra e esteróis saudáveis que reduzem o nível de colesterol.
17. Oleaginosas – Nozes, amêndoas, castanhas e amendoins contém gorduras saudáveis, destacando-se as insaturadas e o ômega 3 que reduzem o colesterol, além de melhorar a memória e articulações.
18. Café – 2 a 4 xícaras de café/dia reduz o risco de infarto até 20%. Mas acima disso pode aumentar a ansiedade e causar insônia.
19. Laranja – tem antioxidantes que ajudam a diminuir a pressão sanguínea. Além disso, 2 copos de suco correspondem à dose/dia de vitamina C.
20. Salmão, atum, arenque e cavala – possuem grandes quantidades de ácidos. que reduzem e previnem o aumento do colesterol e dos triglicerídeos. O atum, arenque e cavala também são ótimas opções.

Repassem para o maior número de pessoas

Impeachment foi para o brejo, diz Roberto Requião

Posted in BRASIL, EUA, IMPEACHMENT by dibarbosa on 31 de julho de 2016

Para Requião, os EUA e outros países começarão movimento para acabar com o Golpe no Brasil

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clique na imagem para ser direcionado à postagem na rede social de Requião

O Senador do PMDB no Paraná, Roberto Requião, postou no microblog Twitter que não acredita que o impeachment de Dilma Rousseff terá andamento. Requião crê que o mundo finalmente deverá começar a agir em resposta ao golpe ocorrido no Brasil e à exposição cínica de toda a classe política envolvida em escândalos de corrupção. O peemedebista escreveu: “Ao negar visto ao senador Jucám principal articulador do impeachment, EU (Estados Unidos) antecipa o resultado da aventura: foi para o brejo o impeachment!

Roberto Requião está se referindo ao ocorrido na Embaixada dos Estados Unidos, em Brasília, onde um visto de liberação de viagem aos EUA foi negado para o senador Roberto Jucá que pretendia ingressar no país do presidente Barack Obama. O senador é um dos principais alvos da Polícia Federal brasileira e considerado um dos mais corruptos de todos os tempos, o que levou o FBI a colocar Jucá na lista negra dos visitantes indesejáveis sendo a primeira vez na história das relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos que isso acontece.

App para controle de vazamentos de água e esgoto

Posted in AMBIENTALISMO, TECNOLOGIA by dibarbosa on 29 de julho de 2016

Novo App para celular permite redução de perdas de água tratada

A Sabesp saiu na frente ao apresentar um aplicativo para smartphone que permite aos usuários informar vazamentos de água ou esgoto em vias públicas e/ou residências da Região Metropolitana de São Paulo e Região Bragantina. É o “Sabesp_App” que é gratuito e pode ser utilizado em aparelhos com sistema operacional Android e iOS, incluindo tablets. O App , quando instalado, pede que o consumidor cadastre seu número do celular e e-mail e, então, é possível acessar uma tela com as opções de vazamento de água ou esgoto. Sequencialmente, o cliente informa o endereço permitindo a localização instantânea pelo GPS do celular. O App da Sabesp solicita fotos do vazamento com o fim de dimensionamento do problema e  prepararo das equipes e instrumentos necessários para a resolução do caso. O App ainda disponibiliza um vídeo que auxilia os usuários na diferenciação dos casos de vazamento de água e/ou esgoto, bem como de dados referentes a vazamentos resultantes de outras causas, como drenagem de prédios, galerias de água da chuva, entre outras características que não são da responsabilidade da empresa.

Fossa Biodigestora: solução no trato das fezes humanas

Posted in AMBIENTALISMO, BRASIL, CIÊNCIA, GEOGRAFIA, SUSTENTABILIDADE by dibarbosa on 23 de julho de 2016

A tecnologia dificulta a corrupção e o superfaturamento, pois é de domínio público e interesse social.

conheça 6 iniciativas de saneamento-fossa de bananeira

O médico-veterinário e gênio brasileiro Antonio Pereira de Novaes que morreu em 2011 inventou a Fossa Biodigestora e o Clorador Embrapa, ganhando o prêmio Banco do Brasil de Tecnologia Social em 2003.

A Fossa Séptica Biodigestora foi inspirada em biodigestores de países asiáticos: baixo custo de instalação e fácil manutenção produzindo um ótimo adubo líquido. No Município de Jaboticabal (SP) há uma fazenda onde o adubo orgânico gerado é utilizado para irrigar 6.500 pés de noz macadâmia, cujo pomar produz anualmente de 70t. de macadâmia em casca.

Já foram implantadas mais de 11 mil unidades da Fossa Séptica Biodigestora por aí.  Ela foi adotada em mais de 250 municípios brasileiros, de Norte a Sul do Brasil, gerando benefícios para 57 mil pessoas principalmente na área rural. Mas o saneamento básico apresenta impactos também nas cidades.

A Fossa Séptica Biodigestora substitui melhor as fossas negras protegendo a saúde dos moradores do campo e elimina a construção de redes de esgoto – que têm um custo astronômico – além de promover a proteção ambiental ao evitar que dejetos contaminem solo e corpos d’água. Se implantado nas cidades, os benefícios poderiam ser multiplicados em até cem vezes.

A construção desse sistema de saneamento básico poderia reduzir, anualmente, cerca de 250 mortes e 5,5 milhões de infecções causadas por doenças diarreicas. Além disso, cada R$1,00 investido na adoção dessa tecnologia poderia retornar para a economia R$4,69. E o mais incrível é que essa tecnologia criada com sustentabilidade, baixo custo, fácil aplicação e replicabilidade, possui um enorme potencial para adoção em todo o País.

Apenas 4,45% dos Municípios brasileiros adotaram tecnologias sociais. O baixo acesso aos serviços de saneamento básico na área rural é um dos principais fatores que amplificam a crise sanitária que afeta a qualidade de vida e a saúde. Tudo poderia ser resolvido muito bem com essa tecnologia de eficiência comprovada na biodigestão dos excrementos e na eliminação de agentes patogênicos.

A Embrapa orienta a instalação e disponibiliza informações de montagem em sua página na internet. A montagem de um conjunto básico da tecnologia, projetado para uma residência com cinco moradores, é feita com três caixas d´água de 1.000 litros (fibrocimento, fibra de vidro, alvenaria, ou outro material que não deforme), tubos, conexões, válvulas e registros. A tubulação do vaso sanitário é desviada para a Fossa Séptica Biodigestora. As caixas devem ficar semienterradas no solo e a quantidade de caixas deve aumentar proporcionalmente ao número de pessoas na família.

O gênio brasileiro Antonio Pereira de Novaes trabalhou durante 30 anos na Embrapa. Além de médico veterinário e pesquisador, foi também violonista, mestre de banda, compositor de dobrados, entre outras atividades sociais. Ele poderia ter recebido em vida as honras de suas invenções, mas morreu em 2011 e quem sabe se faça ainda jus à herança que deixou aos brasileiros.

Volta de Dilma é iminente, mídia abafa e Temer disfarça

Posted in BRASIL, IMPEACHMENT, POLÍTICA, VERGONHA DE SER BRASILEIRO by dibarbosa on 21 de julho de 2016

Mundo pressiona atuais líderes a anular impeachment após veredito de Golpe de Estado dado por analistas estrangeirostemer

Sim, Dilma Rousseff deverá voltar à presidência logo. A afirmação toma vulto a cada dia mesmo com a nossa imprensa nacional “calada” – sem noticiar nada sobre o assunto – porque foi dopada pela “nova direção” brasileira. A verdade é que o mundo inteiro pressiona toda a equipe de Temer em uma demonstração óbvia de um enorme desconforto causado por um impeachment sem provas de crime.

Há quase um mês, o jornal O Globo noticiou que uma perícia técnica, pedida pela defesa da presidente afastada, concluiu que ela não participou de pedaladas fiscais. O jornal chegou a publicar que isso pouco alterava o rumo do processo e, mais absurdamente ainda, mudou de assunto já na segunda linha da matéria voltando-se para a notícia de um incêndio ocorrido em Brasília numa clara manobra de desvio do foco do leitor.

Há uma semana, o Ministério Público Federal concluiu que a suposta “pedalada” fiscal da qual Dilma foi acusada no processo não se configurou operação de crédito nem crime. O Golpe de Estado vai sendo exposto ao público somente pela falta de provas contra a mandatária do Brasil.

E há três dias, uma comissão de juristas internacionais decretou, em sentença final aprovada por unanimidade no Tribunal Internacional pela Democracia no Brasil,  que toda a ação caracterizou-se inconstitucional. “Nos termos da decisão de sua admissibilidade pela Câmara dos Deputados e do parecer do Senado Federal,  o impeachment viola todos os princípios do processo democrático e da ordem constitucional brasileira”, e ainda a “Convenção Americana de Direitos Humanos e o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, e constitui-se um verdadeiro golpe de Estado”; por isso, deve ser “anulado”,

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Entendendo a Escala de Bytes do computador

Posted in INTERNET, TECNOLOGIA by dibarbosa on 6 de julho de 2016

Terabyte

Byte é uma palavra da língua inglesa pronunciada (baith) e significa Binary Term. 
É um dos tipos de dados integrais em computação.
É usado com frequência para especificar o tamanho ou quantidade da memória ou da capacidade de armazenamento de um certo dispositivo, independentemente do tipo de dados.
A codificação padronizada de byte foi definida como sendo de 8 bits. O byte de 8 bits é mais comumente chamado de octeto no contexto de redes de computadores e telecomunicações.
A uma metade de um byte, dá-se o nome de nibble ou semioctecto.
Para os computadores, representar 256 números binários é suficiente. Por isso, os bytes possuem 8 bits.
Um byte nada tem de especial, é apenas um número binário de oito algarismos. Sua importância na informática deriva apenas do fato do código ASCII haver adotado números de oito bits, além de razões meramente construtivas ou operacionais. Por exemplo: os códigos enviados a impressoras para controlar a impressão têm oito bits, os valores trocados pelos modems entre computadores também, assim como diversas outras operações elementares de intercâmbio de informações. Além disso, memórias costumam ser organizadas de tal forma que as operações de leitura e escrita são feitas com quantidades de um byte ou de um múltiplo de bytes (oito, dezesseis, trinta e dois, sessenta e quatro ou cento e vinte e oito bits – o que corresponde a um, dois, quatro, oito e dezesseis bytes, respectivamente).
Os meios de armazenamento são invenções importantes porque podem conter grandes quantidades de informação. O mercado já tem muitos discos rígidos com alguns Terabytes. Mas você sabia que essa capacidade é quase infinita?

Vamos entender: 

Byte é a unidade de medida. Sua equivalência é de 8 bits.
Kilobyte 1.024 bytes.
Megabyte é igual a 1.048.576 bytes ou 1.024 Kilobytes.
Gigabyte é igual a 1,073,741,824 bytes ou 1.024 megabytes.
Terabyte equivale 1,099,511,627,776 bytes ou 1.024 Gigabytes.
Petabyte para 1,899,906,842,624 bytes ou 1.024 Terabytes.
Exabyte 1.152.921.504.606.846.976 é igual a 1.024 bytes ou Petabytes.
Zettabyte 1.180.591.620.717.411.303.424 é igual a 1.024 bytes ou exabytes.
Yottabyte equivalente 1.208.925.819.614.629.174.706 .176 bytes ou 1.024 zettabytes.
Xerabyte 1.237.940.039.285.380.274.899.124.224 equivale a 1.024 bytes ou Yottabyte.

Qual o peso disso tudo? Achamos uma maneira de você entender melhor:

1 Byte = uma carta
10 Bytes = uma ou duas palavras
100b = uma ou duas frases
1 kB = uma história muito curta
10kB = uma página de enciclopédia (talvez com um desenho simples)
100 kB = uma resolução média de uma fotografia
1 MB = uma novela
10MB = duas cópias das obras completas de Shakespeare
100 MB = 1 metro de livros na prateleira
1 GB = uma van cheia de páginas com texto
1 TB = 50.000 árvores
10TB = a coleção impressa da Biblioteca do Congresso

Glória Maria fuma maconha no Globo Repórter de 01/07 (com vídeo)

Posted in INTERNET by dibarbosa on 2 de julho de 2016

Glória Maria fuma maconha no Globo Repórter mas depois Globo Play corta o vídeoGMmaconha

Glória Maria é o assunto do momento. Ela experimenta a erva dos religiosos da seita rastafari na Jamaica em uma entrevista para o Globo Repórter que foi ao ar nesta sexta-feira dia 01 de julho.

Assim que a matéria foi ao ar, a apresentadora se tornou o assunto mais comentado nas redes sociais, em especial o Twitter. Memes começaram a surgir na rede, como a imagem postada acima.

Assista:


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Quando a Terra tinha mais de 2 pólos

Posted in CIÊNCIA, GEOGRAFIA by dibarbosa on 28 de junho de 2016

Há 650 milhões de anos, o campo magnético da Terra sofreu grandes anomalias.evolução polos terrestres

Um grupo de pesquisadores da Carnegie Institution for Science, dirigido por Peter Driscoll, acabou de descobrir algo verdadeiramente surpreendente: há centenas de milhões de anos, o campo magnético da Terra era completamente diferente. Nosso planeta teve mais de dois pólos magnéticos. Isso causou surpresa entre os cientistas. A descoberta foi recentemente publicada na revista Geophysical Research Letters.

Sabemos que a Terra gera um forte campo magnético que se estende a partir do seu núcleo interno em direção ao espaço, e protege o nosso mundo e nossa atmosfera como um escudo capaz de desviar as partículas energéticas que continuamente nos bombardeiam vindas do sol e do espaço . Sem essa proteção, o nosso planeta não poderia defender o incessante “ataque” de radiação cósmica e, certamente, a vida não existiria.

A teoria do dínamo descreve o processo pelo qual um fluido condutor em rotação e convecção mantém um campo magnético. Esta teoria é usada para explicar a presença de campos magnéticos com uma duração anômala em corpos astrofísicos. O fluido condutor no geodínamo é o ferro líquido no núcleo exterior, e no dínamo solar é o gás ionizado na tacoclina. A teoria do dínamo para corpos astrofísicos utiliza equações de magnetoidrodinâmica para investigar como o fluido pode regenerar continuamente o campo magnético.

O núcleo interno é a parte mais interna da Terra, se estende por 3.500 quilômetros, do centro do planeta para o exterior. Os cientistas, geofísicos acreditam que ele é metálico, formado principalmente por ferro, com um pouco de níquel e outros materiais misturados. A temperatura do núcleo da terra é muito alta, cerca de 6 mil graus Celsius. Na parte mais externa, o material que forma o núcleo interno é sólido enquanto o material do núcleo externo se encontra na forma líquida, segundo evidências geofísicas, de geomagnetismo e sismologia.

No entanto, o núcleo interno da Terra nem sempre foi sólido como é hoje. Os cientistas puderam avaliar toda a formação magnética da Terra através da análise de rochas antigas que têm uma “assinatura” indicativa da polaridade da época em que essas rochas se formaram. Assim, perceberam que nosso modelo de registro geológico não oferece muitas evidências de grandes mudanças na intensidade do campo magnético ao longo dos últimos 4.000 milhões de anos.

Por esta carência de aspectos, Driscoll desenvolveu um novo modelo com a história térmica de nosso planeta ao longo dos últimos 4.500 milhões de anos. E esse modelo indica que o núcleo interno teria começado a solidificar, precisamente, cerca de 650 milhões de anos atrás. “os modelos antigos apresentavam uma surpreendente quantidade de incerteza” explica Driscoll. “Os novos modelos não suportam a ideia de um campo de dois pólos estável o tempo todo, muito ao contrário do que pensávamos até agora. “

Vários pólos magnéticos

Os resultados de Driscoll mostram claramente que há cerca de um bilhão de anos, a Terra pode ter passado por uma transição de uma forte semelhança com o campo magnético atual (dois opostos no Norte e Sul) para um campo magnético instável variando em intensidade e direcção e que não foi originado por dois, mas por vários pólos magnéticos diferentes . Em seguida, e logo depois da solidificação do núcleo interior (650 milhões de anos), as simulações mostraram que o campo magnético mudou outra vez, de fraca a forte, novamente para dois pólos.

Driscoll afirma que estes experimentos podem oferecer uma explicação para as estranhas flutuações na direcção do campo magnético observado nos registos geológicos entre 600 e 700 milhões de anos e tais mudanças abruptas no campo de magnetismo do planeta também tem grandes implicações para a história térmica da Terra, especialmente ao se reconstruir os movimentos de climas continentais do passado. Ou seja, se o cientista estiver correto, certamente seremos forçados a reescrever muito do que sabíamos sobre o passado geológico do nosso mundo.

Modelos e simulações de Driscoll deverão ser comparados com outros dados captados de rochas magnéticas para, só então, testar a viabilidade da nova hipótese.

Se você é gay, você precisa ler isto (não se preocupe, ninguém está vendo)

Posted in FILOSOFIA, Livros, PENSAMENTO, TENDÊNCIAS by dibarbosa on 27 de junho de 2016

27 jun 2016 03:33 GMT

GAY PARADEVocê sabia que existe mais de 50 classificações de gênero?

Alguns deles estão no final da matéria.
UrbsMagna quer saber a qual deles você pertence.
Obrigado!

Seja por hereditariedade, por formação ou com base em sentimentos transportados desde a infância através dos anos, ainda que imerso em toda uma confusão de gêneros que se tornou midiática nos últimos anos, devo confessar que sou um hetero que carregou por muitos anos um tradicional patriotismo homofóbico brasileiro, este que se vê na atualidade, pareado a um racismo descabido – ainda que num tom humorístico nem tão racista assim – pois que abomino completamente aqueles que o são.
Neste dia de hoje, acabo de assistir a um vídeo em que um soldado da polícia britânica marcha pelas ruas de um centro urbano juntamente com seu grupamento e recebe permissão para sair de formação e pedir seu namorado, que o assistia eufórico, em casamento diante do público que mais parecia uma torcida organizada quando os dois se beijaram diante das lentes prontamente preparadas para aquele momento e… confesso, …ver aquilo me abalou.
Se você, que me lê neste momento, é gay e acha que estou tentando me justificar contigo, tenho algo a dizer: o que esperar de mim que nasci num tempo em que a população mundial tinha 4 bilhões de pessoas a menos? Logo eu que jamais desrespeitei quem quer que fôsse nesta vida por quaisquer que fossem os motivos, mesmo admitindo que sempre mantive um pé distante do alardeante cadafalso dedurador de sexualidades desviadas.
Agora… antes de você pensar que estou dando sinais de que passei a apoiar sua opção de gênero apenas para ajudar a conter essa explosão demográfica, aqui vai um presente: uma coleção de livros de uma Literatura Gay ou LGBT que pesquisei na internet para te ofertar, os quais jamais lerei pois não tive a menor curiosidade, apenas necessito me acostumar com este universo e bem viver nele sem ter que me assustar tanto quando sair de casa. E apesar de muitos não concordarem com o termo, essa rotulação de livros gays ainda se faz necessária para que o público-leitor-homossexual encontre as histórias de desejos e conflitos que permeiam sua vida.
Para ler as resenhas dos livros é só clicar nos títulos e você será direcionado para o blog de um gay assumido que fez todas as indicações aqui detalhadas. Tenho certeza que, assim,  minha contribuição também vai para o menino. Para comprar as publicações, alguns têm a opção dos links. Aí está a lista dos 41 Livros Homossexuais:

1) O Armário by: Fabrício Viana. A obra tem um tom autobiográfico, mas também traz conhecimentos sobre psicologia e sexualidade ajudando o leitor a compreender mais a questão da homossexualidade, por que alguns gays ficam no armário por anos e quais as vantagens de poder ser quem você é.
Compre o eBook (Amazon Brasil): http://amzn.to/1Ydke5Z

2) Bem-Te-Vi by: Marli Porto, é um livro infantojuvenil publicado em 2014, pela Editora Orgástica. Com 88 páginas de história, mais recomendações de leitura relacionadas à sexualidade, a obra narra a história de Daniel, um adolescente que se descobre diferente dos outros meninos do colégio e acaba se apaixonando por Matheus.
Compre o eBook (Amazon Brasil): http://amzn.to/1YdkrWR

3) Condicional by: Paulo Sérgio Moraes publicado no Brasil em 2013 de forma independente, é um desses livros com uma narrativa tão gostosa e envolvente que fica difícil defini-lo em gêneros. A obra com temática LGBT está repleta de drama e ação, só não tem muito romance – para quem é fã de livros gays com personagens melosos e amores fantasiosos. Compre o eBook (Amazon Brasil): http://amzn.to/1ryE8hj

4) Confissões ao Mar by: Escrito por Kadu Lago, romance com temática gay mescla fluxo de pensamentos, cartas e a estética visual para contar a história do protagonista Mateus, suas experiências de vida, o amadurecimento, a autodescoberta da sexualidade, as paixões, os amores, suas lembranças e confissões.

5) O Conhecimento Liberta by: Rita de Cássia de Araújo publicado em 2012 pela Editora Escândalo. Lésbica assumida desde criança e ativista na luta pelos direitos civis, a autora produziu este estudo para ajudar na análise e reflexão das nossas vidas, bem como na oportunidade de transmitir informações importantes para a busca por respeito e dignidade das mulheres.

6) O Delicioso Livro de Histórias Coloridas de Monsieur Nova by: Rafael Nova, formato digital, de forma gratuita em comemoração aos três anos da Editora Escândalo. O ebook tem 124 páginas e traz 13 contos, alguns microcontos e outros textos do autor.

7) Diário de uma Garota Atrevida by: Karina Dias publicado pela Editora Malagueta em 2012. O livro de ficção de literatura lésbica tem 184 páginas e aborda as experiências de Mariana, desde o seu primeiro beijo em outra menina e as mentiras que precisa contar para ninguém descobrir os seus segredos até a aceitação da própria sexualidade e envolvimentos sérios com outras garotas.

8) A Festa by: Felipe Sales Mariotto. O livro de 336 páginas foi lançado em 2014 pela Editora Multifoco no selo Desfecho Romances e conta a história de Richard, Italo e seus amigos, um grupo de modelos que, após um acidente, vê suas vidas se transformarem. Compre o eBook (Amazon Brasil): http://amzn.to/1T2O4sA

Graham – O Continente Lemúria

Escrito por A. Wood, pseudônimo do autor brasileiro Vinícius Fernandes, publicado pela Editora Selo Jovem, em 2014. O livro de fantasia, de 208 páginas, conta a história de Peter Graham, um rapaz gay que se tornou caçador de vampiros e encara sua jornada marcada por tragédias, paixões e muita ação.

Homossilábicas Vol. 2

Livro de contos com temática LGBT, publicado pela Editora Escândalo, em 2013. Com nove histórias diferentes escritas por sete autores, a coletânea traz abordagens e estilos narrativos diversos do universo gay.

Homossilábicas Vol 3

Coletânea de contos com temática gay Homossilábicas Volume 3, publicada pela Editora Escândalo no final de 2013. Homossilábicas é o nome do concurso literário promovido pela editora, cujos textos vencedores foram selecionados para compor o livro.

Loveless

Coletânea de contos da Editora Escândalo, lançada em 2013, cujos textos publicados foram selecionados em um concurso literário. Os autores deveriam escrever sobre o universo gay, porém sem abordar o amor romântico, como indica o nome do livro, adjetivo em inglês que indica a ausência de amor.

Orgias Literárias da Tribo

Não deixe o nome te assustar se for puritano. A coletânea de textos LGBT foi organizada pelo escritor Fabricio Viana e publicada pela Editora Orgástica, em 2014. Não se tratam de textos eróticos, como é possível pensar num primeiro momento. O livro traz textos sobre os cotidianos, desejos e sentimentos de 10 autores gays, lésbicas e trans, de São Paulo. Crônicas, poemas, contos, conselhos, desabafos, experiências engraçadas e desencontros. Compre o eBook (Amazon Brasil): http://amzn.to/1YdkYb7

O Príncipe, o mocinho ou herói podem ser gays

Escrito por Roberto Muniz Dias, publicado em 2013, em Porto Alegre (RS), pela Editora Escândalo, traz a análise bibliográfica de duas histórias infantis, mostrando as novas possibilidades de narrativas na sociedade pós-moderna e promovendo um debate sobre a sexualidade. Compre o eBook (Amazon Brasil): http://amzn.to/1T2OrTV

As Rosas e a Revolução

Da escritora Karina Dias, publicado pela ENC Comunicação. O romance lésbico de 352 páginas tem uma história linda e envolvente, que se passa no período da ditadura militar no Brasil, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Se a época não era fácil para os jovens estudantes, artistas, jornalistas, imaginem só como foi para a protagonista do livro, Vilma Solano, uma adolescente filha de um coronel militar que contribuiu com a tortura.

Uma crônica sobre a pergunta

No romance, o leitor terá a oportunidade de mergulhar nos encontros e desencontros do protagonista, o jovem e idealista, Babil. Nesta jornada de perguntas, Babil encontrará muitas respostas, refletirá e descobrirá que nem sempre as coisas acontecem do jeito que esperamos. Dilemas sobre sua vida pessoal e profissional surgem a todo instante.

Ursos Perversos

Coletânea de contos eróticos gays para quem gosta de histórias com personagens ursos (bears), termo popularizado na cultura gay para designar homens grandes, peludos e que projetam uma imagem bruta e rústica. Organizado pelo escritor Fabrício Viana, com a participação dos autores Alberto de Avyz, Roberto Maty, Tony Goes, Sérgio Viula e Vitor Paulino, o livro foi publicado em 2014, pela Editora Orgástica. Compre o eBook (Amazon Brasil): http://amzn.to/1T2OAGU

As 7 Cores que Amei

Do escritor e jornalista Occello Oliver, publicado pela Alma G Edições, em 2014, e lançado no Rio de Janeiro, cidade onde o autor vive e a qual é cenário de grande parte dos seus textos. A obra apresenta uma mistura de nostalgia e inocência com o desenvolvimento da personalidade e maturidade, de vivências dentro do meio gay, que não limitam as narrativas, pelo contrário, deixam as histórias mais coloridas e ricas em emoções e sensibilidade.

Adeus a Aleto

Do escritor Roberto Muniz Dias, publicado em 2011. A história do livro se passa em diversos tempos e lugares (Amsterdã e Paris). Narrada em primeira pessoa por um escritor que se vê encantado por Nikov, um jovem russo por quem ele fica fissurado desde o encontro inicial e acaba mergulhando numa viagem psicológica. Ficção e realidade se misturam; Quem seriam aquelas pessoas? Seriam personagens criados pelo próprio narrador? Fantasmas que voltavam para o perturbar, tocar na ferida, fazê-lo sangrar e enxergar o que desejava ignorar?

Confira: Entrevista com o escritor Roberto Muniz Dias

Um Buquê Improvisado

Do escritor Roberto Muniz Dias, de 142 páginas, publicado em 2012, pela Editora Escândalo. O título pode sugerir uma história romântica, e sem dúvidas algumas passagens da obra podem acender o coração dos aficionados pelo ideal do casamento, porém a riqueza da narrativa reside no estilo da escrita do autor e no resgate que o protagonista faz de si mesmo.

Urânios

Do escritor Roberto Muniz Dias, é um romance que aborda o poliamor, o relacionamento entre três homens, através da visão do terceiro elemento, um artista que está tentando se reencontrar e entender o que aconteceu. O livro, de 104 páginas, foi publicado em 2014, pela Metanoia Editora, e a ilustração da capa foi feita pelo próprio autor.

Maré Vazante e outras estórias

Do escritor Alexandre Melo, de 112 páginas, foi publicado em 2013, pela Editora Escândalo. A obra traz diversos contos com temática gay, quase todos escritos em primeira pessoa, o que dão um tom intimista às narrativas, em uma mistura de memórias e fantasias, romantismo e erotismo.

Variáveis Vias do Desejo

Livro de contos do escritor Thiago Thomazini, foi publicado em 2012, pela Editora Escândalo. A coletânea traz histórias curtas e rápidas, com personagens gays cheios de vícios, desejos e paixões, flertando com o proibido, o perigoso e o imoral.

Censurado: Sexo, Taras e Fetiches

Censurado: Sexo, Taras e Fetiches é um livro de 6 contos eróticos gays, escritos por 6 autores: Alexandre Calladinni, Christian Petrizi, Davy Rodrigues, Léo Rossetti, Occello Oliver e Reynaldo Araújo, e publicado pela Lado B Edições, no Rio de Janeiro, em 2013. A leitura não é recomendada para menores de 18 anos!

Sim, sou gay e daí? Desabafos do gay Alice no País das Maravilhas

Do escritor e jornalista Valdeck Almeida de Jesus. A obra foi publicada em 2012, pela Chiado Editora, e ao longo de suas 134 páginas é narrado em primeira pessoa por André, um gay que se envolve em diferentes furadas em busca do amor.

A Sesmaria Esquecida

Romance histórico com temática homossexual (personagens gays), escrito por Luciano Cilindro de Souza, e publicado em 2013, pela Editora Escândalo. A obra de 240 páginas transporta o leitor para a Vila de Nossa Senhora do Rosário (posteriormente chamada de Cachoeira), a partir do ano de 1618, onde somos apresentados ao protagonista Trajano Brasileiro de Souza Laranjeiras, um senhor de engenho.

Fora do Armário

Do jornalista, relações públicas e escritor Occello Oliver, publicado em 2012, pela Metanoia Editora, de 126 páginas, aborda a questão da homossexualidade no Brasil, pincelando questões relacionadas à cultura gay, a homofobia, o amor, a história, a religião, a saúde e os direitos.

Sabores e Dissabores de Antigos Amores

Livro de contos do escritor Thiago Thomazini, publicado em 2014, pela Editora Escândalo.

Errorragia

Roberto Muniz Dias convida o leitor para dar uma espiada em sua gaveta de papeis amarelos. Contos e crônicas estão misturados com naturalidade, de forma que não causam estranhamento ao leitor esta diversidade de gêneros textuais.

Ninguém Me Explicou na Escola

Fernando Favaretto aborda os relatos de um adolescente seminarista que compartilha seus segredos e inquietações com o leitor, bem como suas primeiras experiências homossexuais.

A Visita

Do dramaturgo e escritor Alex Francisco, publicado pela All Print Editora, em 2013. Conheça a história do casal gay Dalmo e Tales, uma visita inesperada na prisão e as memórias boas e ruins dos personagens principais.

Corpo Condenado

Conheça a história de Gael e Natasha, garotos de programa que têm um pacto: eles só podem fazer programas juntos. Livro escrito pelo dramaturgo e escritor Alex Francisco.

Eu, Inabalável

Livro de estreia do autor Josué Matos. Alan é um adolescente gay assassinado. Seu irmão Leo quer vingança. Descubra o que acontece no romance policial, publicado pela Editora Selo Jovem, em 2014. Compre o eBook (Amazon Brasil): http://amzn.to/1Ydlwhn

Theus: Do Fogo à Busca de Si Mesmo

4º livro do escritor Fabrício Viana. A obra de ficção conta a história de Prometheus, um jovem que morava na fazenda e acaba se mudando para São Paulo, após seus pais descobrirem que ele é gay. Compre o eBook (Amazon Brasil): http://amzn.to/1YdlDcy

Sr. Villela: Meu Amigo Imaginário

A história é narrada em primeira pessoa, de maneira confessional, no qual o personagem principal, Denis descreve desde o dia em que encontrou o seu caderno e conversou pela primeira vez com o seu amigo imaginário, cujo nome era Sr. Villela, sua atração por outros rapazes, suas aventuras até a sua velhice.

Morangos Azuis

A narrativa de ficção aborda o amor, a partir de dois planos temporais, nos quais os personagens principais se vêem diante de suas escolhas e também do inevitável, das ações e reações e como o presente e futuro estão relacionados.

Leon

O romance conta a história do jovem Leon, sua mudança para o Rio de Janeiro, onde começou a estudar Medicina e as transformações que acontecem em sua vida. Do garoto que cresceu na fazenda para o rapaz cobiçado por homens e mulheres por causa de sua beleza. Compre o eBook (Amazon Brasil):http://amzn.to/1T2PhzX

Uma Cama Quebrada

Peça teatral do escritor Roberto Muniz Dias, de 80 páginas, publicado pela Giostri Editora. A obra possuí um tom dramático e se foca nas principais situações vividas pelos três homens que se sentem livres e presos em um relacionamento amoroso.

Olho Grego

Segundo romance do escritor Paulo Sérgio Moraes. Conheça a história de Heitor, Fred e Ísis. Um livro em que o amor se apresenta como forma genuína de proteção diante dos desafios que surgem ao longo da vida.

Implacável Sedução, Inexorável Solidão

Dois jovens gays marcam um encontro pela internet e saindo deste universo de máscaras virtuais, tudo pode acontecer quando eles se conhecem ao vivo. Essa é uma das premissas do livro do escritor Christian Petrizi.

Trilhas de Silêncio

Israel é um jovem estudante de jornalismo que está à procura de mais informações sobre o seu pai. Ao investigar mais sobre o passado de sua família, ele embarca em uma jornada de autodescoberta e silêncios. Compre o eBook na Amazon: http://amzn.to/1U9mWIA

Quem entender mais do assunto e quiser apontar correções e/ou omissões, sinta-se à vontade! Mande e-mail ou deixe um comentário.

O mundo está mudando – e voltando à era na qual o governo determina o que a população faz ou tem – assustadoramente!

Posted in GEOGRAFIA, MUNDO, POLÍTICA by dibarbosa on 25 de junho de 2016

by Dayse Alves Barbosa

Mundo MudandoDavid Cameron renuncia. A libra esterlina cai abruptamente! Resultado do plebiscito. Muito ruim para o partido trabalhista na Inglaterra. Muitos estão a favor da saída da Inglaterra da UE porque alegam que houve perdas devido ao socialismo que a participação no bloco europeu representava. Porém, essa volta à segregação pode gerar um efeito dominó. É incrível como o que acontece no Brasil hoje reflete esse pensamento… Para voltarmos de vez no tempo agora só mesmo se aquele candidato vencer naquele país…Hope not. Mas, não duvido. O movimento é forte …A massa é grande e cresce cada vez mais.

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Na China, funcionários com mal desempenho apanham com ripa na bunda (vídeo)

Posted in CHINA, MUNDO by dibarbosa on 23 de junho de 2016

bunda

english

O Banco chinês Changzhi Zhangze Rural Commercial promoveu um treinamento motivacional para seus 200 funcionários mas para 8 deles, os quais tiveram um baixo desempenho no período, foi um grande pesadelo: foram castigados na frente dos companheiros de trabalho para ficarem “mais espertos”

Eles ficaram expostos no palco para exibição ao restante do grupo lado a lado e sendo humilhados na frente do público de colegas pelo “motivador ?” conhecido por Jiang Yang que pegou uma ripa de madeira e começou a bater com força na bunda de um por um, ciclicamente, várias vezes. No vídeo abaixo, é possível ver toda a agressão que culmina com uma mulher se envergando de dor. Após as ripadas, mas em off no vídeo, algumas das vítimas tiveram os cabelos raspados.
Ninguém estava entendendo nada direito do que se tratava quando tudo começou – os insultos de Yang com agressão verbal – mas começaram a ficar estarrecidos com a violência à medida em que viam seus amigos sendo maltratados. O homem louco disse que “…a surra é um modelo de treinamento que eu exploro há muitos anos”.
O governo da China informou que o presidente do banco e o diretor responsável por contratar o treinamento motivacional foram suspensos, e que Jiang Yang deverá pedir desculpas publicamente. Abaixo, assistam ao momento da humilhação pública dos oito funcionários.

Deputados europeus não querem negociar com Temer e pedem suspensão do acordo entre UE e Mercosul

Posted in BRASIL, IMPEACHMENT, MUNDO, POLÍTICA by dibarbosa on 30 de maio de 2016

deputados europeusestadãoDeputados europeus pedem suspensão de negociação com Mercosul:
34 Deputados de diferentes nacionalidades pediram que Bruxelas interrompa diálogo com Mercosul por negociar com um governo brasileiro que ‘carece de legitimidade’ … leia mais

Folha

Deputados pedem suspensão de pacto UE-Mercosul:
Um Grupo de 34 deputados europeus de esquerda pediu à comissaria de política externa da União Européia, Frederica Mogherini, a suspensão das negociações do acordo com o Mercosul … leia mais

plantao brasil

Governos europeus não aceitam negociar com Temer:
34 deputados do parlamento europeu já avisaram: não aceitam negociar qualquer acordo com o Brasil ou com o Mercosul enquanto não for restabelecida a plena democracia no País… leia mais

 

Companhia de Água recebe poema de cliente reclamando do valor da fatura e empresa responde com poesia

Posted in poesia by dibarbosa on 28 de maio de 2016

A CAESB – Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal – recebeu um protocolo de reclamação, em sua página eletrônica de seu serviço de ouvidoria, bastante diferente do tradicional: um lindo poema pedindo providências.caesb

O Sr. Luiz Carlos Garcia de 64 anos, que reside sozinho em uma economia residencial de Brasília,  teve seus faturamentos mensais mais recentes calculados em valores muito além de sua realidade de consumo e a última conta chegou ao valor absurdo de R$ 1.150,00. Muito assustado com as quantias que já vinha desembolsando todo mês, não só para a fornecedora de água mas também para bombeiros hidráulicos que não solucionaram seu problema, Garcia resolveu reclamar através de um protesto brando. Escreveu um longo e belo poema onde expôs todas as dificuldades que vinha sofrendo valendo-se de seu talento para as letras. E, pasmem, a empresa respondeu com outro poema com qualidade  literária semelhante através do qual relatou detalhadamente todo o processo de inspeção das instalações na residência do reclamante. O caso foi encerrado com a solução da queixa do poeta, a qual foi recebida e conduzida por Aline Santos de 46 anos, culminando com a redução da fatura para R$ 127,00.

Entenda ao ler os dois poemas:

Luiz Carlos Garcia:

“Senhor Presidente
Venho mui respeitosamente à presença de vossa senhoria para apresentar e requerer o que se segue:

Venho à vossa senhoria / externar o que me aborrece / se não pode perseverar / aquilo que me entristece
O hidrômetro que marca e conta / a água que aqui consumo / é como fumaça que espalha / de um cigarro que não fumo
Desde que foi instalado / o novo tecnológico instrumento / a cada leitura nele feito / perco até os movimentos
Preocupado com a conta / que sempre me mostra aumento / até contratei uma empresa / que se diz caça-vazamento
Na verdade o que queria / na lucidez do momento / era encontrar uma forma / para estancar o tormento
E um trabalho dedicado / puseram-se os homens a fazer / na busca de saber se o indicado / eles poderiam resolver
Depois de muito procurar / em canos, válvulas e torneiras / disseram-me algo encontrar / que explicasse d’água a peneira
Puseram-se então a falar / na rede, este trecho é o problema / se os canos daqui, for trocar / resolvemos o seu dilema
Cem metros de cano comprei / cola, lixa e conexões / depressa do comércio voltei / atendendo as orientações
Fizeram toda tarefa / da rede modificar / depois foram-se embora / p’ra outras casas visitar
Grande foi a minha surpresa / que nem sei como contar / fui consultar o hidrômetro / e ver o que ele estava a marcar
Quando o olhei atentamente / com tudo na casa fechado / lá estava o renitente / a se mover, desesperado
Acreditar? já não podia / naquilo que ali, eu via / restou-me naquela agonia / me apegar n’alguma magia
Aqui moro sozinho / sem filhos, mulher, empregado / não lavo roupas, nem cozinho / só no banho, o líquido é usado
Nem para beber uso água / que da rede aqui deságua / das minerais me abasteço / e disso não guardo mágoa
Também não recebo visitas / que a água pudessem consumir / por isso procurar respostas / é no que preciso insistir
Minha casa é bem pequena / apenas cem metros quadrados / nela só faço dormir / e preservar meus guardados
Não levo os jardins a regar / nem carros eu deixo lavar / calçadas com a água esfregar / por onde esta água escoar?
Faxino a casa com balde / e um pano p’ra no chão passar / diz minha consciência em alarde / a água é p’ra se economizar
Uma coisa é verdade / que aqui preciso indagar / como pode uma só pessoa / tanta água no mês gastar?
Um mistério se formou / se esta água aqui entrou / se dela pouco se usou / a maior parte evaporou?
A vários vizinhos perguntei / e a pessoas que conheço: / da água que consomem por mês / na conta vem qual o preço?
Quando minha conta os mostrei / consternação demonstraram / ao sentir o quanto assuste, / procure a Caesb, falaram
Até mesmo em casas grandes / de famílias numerosas / os valores lançados nas contas / não são de montas onerosas
Em outros tempos diria / quando a rede era antiga / mesmo achando água cara / a conta era bem mais amiga
Depois dessa rede mudada / p’ra outra que diferença não vi / me chega a conta inusitada / a cobrar o que não consumi
Recibos passados eu junto / para sustentar o que escrevo / pois como um bom cidadão / sempre pago o que devo
A Caesb é empresa séria / não há dúvidas que eu levante / então nesta minha história / o hidrômetro é o meliante
Sei que não posso acusar / se provas me estão a faltar / mais se a suspeição está no ar / é preciso investigar
Peço a vossa senhoria / que mande me socorrer / pois se a conta assim ficar / de infarto posso morrer
Com licença, peço aos peritos / dessa Companhia honrada / para o indivíduo estudar / e esta situação aclarar
Com suas técnicas e instrumentos / sobre o dito cujo, aplicados / saberemos se seu trabalho / é correto ou é viciado
Se inocente estiver / desculpas já devo pedir / mais recolhido deverá ser / se nele a culpa recair
Se comprovado, o erro for / de quem o consumo media / devolva-me com prontidão / o que paguei e não devia
Ou se preferir modo outro / proponho a vossa senhoria / descontar o tal valor / quando faturar a Companhia
Pois se assim não for feito / outro caminho não há / se não o de ir a justiça / o meu direito reclamar
Rogo vossa senhoria / uma providência tomar / pois não é justo essa conta / eu ter que continuar a pagar
Assim, deixo o meu pedido / em forma de poesia / se escrever é uma arte / que me enche de alegria
E, antes que se faça tarde / neste tempo, o que pronuncia / antecipo meus agradecimentos / junto a vossa senhoria
Como nos ensina a lição / que nos vem d’antigamente / despeço-me no último verso / com um gentil, cordialmente.” 
Caesb
“Sr. Luiz Carlos Garcia
Em resposta à sua manifestação / Sob o n.º 1.723/2016 protocolada / Na qual nos chamou atenção / O brilhante uso da nossa língua falada
Vimos pelo presente documento / Apresentar os resultados apurados / Na esperança de que com esse intento / Encerremos os seus desagrados
A fim de verificar / A situação apresentada / Pusemo-nos a vistoriar / As instalações internas afetadas
E eis que ficou constatado / A ocorrência de um vazamento / Comprovadamente sanado / No mais curto espaço de tempo
Para assegurar um fornecimento / Contínuo, lhano e escorreito / Fora instalado um equipamento / De precisão, em seu conceito
E ao fim de 58h constantes / Registrou o importante instrumento / Não haver na rede pressões variantes / Que provocassem um derramamento
Desta forma, concluímos que o vazamento / Ocorrido em sua residência / Tratou-se de um fortuito acontecimento / Lamentável em sua essência
E, atendendo a Resolução da Adasa / Que norteia os procedimentos desta Casa / Foram concedidos os descontos possíveis / Aos casos de vazamentos imperceptíveis
Estão creditados para os próximos faturamentos / Valores resultantes das revisões das contas / Limitadas a dois consecutivos eventos / Com prazo de 12 meses para nova remonta
Mas sabendo dos hábitos conscientes / Por V. Sª praticados / Certamente não será recorrente / O evento outrora cessado
Pessoalmente quero aqui registrar / Minha admiração e meu mais profundo respeito / Posto que, lamentavelmente, não é comum encontrar / Quem faz do uso da palavra um belo feito
Compartilhando da mesma paixão / Me despeço com leniência / E digo com admiração / Receba minha reverência”
Gentileza Gera Gentileza, não é mesmo?

Não há uma vida profissional e outra pessoal; só há uma vida

Posted in FILOSOFIA, OPINIÃO, PENSAMENTO, VIVER com QUALIDADE by dibarbosa on 26 de maio de 2016

Esta é uma verdade óbvia tida como uma grande descoberta dos últimos anos, a qual vem sendo estimulada por filosofias com origem no hinduísmo.working-mom_2513251b

Avida tem que ser um prazer intenso e prolongado. Esta é uma das máximas em aplicabilidade pelo tantrismo – movimento filosófico e ritualístico que reúne sexualidade e realização espiritual através de metáforas ou simbolismos e até mesmo práticas orgiásticas. Mas, puta merda, sabemos que isso é deveras radical e insano para ser implementado em uma sociedade como a nossa que busca constantemente por equilíbrio fundamentado na moral coletiva. Então vamos nos ater à busca pela felicidade que a máxima sugere por meios menos drásticos; por prazeres menos físicos como os associados ao bem estar… tão somente. E pensando bem, só um louco pensaria diferente. Paz! Resumidamente é isso o que quero dizer e que está sutilmente implícito sob o título acima.
Imagine ter que administrar duas personalidades de seu Ego tendo que assumir posturas em desencontro com a natureza de seus reais e naturais movimentos psíquicos bem como em desarmonia com suas paixões. As pessoas mais felizes são as que conseguem conciliar suas “duas vidas” sintetizando-as em tão somente uma. Para isso, o comportamento do ser humano tem que estar em pleno desenvolvimento ao conscientizar-se de que a felicidade não é apenas material. Deve-se ter cuidado com o protótipo de cidadania que nos é vendido ainda no berço de nossa existência por um vigoroso sistema capitalista, do qual não discutirei sua nitescência ou demérito. E para que se promova tal evolutibilidade satisfatoriamente, devem-se ter inclusas a decência, a autovalorização e a inclusão social. Decência para que haja coerência, autovalorização para se provar do sabor do merecimento e inclusão social em se tratando dos muitos companheiros de trabalho que perambulam na nossa frente e a quem só chamamos de amigos nas redes da internet.
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as empresas os funcionários vão trabalhar insatisfeitos porque são desvalorizados, apesar de, a todo tempo, elas desenvolverem novas formas de filosofia comportamental, como gestão disso e gestão daquilo, mas parece que os resultados não são lá estas coisas. A prática conscienciosa daquilo que se lê no método é inaplicável em detrimento da realidade de uma organização em crise, especialmente quando situam-se sob o jugo de líderes amorais e antiéticos. Contudo, o mundo não pode parar e as pessoas não podem se sentir desmotivadas. É verdade que constantemente necessitamos de novos modelos de boa gestão, bem como de inspiração para empreender, criar, desenvolver, crescer. Para isso, os líderes de fato têm que ser selecionados e bem orientados – ou vice-versa – para este encargo diferenciado, e ponto final, não sendo tolerados aqueles com resquícios de desvios de personalidade ou que tenham aspirações cegantes. Porém é bastante difícil de encontrá-los e suas vagas acabam sendo preenchidas por qualquer um.
Apesar disso, com todas as dificuldades supracitadas, os funcionários de uma empresa precisam sair de seus inconscientes e valorizar-se uns aos outros e a si próprios; sair de dentro do casulo e passar a interagir com a realidade. Mas isso deve acontecer verdadeiramente de dentro para fora de cada indivíduo desta coletividade para que não haja a necessidade de alguém ter que motivá-los de forma prepotente e exaustiva. Por outro lado, se há aquele abençoado que esteja acima de qualquer suspeita, que possua habilidades promissoras, que consegue agradar a todos, tudo bem, melhor ainda. Mas na maioria das vezes estamos sozinhos.  Nem sempre conseguimos um elogio ou um impulso reconfortante. Por isso, você pode destacar-se bastante se der o pontapé inicial dentro do seu grupo. Lembre-se que a vida é uma só, mesmo que ela contenha uma abrangência de camadas distintas dentro de um mesmo momento. Você não tem que representar papéis diferenciados por isso, apenas coordenar tais camadas para não perder o controle. E para que haja algum conforto fluindo de coisas absolutamente distintas, você deve associá-las de uma forma positiva.
 
Portanto, não há uma vida profissional e outra pessoal porque só há uma vida. Se você seguir estas orientações, seus objetivos decerto serão alcançados com mais velocidade e satisfação até mesmo para quem te acompanhar no decurso desta maravilhosa experiência. Parabéns.

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10 alimentos que não devem ser guardados na geladeira

Posted in ALIMENTAÇÃO, SAÚDE by dibarbosa on 23 de maio de 2016

Certamente você guarda comida em sua geladeira para que não se deteriorem, mas saiba que isso não pode ser aplicado a todos os alimentos.

Sabemos que a temperatura atua como uma barreira para impedir a multiplicação de micróbios e a produção de toxinas. Costumamos guardar carnes, vegetais e hortaliças na geladeira. Todos fazem isso. Mas temos que entender as propriedades de alguns alimentos antes de resfriá-los.

Com o fim de prevenir enfermidades, além de preservar as propriedades nutricionais dos alimentos conservando-os por mais tempo, é necessário aprender como guardá-los corretamente. Por isso, preparamos uma lista com 10 alimentos que não podem entrar na geladeira. Nunca:

1. Tomates. Ao resfriá-los, seu sabor e consistência diminuem. E ainda que você os cozinhe, suas propriedades estarão alteradas. Melhor é guardá-los na gaveta enquanto estão um pouco verdes e consumí-los quando estiverem maduros porque estarão em seu melhor momento para o consumo.

2. Manjericão. Este arbustinho ama o calor. Acondicioná-lo em lugares frios fará com que murche prematuramente. O melhor a fazer é conservá-lo, ainda como arbusto, em recipiente com água fresca que pode ser trocada com frequência, além de protegê-lo da luz solar direta.

3. Batatas. O melhor lugar para guardá-las tem que ser húmido, e não frio, uma vez que este vegetal converte seu amido em açúcar alterando sua composição, sabor e textura. Guarde as batatas em sacolas de papel dentro da gaveta do armário de cozinha.

4. Cebolas. A falta de ar livre e fresco no refrigerador provoca o apodrecimento das cebolas, ainda mais se estão perto de outros alimentos como as batatas. Para que se mantenham em bom estado, as cebolas devem ser ‘curadas’, ou seja, suas cascas dever ser retiradas e seu armazenamento deve ser em ambientes secos.

5. Abacates. Uma vez que estes frutos não amadurecem até que sejam colhidos, colocá-los na geladeira interromperia este processo. A melhor coisa a fazer é envolvê-los em papel e armazená-los em locais quentes até que estejam no ponto.

6. Melancia. Tanto esta fruta quanto o melão perdem seus níveis característicos de antioxidantes quando são resfriados. Quando comprar melancia, o mais aconselhável é que seja consumida prontamente ou, se não, mantê-la em local fresco e seguro contra choques físicos por poucos dias.

7. Mel. Seu pH e açúcar já mantêm os microorganismos controlados e, assim sendo, não é necessário resfriá-lo, mesmo porque fazê-lo pode provocar a cristalização. Recomendam-se que se deve mantê-lo em recipiente bem fechado, em temperatura ambiente e em local seco.

8. Futas tropicais (abacaxi, banana, mamão). As baixas temperaturas anulam as enzimas de maturação, além de que suas polpas ficam pastosas e suas cascas se tornam escuras. Tais frutas estão acostumadas ao calor e não convém armazená-las abaixo dos 10ºC.

9. Pão. O frio da geladeira faz com que sua frescura seja perdida e o alimento seca rapidamente. Mas se desejar convervá-lo por muitos dias, aconselha-se que este seja envolvido em recipiente adequado, ou película, dentro de seu refrigerador até o momento de consumí-lo – após descongelá-lo à temperatura ambiente.

10. Azeite de oliva. Guardá-lo em baixas temperaturas fará com que seja convertido em pasta similar à manteiga. Por isso, conserve-o em local fresco e escuro.

Agora que você aprendeu um pouco mais sobre alimentos e suas propriedades, desejamos-lhe saúde e bom apetite.

Linkedin: contas de usuários são hackeadas

Posted in INTERNET, MUNDO, NEWS by dibarbosa on 18 de maio de 2016

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Linkedin pedirá que usuários alterem senhas após invasão de hackers em 100mi contas.

A rede social anunciou que hackers lançaram 100 milhões de e-mail e combinações de senha. O Linkedin não acredita que houve uma nova falha de segurança, mas a empresa diz que entrará em contato com os usuários afetados para redefinir suas senhas.

“Estamos tomando medidas imediatas para invalidar as senhas das contas afetadas, e nós entraremos em contato com os membros para redefinir suas senhas. Nós não temos nenhuma indicação de que este é o resultado de uma nova falha de segurança”, escreveu o diretor de segurança da informação Cory Scott do Linkedin em seu blog.

Scott também recomendou que os usuários recorram a outras medidas de segurança, como a autenticação de senhas fortes a fim de manter as  contas dos usuários em maior segurança.

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Cai o Governo dos pobres, a ameaça inadmissível para os ricos e poderosos… segundo Luis Fernando Veríssimo

Posted in BRASIL, IMPEACHMENT, POLÍTICA by dibarbosa on 11 de maio de 2016

figura-luis-fernando-verissimoFoi o fim da ilusão que qualquer governo com pretensões sociais poderia conviver, em qualquer lugar do mundo, com os donos do dinheiro e uma plutocracia conservadora, sem que cedo ou tarde houvesse um conflito, e uma tentativa de aniquilamento da discrepância. Um governo para os pobres, mais do que um incômodo político para o conservadorismo dominante, era um mau exemplo, uma ameaça inadmissível para a fortaleza do poder real. Era preciso acabar com a ameaça e jogar sal em cima.

Gosto de imaginar a História como uma velha e pachorrenta senhora que tem o que nenhum de nós tem: tempo para pensar nas coisas e para julgar o que aconteceu com a sabedoria — bem, com a sabedoria das velhas senhoras. Nós vivemos atrás de um contexto maior que explique tudo mas estamos sempre esbarrando nos limites da nossa compreensão, nos perdendo nas paixões do momento presente. Nos falta a distância do momento. Nos falta a virtude madura da isenção. Enfim, nos falta tudo o que a História tem de sobra.

Uma das vantagens de pensar na História como uma pessoa é que podemos ampliar a fantasia e imaginá-la como uma interlocutora, misteriosamente acessível para um papo.

— Vamos fazer de conta que eu viajei no tempo e a encontrei nesta mesa de bar.
— A História não tem faz de conta, meu filho. A História é sempre real, doa a quem doer.
— Mas a gente vive ouvindo falar de revisões históricas…
— As revisões são a História se repensando, não se desmentindo. O que você quer?
— Eu queria falara com a senhora sobre o Brasil de 2016.
— Brasil, Brasil…
— PT. Lula. Impeachment.
— Ah, sim. Me lembrei agora. Faz tanto tempo…
— O que significou tudo aquilo?
— Foi o fim de uma ilusão. Pelo menos foi assim que eu cataloguei.
— Foi o fim da ilusão petista de mudar o Brasil?
— Mais, mais. Foi o fim da ilusão que qualquer governo com pretensões sociais poderia conviver, em qualquer lugar do mundo, com os donos do dinheiro e uma plutocracia conservadora, sem que cedo ou tarde houvesse um conflito, e uma tentativa de aniquilamento da discrepância. Um governo para os pobres, mais do que um incômodo político para o conservadorismo dominante, era um mau exemplo, uma ameaça inadmissível para a fortaleza do poder real. Era preciso acabar com a ameaça e jogar sal em cima. Era isso que estava acontecendo.

Um pouco surpreso com a eloquência da História, pensei em perguntar qual seria o resultado do impeachment. Me contive. Também não ousei pedir que ela consultasse seus arquivo e me dissesse se o Eduardo Cunha seria presidente do Brasil.

Eu não queria ouvir a resposta.

STF afasta Cunha. Saiba o que acontece agora

Posted in BRASIL, IMPEACHMENT, POLÍTICA by dibarbosa on 5 de maio de 2016

Supremo Tribunal Federal afasta Eduardo Cunha da presidência da Câmara dos Deputados. O que acontece agora, já que ele estava na linha sucessória da presidência após um eventual impeachment de Dilma Rousseff?

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“Nada, absolutamente nada, se pode extrair da Constituição que possa, minimamente, justificar a sua permanência no exercício dessas elevadas funções públicas. Pelo contrário, o que se extrai de um contexto constitucional sistêmico, é que o exercício do cargo, nas circunstâncias indicadas, compromete a vontade da Constituição, sobretudo a que está manifestada nos princípios de probidade e moralidade que devem governar o comportamento dos agentes políticos”, escreveu Zavascki na sua decisão.

O ministro Teori Zavascki disse que Cunha usou seu cargo para atrapalhar as investigações contra si mesmo, além de não poder estar na linha sucessória da Presidência da República por ser réu em ação penal.
Cunha está indefinidamente suspenso de exercer seu mandato, mas continuará recebendo salário e manterá o foro privilegiado (julgamento pelo Supremo e não pelo juiz Sergio Moro).
A suspensão de Cunha dura até quando o STF julgar que o Deputado esteja usando seu mandato para interferir nas investigações. São cinco os inquéritos abertos contra Cunha dentre corrupção e lavagem de dinheiro. O peemedebista foi denunciado e se tornou réu pelo recebimento de US$ 5 milhões em propina em um contrato de compra de sondas pela Petrobras.
Cunha afirmou que recorrerá da decisão. Em entrevista coletiva, ele disse que se considera alvo de “retaliação política” por ter dado sequência ao impeachment de Dilma Rousseff. O processo de sucessão na Câmara dos Deputados ainda segue indefinido. O vice-presidente, o deputado fiel a Eduardo Cunha, Waldir Maranhão (PP-MA), está no comando interino da Casa mas também está sendo investigado na Operação Lava Jato sob acusação de receber propina no esquema de corrupção da Petrobras.
A Casa estabelece que se um cargo ficar vago deverá ser convocada uma eleição para preencher a função em até cinco sessões O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) defendeu a realização de novas eleições. O mandato de presidente da Câmara dura dois anos e as novas eleições estavam previstas apenas para fevereiro de 2017.

O pedido de afastamento de Cunha se baseou no artigo 86 da Constituição Federal que estabelece que o presidente da República é afastado caso o STF aceite denúncia criminal contra ele e o torne réu, o que por analogia Cunha que já é réu em ação penal no Supremo, não poderia assumir o cargo de presidente interinamente.
A ação foi sorteada para o ministro Marco Aurélio, que prontamente solicitou que o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, colocasse a matéria em votação, o que foi marcado para a tarde desta quinta-feira. Assim, o STF julgou a decisão de Zavascki, e Marco Aurélio retirou a urgência para apreciação da ação da Rede.
O pedido da PGR argumenta que Cunha usa seu mandato e o cargo de presidente para atrapalhar investigações contra si mesmo e no Conselho de Ética da Câmara. A PGR também acusa o Deputado do PMDB de intimidar pessoas convocadas para falar na CPI da Petrobras, como a advogada Beatriz Catta Preta, e também o deputado Fausto Pinato (PP-SP), quando este era relator da sua denúncia no Conselho de Ética.
Cunha também é acusado de ter usado seu cargo de deputado em 2011 para fazer requerimentos de informações ao Tribunal de Contas da União e ao Ministério de Minas e Energia contra empresas envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras com finalidade de pressionar pela retomada do pagamento de propinas.

O ministro Teori Zavascki levou aproximadamente cinco meses para julgar o pedido que foi apresentado em dezembro último (2015) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedindo o afastamento de Cunha. Tal demora gerou muitas críticas ao STF. Apoiadores do governo questionavam a legitimidade de Cunha para presidir o processo de impeachment. A questão ganhou nova urgência após a Câmara decidir em 17 de abril autorizar que o Senado abra processo de impeachment contra a presidente. Se Dilma Rousseff for afastada, seu vice, Michel Temer assumirá o comando do país, e o deputado que estiver na presidência da Câmara exercerá a Presidência nas situações de ausência do novo mandatário.

Entenda de uma vez por todas que a tentativa do impeachment de Dilma Rousseff viola gravemente a Constituição Federal caracterizando-se como GOLPE de ESTADO e o STF irá intervir quando chegar o momento.

Posted in BRASIL, IMPEACHMENT, POLÍTICA by dibarbosa on 4 de maio de 2016

O Ministro da Agvocacia Geral da União (AGU) Eduardo Cardozo explica ao Senado Federal que o impeachment antecede o julgamento das contas de 2015 e, por este motivo, é caracterizador de um desejo puramente político sedo classificado como GOLPE de ESTADO.

Assista ao vídeo de Cardozo no final da matéria

EDUARDO CARDOZO

Leia a íntegra transcrita de sua explanação:

Eu passo a analisar a necessidade de rejeição da presente denúncia. Não se trata de exame demérito*, mas apenas da necessidade de rejeição da denúncia. Como eu disse anteriormente aplica-se ao caso o artigo 395 do código de processo penal. O artigo 395 aponta três causas para a rejeição da denúncia: A primeira – a inépcia da denúncia. A segunda – a falta de pressuposto processual e condições de ação. E a terceira – a falta de justa causa.

Eu ousaria, com a devida vênia, dizer que as três situações se fazem presentes, de uma forma ou de outra, neste caso. As três. Há inépcia da inicial¹. Há. Há inépcia da inicial no que concerne à acusação relativa ao caso das pedaladas em 2015.  Por que? Porque a Legislação exige que a denúncia diga qual é o ato que está sendo imputado. E não conseguem, os autores, dizer qual é o ato atribuído à senhora presidente da república nesse caso. Ou seja, não conseguem dizer qual é o ato jurídico que praticou a senhora presidente da república no caso das pedaladas. Portanto, indiscutivelmente, tem inépcia da inicial nesse ponto.

Segundo ponto: há falta de pressuposto processual. Sim, há. A autorização é inválida porque o procedimento é inválido. Há a falta de resolução que não foi expedida e há o terceiro ponto. Afirmo, na defesa da senhora presidente da república, que uma das condições para que esse tipo de delito pudesse ser apreciado é o julgamento das contas da senhora presidenta da república no ano de 2015. De fato,  as duas matérias, as pedaladas fiscais² e os decretos de suplementação³, são questões orçamentárias e financeiras que englobam a análise das contas a ser feita primeiro pelo Tribunal de Contas da União, depois pela comissão mista do Congresso Nacional e depois pelo próprio Congresso Nacional. 

Ora, parece evidente que se a Constituição prevê um rito, um “rito”, para a prestação das contas envolvendo todas essas questões não se pode, em fase de juízo político, usurpar a competência do Congresso Nacional por outros órgãos para apreciar esta matéria. Seria… não, mas é a Câmara que faz, o Senado faz. Não! A Câmara faz através de órgãos próprios as suas comissões; o Senado faz através de órgãos próprios as suas comissões mas não é isso que a Constituição diz. A Constituição diz que primeiro tem que haver um parecer do Tribunal de Contas, e depois esse parecer tem que ser mandado ao Congresso Nacional para uma comissão no Congresso, permanente, e depois para o Plenário do Congresso Nacional. Isso não aconteceu no caso.

Aliás, em 2015 as contas foram apresentadas no outro dia. Não houve sequer, ainda, uma deliberação preliminar do Tribunal de Contas da União. E se houvesse  não haveria decisão do Senado. Do Senado, não! Do Congresso! Ou seja, a situação é absolutamente anômala. Falta requisito de admissibilidade a essa denúncia. Então essa denúncia tem que ser apreciada previamente nos seus componentes fáticos… pelas contas. Porque, senão imagine os senhores a situação curiosa que ficaria, Senador Anastasia. Imagine que curioso: O Senado Federal decide por aceitar a denúncia, processar, a presidente ficar afastada… meses… e depois o Congresso Nacional vem e aprova as contas da presidente. E se ela já perdeu o mandato quando isso acontecer, Senador Caiado? Como é que se faz? Como é que se explica isso? É incompreensível. O direito não aceita interpretações irrazoáveis.

É necessário primeiro que se aprecie as contas… para depois se discutir as matérias que, pela Constituição, devem ser julgadas nesta base constituicional. E parece claro isso: esta precipitação; este afobamento em se fazer o impeachment sem antes o julgamento das contas da senhora presidente da república, sequer sem o parecer do Tribunal de Contas da União, é evidentemente caracterizador de um desejo político, puramente político, do afastamento da senhora presidente da república, o que é inaceitável no presidencialismo, próprio do parlamentarismo, mas é inaceitável no presidencialismo. Em havendo isso, está clara a violação da Constituição Federal.  

Clique aqui para ter acesso à fala na íntegra

¹ Petição inicial inepta – Considera-se inepta a petição inicial quando: lhe faltar pedido ou causa de pedir; da narração dos fatos não decorrer logicamente a conclusão; o pedido for juridicamente impossível; contiver pedidos incompatíveis entre si. Veja o parágrafo único do Art. 295 do Código de Processo Civil, Lei nº 5.869/73.

 

 

O Torcedor Político

Posted in IMPEACHMENT, OPINIÃO, PENSAMENTO, POLÍTICA by dibarbosa on 17 de abril de 2016

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torcida política

Brasil: um estádio circence com seu “respeitável público” que jamais quis saber de política gritando: “pior que tá não fica“. Mas a tendência é, contraditoriamente, ficar pior.

A mídia nacional perdeu a ética da informação. E o povo sequer percebeu isso porque tem preguiça de ler uma matéria completa. A imprensa aponta o suposto culpado por sua vida ser uma grande merda e o brasileiro acredita sem pesquisar. Que poder de persuasão é esse? Por que somos tão ignorantes a ponto de ‘cair nessa’?

A impressão que temos é que algo muito perigoso está para acontecer com o Brasil. Muito já se especulou, pró e contra impeachment, nas redes sociais e meios de comunicação. Somente as menções sobre o assunto somaram mais de 1 milhão de vezes no microblog twitter nas primeiras 15 horas que precederam as votações. Mas o que é 1 milhão comparado aos 143 milhões de eleitores brasileiros?

Em particular opinião, pode-se considerar que os 142 milhões de eleitores restantes não participam ativamente das aspirações necessárias ao nosso país. Pode-se considerar que estes faltosos 142 milhões de brasileiros, quando opinam significativamente, são meros torcedores fazendo barulho como se estivessem apoiando um time de futebol.

Por que uns torcem para o Corinthians, alguns para o Flamengo, outros para o Coritiba e uma parte para o Grêmio? Não se pode explicar isso. É pura simpatia ou até mesmo ‘hereditariedade’. O mesmo acontece com a política nacional atual… pois não há embasamento o suficiente; apenas denúncias orientadas através da mídia que desfavorece mais um lado do que outro. E isso sem prova alguma.

Enquanto isso, os grupos ‘melhores resolvidos’ seguirão fazendo a festa. E a nossa ignorância será regada e adubada por eles o quanto puderem – e poderão, se isso continuar. Duvido muito que nesta altura do cenário político brasileiro nenhum ‘coxinha’ tenha se arrependido de ter ido às ruas para buscar as mudanças necessárias à nossa economia  e política movidas pela cúpula pró impeachment. Aqueles que foram às ruas e ‘cunharam’ Temer, agora ‘temem’ Cunha.

#impeachmentDay

Exclusivo: o Pronunciamento proibido de Dilma

Posted in BRASIL, IMPEACHMENT, POLÍTICA by dibarbosa on 16 de abril de 2016
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